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Newsletter de 03.11.21
Performance de encerramento da exposição 'Membrana' de João Pais Filipe e Mónica Baptista, 6 Nov. Solar | Residência Artística 'O Caminho da Água' de Eduardo Luís Patriarca e Joclécio Azevedo, projecto 'Modos de Usar'
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Circular Festival

Newsletter #220

 


© Margarida Ribeiro

"Membrana"
João Pais Filipe e Mónica Baptista

18 Set - 06 Nov, Seg - Sáb | 14:00 - 18:00
Solar - Galeria de Arte Cinemática
Exposição

Performance: 6 Nov, Sáb | 17:00 | Solar | Entrada livre

Membrana é o que separa, o que protege e também o que vibra. É da simbiose entre matérias e ritmos que surge a exposição de João Pais Filipe (som, gongos) e Mónica Baptista (fotografia, filme). Numa cadência de salas escuras, imagens em diálogo com as esculturas sonoras convocam-nos para uma experiência em que o som e a luz, ambos de natureza vibratória, nos conduzem por uma deriva rizomática.
Esta obra resulta de uma residência artística no Uganda em 2019 que antecedeu o festival Nyege Nyege.
— João Pais Filipe e Mónica Baptista

A exposição inaugurou no 17.º Circular Festival de Artes Performativas.

+ info
www.circularfestival.com
www.curtas.pt/solar

 



© Margarida Ribeiro

"O Caminho da Água"
Eduardo Luís Patriarca e Joclécio Azevedo

Residência artística
Outubro e Novembro de 2021
Apresentação pública em Fevereiro de 2022


Entre Outubro de 2021 e Fevereiro de 2022 o compositor Eduardo Luís Patriarca e o coreógrafo Joclécio Azevedo estarão a realizar uma residência artística em Vila do Conde. A residência divide-se em períodos de trabalho entrecortados, em torno de processos e práticas colaborativas, desenvolvendo possibilidades para uma escrita transdisciplinar que aproxima territórios ligados à imagem, som, linguagem e acção.

Estes períodos de investigação colaborativa têm como objectivo criar campos abertos de experimentação em torno da materialidade e sonoridade da água, conduzindo a um trabalho de escuta e de exploração de especificidades materiais, acústicas, afectivas, performativas e temporais. 'O Caminho da Água' configura-se como um diálogo multifacetado entre os artistas/performers, entre matérias e instrumentos, entre lugar e memória, entre modos de activação e de apresentação da composição sonora.

Esta residência integra o projecto “Modos de Usar”, de Joclécio Azevedo, iniciado em 2018 e que terá a sua conclusão em 2022, realizado no âmbito da Circular Associação Cultural.

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www.circularfestival.com



© Susana Pomba

"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)"
Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira

Teatro para infância e famílias | Sala Principal do Teatro Municipal de Ourém
5 Nov | 10:30 + 14:30 | Público Escolar
6 Nov | 11:00 | Famílias | 2€ por criança (até aos 12 anos) + 4€ por adulto
(2ª criança do agregado familiar com entrada gratuita)

Este espectáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.
“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco”, dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

Bilhetes em Bol.pt | Lojas Worten, Fnac, CTT
Bilheteira TMO | 4ª a 6ª | 13:00 – 19:00
Dias de espetáculo | 16:00 – 22:00
bilheteira.tmo@cm-ourem.pt | 916 591 231

Filipe Caldeira é Artista Residente da Circular Associação Cultural.

+ info
www.facebook.com/teatromunicipalourem

 

 

 


 

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Newsletter de 08.10.21
Até para o ano! 18.º Circular Festival de Artes Performativas, Set. 2022 | Exposição 'Membrana' de João Pais Filipe e Mónica Baptista na Solar até 6 Nov. | Jornal Coreia #5
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Circular Festival

Newsletter #219

 

© Margarida Ribeiro / Circular Festival de Artes Performativas

Circular Festival de Artes Performativas
Até para o ano!

Chegou ao fim a 17.ª edição do Circular Festival de Artes Performativas que decorreu entre 18 e 25 Setembro 2021.

O Circular incluiu propostas, muitas dos quais em estreia absoluta ou nacional, de João Pais Filipe e Mónica Baptista; Volmir Cordeiro; CZN; Drumming Grupo de Percussão a partir de repertório dos compositores Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca; Clara Amaral; Raul Maia; e Los Detectives.

No âmbito do programa do Festival, realizou-se a conferência “Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe)” pela filósofa Maria Filomena Molder, integrada no ciclo “Questões Práticas” (Programa Educativo da Circular); e o lançamento do Jornal “Coreia” #5, com direcção do coreógrafo João dos Santos Martins, com a performance “Ehera Noara” de Hwayeon Nam que activou o arquivo de uma das precursoras da dança moderna coreana, Choi Seung Hee..

A todos os artistas, à equipa do Circular, aos parceiros envolvidos na organização do festival, e, muito especialmente, ao público que nos acompanhou durante o Festival, o nosso muito obrigado!

Encontramo-nos em Setembro de 2022 para a 18.ª edição do Circular Festival de Artes Performativas.

 

Imagens | 17.º Circular Festival

 



© Margarida Ribeiro / Circular Festival de Artes Performativas

João Pais Filipe e Mónica Baptista
"Membrana"

18 Set - 06 Nov (Seg - Sáb | 14:00 - 18:00)
Solar - Galeria de Arte Cinemática
Exposição

Performance: 6 Nov, Sáb, 17h00

Entrada livre

Membrana é o que separa, o que protege e também o que vibra. É da simbiose entre matérias e ritmos que surge a exposição de João Pais Filipe (som, gongos) e Mónica Baptista (fotografia, filme). Numa cadência de salas escuras, imagens em diálogo com as esculturas sonoras convocam-nos para uma experiência em que o som e a luz, ambos de natureza vibratória, nos conduzem por uma deriva rizomática.
Esta obra resulta de uma residência artística no Uganda em 2019 que antecedeu o festival Nyege Nyege.
— João Pais Filipe e Mónica Baptista

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www.circularfestival.com
www.curtas.pt/solar

 



© DR

Jornal Coreia #5

Coreia é um projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança, preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa. O jornal tem uma tiragem semestral de 3000 exemplares com distribuição gratuita por todo o país.

A edição #5 conta com contribuições de Alice Dusapin & Christophe Wavelet, Anna Halprin, Bruno Zhu, Dani Issler, Gaya Medeiros, Henrique Neves & Sara Wookey, Hwayeon Nam, Leandro Souza, Leticia Skrycky, Min Kyoung Lee, Paula Caspão, Raimund Hoghe e Sara Graça.

Direcção editorial: João dos Santos Martins | Design gráfico: Isabel Lucena | Tradução: José Maria Vieira Mendes, Patrícia Silva, Joana Frazão, Sara Godinho | Revisão: Pedro Cerejo, Daniel Lühmann, Mariana Monne, Leonor Courtoisie | Transcrição: Cyriaque Villemaux | Edição, produção e distribuição: Associação Parasita, Circular Associação Cultural | Site: Sara Orsi | Apoios: Atelier-Museu Júlio Pomar, Linha de Fuga, Devir Capa | Agradecimentos: Luca Giacomo Schulte, Ricardo Valentim, Stephanie Earle

Disponível em bibliotecas, salas de espectáculos, espaços informais (lista de espaços no separador 'Distribuidores' em coreia.pt). Distribuição ao domicílio a pedido, preencher formulário [aqui].

www.coreia.pt

 

 

 

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Newsletter de 23.09.21
Destaques 25 Set | Circular Festival de Artes Performativas | Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #218

 


Fotografia © José Bértolo

Maria Filomena Molder
"Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe)"

25 Set | Sáb | 14:30-16:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 2
Conferência | Ciclo Questões Práticas (Programa Educativo da Circular)

5 € | Bilhetes e reservas

Desde que encontrei esta frase de Goethe escrita a 3 de Março de 1785, algum tempo antes da sua viagem a Itália, numa carta à Senhora von Stein, não mais deixei de me bater com ela.
Nela observo uma compreensão do mundo e da nossa vida que não cede o lugar a nenhuma outra. Não que a vida humana e o mundo sejam teatro, mas eles formam tramas e tramas sobrepondo-se, agindo umas sobre as outras, criando personagens vários, cuja dramaturgia se engendra nas várias temperaturas das acções: caldarium, temperarium, frigidarium, como nas termas romanas. Assim o teatro move a vida humana e o mundo, ele é um atractor.

Alguns aspectos e autores que serão chamados à cena:
— o teatro como uma expressão do olhar para si própria de uma cultura: teatro e crise;
— a relação entre filosofia e tragédia (Platão e Aristóteles);
—  o nascimento/origem da tragédia e o Trauerspiel (Benjamin e Nietzsche);
— ver a nossa própria vida como uma peça de teatro vista por alguém (Wittgenstein). Os jogos de linguagem como as formas dramáticas da nossa vida. Primeiro jogo: aprender a falar.

Público-alvo: Estudantes do ensino superior ou profissional, nomeadamente de áreas ligadas à dramaturgia, coreografia e outras disciplinas artísticas, programadores e gestores culturais, professores, público geral.

+ info

 



Fotografia: Ehera Noara, 2020, Performance (Performer Ji Hye Chung) © Gim Ikhyun

Performance Ehera Noara (2020) de Hwayeon Nam, dançada por Ji-hye Chung e filme Against Waves
Lançamento da edição #5 do Jornal Coreia

25 Set | Sáb | 17:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Edição/Performance

M/6 | 60' | Acesso gratuito - Reservas (“Bilhetes e reservas”)

Coreia é um projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança, preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa. O jornal tem uma tiragem semestral de 3000 exemplares com distribuição gratuita por todo o país.

A edição #5 conta com contribuições de Alice Dusapin & Christophe Wavelet, Anna Halprin, Bruno Zhu, Dani Issler, Gaya Medeiros, Henrique Neves & Sara Wookey, Hwayeon Nam, Leandro Souza, Leticia Skrycky, Min Kyoung Lee, Paula Caspão, Raimund Hoghe e Sara Graça.

O lançamento do número #5, apresentado pelo seu editor, João dos Santos Martins, será acompanhado da projecção do filme "Against Waves" e da performance "Ehera Noara" da artista sul-coreana Hwayeon Nam, interpretada por Ji Hye Chung, activando o arquivo de uma das precursoras da dança moderna coreana Choi Seung Hee.

* A performance e o filme são falados em inglês e coreano, sem tradução em português

www.coreia.pt

+ info

 



Fotografia © Mila Ercoli

Los Detectives
"Pienso casa, digo silla"

25 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 1
Teatro | Estreia Nacional

M/16 | 60' | 5 € | Bilhetes e reservas

"Pienso casa, digo silla" centra-se nas experiências das visionárias da Idade Média, em especial na figura de Hildegard Von Bingen, para nos perguntarmos o que significa acreditar no nosso mundo dessacralizado. O que é a experiência visionária e como poderia ser traduzida no mundo contemporâneo? Este trabalho gira em torno do potencial da fé e o que significa render-se completamente para accionar a mente do espectador. Um ritual em que três mulheres evocam a experiência mística por meio de posses catárticas, danças anacrónicas, visões e canções da vida após a morte.

www.losdetectives.org

Acción Cultural Española (AC/E) apoia o Circular 2021 através do Programa para la Internacionalización de la Cultura española (PICE), na modalidade de Mobilidade.

* Espectáculo falado em espanhol

+ info

 



Clara Amaral
"She gave it to me I got it from her"

25 Set | Sáb | 11:00, 12:00, 14:10, 15:10, 16:10, 17:10
Centro de Memória
Performance | Ante-estreia
M/14 | 45' | 5 € | Bilhetes e reservas | + info

Raul Maia
"a fala da racha"

25 Set | Sáb | 21:00
Auditório Municipal de Vila do Conde
Dança — Estreia Absoluta
M/16 | 60' | 5 € | Bilhetes e reservas | + info

João Pais Filipe e Mónica Baptista
"Membrana"

18 Set - 06 Nov | Solar Galeria de Arte Cinemática
Exposição | Acesso gratuito
Performance: 6 Nov | Sáb | 17:30
Entrada gratuita

 

Bilhetes e Reservas
circularfestival.com


Espaços


Teatro Municipal de Vila do Conde
Av. Dr. João Canavarro, 4480-668 Vila do Conde (google maps)

Auditório Municipal de Vila do Conde
Praça da República, 4480-715 Vila do Conde (google maps)

Centro de Memória
Largo de São Sebastião, 4480-754 Vila do Conde (google maps)

Solar Galeria de Arte Cinemática
Rua do Lidador 147, 4480-754 Vila do Conde (google maps)


Informações

circularfestival.com
info@circularfestival.com

facebook.com/circularfestivaldeartesperformativa s
instagram.com/circularfestival
youtube.com/circularfestival

 

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Newsletter de 21.09.21
Destaques 24 Set | Circular Festival de Artes Performativas | Vila do Conde, 17.ª edição
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Circular Festival

Newsletter #217

 


Fotografia © DR

Clara Amaral
"She gave it to me I got it from her"

24 Set | Sex | 15:45, 17:00
25 Set | Sáb | 11:00, 12:00, 14:10, 15:10, 16:10, 17:10
Centro de Memória
Performance | Ante-estreia

M/14 | 45' | 5 € | Bilhetes e reservas

um poema que coreografa as mãos e a voz dela
a voz dela que lê em voz alta
o livro
tornado guiāo
tornado performance
tornado arquivo

a permanência da voz dela no livro
no livro
a presença e ausência do nome delas

She gave it to me I got it from her
é um livro e uma coreografia, lida em voz alta e manuseada por uma intérprete, para um
grupo de pessoas.


* Performance falada em inglês   
Lotação limitada 

+ info

 



Fotografia © Susana Neves

Peixinho Patriarca Percussão por Drumming GP
Lançamento de CD com gravações de Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca

24 Set | Sex | 21:00
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Música

Conversa com Eduardo Luís Patriarca, Miquel Bernat, Daniel Moreira, Paulo Vasques e Dina Magalhães

M/6 | 60' | Acesso gratuito - Reservas (consultar “Bilhetes e reservas”)

Jorge Peixinho, bebendo do alargamento das possibilidades sonoras e transformações de paradigmas que o séc. XX trouxe, deixou-nos preciosos exemplos da sua criatividade como as duas peças electroacústicas “Electronicolírica” e “A Floresta Sagrada”. No plano da percussão e no formato desenvolvido de ensemble, dedica somente uma obra no seu catálogo, “Morrer em Santiago”, envolta numa carga de ideologia política, com a honestidade de quem defende e assume o que pensa, dedicando a obra a Salvador Allende.
“Empty Time/ Empty Space” de Eduardo Luís Patriarca surge como uma reflexão ao imaginário de Peixinho. Assume a instrumentação da obra correspondente, alterando no mínimo o conjunto instrumental. Reestruturam-se líricas, preocupações humanas e espirituais, num caminho de impermanência dos materiais e na vacuidade dos mesmos.
— Eduardo Patriarca

Programa:
— Kado —  Eduardo Patriarca (para Marimba-caixas chinesas e electrónica, 10')
— Electronicolírica (1979) —  Jorge Peixinho (para electrónica, 8')
— Study for Marimba and Bongos* — Camila Salomé Menino

* Estreia absoluta

www.drumming.pt

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Fotografia © Raul Maia

Raul Maia
a fala da racha

24 Set | Sex | 22:30
25 Set | Sáb | 21:00
Auditório Municipal de Vila do Conde
Dança Estreia Absoluta

M/16 | 60' | 5 € | Bilhetes e reservas

a racha divide o que unido seria

Partimos de um lugar teatral para um processo coreográfico de fragmentação de linguagens: física, textual, sonora e dramatúrgica. Convida-se o olhar a um exercício onírico e paradoxal, de tentativa de conciliação entre o fragmento e o todo criado artificialmente a partir de relações formais entre as partes. Um enigma performativo, materializado na fricção entre a forma e o conteúdo.

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Maria Filomena Molder
"Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe)" | Questões Práticas

25 Set | Sáb | 14:30-16:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 2
Conferência

Performance Ehera Noara (2020) de Hwayeon Nam, dançada por Ji-hye Chung e filme Against Waves
Lançamento da edição #5 do Jornal Coreia

25 Set | Sáb | 17:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Edição/Performance

Los Detectives
"Pienso casa, digo silla"

25 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 1
Teatro — Estreia nacional

 

Bilhetes e Reservas
circularfestival.com

 

Espaços

Teatro Municipal de Vila do Conde
Av. Dr. João Canavarro, 4480-668 Vila do Conde (google maps)

Auditório Municipal de Vila do Conde
Praça da República, 4480-715 Vila do Conde (google maps)

Centro de Memória
Largo de São Sebastião, 4480-754 Vila do Conde (google maps)

Solar Galeria de Arte Cinemática
Rua do Lidador 147, 4480-754 Vila do Conde (google maps)


Informações

circularfestival.com
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Newsletter de 16.09.21
Abertura | Circular Festival de Artes Performativas | 18 — 25 de Setembro 2021
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Circular Festival

Newsletter #216

 


Fotografia © DR

João Pais Filipe e Mónica Baptista
"Membrana"

18 Set - 06 Nov | Solar Galeria de Arte Cinemática
Exposição | Acesso gratuito
Inauguração e performance: 18 Set | Sáb | 17:30

Membrana é o que separa, o que protege e também o que vibra. É da simbiose entre matérias e ritmos que surge a exposição de João Pais Filipe (som, gongos) e Mónica Baptista (fotografia, filme). Numa cadência de salas escuras, imagens em diálogo com as esculturas sonoras convocam-nos para uma experiência em que o som e a luz, ambos de natureza vibratória, nos conduzem por uma deriva rizomática.
Esta obra resulta de uma residência artística no Uganda em 2019 que antecedeu o festival Nyege Nyege.
— João Pais Filipe e Mónica Baptista

joao-pais-filipe.tumblr.com

vimeo.com/monicabaptista
laia.pt

 

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Fotografia © Fernanda Tafner

Volmir Cordeiro
"Calçada"

18 Set | Sáb | 21:00
Teatro Municipal de Vila do Conde
Dança — Estreia Nacional

M/6 | 70' | 5 €

Bilhetes e reservas

"Calçada", peça para seis intérpretes, é uma maneira de evocar a metamorfose como a forma possível e única de conquistar a liberdade. Devolvendo ao "devir" a sua energia, "Calçada" investe a alegria como uma forma de expansão individual e colectiva. Depois de ter criado "Rua", com Washington Timbó, em 2015, Volmir Cordeiro aborda agora a calçada enquanto espaço privilegiado de circulação de mundos, de trabalho, de norma, de contacto, de festa, de estagnação. Na busca contínua por estados de corpo contraditórios — estratégia recorrente no seu trabalho — a pesquisa em "Calçada" pretende "quebrar os impasses", criar condições para que as coisas passem, e assim, autorizar a passagem como uma tentativa de celebração. Uma cena de trabalho, um cortejo que não nega a sua vulgaridade, depois um passeio desordenado que nos leva até um transe de caminhadas. Para fugir da impotência e da exclusão que governam uma certa tragédia do mundo actual, os intérpretes não param de se transformar, de se mascarar e desmascarar, de se deixarem levar para fora de si mesmos através da experiência comum de um êxtase passageiro.
— Volmir Cordeiro

volmircordeiro.com
YouTube/Volmir
manakinprod.fr/artists/volmir-cordeiro

Teaser "Calçada"

 

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Fotografia © Renato Cruz Santos

CZN

18 Set | Sáb | 22:30
Auditório Municipal de Vila do Conde
Música

M/6 | 50' | 5 €

Bilhetes e reservas

Os acasos, como o ritmo, repetem-se e não raramente seguem padrões — às vezes com o intuito claro de os quebrar. Quando, em 2017, a convergência dos dois percussionistas prodígio João Pais Filipe e Valentina Magaletti levou à criação de CZN, a repetição de acontecimentos ficou inscrita nos destinos dos músicos, tal como os eventos que resultariam nos capítulos que sucederiam The Golden Path (2018). A forma como estes se desenrolariam, contudo, é apenas um eco dos passos anteriores, modulado pela constante evolução dos seus intervenientes.

Commutator é uma metáfora do processo que guia os CZN (ou copper-zink-nickel, os metais que compõem as esculturas sonoras, ou instrumentos com dimensão visual, de João Pais Filipe): uma convergência de percussionistas que trilha direcções além dos caminhos óbvios através do apontar de coordenadas a evitar. Os tempos óbvios, a repetição de cadências, o fixar de um ritmo e o desígnio de os evitar são a matéria que liga Valentina Magaletti, João Pais Filipe e Leon Marks neste registo, onde o ritmo é antítese de dança, onde a possibilidade de decorar gestos se dilui nos movimentos dos percussionistas e as texturas melódicas do produtor mergulham nos timbres da parafernália singular dos três músicos.

O resultado será, inevitavelmente, a antítese da regra, sendo a norma de evitar. O aborrecimento não faz parte da música dos CZN, a circularidade só entra na equação por via de rodas dentadas e da sua relação simbólica-simbiótica, de uma química análoga à combinação de metais que marcam o som do trio. Numa sucessão de avanços seguros e hesitações clínicas sobre sons ambientais, Commutator é mais do que um tento novo para cada um dos músicos que dele fazem parte; é um documento de valor perene, esdrúxulo e com vida própria.

czndrums.bandcamp.com

 

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Clara Amaral
"She gave it to me I got it from her"

24 Set | Sex | 15:45, 17:00
25 Set | Sáb | 11:00, 12:00, 14:10, 15:10, 16:10, 17:10
Centro de Memória
Performance — Ante-estreia

Peixinho Patriarca Percussão por Drumming GP
Lançamento de CD com gravações de Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca

24 Set | Sex | 21:00
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Música

Conversa com Eduardo Luís Patriarca, Miquel Bernat, Daniel Moreira, Pedro Góis, Paulo Vasques e Dina Magalhães

Raul Maia
"a fala da racha"

24 Set | Sex | 22:30
25 Set | Sáb | 21:00
Auditório Municipal de Vila do Conde
Dança — Estreia Absoluta

Maria Filomena Molder
"Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe)" | Questões Práticas

25 Set | Sáb | 14:30-16:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 2
Conferência

Performance Ehera Noara (2020) de Hwayeon Nam, dançada por Ji-hye Chung e filme Against Waves
Lançamento da edição #5 do Jornal Coreia

25 Set | Sáb | 17:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Edição/Performance

Los Detectives
"Pienso casa, digo silla"

25 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 1
Teatro — Estreia nacional

 

 

Bilhetes e Reservas

circularfestival.com

 

 

Espaços

Teatro Municipal de Vila do Conde
Av. Dr. João Canavarro, 4480-668 Vila do Conde (google maps)

Auditório Municipal de Vila do Conde
Praça da República, 4480-715 Vila do Conde (google maps)

Centro de Memória
Largo de São Sebastião, 4480-754 Vila do Conde (google maps)

Solar Galeria de Arte Cinemática
Rua do Lidador 147, 4480-754 Vila do Conde (google maps)


Informações

circularfestival.com
info@circularfestival.com

facebook.com/circularfestivaldeartesperformativas
instagram.com/circularfestival
youtube.com/circularfestival

 

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Programa completo do 17.º Circular Festival de Artes Performativas | 18-25 Set, Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #215

 



Imagens (de cima para baixo):
Volmir Cordeiro, "Calçada" © Fernanda Tafner
CZN (João Pais Filipe + Valentina Magaletti + Leon Marks) © Renato Cruz Santos
Los Detectives, "Pienso casa, digo silla" © Mila Ercoli

Circular Festival de Artes Performativas
18-25 de Setembro 2021
Vila do Conde
17.ª edição


O Circular Festival de Artes Performativas está de regresso para a sua 17ª edição. O festival apresenta um programa pluridisciplinar e experimental que cruza a dança, a música, o teatro e o pensamento, onde reside uma ampla diversidade temática suscitada por cada uma das propostas autorais.

O festival arranca com a inauguração da exposição “Membrana” de João Pais Filipe e Mónica Baptista, uma co-produção com a Solar - Galeria de Arte Cinemática/Curtas Metragens de Vila do Conde. “Membrana” apresenta um conjunto de esculturas sonoras, fotografias e vídeos, resultantes de uma residência dos artistas no Uganda, e inclui um momento performativo. Também na abertura do festival é apresentado o espectáculo de dança “Calçada” do coreógrafo brasileiro Volmir Cordeiro (adiado em 2020 pelas limitações causadas pela pandemia). “Calçada” afirma-se como um espaço de liberdade, de expansão e de “circulação de mundos”, um espectáculo onde se reinventa e redefine a experiência comunitária.

Segue-se um concerto de CZN, projecto dos músicos percussionistas Valentina Magaletti, João Pais Filipe e do produtor Leon Marks, que traz-nos o seu mais recente álbum “Commutator” preenchido por ritmos hipnóticos e cadências repetitivas de construção enérgica e progressiva.

No segundo fim-de-semana do festival é lançado o disco “Peixinho Patriarca Percussão” do Drumming Grupo de Percussão dedicado a repertório dos compositores Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca, numa co-edição Drumming GP e Circular Festival. Este álbum surge na continuidade de um concerto realizado no Circular em 2017, que aliou os dois compositores com relevante ligação à cidade de Vila do Conde. Clara Amaral apresenta no Circular a performance “She gave it to me I got it from her”, uma proposta intimista que desenha o gesto e a palavra a partir de um livro. O coreógrafo Raul Maia estreia “fala da racha”, uma criação co-produzida pelo Circular, que parte de um lugar teatral fragmentado nas linguagens física, textual, sonora e dramatúrgica.

O ciclo “Questões Práticas” (Programa Educativo da Circular) cruza-se no festival com a conferência “Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe)” pela filósofa Maria Filomena Molder. Também nesta edição tem lugar o lançamento do Jornal “Coreia” #5, com direcção do coreógrafo João dos Santos Martins, publicação que se dedica a produzir pensamento em torno das artes performativas. O lançamento inclui a performance “Ehera Noara” de Hwayeon Nam que activa o arquivo de uma das precursoras da dança moderna coreana, Choi Seung Hee.

A finalizar o festival, o colectivo Los Detectives apresenta “Pienso casa, digo silla”, uma peça teatral que se centra nas experiências de mulheres visionárias da Idade Média e na forma como estas poderão traduzir-se no mundo contemporâneo.

Acompanhem-nos de 18 a 25 de Setembro em Vila do Conde!

 — Paulo Vasques e Dina Magalhães


Programa

João Pais Filipe e Mónica Baptista
"Membrana"
18 Set - 06 Nov (Seg - Sáb | 14:00 - 18:00)
Solar - Galeria de Arte Cinemática
Exposição

Inauguração + performance: 18 Set | Sáb | 17:30

Volmir Cordeiro
"
Calçada"
18 Set | Sáb | 21:00
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 1
Dança
Estreia Nacional

CZN (João Pais Filipe + Valentina Magaletti + Leon Marks)
18 Set | Sáb | 22:30
Auditório Municipal de Vila do Conde
Música

Clara Amaral
"She gave it to me I got it from her"
24 Set | Sex | 15:45, 17:00
25 Set | Sáb | 11:00, 12:00, 14:10, 15:10, 16:10, 17:10
Centro de Memória
Performance
Ante-estreia

Peixinho Patriarca Percussão por Drumming GP
Lançamento de CD com gravações de Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca
24 Set | Sex | 21:00
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Música

Conversa com Eduardo Luís Patriarca, Miquel Bernat, Daniel Moreira, Pedro Góis, Circular Festival

Raul Maia
"a fala da racha"
24 Set | Sex | 22:30
25 Set | Sáb | 21:00
Auditório Municipal de Vila do Conde
Dança
Estreia Absoluta

Maria Filomena Molder
"Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe)"
Ciclo Questões Práticas
25 Set | Sáb | 14:30-16:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 2
Conferência

Público-alvo: Estudantes do ensino superior ou profissional, nomeadamente de áreas ligadas à dramaturgia, coreografia e outras disciplinas artísticas, programadores e gestores culturais, professores, público em geral.

Lançamento da edição #5 do Jornal Coreia
Performance Ehera Noara (2020) de Hwayeon Nam, dançada por Ji-hye Chung e exibição do filme "Against Waves"
25 Set | Sáb | 17:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Edição/Performance

Los Detectives
"Pienso casa, digo silla"
25 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 1
Teatro
Estreia nacional


 

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Newsletter de 07.07.21
Divulgação | Lançamento Jornal Coreia e conversa 'Da morte morrida (ou matada?) da crítica às mil vidas da auto-edição' | 9 Jul. (Sex) 18:30, Biblioteca do Museu de Serralves - Porto
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Circular Festival

Newsletter #214

 

© DR

Da morte morrida (ou matada?) da crítica às mil vidas da auto-edição

Lançamento da 4.ª edição do Coreia, seguido de conversa com João dos Santos Martins (editor), Ana Bigotte Vieira, Carlos Manuel Oliveira e Joclécio Azevedo.

9 de Julho (Sexta), 18:30
Biblioteca do Museu de Serralves
[Acesso gratuito, com inscrição prévia obrigatória até às 16:00 do dia anterior ⁣ para ser.educativo@serralves.pt]

A propósito do lançamento do jornal Coreia, uma conversa sobre a lenta morte (ou o assassinato) da crítica e as mil vidas da auto edição. Nesta conversa mais do que (merecidamente) lamentar o dito declínio da crítica que perde terreno para o jornalismo (de novo e de novo até ao infinito), procura-se interrogar os modos como este fenómeno, conjugado com as potencialidades Do-it yourself dos novos meios, e a maior formação académica e interdisciplinar dos artistas, tem levado a um renovado interesse pela auto-edição e a publicação de escritos de artistas - o que, por sua vez, estenderá à página, ao site e ao ensaio (escrito ou visual), todo um campo de experimentação crítica, teórica e existencial, ampliando os modos críticos de recepção das obras.⁣

Coreia é um projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança. Independente, experimental e internacionalista, o jornal, de tiragem semestral e distribuição gratuita, está focado no discurso produzido pelas obras e pelos artistas, e preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa.⁣

Estimulados pela apresentação deste projecto editorial, ocorrerá uma conversa sobre o renovado interesse pela auto-edição e a publicação de escritos de artistas, o que por sua vez estenderá à página, ao site e ao ensaio (escrito ou visual), todo um campo de experimentação crítica, teórica e existencial.

A actividade integra a programação educativa coincidente com a exposição Para uma timeline a haver: genealogias da dança como prática artística em Portugal, da autoria dos artistas e investigadores Ana Bigotte Vieira, João dos Santos Martins e Carlos Manuel Oliveira, patente até 11 de Julho nos foyers do Auditório de Serralves-Museu de Arte Contemporânea.

O Jornal Coreia conta com direcção editorial de João dos Santos Martins e co-produção da Circular Associação Cultural e Associação Parasita.

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www.serralves.pt

 

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Newsletter de 16.06.21
'Modos de produzir e ampliar discurso e fricções' com Marta Lança e 'Museu Pessoal' com Gisela Casimiro / 19 Jun 15:00 Teatro Municipal de Vila do Conde | Ciclo Questões Práticas 2021
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Circular Festival

Newsletter #213

 



Fotografias (de cima para baixo): © DR | © Mauro Pinto, 2003, da série Portos de Convergência - Maputo | Luanda

“Modos de produzir e ampliar discurso e fricções”
Marta Lança (editora do BUALA, programadora e investigadora independente)

“Museu Pessoal”
Gisela Casimiro (escritora, artista e activista)

Ciclo Questões Práticas 2021

19 de Junho (Sábado), 15:00
Teatro Municipal de Vila do Conde - Salão Nobre [google maps]
[Acesso gratuito, inscrição prévia]

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“Modos de produzir e ampliar discurso e fricções”
Marta Lança (editora do BUALA, programadora e investigadora independente)


Numa primeira parte farei uma breve incursão sobre programas que ilustram a ideia de "curadoria aberta". "Para nós, por nós: produção cultural africana e afrodiaspórica em debate" (2018), com Raquel Lima; "Terra Batida", com Rita Natálio: uma rede de arte e ciência sobre conflitos socioambientais (com residências de pesquisa e apresentações no Festival Alkantara); o ciclo "Sou esparça e a liquidez maciça: gestos de liberdade" (Maat, 2020) e o projecto "ReMapping Memories Lisboa-Hamburg, Lugares de Memória (Pós)coloniais" (Goethe Institut, 2021).Na segunda parte, desenvolvo alguns pontos sobre a plataforma BUALA, ativa desde 2010. Na vontade de expandir linguagens na produção de conhecimento, o BUALA articula o discurso académico com a vertente jornalística e artística (e as suas diversas interpretações e visualidades). Ferramenta de pesquisa, a acessibilidade e informalidade fazem parte da sua história e prática de trabalho. Almejamos a hospitalidade incondicional da proposta de Derrida, abrindo “as portas a cada um e a cada uma, a todo e a qualquer outro, a todo o recém-chegado, sem perguntas, mesmo sem identificação, de onde quer que viesse e fosse quem fosse”. Ao escolher a palavra BUALA (bwala em quimbundo e lingala, faladas em Angola e nos Congos), destacamos o sentido de aldeia, familiaridade e construção de uma comunidade. Uma comunidade com lugares de enunciação plurais: de artistas, investigadores, jornalistas; reflexão descentralizada e colocada em diálogo, numa relação permanente entre local e global.

“Museu Pessoal”
Gisela Casimiro  (escritora, artista e activista)


Este trabalho parte do projecto contínuo de construção de um Museu Pessoal povoado de (re)interpretações de obras de arte. A intenção desde o início foi ser, fazer, pensar e (re)definir a presença do corpo negro na arte, independentemente do estatuto social ou económico de quem a cria e consome, e de essa arte poder vir ou não a ter outro público que não a sua criadora e curadora. Um corpo racializado coloca-se a si mesmo num lugar de destaque na criação e gestão da sua narrativa para, a partir dali, ser visto e ouvido no caminho para a decolonialidade. Um “Museu Pessoal” em permanente transmutação, que toma forma sempre que necessário, ocupando de igual modo a galeria, a rua, o espaço privado e imaterial.

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Marta Lança nasceu em Lisboa em 1976. Doutoranda em Estudos Artísticos, com formação em Estudos Portugueses, Literatura Comparada e Edição de Texto na FCSH-UNL. Os temas de pesquisa passam pelo debate pós-colonial, programação cultural, processos de memorialização, plataformas de discurso e estudos africanos. Criou várias publicações culturais, sendo editora do site BUALA desde 2010. Escreve para publicações em Portugal, Angola e Brasil e traduziu do francês livros de Maxence Fermine, Jacques-Pierre Amettea, Asger Jorn e Achille Mbembe. Em Luanda, lecionou na Universidade Agostinho Neto e colaborou com a I Trienal de Luanda, e em Maputo trabalhou no festival de documentário Dockanema. Como programadora organizou projectos como o ciclo dedicado a Ruy Duarte de Carvalho Paisagens Efémeras (Lisboa, 2015), com Raquel Lima, o ciclo Para nós, por nós: produção cultural africana e afrodiaspórica em debate (2018); programou o ciclo Sou esparça e a liquidez maciça: gestos de liberdade (Maat, 2020) e, com Rita Natálio, o programa TERRA BATIDA: uma rede de arte e ciência sobre conflitos socioambientais (Festival Alkantara). Tem experiência em pesquisa e produção de cinema, sobretudo com a Terratreme filmes. Participou no grupo de consultores do Memorial às Pessoas Escravizadas (iniciativa da DJASS) e no grupo editorial do Glossário Afro-European Cartography of Culture, Language and Arts. É autora do livro infanto-juvenil Infinitas-pessoas-mais-uma (Tigre de papel, 2019), e coautora de FUTUROS CRIATIVOS Economia e Criatividade em Angola, Moçambique e Timor-Leste (Acep, 2019), organizou os livros Roça Língua (2015), Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho (2018) e Este corpo que me habita (2014). Atualmente coordena o projecto "ReMapping Memories Lisboa-Hamburg, Lugares de Memória (Pós)coloniais", do Goethe Institut.

Gisela Casimiro nasceu na Guiné-Bissau em 1984. É escritora, artista e activista. Publicou Erosão (poesia) e fez parte de antologias como Rio das Pérolas e Venceremos! Discursos escolhidos de Thomas Sankara. Nos últimos anos escreveu crónicas regularmente para o Hoje Macau, Buala e Contemporânea. A sua obra fotográfica “Museu Pessoal” fez parte de mostras colectivas organizadas pela DJASS e pela Associação Portuguesa de Antropologia (Museu Nacional de Etnologia). Realizou no Armário a exposição de poesia visual "O que perdi em estômago, ganhei em coração", sob curadoria de Ana Cristina Cachola. Fez ainda parte da exposição colectiva “Four Flags” (Taffimai/Galeria Zé dos Bois), com curadoria de Luiza Teixeira de Freitas e Natxo Checa. Seguiu-se “Fazer de Casa Labirinto” na Balcony Gallery. Integrou também a exposição “Retrospectiva Retroescavadora”, do colectivo Estrela Decadente, na Casa do Capitão. Dirige o departamento de Cultura do INMUNE - Instituto da Mulher Negra em Portugal.

 

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Próxima sessão

“Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe)” com Maria Filomena Molder (filósofa, professora e investigadora)
25 de setembro, Sábado, 14:30-17:30
Teatro Municipal de Vila do Conde [google maps] Inserida no programa do 17.º Circular Festival de Artes Performativas
[Bilhetes disponíveis em Setembro]

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Questões Práticas

O ciclo “Questões práticas” configura-se em torno de encontros, conversas e performances que pretendem dar a conhecer práticas de investigação, escrita, performance, pensamento e transmissão de conhecimento. Cada encontro funciona como um exercício de activação do imaginário social, poético e político dos participantes e dos convidados, procurando intersecções entre práticas artísticas e não artísticas. Organizado em torno de momentos separados no tempo, mas articulados entre si, este ciclo utiliza diferentes formatos de apresentação e protocolos de participação, promovendo o envolvimento e o cruzamento de públicos com interesses diversificados.

Coordenação Questões Práticas: Joclécio Azevedo
Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural

 

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Newsletter de 20.05.21
'Amanhã não há Arte' com Carla Filipe + conversa com Pedro Dourado / 29 Mai (Sáb) 15:00, Biblioteca Municipal José Régio | Ciclo Questões Práticas 2021
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Circular Festival

Newsletter #212

 


© "Amanhã não há Arte" de Carla Filipe

"Amanhã não há Arte"
com Carla Filipe (artista plástica) + conversa com Pedro Dourado (curador e produtor cultural)
Ciclo Questões Práticas 2021

29 de Maio (Sábado), 15:00
Biblioteca Municipal José Régio - Vila do Conde
[google maps]
[Acesso gratuito, inscrição prévia]

Esta sessão tem como ponto de partida a exposição “Amanhã não há Arte” de Carla Filipe que decorreu entre Maio e Setembro de 2019 no Project Room do MAAT. A exposição dá continuidade à pesquisa de Carla Filipe em torno das estratégias visuais e gráficas utilizadas pelo discurso político, especificamente o cartaz reivindicativo. Este projeto apresenta um conjunto de símbolos e grafismos oriundos do discurso político pós-25 de abril de 1974, mas retirando-lhe toda e qualquer plasticidade manual. A bandeira é a forma escolhida para dar corpo às composições complexas, de grandes dimensões, onde repetições e variações dos elementos iniciais, recolhidos dos materiais gráficos das reivindicações políticas da história recente do país, subjugam e contradizem a sua própria origem e identidade. Filipe recorre a estas imagens superficialmente despolitizadas, ou às quais foi removida qualquer agência política, para se interrogar sobre o estatuto que o artista ocupa na configuração sociopolítica atual. Desprovida de capacidade reivindicativa individual e sem a força de um corpo coletivo que a apoie, a artista ameaça “Amanhã não há arte”, como uma tentativa de mobilização face aos desafios que a comunidade artística enfrenta.

Carla Filipe nasceu em 1973 na Póvoa do Valado. Vive e trabalha no Porto. Foi cofundadora dos espaços Salão Olímpico (2003-2005) e O Projecto Apêndice (2006), ambos no Porto. 
Em 2009, recebeu uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para uma residência nos Acme Studios, em Londres. Realizou também residências na AIR Antwerpen (Antuérpia, 2014), na Robert Rauschenberg Foundation (Captiva, Florida, 2015) e na Krinzinger Projekte (Viena, 2017). Tem apresentado o seu trabalho em várias exposições individuais, como “Amanhã não há Arte”, com curadoria de João Mourão e Luís Silva, no Maat, “da cauda à cabeça”, com curadoria de Pedro Lapa, no Museu Coleção Berardo, ambas em Lisboa, ou “Não fechar, voltamos todos os dias”, na Galeria de Arte Cinemática, Vila do Conde. Da sua participação em diversas exposições colectivas destacam-se nos últimos anos: “12 Contemporâneos – Estados Presentes”, Museu de Serralves, Porto (2014), “Mom, am i Barbarian?”, 13th Istanbul Biennial, Turquia (2013), “1813. Assedio, incendio y reconstrucción de Donostia”, Museo San Telmo de Donostia, San Sebastián (2013).

Pedro Dourado é natural de Coimbra (1992) e residente no Porto. Licenciado em Pintura pela FBAUL. Pós-graduado em Ciências da Comunicação, pela FCSH-UNL, e em Arte Cinemática, pela EA UCP Porto. Entre 2017 e 2019 foi coordenador de produção e assistente de curadoria na Solar - Galeria de Arte Cinemática. Em 2018 pertenceu à comissão de selecção da Competição Internacional do Curtas Vila do Conde. Desde 2019 que pertence à comissão de selecção da Competição Experimental do Curtas Vila do Conde, e assume a função de gestão e curadoria da livraria Loja das Curtas.

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Próximas sessões

“Modos de produzir e ampliar discurso e fricções” com Marta Lança (editora do BUALA, programadora e investigadora independente)
“Museu Pessoal” com Gisela Casimiro (escritora, artista e activista)
19 de Junho, Sábado, 15:00
Teatro Municipal de Vila do Conde (Salão Nobre) [google maps]
[Acesso gratuito, inscrição prévia]

“Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe)” com Maria Filomena Molder (filósofa, professora e investigadora)
25 de setembro, Sábado, 14h30-17h30
Teatro Municipal de Vila do Conde [google maps] Inserida no programa do 17.º Circular Festival de Artes Performativas
[Bilhetes disponíveis em Setembro]

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Questões Práticas

O ciclo “Questões práticas” configura-se em torno de encontros, conversas e performances que pretendem dar a conhecer práticas de investigação, escrita, performance, pensamento e transmissão de conhecimento. Cada encontro funciona como um exercício de ativação do imaginário social, poético e político dos participantes e dos convidados, procurando intersecções entre práticas artísticas e não artísticas. Organizado em torno de momentos separados no tempo, mas articulados entre si, este ciclo utiliza diferentes formatos de apresentação e protocolos de participação, promovendo o envolvimento e o cruzamento de públicos com interesses diversificados.

Coordenação Questões Práticas: Joclécio Azevedo
Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural

 

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Newsletter de 10.05.21
Residência artística e apresentação informal 'Rituais de pesquisa' / 11-15 Mai, Eixo Residência Artísticas - Mosteiró | Projecto 'Modos de Usar' de Joclécio Azevedo
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Circular Festival

Newsletter #211

 


© DR

"Rituais de pesquisa"

Residência artística
11 a 15 de Maio, 10:00-16:30

Apresentação informal
15 de Maio, Sábado, 15:00
Eixo Residência Artísticas
Rua Central 1010, Mosteiró [google maps]

[Acesso gratuito. O pedido de reserva (máximo 2 por pessoa) deverá ser feito por e-mail para eixoresidencias@gmail.com com a indicação do número de lugares/bilhetes e nome e contacto, até 24 antes da sessão]


As palavras prática, investigação e ritual podem parecer à partida denominar conceitos distantes entre si, mas na realidade podem ser entendidas como modos de relação entre matérias e processos que formulam ou atravessam a subjetividade. Esta residência tem como objetivo criar um campo aberto de trabalho onde os participantes possam partilhar questões, narrativas, técnicas e memórias dos seus corpos, criando um espaço comum de pesquisa, permitindo a experimentação em torno da performance e da dança enquanto modo de relação entre corpos e não apenas de produção de conteúdos. Este espaço será habitado por metodologias divergentes, por diluição de fronteiras disciplinares e pelo questionamento de papéis e funções dentro do processo criativo.

 
A iniciativa integra o projecto “Modos de usar” de Joclécio Azevedo, desenvolvido no âmbito da Circular Associação Cultural.

“Modos de usar” é um projecto que questiona a relação dos artistas com os seus métodos e ferramentas de pesquisa, propondo espaços de conversação, da ativação de modos de endereçar o público e de criar ligações com o contexto local de produção.
 
“Modos de Usar” é produzido pela Circular Associação Cultural, estrutura que tem o apoio do Município de Vila do Conde desde a sua primeira edição, e o financiamento consecutivo da República Portuguesa Cultura/Direcção-Geral das Artes.

Em 2021 o projecto integra uma colaboração com o EIXO Residências Artísticas, contando com a participação de alunas da Oficina Zero, programa anual de formação avançada, dirigido por Mafalda Deville e Israel Pimenta.


Participantes: Catarina Corujeira; Cátia Santos; Charlotte Gergaud; Cristina Iglesias; Gracia Ferris; Lea Siebrecht; Mercedes Quijadas; Maria Mora; Naomi Weidmann; Nora Wyss; Salomé Rodrigues; Sara Santervás; Sofia Kafol; Teresa Almenar; Valea Volker e Vanessa Lonau
 
Agradecimentos: Sara Couto e Cidália Camarinha (Grupo Share your Green Diamond)

 



© Amanhã não há arte, de Carla Filipe

Ciclo Questões Práticas 2021

Programa

"Amanhã não há Arte" com Carla Filipe + conversa com Pedro Dourado
29 de Maio, Sábado, 15:00
Biblioteca Municipal José Régio
[Acesso gratuito, inscrição prévia]

“Modos de produzir e ampliar discurso e fricções” com Marta Lança
“Museu Pessoal” com Gisela Casimiro 

19 de Junho, Sábado, 15:00
Teatro Municipal de Vila do Conde (Salão nobre)
[Acesso gratuito, inscrição prévia]

“Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe)” com Maria Filomena Molder
25 de setembro, Sábado, 14h30-17h30
Teatro Municipal de Vila do Conde
Inserida no programa do 17.º Circular Festival de Artes Performativas
[Bilhetes disponiveis em Setembro]


Questões Práticas

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Newsletter de 10.02.21
Nova edição do Jornal Coreia #4 com direcção editorial de João dos Santos Martins | Disponível através de envio via postal
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Circular Festival

Newsletter #210

 


Carmen de Brito, Páginas da Minha Vida (1962). Autor desconhecido, data desconhecida

Jornal Coreia #4

com direcção editorial de João dos Santos Martins

Na impossibilidade de se concretizarem as sessões públicas de apresentação da nova edição do jornal Coreia em Vila do Conde, Santarém e Lisboa, devido às medidas de contenção da pandemia, a edição #4 está disponível através de envio via postal por CTT [formulário].

O jornal é gratuito. Os portes de envio ficam a cargo do requerente.

Coreia é um projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança, preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa. O jornal tem uma tiragem semestral de 3000 exemplares com distribuição gratuita em todo o país.

www.coreia.pt

Com direcção editorial de João dos Santos Martins e design gráfico de Isabel Lucena, a edição #4 do Coreia inclui uma crónica da artista e mother da House of Sle, em Sydney, Bhenji Ra (AU) sobre a fadiga da imaginação, um ensaio-futurista pelos artistas-pesquisadores Bruno Leviron (BR) e Ignacio de Antonio (ES) para o desaparecimento da branquitude, um excerto das memórias traumáticas de 1916 da professora de dança rítmica Carmen de Brito (ES/PT), um diálogo sobre a transmissão da peça O Samba do Crioulo Doido entre o intérprete Calixto Neto (BR) e o autor Luiz de Abreu (BR), um ensaio a partir da recensão crítica ao trabalho de colagem do artista James Waring (EUA) pelo investigador Jean Capeille (FR), um texto coreográfico do escritor J.M. Vieira Mendes (PT), uma coreografia gráfica do artista visual Micael Ferreira (PT), uma reflexão sobre o luto das relações em tempo de pandemia pelo médico Miguel Oliva Teles (PT) e o artista da performance Daniel Pizamiglio (BR), um diário de pensamentos de Pedro Marum (PT), dj e curadorx, sobre a ressaca e ânsia de dançar, a publicação de excertos do guião de Still Dance for Nothing (2020) pela bailarina Vânia Doutel Vaz (PT) introduzidos pela artista-investigadora Rita Natálio (PT), e uma grande entrevista a Tânia Carvalho (PT).

Direcção editorial: João dos Santos Martins | Design gráfico: Isabel Lucena | Contribuição: Bhenji Ra, Bruno Leviron & Ignacio de Antonio, Carmen de Brito, Calixto Neto & Luiz de Abreu, Jean Capeille, José Maria Vieira Mendes, Micael Ferreira, Miguel Teles & Daniel Pizamiglio, Pedro Marum, Rita Natálio & Vânia Doutel Vaz, Tânia Carvalho | Tradução: José Maria Vieira Mendes | Revisão: Daniel Lühmann, Pedro Cerejo | Transcrição: Suiá Ferlauto | Edição, produção e distribuição: Associação Parasita, Circular Associação Cultural | Site: Sara Orsi | Apoios: Teatro Sá da Bandeira — Santarém, ZDB, Escola de Dança do Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde | Agradecimentos: Luísa Carles, Pepe Cobo y cía, Maus Hábitos


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Newsletter de 06.01.21
Improvisação com João Bento a partir dos documentários sonoros dos estudantes da ESMAD / Questões Práticas #7 / 7 Jan. 22:15, videoconferência
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Newsletter #209

 


João Bento @ João Bento

Questões Práticas #7
com João Bento

7 de Janeiro 2021 | 22:15
Improvisação a partir dos documentários sonoros dos estudantes da ESMAD
Videoconferência (via Zoom)

O sétimo momento do ciclo “Questões Práticas” organiza-se à volta de práticas sonoras e tem como convidado o artista sonoro João Bento. Este evento, realizado em parceria com a ESMAD (no âmbito das conferências 20 a 20000hz), foi dividido em duas sessões. A primeira sessão decorreu no dia 3 de dezembro, na qual João Bento falou sobre o seu percurso artístico e sobre as suas práticas de trabalho. No segundo momento (7 de Janeiro, 22:15), João Bento estará a colaborar na realização de um exercício proposto pelo professor e músico Filipe Lopes aos alunos do Mestrado em Comunicação Audiovisual - Especialização em Fotografia e Cinema Documental.

João Bento é artista visual e sonoro, compõe som para dança, performance, teatro, cinema e live acts, onde articula instrumentos analógicos e objetos sonoros, usados num contexto multidisciplinar. Criou e desenhou som para diferentes artistas, coreógrafos e encenadores dos quais destaca Rui Horta, João Fiadeiro, Vera Mantero, Ben J Riepe, John Romão, Marta Cerqueira, Gustavo Círiaco, Elizabete Francisca, Rui Catalão, Filipa Francisco, entre outros. Paralelamente desenvolve o seu trabalho nas artes plásticas, relacionando arquivos de som e processos que questionam a memória e o território. A solo e em colaboração apresentou trabalhos na Europa, México, Índia e Bangladesh.

Coordenação Questões Práticas: Joclécio Azevedo
Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural  
Parceria: ESMAD

Questões Práticas
O ciclo “Questões práticas” configura-se em torno de encontros, conversas e performances que pretendem dar a conhecer práticas de investigação, escrita, performance, pensamento e transmissão de conhecimento. Cada encontro funciona como um exercício de ativação do imaginário social, poético e político dos participantes e dos convidados, procurando intersecções entre práticas artísticas e não artísticas. Organizado em torno de momentos separados no tempo, mas articulados entre si, este ciclo utiliza diferentes formatos de apresentação e protocolos de participação, promovendo o envolvimento e o cruzamento de públicos com interesses diversificados.

 



@ DR

2020: Circular Associação Cultural

2020 foi um ano atípico e difícil, marcado pela constante incerteza. Confiantes que o próximo ano será melhor, recordamos alguns dos momentos da programação da Circular Associação Cultural, muitas vezes reajustada para responder às exigências da pandemia, com o apoio e cumplicidade dos artistas, parceiros e público. Bom Ano de 2021!

Galeria de imagens em www.facebook.com/circularfestivaldeartesperformativas

 

 

 

 

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Newsletter de 01.12.20
Encontro com João Bento / Questões Práticas #7 / 3 Dez. 21:00, videoconferência
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Circular Festival

Newsletter #208

 


© João Sequeira

Questões Práticas #7
com João Bento

3 de Dezembro 2020 | 21:00
Encontro com João Bento
Videoconferência (via Zoom)

7 de Janeiro 2021 | 22:15
Improvisação a partir dos documentários sonoros dos estudantes da ESMAD
Videoconferência (via Zoom)

O último momento do ciclo “Questões Práticas” em 2020 organiza-se à volta de práticas sonoras e tem como convidado o artista sonoro João Bento. Este evento, realizado em parceria com a ESMAD (no âmbito das conferências 20 a 20000hz), será dividido em duas sessões. Na primeira sessão João Bento irá falar sobre o seu percurso artístico e sobre as suas práticas de trabalho, no segundo momento estará a colaborar na realização de um exercício proposto pelo professor e músico Filipe Lopes aos alunos do Mestrado em Comunicação Audiovisual - Especialização em Fotografia e Cinema Documental.

João Bento é artista visual e sonoro, compõe som para dança, performance, teatro, cinema e live acts, onde articula instrumentos analógicos e objetos sonoros, usados num contexto multidisciplinar. Criou e desenhou som para diferentes artistas, coreógrafos e encenadores dos quais destaca Rui Horta, João Fiadeiro, Vera Mantero, Ben J Riepe, John Romão, Marta Cerqueira, Gustavo Círiaco, Elizabete Francisca, Rui Catalão, Filipa Francisco, entre outros. Paralelamente desenvolve o seu trabalho nas artes plásticas, relacionando arquivos de som e processos que questionam a memória e o território. A solo e em colaboração apresentou trabalhos na Europa, México, Índia e Bangladesh.

Coordenação Questões Práticas: Joclécio Azevedo
Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural  
Parceria: ESMAD

Questões Práticas
O ciclo “Questões práticas” configura-se em torno de encontros, conversas e performances que pretendem dar a conhecer práticas de investigação, escrita, performance, pensamento e transmissão de conhecimento. Cada encontro funciona como um exercício de ativação do imaginário social, poético e político dos participantes e dos convidados, procurando intersecções entre práticas artísticas e não artísticas. Organizado em torno de momentos separados no tempo, mas articulados entre si, este ciclo utiliza diferentes formatos de apresentação e protocolos de participação, promovendo o envolvimento e o cruzamento de públicos com interesses diversificados.

 

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Newsletter de 09.11.20
Apresentação Jornal Coreia #3 com João dos Santos Martins e Daniel Pizamiglio / 11 Nov. (qua) 18:00, Fábrica das Ideias - Gafanha da Nazaré
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Circular Festival

Newsletter #207

 


© Margarida Ribeiro / Circular

Apresentação Jornal Coreia #3
com João dos Santos Martins e Daniel Pizamiglio

11 de Novembro, 18h00
23 Milhas, Fábrica das Ideias, Gafanha da Nazaré

60 minutos | Entrada livre

Além de uma conversa com o público sobre a residência Coreografia, que decorre na Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré, João dos Santos Martins (editor) apresenta a publicação Coreia, a que se junta a performance de Daniel Pizamiglio.

Coreia é um projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança, preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa. O jornal tem uma tiragem semestral de 3000 exemplares com distribuição gratuita em todo o país.

www.coreia.pt

A edição #3 conta com contribuições de Acção Cooperativista, Christophe Wavelet & Miguel Wandschenider, Diana Niepce, Elisabeth Lebovici, Henrique Furtado, Ligia Lewis, Lula Pena, Melissa Rodrigues, Mierle Laderman Ukeles, Miguel Teles, Min Kyoung Lee, Volmir Cordeiro.

Direcção editorial: João dos Santos Martins | Design gráfico: Isabel Lucena | Contribuição: Acção Cooperativista, Christophe Wavelet, Diana Niepce, Elisabeth Lebovici, Francisco Camacho, Henrique Furtado, João Fiadeiro, Liliana Coutinho, Lula Pena, Melissa Rodrigues, Mierle Laderman Ukeles, Miguel Teles, Miguel Wandschneider, Min Kyoung Lee, Vera Mantero, Volmir Cordeiro | Tradução: José Maria Vieira Mendes, Patrícia da Silva | Revisão: Daniel Lühmann, Pedro Cerejo | Transcrição: Duarte Bénard da Costa | Edição, produção e distribuição: Associação Parasita, Circular Associação Cultural | Site: Sara Orsi | Apoios: Alkantara | Agradecimentos: Duarte Amado, José Carlos Duarte, Matheus Martins, Mierle Laderman Ukeles, Ronald Feldman Gallery (Nova Iorque)

 

Coreia: call para contribuições


O jornal Coreia aceita colaborações para o próximo número, a sair em Fevereiro de 2021, reservando-se o direito de selecção dos textos originais, que devem ser enviados por correio electrónico, até ao dia 14 de Dezembro de 2020 para: coreia@coreia.pt

+ info
www.coreia.pt

 

 

 

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Newsletter de 03.11.20
'Plano inclinado' de Carlos Arteiro e Joclécio Azevedo / Performance: 7 Nov. 11:00-12:30 / 14:15-17:15 + Instalação: 7 - 30 Nov. Centro de Memória - Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #206

 


© Carlos Arteiro

'Plano inclinado'
Carlos Arteiro e Joclécio Azevedo

Performance:
7 de Novembro, Sábado, 11:00-12:30 / 14:15-17:15, em contínuo
Centro de Memória - Vila do Conde


Acesso gratuito*

Instalação:
De 7 a 30 de Novembro
Terça a Domingo: 10:00 – 13:00 / 14:00 – 18:00
Centro de Memória - Vila do Conde

"Plano inclinado" resulta de um processo de colaboração entre o artista plástico Carlos Arteiro e o coreógrafo Joclécio Azevedo, artista residente da Circular Associação Cultural. A proposta inclui uma performance e uma instalação no Centro de Memória, em Vila do Conde, a partir de um diálogo à volta da escultura, da coreografia e da colaboração como formas de preparar território a encontros inesperados com a matéria, com o espaço e com o contexto local de produção.

A obra consiste na construção de uma oficina temporária, integrando parte do trabalho físico necessário à edificação do espaço como performance. Objectos, ferramentas e fragmentos de textos permanecem no local de trabalho, constituindo um registo documental do processo.

“Modos de usar”
Esta proposta integra o projecto “Modos de usar” de Joclécio Azevedo, desenvolvido no âmbito da Circular Associação Cultural. “Modos de usar” é um projecto que questiona a relação dos artistas com os seus métodos e ferramentas de pesquisa, propondo espaços de conversação, de activação de ligações com o contexto local de produção. O projecto desenvolve-se em várias camadas, à procura da reconfiguração de fronteiras disciplinares através de actividades que incluem também oficinas, workshops, encontros e apresentações informais. Constitui-se como um processo intermitente, integrando artistas, associações e grupos locais que desenvolvem projectos no campo das artes performativas e estendendo-se a participantes profissionais e não profissionais. O projecto prevê a criação de uma série de intervenções colaborativas, desenvolvidas entre 2018 e 2021.

Carlos Arteiro (Vila do Conde, 1992) é licenciado em Artes Plásticas (Escultura) pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2015) e Mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela mesma instituição (2017). Foi bolseiro Erasmus na Facultad de Bellas Artes da Universidad Complutense de Madrid (2014-15). Em 2018 foi finalista do prémio NOVO BANCO Revelação 2018. Vive e trabalha em Vila do Conde.

Joclécio Azevedo (Brasil, 1969) vive no Porto desde 1990. A sua prática artística integra vários interesses, como coreografia, performance, escrita, som, dramaturgia e colaboração. Foi director artístico do Núcleo de Experimentação Coreográfica entre 2006 e 2011. É membro da direcção plenária da GDA desde 2008 e do Conselho de Curadores da Fundação GDA desde 2010. Artista residente da Circular Associação Cultural a partir de 2012. Colabora regularmente com grupos de investigação e de formação como o Sintoma, FAICC, Oficina ZERO, Balleteatro Escola Profissional, entre outros.


A ArtWorks é uma organização que produz obras de arte, projectos e exposições, na qual trabalha Carlos Arteiro. Para “Plano inclinado” contribuiu com a disponibilização das instalações e alguns materiais que integram o projecto.

*a iniciativa vai respeitar as medidas de segurança e de lotação definidas pela Direção-Geral da Saúde.


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Newsletter de 21.10.20
'O que já não é e o que nunca foi' de Joclécio Azevedo / 24 Out. 21:30, Auditório Municipal de Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #205

 


© Susana Neves / FIMP

'O que já não é e o que nunca foi'
Joclécio Azevedo

24 de Outubro, Sábado, 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde


Este trabalho organiza-se a partir de rituais de pesquisa em torno do tempo, da sua ocupação, suspensão e condensação. Reunidos numa lógica de acumulação, em cena encontram-se objetos reaproveitados, tecnologia low-fi, dispositivos de amplificação e gravações recolhidas aleatoriamente durante o processo. A partir deste ambiente os intérpretes produzem um mosaico de ações, configurando espaços físicos e mentais que convocam os efeitos da lentidão, da velocidade, da repetição, da continuidade, da descontinuidade, da medição ou mesmo do esquecimento do tempo. O tecido coreográfico e sonoro produzido é atravessado também por fragmentos de memórias partilhadas, submetidas a processos de transformação e de desgaste.

O que já não é e o que nunca foi (What is no more and what never was) This piece revolves around the rituals of research, meetings and discussions that make evident ways of writing and of the preservation of memory, poetic documents, private diaries, confessions, letters, scores and artistic writings that combine fictional and documentary dimensions. The method takes into account memory as material that has undergone a process of transformation and tear. Performing materials should joint diverging realities, combining the performers own experiences with the new material developed in this project.


Ficha Artística Credits:
Direção artística e coreografia Art direction and choreography: Joclécio Azevedo | Música e interpretação Music: Xavier Paes | Interpretação Performers: Gustavo Monteiro, Joclécio Azevedo | Figurinos Costumes: João Pedro Estelita Mendonça | Desenho de luz e operação Light design and operation: Cárin Geada | Produção executiva Executive producer: Sofia Reis | Co-produção Co-production: Festival Internacional de Marionetas do Porto e / and Circular Associação Cultural | Apoio à residência artística Support to the art residence: Teatro de Ferro e Companhia Instável

Joclécio Azevedo é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Joclécio Azevedo is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

Bilhetes
Disponíveis no Auditório Municipal de Vila do Conde e BOL . Bilheteira online

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info@circularfestival.com

 

 

'Plano inclinado'
Carlos Arteiro e Joclécio Azevedo


Performance:
7 de Novembro, a partir das 11h00, em contínuo
Centro de Memória, Vila do Conde


Acesso gratuito mediante inscrição prévia (brevemente disponível)

Instalação:
De 7 a 30 de Novembro
Centro de Memória, Vila do Conde

Integrado no projecto 'Modos de Usar' de Joclécio Azevedo desenvolvido no âmbito da Circular Associação Cultural

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Newsletter de 15.10.20
Estreia absoluta 'O que já não é e o que nunca foi' de Joclécio Azevedo / 17 + 18 Out. Palácio do Bolhão, no âmbito do FIMP / 24 Out. Auditório Municipal de Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #204

 


© DR

'O que já não é e o que nunca foi'
Joclécio Azevedo

17 de Outubro, 19:00 / Estreia absoluta
18 de Outubro, 16:00
Palácio do Bolhão - Porto

No âmbito do Festival Internacional de Marionetas do Porto

24 de Outubro, 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde

Este trabalho organiza-se a partir de rituais de pesquisa em torno do tempo, da sua ocupação, suspensão e condensação. Reunidos numa lógica de acumulação, em cena encontram-se objetos reaproveitados, tecnologia low-fi, dispositivos de amplificação e gravações recolhidas aleatoriamente durante o processo. A partir deste ambiente os intérpretes produzem um mosaico de ações, configurando espaços físicos e mentais que convocam os efeitos da lentidão, da velocidade, da repetição, da continuidade, da descontinuidade, da medição ou mesmo do esquecimento do tempo. O tecido coreográfico e sonoro produzido é atravessado também por fragmentos de memórias partilhadas, submetidas a processos de transformação e de desgaste.

O que já não é e o que nunca foi (What is no more and what never was) This piece revolves around the rituals of research, meetings and discussions that make evident ways of writing and of the preservation of memory, poetic documents, private diaries, confessions, letters, scores and artistic writings that combine fictional and documentary dimensions. The method takes into account memory as material that has undergone a process of transformation and tear. Performing materials should joint diverging realities, combining the performers own experiences with the new material developed in this project.


Ficha Artística Credits:
Direção artística e coreografia Art direction and choreography: Joclécio Azevedo | Música e interpretação Music: Xavier Paes | Interpretação Performers: Gustavo Monteiro, Joclécio Azevedo | Figurinos Costumes: João Pedro Estelita Mendonça | Desenho de luz e operação Light design and operation: Cárin Geada | Produção executiva Executive producer: Sofia Reis | Co-produção Co-production: Festival Internacional de Marionetas dos Porto e / and Circular Associação Cultural | Apoio à residência artística Support to the art residence: Teatro de Ferro e Companhia Instável

Joclécio Azevedo é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Joclécio Azevedo is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

Bilhetes
Disponíveis nos espaços de apresentação
e BOL . Bilheteira online [24 Outubro, 21:30, Auditório Municipal de Vila do Conde]

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2020.fimp.pt
circularfestival.com

 

 

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Newsletter de 12.10.20
Filme 'Revoada' de Eva Ângelo com Álvaro Laborinho Lúcio / 14 Out (qua), 17:00, videoconferência / no âmbito do projecto pedagógico 'Encontros Excêntricos: da Arte e da Educação' (Comédias do Minho)
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Newsletter #204

 


still frame © Eva Ângelo

'Revoada' de Eva Ângelo com Álvaro Laborinho Lúcio

14 de Outubro (qua), 17:00
facebook.com/comediasdominho
facebook.com/altominhotv

No âmbito do projecto pedagógico 'Encontros Excêntricos: da Arte e da Educação' (programação Comédias do Minho)

Vídeo de Apresentação dos Encontros Excêntricos, com Magda Henriques, Alice Silva e convidados - Márcia Lança, Ana Madureira, Tânia Guerreiro e Afonso Cruz.

Filme REVOADA, de Eva Ângelo (2017). Documentário que explora o pensamento de Álvaro Laborinho Lúcio sobre as relações entre Arte, Educação e Cidadania.

[Os Encontros Excêntricos estarão disponíveis para visualização durante 48h]

Revoada resulta da vontade de facilitar o acesso ao pensamento de Álvaro Laborinho Lúcio. Deambulamos pelos caminhos da educação, da arte e da cidadania. Muda-se o sítio daquilo que por hábito se instalou e deixou de nos interpelar. Dá-se lugar ao espanto, reacendem-se as perguntas, o pensamento e a acção.

Trailer [link]

Deambulamos pelos caminhos da educação, da arte e da cidadania e percebemos que assistir ao exercício do pensamento, enquanto prática da inteligência e na sua dimensão poética, pode ajudar à transformação.
Este documentário resulta da vontade de partilhar e assim facilitar o acesso ao pensamento de Álvaro Laborinho Lúcio.
Aqui a forma como se diz, o que se diz, é mobilizadora da alma e potenciadora do agir.
Importa ir. Importa que lutemos por aquilo em que acreditamos e “que não nos apeemos cedo de mais”. Importa que façamos os caminhos apesar das pedras e com as pedras.
O rigor e o entusiasmo das convicções que aqui se apresentam são proporcionais à disponibilidade para reconhecer que outras podem ser melhores.
Esta forma de dizer o mundo, de se referir a ele, de mudar de sítio aquilo que por hábito se instalou e deixou de nos interpelar, dá lugar ao espanto e assim torna visível e cria outras possibilidades, outras paisagens, reacendendo as perguntas, o pensamento e a ação.
Magda Henriques

*Revoada: refere-se a um voo conjunto e a um retorno à raiz. Em sentido figurado significa também ensejo e oportunidade. Tomamos a revoada, enquanto momento inesperado, desconcertante e belo para aludirmos ao encontro com Álvaro Laborinho Lúcio.

Programação e participação especial: Magda Henriques | Realização e montagem: Eva Ângelo | Pós-produção audio: Quico Serrano | Produção: Circular Associação Cultural | A Circular é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal/Secretário de Estado da Cultura/Direcção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Vila do Conde | Apoio: Delta Cafés | Agradecimentos: Dina Magalhães e Paulo Vasques; Carmen Calisto, Inês Andrade; Maria Ana Krupenski, Sónia Ângelo e Henrique Caetano; Zeferino Mota; Academia Contemporânea do Espectáculo, Casa do Professor em Braga, Casa da Escrita em Coimbra; Aos jovens e adultos, presentes nas conversas com Álvaro Laborinho Lúcio| Agradecimento especial a Álvaro Laborinho Lúcio

REVOADA · Portugal, 2013-2017, Doc, HDV, Cor, 58’


+ info
www.comediasdominho.com

 

 

 

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Newsletter de 04.10.20
'O cão que corre atrás de mim' de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira / 5 Out. Auditório do Teatro das Beiras / no âmbito da iniciativa 'Em Trânsito – artes performativas para novos públicos' (programação Quarta Parede)
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Newsletter #203

 


© Susana Pomba

"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira

5 de Outubro, 15:00 + 21:30, Auditório do Teatro das Beiras - Covilhã
iniciativa 'Em Trânsito – artes performativas para novos públicos' (programação Quarta Parede – Associação de Artes Performativas)

Espectáculo infantil | 03 aos 06 anos

Este espectáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)"
by Catarina Gonçalves and Filipe Caldeira
5th october, 3:00 pm + 9:30 pm, Auditório do Teatro das Beiras - Covilhã

Performance for children | 03 - 06 years

The dog talks about the street, it needs the street, the neighbourhood, needs corners to pee, needs children to pursue.
The dog talks about how he misses the streets
The lack of trouble
Of friends and pals
Of the street that becomes the world
Of his shed, the friendly grandpa
Talks about making it on his own, helping friends out
Being afraid of the night but even then not going home
The dog is the street, is grandpa, is the house. They need each other.
We claim the street to play, break, hide, learn, lose.


Ficha Artística Credits:
Criação Creation: Filipe Caldeira | Direcção artística Artistic direction: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves ​| Interpretação Performance: Filipe Moreira e Catarina Gonçalves | Texto original Original text: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia Dramaturgy Assistant: Joclécio Azevedo | Cenografia Scenography: Ana Guedes | Apoio à cenografia Scenography Assistant: Emanuel Santos | Sonoplastia Sound design: Rodrigo Malvar | Voz Vocals: Catarina Gonçalves | Figurinos Costumes: Jordann Santos | Desenho e operação de luz Light design: Miguel Carneiro | Vídeo Video: Teresa Pinto | Apoio à residência Residence Support: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos Acknowledgements: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão Executive production and tour: Circular Associação Cultural | Co-produção Coproduced by: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto

Encomenda do Programa para Crianças e Jovens In the scope of the children and youths programme Maria Matos Teatro Municipal

Filipe Caldeira é Artista Residente da Circular Associação Cultural

+ info
quartaparedecovilha.wordpress.com
Vídeo teaser

 

 

Nova Criação | Artista Residente

"O que já não é e o que nunca foi"
Joclécio Azevedo

17 de Outubro, 19:00 / Estreia absoluta
18 de Outubro, 16:00
Palácio do Bolhão - Porto

No âmbito do Festival Internacional de Marionetas do Porto

+ info
2020.fimp.pt

24 de Outubro, 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde

+ info
www.circularfestival.com
info@circularfestival.com

Joclécio Azevedo é Artista Residente da Circular Associação Cultural


 

 

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Newsletter de 03.10.20
Até para o ano! 17.º Circular Festival de Artes Performativas de 18-25 de Setembro de 2021
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Circular Festival

Newsletter #202

 


© Margarida Ribeiro

17.º Circular Festival de Artes Performativas
18-25 de Setembro de 2021
Vila do Conde

Chegou ao fim a 16.ª edição do Circular Festival de Artes Performativas.

Uma edição que trouxe grandes desafios na forma de trabalho e no modo de estarmos juntos.

O Circular 2020 incluiu espectáculos, muitos dos quais em estreia absoluta ou nacional, de Volmir Cordeiro e Marcela Santander Corvalán; Vera Mantero e Luís Guerra; Angélica Salvi e La Skimal; Miguel Bonneville; João Dias, Miquel Bernat e Gustavo Costa; Noviga Projekto | Clara Saleiro e Manuel Alcaraz Clemente; e Filipe Pereira.

No âmbito do programa do Festival, realizou-se o seminário 'O desaparecimento do público. Pensar as artes performativas' por José Maria Vieira Mendes / Teatro Praga, integrado no projecto Questões Práticas do programa educativo da Circular Associação Cultural, e o lançamento do Jornal “Coreia” com João dos Santos Martins (editor) e a participação especial de Melissa Rodrigues — em conversa — e Daniel Pizamiglio — em performance.

Agradecemos a toda a equipa do Circular, a todos os artistas, aos parceiros envolvidos na organização do festival e suas equipas, e, muito especialmente, ao público que de forma expressiva e implicada aderiu ao programa.

Muito obrigado!

Encontramo-nos de 18 a 25 de Setembro de 2021 para a 17.ª edição do Circular Festival de Artes Performativas!

Imagens | 16.º Circular Festival de Artes Performativas

 

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Newsletter de 24.09.20
Fim-de-semana 25-26 Set | Circular Festival de Artes Performativas, 16.ª ed.
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Circular Festival

Newsletter #201

 


© DR

Miguel Bonneville
"A importância de ser Alan Turing"

25 Set | Sex | 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde
Performance Estreia Absoluta

M/12 | 45' | 5 €

Alan Turing, matemático, formado nas universidades de elite, cientista de renome mundial. Durante a 2ª Guerra Mundial, criou formas de decifrar as mensagens codificadas pela máquina Enigma do exército alemão. Diz-se que encurtou a guerra em, pelo menos, 2 anos. Uma máquina que decifra códigos sempre em mudança. Uma máquina que cifra o desejo por um corpo e o desejo de extermínio. Ou antes de tudo, a perda dele, um corpo que já não está mais lá, e inventar formas de cifrar uma máquina desejante. Corpo-máquina-desejo. Turing liderou a equipa que criou a descodificação, composta por uma maioria de mulheres, ao que sabemos.  Alan Turing agraciado com a Ordem do Império Britânico, 1946 e Fellow da Royal Society, 1951.

O mesmo Alan Turing, condenado por atos de indecência grave em 1952 – no caso, atos homossexuais. A mesma lei que levou ao julgamento de Oscar Wilde: a seção 2 do Criminal Law Amendment Act de 1885. Esta lei que vai ser espalhada pelo Império Britânico e a fundamentação para encarceramento e, em alguns casos, pena de morte, para pessoas que incorram em crime de indecência grave em vários países anteriormente colonizados pelo Reino Unido.

Deram a escolher a Alan Turing entre a castração química e a prisão. Dietilstilbestrol foi a substância química usada nesse processo, um estrogénio transgénico, para reduzir a testosterona. Um código químico também de género, mostrando a materialidade do género e da lei. Corpo cyborg, híbrido biotecnológico, cerceado em função do conhecimento de segredos de Estado, limitado e excluído das suas funções. Morre aos 42 anos, 2 anos depois da castração, ingerindo uma maçã com cianeto. Aparente suicídio. Extermínio, o dietilstilbestrol é um depressor.

Só a partir dos anos 70, foi tornada pública a sua contribuição para o esforço de guerra. Em 2017, Lei Alan Turing, amnistia às mais de 49000 pessoas que foram condenadas por indecência grave, e aos outros homens condenados por leis discriminatórias em relação à orientação sexual. Antes, Turing tinha sido alvo de um perdão da Rainha em relação a esse “crime” em 2013. Pensa-se em usar a sua efígie como imagem da nota de 50 Libras.

Alain Turing é um processo de codificação e reprogramação de género. A outra máquina de Turing que permitiu quebrar códigos é o seu corpo cyborg, exemplo da violência de estado que se abate sobre os corpos para fazer sangrar os códigos da moralidade vitoriana e colonizadora. Alain Turing é um experimento, da criação de um corpo descodificador e recodificador, tecnologia de corpo, tecnologia de género. Uma experiência post-mortem - estar morto e receber honrarias, perdões póstumos e pedidos de desculpas. Como receber uma comenda de um império morto e perdão de rainhas. Necropoder.

— João Manuel de Oliveira

www.miguelbonneville.com
soundcloud.com/sofia-mestre
teatrodosilencio.pt

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© DR

Miquel Bernat, João Dias e Gustavo Costa
"Gestos invisíveis"

25 Set | Sex | 22:45
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Música Estreia Absoluta

M/12 | 40' | 5 €

A relação entre o gesto físico de um instrumentista e a sua materialização sonora através de um instrumento musical assumiu, até ao advento da electricidade, uma forma clara onde os códigos de percepção das partes intervenientes se foram sedimentando e produzindo concepções generalizadas sobre aquilo que é som e música. Com as devidas excepções, sendo uma das mais notáveis a do órgão de tubos, a produção sonora baseou-se num sistema bem definido, que incluía a linguagem musical, a execução manual de um instrumentista e um dispositivo de emissão sonora junto de si - o instrumento. Nestas situações, um gesto físico, no ato de um sopro, uma arcada ou na percussão de um idiofone, traduz-se num resultado facilmente entendido e decifrado pelo ouvinte. No entanto, esta relação, aperfeiçoada ao longo de séculos, produziu também uma série de efeitos colaterais. O gesto e a fisicalidade associada à execução instrumental passaram também a ser entendidos como uma articulação de graus de dificuldade mensuráveis e nos quais se valorizam os níveis superiores. Esta obsessão, justificada pela própria evolução da música ocidental, foi introduzindo subliminarmente normas de apreciação, análise e aprovação das obras musicais não só pelo seu conteúdo musical, mas também pelo grau de dificuldade técnica, nos níveis composicionais e instrumentais. A transição para o século XX, com a introdução da electricidade e a abertura ao ruído como elemento primordial na construção musical, afigurou-se assim como a grande promessa de uma música realmente livre e concentrada na sua essência - o som. Não só se libertou o som, como a sua representação passou a ser múltipla, afastando-se da típica relação bidimensional palco / plateia e das sequências temporais lineares. Mas também esta promessa, acentuada pelas constantes incisões das inovações e revoluções eléctricas e electrónicas, acabou por se consumir e produzir os seus próprios paradoxos. Algumas das problemáticas inverteram-se, e a tecnologia revelou-se, talvez mais do que nunca, um simples artefacto que através de várias formas evolutivas serviu apenas de mediador do complexo processamento e materialização do pensamento musical. Esta peça, ao combinar a visceralidade física da percussão com uma perspectiva electrónica que lhe é complementar, utiliza estas propriedades como elementos expressivos e onde se reforça a força sublime dos gestos do som, da forma como o sentimos e como o percebemos. Mais do que tentar solucionar problemáticas específicas, procura-se ir de encontro ao ponto inicial de qualquer obra – a organização do som e dos seus significados.

Miquel Bernat, percussão
João Dias, percussão
Gustavo Costa, percussão e electrónica


www.sonoscopia.pt

www.drumming.pt

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© Leonor Oliveira

Noviga Projekto | Clara Saleiro e Manuel Alcaraz Clemente
"Differenz - Wiederholung - Transformation (Diferença - Repetição - Transformação)"

26 Set | Sáb | 18:00
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Música — Estreia Absoluta

M/6 | 60' | 5 €

“Differenz - Wiederholung - Transformation” apresenta três peças representativas da estética do Noviga Projekto. Ritmos quebrados e sons delicados da flauta escondidos num forte trémolo de prato levam o público a uma abordagem muito particular do repertório para flauta e percussão.
O Noviga Projekto apresenta peças de Giacinto Scelsi, Bernhard Lang e a estreia mundial da nova versão de “4 Türkische Becken” de Peter Ablinger, especialmente escrita para quatro pratos em particular. As três peças interligam-se por diferentes improvisações.
— Noviga Projekto

Programa

Bernhard Lang (1957)
Differenz / Wiederholung 21 “…and we just keep on pretending…” (2010)

Giacinto Scelsi (1905-1988)
Hyxos (1955)

Peter Ablinger (1959)
4 Türkische Becken (versão 2018 – estreia mundial)

www.soundcloud.com/novigaprojekto
www.clarasaleiro.com
www.manuelalcarazclemente.com

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Filipe Pereira © Ana Viotti | Volmir Cordeiro e Marcela Santander Corvalán © Alain Monot

Filipe Pereira
"Arranjo Floral"

26 Set | Sáb | 21:00
Auditório Municipal de Vila do Conde
Performance

M/12 | aprox. 75' | 5 €

O coreógrafo e bailarino Filipe Pereira apresenta ARRANJO FLORAL, uma conferência-performance sobre um artista nascido em Fátima, entre procissões gigantescas, arranjos de flores e lojas de souvenirs religiosos. Um percurso que nos leva através de uma biografia que vai da fé ao ateísmo, da virgindade ao despertar sexual, da arte das flores à arte da dança e vice-versa. Acompanhado por flores, coreografias e histórias, Filipe deixa-nos a pensar sobre quanto do nosso passado está em tudo o que fazemos, quanto do nosso destino está escrito e quanto está nas nossas mãos.

www.antese.pt

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Volmir Cordeiro e Marcela Santander Corvalán     
"Época"

26 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 1
Dança — Estreia Nacional

M/16 | 45' | 5 €

Feitas de êxtase, de prazer, de gozo, de subversão, de lascívia, de susto, de extravagância e de alegria, as danças às quais nos apegamos requerem uma intensa capacidade em passar de um humor a outro e de inventar imaginários insolentes. Sem deixar de lado as exigências de desarticular, desarmar e chacoalhar o corpo, cada dança trabalha no sentido de evidenciar uma emoção. Um programa de faculdades imaginárias é criado para tornar visível presenças específicas, naturezas de relação com o público variadas e modos de sentir interdependentes.

Época é um estudo pontuado por danças nas quais uma certa maneira de representar o poder de gestos disformes, em cena, foi uma questão importante para mulheres artistas do século vinte. Em palco, começamos por ler descrições de danças feitas pelas suas criadoras, e recusamos o recurso a filmes, vídeos e fotografias. Depois, transformamos livremente as descrições em partituras para danças curtas. Uma vez tornadas ficção, as partituras transformam-se em gestos incarnados e começam a criar danças autónomas dos primeiros textos que lhes predeterminaram. Apoiando o projeto na potência da palavra e na sua capacidade intrínseca de invenção do gesto dançante, estas danças dão a ver uma história de defasagem entre os intérpretes como prolongamento de uma defasagem entre os tempos, as palavras e as sensações, o teatro e a nostalgia.

Época designa assim uma categoria qualitativa e não cronológica, na qual elementos de interpretação são postos em jogo para activar uma história íntima e viva, quem sabe perdida ou esquecida no passado simbólico dos nossos percursos como artistas. A dança é aqui tomada como um meio bruto e directo de visitar e avivar um arquivo que não pára de procurar nos nossos presentes as suas vitalidades insistentes. Época investiga a magia do enigma, do mistério, da força do instante e da sua renovação assídua como fundamento do movimento performado.

Época é constituída pelas seguintes danças: A subversão de 1920, O susto de 1929, A extravagância de 1926, O mistério de 1996, A conquista de 2001, A vertigem de 1968, A dominação (data desconhecida), A euforia de 1925, A crença de 1965, A ressureição de 1973, O vício de 1922, A lascívia de 1917, O gozo de 1927 e O êxtase de 1920, O transbordamento de 2015.

— Volmir Cordeiro e Marcela Santander Corvalán

volmircordeiro.com/volmir
youtube.com | Volmir Cordeiro
manakinprod.fr/artists/volmir-cordeiro

Teasers
vimeo.com/137818474
vimeo.com/137818473

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Bilhetes e Reservas
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Lançamento do jornal Coreia #3
com apresentação de João dos Santos Martins (editor) e a participação especial de Daniel Pizamiglio

27 Set | Domingo | 18h00
Espaço Alkantara - Calçada Marquês Abrantes 99, Lisboa

Reserva obrigatória: https://forms.gle/WMVcqJEKtNynBg599
Espaço sujeito a lotação | O uso de máscara é obrigatório | 60 minutos

www.coreia.pt

 

 

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Newsletter de 16.09.20
Abertura | Circular Festival de Artes Performativas, 16.ª ed. | 19 — 26 de Setembro 2020
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Circular Festival

Newsletter #200

 


© Desenho de Luís Guerra

uma improvisação com Luís Guerra e Vera Mantero    
"Pintura transparente sobre tela invisível"

19 Set | Sáb | 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde
Dança — Estreia Absoluta

M/6 | 45' | 5 €

Bilhetes e reservas

Vera Mantero e Luís Guerra juntam-se pela primeira vez em cena. Propõem-se dançar sem qualquer partitura coreográfica. Procurarão sustentar-se apenas com o movimento gerado pelos seus corpos sem o acompanhamento de banda sonora, desenho de luz ou cenografia. Espera-se que a aparente simplicidade deste encontro possa servir de terreno fértil para o surgimento das mais variadas impressões alojadas dentro de ambos.

www.orumodofumo.com

www.facebook.com/ORumodoFumo
www.instagram.com/orumodofumo
vimeo.com/orumodofumo

www.instagram.com/luisguerraportfolio


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© Dinis Machado

Angélica Salvi e La Skimal apresentam "Sinestesia"

19 Set | Sáb | 22:45
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 1
Música

M/6 | 50' | 5 €

Bilhetes e reservas

synesthesia é um projeto de criação e composição audiovisual de Angélica Salvi e La Skimal que junta harpa e vídeo eletroacústicos. O projeto conta histórias enquanto projeta paisagens oníricas e um ambiente improvável de sensações abstratas. As imagens projetadas interagem com luz, sombras e som em tempo real.

La Skimal usa os quatro elementos (fogo, água, terra, ar) como inspiração para criar novas dimensões dentro das projeções, enquanto Angélica Salvi muda o som da harpa com dispositivos electrónicos que manipulam sua dimensão física (dinâmica, timbre, duração ou volume). O resultado é uma série de arquiteturas audiovisuais que se desenvolvem no tempo e no espaço.

Cada peça é flexível o suficiente para permitir que o ouvinte entre numa hipnose curta ou duradoura, ampliada, esticada, alongada, expandida ou aumentada, o que dá origem a mantras férteis por meio das diversas ferramentas visuais e de áudio. Essa busca pela liberdade dentro de uma estrutura permite que os artistas adaptem cada peça para cada concerto de acordo com as circunstâncias, contexto e humor. Portanto, as composições são sempre diferentes para cada performance sem perder sua essência. As gravações ao vivo da harpa permitem que os sons de primeiro plano e de fundo se espalhem, criando uma sensação de perspectiva, que cria ilusões sonoras agradáveis ou neuróticas, sombras que mudam com luz, figuras fantasmagóricas, apofonia, miopia e daltonismo, adaptável e orgânico estruturas que sugerem um certo estado meditativo através de texturas ambíguas repetitivas, drones, diferentes ambientes e efeitos especiais. O resultado é uma sinestesia (imagem e som) em perfeita harmonia e consonância.

www.laskimal.com
www.instagram.com/laskimal

www.loversandlollypops.net
angelicasalvi.net

 

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© Mário Negrão

José Maria Vieira Mendes / Teatro Praga
"O desaparecimento do público. Pensar as artes performativas"

Questões Práticas 06

19 Set | Sáb |  14:15-17:30
20 Set | Dom | 10:15-12:30 + 14:15-17:30
Centro de Memória
Seminário

Inscrições e informações

Há quem afirme que, no campo das artes performativas, o público tomou mais recentemente um lugar central, tanto para quem faz os espetáculos como para quem os descreve e critica. Este interesse pelo público tem uma história que assenta em vícios e que importa reconhecer para não fortalecer discursos e políticas que empurrem as artes para uma necessidade de justificação social e utilitária. Neste seminário iremos discutir em conjunto diferentes ideias de público (e arte), identificar as suas histórias e olhar para o seu reflexo tanto nas artes performativas contemporâneas como em outras disciplinas. O objetivo será o de procurar um lugar de maior liberdade e autonomia para “o público”.
— José Maria Vieira Mendes (Teatro Praga)

Público-alvo: Estudantes do ensino superior ou profissional, nomeadamente de áreas ligadas à dramaturgia, coreografia e outras disciplinas artísticas, programadores e gestores culturais, professores, público em geral.

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© Mierle Laderman Ukeles - Fotografia do "Artist's Letter of Invitation Sent to Every Sanitation Worker with Performance Itinerary for 10 Sweeps in All 59 Districts in New York City", 1979 - Courtesy the artist and Ronald Feldman Gallery

Lançamento da edição #3 do jornal Coreia com João dos Santos Martins (editor) e a participação especial de Melissa Rodrigues — em conversa — e Daniel Pizamiglio — em performance

19 Set | Sáb | 18:00
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Edição

M/16 | 60' | Acesso gratuito (mediante levantamento prévio de bilhete e até à lotação da sala*)

Coreia é um projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança, preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa. O jornal tem uma tiragem semestral de 3000 exemplares com distribuição gratuita por todo o país.

A edição #3 conta com contribuições de Ação Cooperativista, Christophe Wavelet, Diana Niepce, Elisabeth Lebovici, Francisco Camacho, Henrique Furtado, João Fiadeiro, Liliana Coutinho, Lula Pena, Melissa Rodrigues, Mierle Laderman Ukeles, Miguel Teles, Miguel Wandschneider, Min Kyoung Lee, Vera Mantero, Volmir Cordeiro.

— João dos Santos Martins

www.coreia.pt

* Dada a reduzida lotação da sala, recomenda-se o levantamento prévio de bilhete.

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Miguel Bonneville
"A importância de ser Alan Turing"   

25 Set | Sex | 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde
Performance — Estreia Absoluta

Drumming Grupo de Percussão (João Dias e Miquel Bernat), Gustavo Costa
"Gestos invisíveis"

25 Set | Sex | 22:45
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Música

Noviga Projekto | Clara Saleiro e Manuel Alcaraz Clemente
"Differenz - Wiederholung - Transformation (Diferença - Repetição - Transformação)"

26 Set | Sáb | 18:00
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Música — Estreia Absoluta

Filipe Pereira
"Arranjo Floral"

26 Set | Sáb | 21:00
Auditório Municipal de Vila do Conde
Performance

Volmir Cordeiro e Marcela Santander Corvalán
"Época"

26 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 1
Dança — Estreia Nacional

 

Espaços

Teatro Municipal de Vila do Conde
Av. Dr. João Canavarro, 4480-668 Vila do Conde (google maps)

Auditório Municipal de Vila do Conde
Praça da República, 4480-715 Vila do Conde (google maps)

Centro de Memória
Largo de São Sebastião, 4480-754 Vila do Conde (google maps)


Bilhetes e Reservas

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Informações

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Newsletter de 07.09.20
Inscrições abertas para o Seminário com José Maria Vieira Mendes / Teatro Praga | 'O desaparecimento do público. Pensar as artes performativas' | 16.º Circular Festival de Artes Performativas | Questões Práticas
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Circular Festival

Newsletter #199

 


© Mário Negrão

Seminário com José Maria Vieira Mendes / Teatro Praga
'O desaparecimento do público. Pensar as artes performativas'
16.º Circular Festival de Artes Performativas |

Questões Práticas 06

19 Set | Sáb | 14:15-17:30
20 Set | Dom | 10:15-12:30 + 14:15-17:30
Centro de Memória (Vila do Conde)

Há quem afirme que, no campo das artes performativas, o público tomou mais recentemente um lugar central, tanto para quem faz os espetáculos como para quem os descreve e critica. Este interesse pelo público tem uma história que assenta em vícios e que importa reconhecer para não fortalecer discursos e políticas que empurrem as artes para uma necessidade de justificação social e utilitária. Neste seminário iremos discutir em conjunto diferentes ideias de público (e arte), identificar as suas histórias e olhar para o seu reflexo tanto nas artes performativas contemporâneas como em outras disciplinas. O objetivo será o de procurar um lugar de maior liberdade e autonomia para “o público”.
— José Maria Vieira Mendes (Teatro Praga)


Público-alvo: Estudantes do ensino superior ou profissional, nomeadamente de áreas ligadas à dramaturgia, coreografia e outras disciplinas artísticas, programadores e gestores culturais, professores, público em geral.

Inscrições: Preço: 30€ | Estudantes universitários: gratuito (até ao limite da lotação)
Transferência bancária: IBAN Circular Associação Cultural - PT50 0033.0000.45314714098.05 | Envio do comprovativo da transferência para o e-mail info@circularfestival.com, com a menção "Inscrição | Questões Práticas #06" no assunto e indicação do nome e contacto telefónico.

Questões práticas
O ciclo “Questões práticas” pretende dar a conhecer, com a ajuda de diversos convidados, práticas de investigação, escrita, performance, pensamento e transmissão de conhecimento. Cada encontro funciona como um exercício de ativação do imaginário social, poético e político dos participantes e dos convidados, procurando intersecções entre práticas artísticas e não artísticas. Organizado em torno de momentos separados no tempo, mas que se articulam entre si, em formatos distintos, com diferentes protocolos de participação, este ciclo utiliza diferentes dinâmicas de encontro, promovendo o envolvimento do público nas questões em discussão.

Coordenação Questões Práticas: Joclécio Azevedo
Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural
* Joclécio Azevedo é Artista Residente da Circular Associação Cultural

José Maria Vieira Mendes escreve maioritariamente peças de teatro, mas também publicou ensaios e textos curtos de ficção. É membro do Teatro Praga desde 2008 e um dos membros da direção da Rua das Gaivotas 6, em Lisboa. Faz traduções literárias, escreveu dois libretos para ópera e trabalha ocasionalmente com artistas plásticos. Colabora regularmente com a companhia Cão Solteiro na escrita de textos para espetáculos. As suas peças foram traduzidas em mais de uma dezena de línguas.
Publicou, mais recentemente, Arroios, Diário de um diário em 2015 (edição Duas páginas), Uma coisa não é outra coisa (ensaio) e Uma coisa (teatro), ambos pelos Livros Cotovia e Para que serve? (Planeta Tangerina). Tem vários artigos sobre teatro e arte publicados e lecciona na pós-graduação “Artes de Escrita” da Universidade Nova de Lisboa e na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa.

 

Programa completo do 16.º Circular Festival de Artes Performativas (19-26 de Setembro, Vila do Conde) em circularfestival.com/circular/programa

Bilhetes e Reservas
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Informações
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Co-produção:

"Home Sweet Sound", de Vitor Rua com Joana Gama
10 e 11 de Setembro, 21:00
Espaço O'culto da Ajuda, Lisboa | Miso Music Portugal
misomusic.com

Transmissão em directo: : www.youtube.com/user/misomusicportugal

 

 

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Newsletter de 04.09.20
Programa completo do 16.º Circular Festival de Artes Performativas | 19-26 Set, Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #198

 

Circular Festival de Artes Performativas
19-26 de Setembro 2020, 16.ª edição
Vila do Conde


De 19 a 26 de setembro realiza-se a 16ª edição do Circular Festival de Artes Performativas, espaço multidisciplinar e experimental onde se cruzam a dança, a música, a performance, o teatro e o pensamento.

Num ano que muito tem comprometido a criação artística, reactivamos em Vila do Conde o lugar de encontro com as artes performativas e o reaproximar dos públicos.

Esta edição do Circular delineou-se em estreito diálogo com os artistas programados e parceiros envolvidos, garantindo todas as condições de segurança sem comprometer a identidade do festival.

Durante dois fins-de-semana, o Circular apresenta novas criações de artistas nacionais e internacionais, dando a conhecer o trabalho de artistas emergentes, mas também de artistas com percursos firmados e reconhecidos do público do festival.

Na abertura do festival, Vera Mantero e Luís Guerra estreiam “Pintura transparente sobre tela invisível”, uma improvisação que junta pela primeira vez os dois coreógrafos em cena, e Angélica Salvi e La Skimal apresentam “synesthesia”, um concerto de imersão em texturas e paisagens meditativas para harpa e vídeo electroacústicos.

O jornal “Coreia” de João dos Santos Martins lança no Circular o seu quarto número, dando voz a múltiplas visões sobre as artes em geral e a dança em particular. No Seminário “O desaparecimento do público. Pensar as artes performativas” orientado por José Maria Vieira Mendes questiona-se também o lugar das artes performativas e especificamente do teatro, reflectindo criticamente sobre o papel dos públicos.

 “A importância de ser Alan Turing” é a nova criação do performer Miguel Bonneville em colaboração com a música Clothilde, que terá a sua estreia absoluta no Circular, e parte da figura do pioneiro da inteligência artificial. Em “Gestos invisíveis”, os músicos Richard Barrett, João Dias, Miquel Bernat e Gustavo Costa aliam a electrónica à percussão num concerto focado na relação entre o gesto físico do instrumentista e a sua materialização sonora.

Noviga Projekto formado pelos músicos Clara Saleiro e Manuel Alcaraz Clemente exploram em “Diferença - Repetição - Transformação” um repertório contemporâneo para flauta e percussão interligado por diferentes improvisações.

A encerrar o festival, Filipe Pereira apresenta a sua mais recente criação “Arranjo floral”, uma conferência-performance que nos conduz pelo percurso biográfico do autor, e Volmir Cordeiro e Marcela Santander trazem-nos “Época”, coreografia que traça uma linha histórica a partir do Expressionismo inspirada em várias mulheres artistas do séc. XX.

Fica o convite ao público para participar neste encontro que tanto esperamos.

Bom festival!

— Paulo Vasques e Dina Magalhães


Programa

José Maria Vieira Mendes    
"O desaparecimento do público. Pensar as artes performativas" | Questões Práticas 06

19 Set | Sáb | 14:00-17:30
20 Set | Dom | 10:30-12:30 + 14:00-17:30
Centro de Memória
Seminário

Informações sobre inscrições [aqui]

Lançamento da edição #3 do jornal Coreia    
Com João dos Santos Martins (editor) e convidados   
 
19 Set | Sáb | 18:00
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Edição

uma improvisação com Luís Guerra e Vera Mantero    
"Pintura transparente sobre tela invisível"

19 Set | Sáb | 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde
Dança — Estreia Absoluta

Angélica Salvi e La Skimal apresentam Sinestesia
19 Set | Sáb | 22:45
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 1
Música

Miguel Bonneville
"A importância de ser Alan Turing"   

25 Set | Sex | 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde
Performance — Estreia Absoluta

Richard Barrett, Drumming Grupo de Percussão (João Dias e Miquel Bernat), Gustavo Costa
"Gestos invisíveis"

25 Set | Sex | 22:45
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Música

Noviga Projekto | Clara Saleiro e Manuel Alcaraz Clemente
"Differenz - Wiederholung - Transformation (Diferença - Repetição - Transformação)"

26 Set | Sáb | 18:00
Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Música — Estreia Absoluta

Filipe Pereira
"Arranjo Floral"

26 Set | Sáb | 21:00
Auditório Municipal de Vila do Conde
Performance

Volmir Cordeiro e Marcela Santander Corvalán
"Época"

26 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde — Sala 1
Dança — Estreia Nacional

 

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Newsletter de 07.05.20
Distribuição gratuita do Jornal Coreia #2 ao domicílio
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Circular Festival

Newsletter #197

 

© Colagem patente no livro Lilliput Pocket Omnibus (1937-38) produzido por Stefan Lorant (Londres: Pocket Publications)

Distribuição gratuita do Jornal Coreia #2 ao domicílio

Coreia é um jornal de carácter artístico, crítico e discursivo sobre artes em geral, firmado numa relação estreita com a dança, com direcção de João dos Santos Martins, produção e distribuição da Circular Associação Cultural e Associação Parasita.

Esta edição do Jornal está disponível para envio ao domicílio a pedido. Preencher formulário [aqui]. Os jornais serão enviados por correio e sem encargos dos portes de envio.

Será progressivamente retomada a distribuição gratuita desta edição do Jornal em todo o território nacional, nomeadamente Bibliotecas, Centros de Documentação, Museus, Galerias e Teatros acompanhando a abertura gradual de cada instituição (lista completa disponível no site www.coreia.pt).

A edição #2 do Jornal Coreia conta com contribuições dos artistas e investigadores Ana Pi (BR), Clara Amaral (PT), Diego Bagagal (BR), Filipe Pereira (PT), Hélio Oiticica (BR), Miguel Castro Caldas (PT), Rita Natálio (PT), Teresa Castro (PT), Tom Engels (BE), Vânia Doutel Vaz (PT), Vânia Rovisco (PT) e Zeina Hanna (LB).



Ficha técnica e artística jornal Coreia:
Direção Editorial: João dos Santos Martins | Design Gráfico: Isabel Lucena | Contribuição: Ana Pi, Clara Amaral, Diego Bagagal, Filipe Pereira, Hélio Oiticica, Miguel Castro Caldas, Rita Natálio, Teresa Castro, Tom Engels, Vânia Doutel Vaz, Vânia Rovisco, Zeina Hanna | Tradução: José Maria Vieira Mendes, Patrícia da Silva | Revisão: Daniel Lühmann, Sónia Baptista, Pedro Cerejo | Edição, Produção e Distribuição: Associação Parasita, Circular Associação Cultural | Site: Sara Orsi | Apoios: Escola de Dança do Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde, ESMAE, Opart/Companhia Nacional de Bailado/Estúdios Victor Córdon, Maus Hábitos - Espaço de Intervenção Cultural | Agradecimentos: André e. Teodósio, Ariane Figueiredo e César Oiticica do Projecto H.O., Claraluz Keiser, Daniel Pizamiglio, Donatella Cacciola, Duarte Amado, ESMAE, Frank-Manuel Peter, Maus Hábitos, Sebastian Bardin-Greenberg, Sergio Zalis,Vânia Rodrigues


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Próximas actividades:

"Um passeio com o senhor Valéry"
Seminário online em torno da História da Dança com Ezequiel Santos
Questões Práticas #05
30 e 31 Maio, 6 e 7 Junho
17:00 às 18:30
via app Zoom | Gratuito

 


Informações
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info@circularfestival.com

 

Apoios Circular Festival

 

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Newsletter de 30.04.20
Inscrições abertas para o Seminário online em torno da História da Dança com Ezequiel Santos | Questões Práticas #05
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Circular Festival

Newsletter #196

 


Fotografia: Rudolf Laban and the Geometry of Dance | Iwona Wojnicka/Creative Commons

"Um passeio com o senhor Valéry"

Seminário online em torno da História da Dança com Ezequiel Santos
Questões Práticas #05

30 e 31 Maio, 6 e 7 Junho
17:00 às 18:30
via app Zoom | Gratuito


"Um passeio com o senhor Valéry"
A dança é uma disciplina preponderante na produção artística da atualidade. Contudo, ela ainda permanece habitualmente ausente no ensino da história da arte ocidental provocando um vazio de informação acerca dos seus utensílios e protagonistas. No sentido de contribuir para um melhor conhecimento da sua história, este seminário focaliza-se na dança de produção teatral do século XX à actualidade, salvaguardando para cada época os contextos sociais, artísticos e locais que ditaram as circunstâncias da criação e do pensamento ligadas a esta forma de arte. Apoiando-nos no visionamento de espectáculos e na comparação com fontes da literatura e da pintura também reflectiremos sobre os diferentes géneros (ballet, dança moderna, dança contemporânea) de modo a adquirir conhecimentos sobre o património da dança e aprender a distinguir os limiares da técnica, da estética e da poética.


Coordenação Questões Práticas: Joclécio Azevedo
Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural  
Parceria: Escola de Dança do Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde


Inscrições
A participação é gratuita, mediante inscrição prévia através do e-mail info@circularfestival.com, com a menção “Inscrição | Questões Práticas #05” no assunto e envio do nome completo.
As inscrições são limitadas e consideradas por ordem de chegada.
A assistência é feita através da plataforma Zoom. Depois de realizada a inscrição, os participantes receberão um link pessoal para assistir ao Seminário online.


Ezequiel Santos
Docente, investigador e psicólogo. É director e curador na Forum Dança, associação da qual faz parte desde 1996 e onde lecciona regularmente os seminários de História e Teoria da Dança. Foi programador convidado pela EIRA para Cumplicidades - Festival Internacional de Dança de Lisboa (2015 e 2016). Estudou fotografia, teatro e dança em Lisboa e Nova Iorque. Dançou em criações de Madalena Victorino, Rui Nunes e Francisco Camacho entre 1990-1996 apresentando-se em território europeu. Escreveu para publicações de dança em Portugal, Alemanha, Eslovénia e Espanha e tem participado frequentemente em colóquios internacionais nas áreas da dança e do turismo como moderador ou conferencista. Colaborou nos livros "Movimentos Presentes" (M. J. Fazenda, Ed., Cotovia & Danças na Cidade, 1997), "Corpo Fast Forward" (Porto 2001 & Número, Ed.), "Documento Dez Mais Dez" (Re.Al/João Fiadeiro & Forum Dança, Ed., 2001), “Tourfly – Inovação e Futuro: contributos para o desenho da oferta turística na Área Metropolitana de Lisboa (Lisboa-01-0145-Feder-023368), Eshte, 2019” e “Strategic Business Models to Support Demand, Supply, and Destination Management in the Tourism and Hospitality Industry (IGI Global, 2020).


Questões Práticas: ciclo de encontros, conversas, performances

Ciclo de encontros que pretende dar a conhecer, com a ajuda de diversos  convidados, práticas de investigação, escrita, performance, pensamento, transmissão e de acção colaborativa. Cada encontro funcionará como um exercício de activação do imaginário social, poético e político dos participantes e dos convidados, procurando intersecções entre práticas artísticas e não artísticas. Dando ênfase a diferentes linguagens e entendimentos da prática enquanto elemento de transformação, iremos promover oscilações entre a dimensão individual e social da acção e entre modos de produção que invocam a materialidade e a imaterialidade. Organizado em torno de momentos que se articulam entre si, em formatos distintos, com diferentes protocolos de participação, o programa irá utilizar diferentes dinâmicas de encontro, promovendo o envolvimento do público nas questões em discussão. Iremos examinar estratégias de trabalho, de comunicabilidade, de sobrevivência e de produção do conhecimento, desmontando a aprendizagem e diluindo fronteiras entre disciplinas.


Informações
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Newsletter de 19.03.20
Circular Associação Cultural | Informação sobre actividades públicas
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Circular Festival

Newsletter #195

 

Informação

No atual contexto das medidas de excepção decretadas para a contenção da propagação da Covid-19, as actividades públicas da Circular Associação Cultural previstas para as próximas semanas foram canceladas.

Estas actividades incluíam o lançamento do jornal Coreia #2 em Vila do Conde, Porto e Lisboa (13 e 14 Março), a aula com Rita Castro Neves, na Escola José Régio, no âmbito do programa educativo 'Corporalidade, temporalidade e pensamento' e a sessão do projecto Questões Práticas com João Bento, na ESMAD.

As actividades serão, dentro do possível e em articulação com as entidades parceiras e convidados, reagendadas para datas futuras a anunciar.

Seguimos atentos de forma consciente e responsável ao desenvolvimento da situação epidemiológica e empenhados no esforço colectivo para que regressemos à normalidade o mais brevemente possível.

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Newsletter de 12.03.20
Cancelamento das sessões de lançamento do jornal Coreia #2
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Newsletter #194

 


© Colagem patente no livro Lilliput Pocket Omnibus (1937-38) produzido por Stefan Lorant (Londres: Pocket Publications)

Cancelamento do lançamento do jornal Coreia #2

Face às recomendações e orientações da Direção-Geral da Saúde para a contenção da propagação do novo Coronavírus (COVID-19), as sessões de lançamento do jornal Coreia #02 previstas para os dias 13 de Março, em Vila do Conde e no Porto, e para 14 de Março, em Lisboa, foram canceladas.

Tentaremos, dentro do possível, reagendar o lançamento da nova edição do jornal Coreia para datas futuras.

 

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Newsletter de 09.03.20
Lançamento e apresentação do jornal Coreia #2 com a participação especial de Filipe Pereira / 13 Mar, Vila do Conde + Porto / 14 Mar, Lisboa
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Circular Festival

Newsletter #193

 


© Colagem patente no livro Lilliput Pocket Omnibus (1937-38) produzido por Stefan Lorant (Londres: Pocket Publications)

Lançamento e apresentação do jornal Coreia #2
com a participação especial de Filipe Pereira

13 de Março (sex), 18:45
Vila do Conde ― Escola de Dança do Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde
(Avenida Júlio Graça, 580)

13 de Março (sex), 21:30
Porto ― Maus Hábitos - Espaço de Intervenção Cultural
(Rua de Passos Manuel, 178 4º Piso)

14 de Março (sáb), 18:00
Lisboa ― Estúdios Victor Córdon no âmbito do evento "Navegar é preciso?"
(Rua Victor Córdon, 20)

Coreia é um projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança, preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa. O jornal tem uma tiragem semestral de 3000 exemplares com distribuição gratuita em todo o país.

A edição #2 conta com contribuições de Ana Pi, Clara Amaral, Diego Bagagal, Filipe Pereira, Hélio Oiticica, Miguel Castro Caldas, Rita Natálio, Teresa Castro, Tom Engels, Vânia Doutel Vaz, Vânia Rovisco e Zeina Hanna.


Ficha técnica e artística jornal Coreia:
Direção Editorial: João dos Santos Martins | Design Gráfico: Isabel Lucena | Contribuição: Ana Pi, Clara Amaral, Diego Bagagal, Filipe Pereira, Hélio Oiticica, Miguel Castro Caldas, Rita Natálio, Teresa Castro, Tom Engels, Vânia Doutel Vaz, Vânia Rovisco, Zeina Hanna | Tradução: José Maria Vieira Mendes, Patrícia da Silva | Revisão: Daniel Lühmann, Sónia Baptista, Pedro Cerejo | Edição, Produção e Distribuição: Associação Parasita, Circular Associação Cultural | Site: Sara Orsi | Apoios: Escola de Dança do Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde, ESMAE, Opart/Companhia Nacional de Bailado/Estúdios Victor Córdon, Maus Hábitos - Espaço de Intervenção Cultural | Agradecimentos: Ariane Figueiredo, César Oiticica, Daniel Pizamiglio, Vânia Rodrigues


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Próximas actividades:

Questões Práticas: Ciclo de encontros, conversas e performances*
31 de Março + 12 de Maio, Escola Superior de Media Artes e Design (ESMAD)
com João Bento

Corporalidade, temporalidade e pensamento
Projecto Educativo*
23 de Março, Escola Secundária José Régio, Vila do Conde
"Campos cruzados e abertos entre performance e documentação" com Rita Castro Neves

* Coordenação: Joclécio Azevedo
Iniciativas no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural

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Newsletter de 08.11.19
Programa educativo | Oficinas e espectáculo Lusco-Fusco de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira para escolas / 11, 12 e 13 Nov, Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #192

 


© José Caldeira  

Lusco-Fusco de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira


Dando continuidade ao trabalho iniciado em 2018 com o 1º ciclo do Ensino Básico, a Circular propõe em 2019 duas actividades complementares: a realização de uma Oficina e a apresentação de um espectáculo infantil gratuito.

Dirigido a turmas das Escolas EB1 de Azurara, EB1 Bento de Freitas e EB1 da Junqueira e numa perspectiva descentralizadora, este projecto propõe sensibilizar os mais jovens para as práticas performativas e possibilitar a fruição artística e cultural através de actividades lúdicas e reflexivas.

Organização: Circular Associação Cultural | Parcerias: Escola EB1 Azurara, Escola EB1 Bento de Freitas, Escola EB1 da Junqueira, Junta de Freguesia de Azurara, Junta de Freguesia da Junqueira, Junta de Freguesia de Vila do Conde.


I - Oficina Lusco-Fusco orientada por Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira
Escolas EB1 de Azurara, EB1 Bento de Freitas e EB1 da Junqueira
11 e 12 de Novembro



II - Espectáculo 'Lusco-Fusco'  de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira
13 de Novembro 10:30 + 15:00
Auditório Municipal de Vila do Conde
Sessões escolares com Escolas EB1 de Azurara, EB1 Bento de Freitas e EB1 da Junqueira


Lusco-Fusco surge de um desejo de partilhar uma experiência sobre o vazio e o que ele pode conter. O vazio só contém ar! e o aborrecimento? como é o vazio de estar tudo tão cheio que não encontramos nada? será uma incubadora de acontecimentos? uma descoberta partilhada da matéria e do corpo em que a luz e a transição do tempo nos mostram o que há́ para ver numa relação de escala entre nós – o mundo e os inversos. Lusco-Fusco vê a vontade de ser um bocadinho inventor do seu próprio espanto e para isso desenha um espaço que pouco a pouco se torna numa invasão feita pela matéria que podemos com ela transformar e sermos transformados, mudá-la de lugar, levá-la connosco, arrastá-la e libertá-la. Deixá-la ser invadida por mãos e pés e cabeças que sentem. Os performers organizam o corpo para desaparecer, desobedecer e desaprender com a matéria e habitam um lugar aberto ao sensível e à própria percepção de cada criança.

Para que percorres inutilmente o céu à procura da tua estrela?
Põe-na lá. (in Vergílio Ferreira, Escrever)

Teaser: vimeo.com/circularfestival

Ficha técnica
Direcção e Interpretação Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira Dramaturgia Joana Bértholo Direcção Plástica Rita Westwood Sonoplastia Filipe Lopes Figurinos Jordann Santos Desenho de Luz Cárin Geada Voz off Eduardo Rego Produção Executiva Circular Associação Cultural Agradecimentos Constança Carvalho Homem, Amora Gonçalves Caldeira, Sílvia Barbosa e Luís Filipe Silva Coprodutores Teatro Municipal do Porto, São Luiz Teatro Municipal, Comédias do Minho, Circular Associação Cultural, Teatro Aveirense


Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural.

Filipe Caldeira é Artista Residente da Circular Associação Cultural.


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Newsletter de 06.11.19
Programa educativo | Projecto 'Corporalidade, temporalidade e pensamento' / 8 Nov. 2019 - 23 Mar. 2020, Escola Secundária José Régio
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Circular Festival

Newsletter #191

 


Imagem: "Artificial right leg", Roehampton, England, 1934 | Science Museum Group Collection" by Hanger Orthopaedic Group, Inc

Corporalidade, temporalidade e pensamento

Escola Secundária José Régio | Vila do Conde
8 de Novembro 2019 - 23 de Março de 2020

Este projecto dirige-se a alunos do ensino secundário e configura-se através de um conjunto de aulas que problematizam as formas como experienciamos o corpo através das suas transformações, das suas articulações no espaço público e privado, da circulação permanente das suas imagens e representações. Os tópicos abordados em cada aula interligam diferentes disciplinas e produzem focos de atenção que tentam permitir a disseminação de olhares em torno do papel do corpo na história, na actualidade, na cultura contemporânea e na prática artística. Cada aula parte da observação ou investigação em torno de fenómenos culturais e políticos, na tentativa de examinar o corpo enquanto elemento disruptivo na vida social, no discurso e nas relações que estabelecemos com os outros e com o mundo ao qual pertencemos. Este ciclo de aulas dialoga com a área de educação para a cidadania e conta com o apoio de professores locais ligados a diversas disciplinas como história, filosofia, artes visuais, economia ou multimédia.
― Joclécio Azevedo

Aulas/intervenções e convidados: The Roof is on Fire, com Juan Luis Toboso; Eu sou um outro, com José Maia; ‘de submisso a político – o lugar do corpo negro na cultura visual’, com Melissa Rodrigues; Por uma ecologia da experiência estética, activação e fracasso do corpo colectivo, com Gabriela Vaz-Pinheiro; Corpo e trabalho, com Luisa Veloso; Campos cruzados e abertos entre performance e documentação, com Rita Castro Neves.

Coordenação: Joclécio Azevedo
Produção: Circular Associação Cultural

Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural

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Newsletter de 16.10.19
Oficina de experimentação e alteração de circuitos electrónicos por Miguel Pipa | Modos de usar-oficina #1 / 19 Out (sáb), 18:00
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Circular Festival

Newsletter #190

 


© DR

Oficina de experimentação e alteração de circuitos electrónicos e geradores de ruído por Miguel Pipa

Modos de usar-oficina #1 (apresentação informal)

19 Out | Sáb | 18:00 | Rua do Farol 208 (Caxinas/Vila do Conde) | Lotação Limitada | Acesso gratuito (reservas: info@circularfestival.com)

Esta apresentação informal conclui a oficina de construção de instrumentos realizada pelo músico Miguel Pipa, sendo integrada na série de processos colaborativos desenvolvidos pelo projeto “Modos de Usar”, de Joclécio Azevedo, iniciado em Vila do Conde em 2018.

Miguel Pipa trabalha o som a partir da reutilização e transformação de circuitos electrónicos encontrados em brinquedos, aparelhos electrónicos e diversos gadgets tecnológicos, amplificando-os e combinando as suas propriedades sonoras com outros processos analógicos. Os aparelhos e novos instrumentos produzidos servem como base para o desenvolvimento de ambientes sonoros e performativos, activados em conjunto pelos participantes.

“Modos de usar” é um projecto que pretende constituir uma constelação de colaborações com participantes locais em Vila do Conde, desdobrando-se em oficinas, workshops, encontros e apresentações onde são partilhados e discutidos instrumentos e práticas de trabalho com artistas convidados, integrando actividades para participantes profissionais e não profissionais.

Miguel Pipa nasceu a 27 de abril 1980 em Vila do Conde. Sem formação académica por opção, foi, no entanto, adquirindo uma vasta experiência prática na área da música eletrónica, nomeadamente na investigação e performance, quer com instrumentos manipulados, quer com instrumentos integralmente construídos por si. Como formador tem desenvolvido workshops de “alteração de circuitos” e criação de instrumentos musicais em parceria com inúmeras instituições como a Casa da Música (Porto), LCD (Guimarães), Museu de Arte Contemporânea de Vigo (Espanha), Festival Muco (Cartaxo), Festival Circular (Vila do Conde), Sonoscopia (Porto) e o Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas (Açores).

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Newsletter de 24.09.19
Destaques 25-26 Set | Circular Festival de Artes Performativas | até 28 Setembro, Vila do Conde, 15.ª edição
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Circular Festival

Newsletter #189

 


© Ana Pi

Ana Pi (Brasil/França)
NoirBLUE, les déplacements d'une danse

25 Set | Qua | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde
Filme — Estreia Nacional + Conversa pós-filme com Ana Pi e João Pedro Azul
M/6 | 27' | Acesso gratuito

No continente africano, Ana Pi reconecta-se às suas origens através do gesto coreográfico, engajando-se numa experiência espácio-temporal que une o movimento tradicional ao contemporâneo. Numa dança de fertilidade e de cura, a pele negra sob o véu azul integra-se no espaço, reencenando formas e cores que evocam a ancestralidade, a pertença, a resistência e o sentimento de liberdade.
— Siomara Farias/FESTCURTASBH2018

Filme falado em português, com legendas em francês e inglês.

* O espectáculo de dança "NOIRBLUE" de Ana Pi foi apresentado em estreia nacional no Circular Festival de Artes Performativas em 2017

TRAILER: [vídeo]

anazpi.com/
vimeo.com/anazpi

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© José Frade

Joana Gama
Eu gosto muito do Senhor Satie

26 Set | Qui | 18:30 | Conservatório de Música de Vila do Conde (Centro Municipal de Juventude)
Música (concerto dirigido a público infantil)
M/6 | 40' | Acesso gratuito

O Senhor Satie gostava muito de andar. Bom, talvez não gostasse assim tanto mas não tinha alternativa: como não lhe sobrava dinheiro, fazia diariamente longas caminhadas, pois não podia pagar o comboio que ligava a sua casa ao centro da cidade de Paris, onde passou grande parte da sua vida. Para além de compositor de música - o piano foi o seu instrumento de eleição - o Senhor Satie gostava de guarda-chuvas, de desenhar e de marisco. Era uma pessoa solitária mas com muito humor. Quem quer conhecê-lo um pouco melhor?
— Joana Gama

TRAILER [vídeo]

Público-alvo: crianças a partir dos 6 anos e famílias/acompanhantes

Piano & histórias: Joana Gama / Desenhos: Paula Cardoso

+ info

 

 

 

 

 

Abrupta
Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira

27 Set | Sex | 21:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde
Dança Estreia Absoluta
M/16 | 50' | Bilhetes e reservas

João Pedro Azul, Bárbara Fonte e Telma João Santos
Lançamento da Revista Flanzine N.º 20

27 Set | Sex | 22:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde - Sala Dr. Jorge Laranja
Edição/Performance
M/14 | Acesso gratuito

Vítor Rua e Joana Gama
Home Sweet Sound (Teatro Musical: para uma performer pianista, electrónica em tempo-real, objectos do dia-a-dia, suporte digital)

28 Set | Sáb | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde - Salão Nobre
Música Estreia Absoluta
M/12 | 50' | Bilhetes e reservas

Katerina Andreou (Grécia/França)
BSTRD
28 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde (bancada no palco)
Dança Estreia Nacional
M/12 | 50' | Bilhetes e reservas

Exposição “De volta. 15 Anos do Circular”
Inauguração: 19 Set | Qui | 18:00
Exposição: 19 Set - 19 Out
Ter - Sáb | 10:30-12:30 | 14:30-19:00 (em dias de espectáculo das 20:30 às 23:30) | Dom | 15:30 - 19:00
Foyer do Teatro Municipal de Vila do Conde
Acesso gratuito

 

Informações

www.circularfestival.com
info@circularfestival.com
www.facebook.com/circularfestivaldeartesperforma tivas
www..instagram.com/circularfestival

 

 

Lançamento Jornal Coreia #1

26 Set | Qui| 19:00 | Estúdios Victor Córdon | Lisboa
com a participação de Surur Darabi, uma leitura-demonstração de Joana Sá, e apresentação de João dos Santos Martins
(Acesso gratuito)

4 Out | Sex | 18:00 | Centro Cultural do Cartaxo — Ponto de encontro
Festival Materiais Diversos
com apresentação de João dos Santos Martins e a participação de Marta Cerqueira
(Acesso gratuito)

Informações

www.coreia.pt

 

 

Apoios Circular Festival

 

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Newsletter de 17.09.19
Abertura | Circular Festival de Artes Performativas | 19-28 Setembro, Vila do Conde, 15.ª edição
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Circular Festival

Newsletter #188

 


© Ian Douglas

Nora Chipaumire (Zimbabué/EUA)
#PUNK

19 Set | Qui | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde
Dança/Performance — Estreia Nacional
M/16 | 50' | Bilhetes e reservas

“Punk”, uma palavra de calão que significa "pessoa sem valor", tornou-se o nome de um tipo de música rock barulhenta e de ritmo rápido que ficou popular nos anos 70 e 80. A estética cultural punk inclui uma gama diversificada de ideologias (tais como autossuficiência, produção de arte não comercial, não-complacência, destruição e atribuição de novas finalidades, etc.) expressas através da moda, arte visual, dança, cinema e literatura. A forma como a instalação visual é reciclada e transformada pelos artistas e pelo público reflecte essas ideologias.
Na sua canção icónica, “Rock 'n' Roll Nigger”, Patti Smith declara "Eu não fiz muita merda com o passado, mas faço muita merda com o futuro" [“I haven't fucked much with the past, / but I fuck plenty with the future"]. Impulsionada por esta ousada proclamação, declaro-me um “negro africano” – o tipo que faz merda com o passado e faz ainda mais merda com o presente | futuro. Encorajada pela rejeição punk do status quo, da ética e dos valores, seduz-me a possibilidade de que não há futuro, de que o futuro está no presente. Em #PUNK, enceno um concerto rude inspirado pela música indie americana e pelos meus anos de crescimento no Zimbabwe nos anos 70 e 80.
— Nora Chipaumire

#PUNK (verbalizado como hashtag punk)

TRAILER: [vídeo]

www.companychipaumire.com
@norachipaumire

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© DR

Luísa Saraiva e Carlos Azeredo Mesquita
I know it when i see it

20 Set | Sex | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde — Salão Nobre
Dança — Estreia Absoluta
M/12 | 60' | Bilhetes e reservas

Entre Fevereiro e Abril de 2019, Luísa Saraiva, Carlos Azeredo Mesquita e Frances Chiaverini pediram a 45 bailarinos em várias cidades europeias que descrevessem detalhadamente performances reais ou fictícias, com base nas suas experiências enquanto profissionais da dança. A partir destas descrições, construímos um espectáculo que explora a relação entre movimento e linguagem como processos simultâneos de construção de significado do ponto de vista de bailarinos e performers. Para desenvolver esta pesquisa, utilizamos conceitos das artes visuais e da linguística que introduzem novas possibilidades sobre como pensar sobre movimento e o contexto em que a dança é criada.
O espectáculo é falado em inglês sem legendagem.

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Seminário com António Guerreiro

Crítica de arte: a sua história, a sua teoria e as suas instituições
Questões Práticas 04

21 Set | Sáb | 14:30-17:30
22 Set | Dom | 10:00-13:00 + 14:30-17:30
Centro de Estudos Regianos | Bilhetes e reservas

O quarto momento do ciclo de encontros, conversas e performances “Questões Práticas” organiza-se à volta de práticas de escrita e terá como convidado António Guerreiro, crítico e ensaísta cujo trabalho movimenta-se entre várias disciplinas dentro das Ciências Sociais e Humanas. A sua produção crítica e ensaística desenvolve-se em afinidade com diversos temas, entre os quais a literatura portuguesa contemporânea, a arte contemporânea, a estética e a crítica cultural. Neste contexto António Guerreiro irá desenvolver o seminário “Crítica de arte: a sua história, a sua teoria e as suas instituições”, dividido em 3 sessões de três horas cada uma.

Programa:

1. O nascimento da crítica de arte, no século XVIII.
2. A crítica romântica: reflexão e teoria especulativa da arte.
3. Crítica e juízo de gosto
4. A crítica cultural (a cultura como ideologia e a arte como negatividade)
5. O declínio da crítica de arte no sistema da arte contemporânea e o surgimento de novas figuras de legitimação.

Público alvo: estudantes do ensino superior, nomeadamente de áreas ligadas à curadoria, teoria crítica e disciplinas artísticas, público em geral.

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João dos Santos Martins com Luísa Saraiva e Carlos Azeredo Mesquita
Lançamento do jornal Coreia #1

21 Set | Sáb | 18:00 | Teatro Municipal de Vila do Conde
Edição
M/6 | 45' | Acesso gratuito

Coreia é um projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança. Independente, experimental e internacionalista, o jornal, de tiragem semestral e distribuição gratuita, está focado no discurso produzido pelas obras e pelos artistas, e preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa.
— João dos Santos Martins

www.coreia.pt

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Ilustração © Benoît Guillaume

Nuno Lucas
Ma vie va changer

21 Set | Sáb | 19:00 | Rancho da Praça - Rendilheiras de Vila do Conde
Teatro Estreia Absoluta
M/14 | 70' | | Bilhetes e reservas

À volta de uma mesa, juntos durante o tempo de uma refeição, um português, um francês e um norte-americano (Nuno Lucas, Frédéric Danos e Geoffrey Carey) fabulam sobre o quotidiano. Passando de histórias reais para lugares ficcionais e usando o ritual de comer como um gesto de se esquecer e de se deixar levar pelo tempo, “Ma vie va changer" utiliza uma refeição como um ponto de encontro, um lugar de partilha, uma tentativa de criar laços de intimidade e proximidade com o outro.
“Ma vie va changer" é sobre o prazer de contar histórias, eventos, situações. O querer partilhar algo. Uma pequena janela para o mundo destas três pessoas.
— Nuno Lucas

* espectáculo falado em inglês, português e francês

orumodofumo.com

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© Coconut Jam & Escritório do Infante

Sensible Soccers com convidados

No quarto das danças

21 Set | Sáb | 21:30 Teatro Municipal de Vila do Conde
Música
M/6 | 60' | Bilhetes e reservas

“No quarto das danças” é um espectáculo imaginado pelos Sensible Soccers na sequência de “Aurora”, o último álbum da banda, onde se debruçam sobre a ideia de um Portugal feito de memórias inventadas.
Propõem-se criar, a partir de associações livres, um mapa de referências musicais que contaminam e expandem a sua obra.
Neste sonho cabe um grupo de convidados - naturalmente, muito especiais - tratados como fantasmas deles próprios.
— Sensible Soccers

www.sensiblesoccers.bandcamp.com
www.facebook.com/sensiblesoccers
www.youtube.com/sensiblesoccers

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DJ set Baile Atlântico
Marco, Paulo

21 Set | Sáb | 23:00 | Cacau Café-Bar
Festa
Acesso gratuito

Marco, Paulo é o duo que parece uno, de pêlo nas ventas a conquistar pistas com os frutos do seu garimpo.
Baile Atlântico é o nome das suas sessões gira-disquistas de sabor tropical-atlântico, com travo ibérico e mediterrânico, que oscilam entre o balanço dub, soul, disco, funk, boogie, electro, hip-hop e jazz cultivado nas margens atlânticas e o tropicalismo gingão do afrobeat, highlife, soca, funaná e outros que tais, temperadas com um fio do melhor azeite ibérico.
Sem barreiras temporais e com fluidez cursiva, tudo sempre 100% analógico e em modo festa, para libertar a mente e abanar o pandeiro.

Facebook | Instagram

+ info

 

 
Ana Pi (Brasil/França)
Noirblue, les déplacements d'une danse

25 Set | Qua | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde
Filme e conversa Estreia Nacional
M/6 | 27' | Acesso gratuito

Joana Gama
Eu gosto muito do Senhor Satie

26 Set | Qui | 18:30 | Conservatório de Música de Vila do Conde (Centro Municipal de
Juventude)
Música (concerto dirigido a público infantil)
M/6 | 40' | Acesso gratuito

Abrupta
Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira

27 Set | Sex | 21:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde
Dança Estreia Absoluta
M/16 | 50' | Bilhetes e reservas

João Pedro Azul, Bárbara Fonte e Telma João Santos
Lançamento da Revista Frlanzine N.º 20

27 Set | Sex | 22:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde - Sala Dr. Jorge Laranja
Edição/Performance
M/14 | Acesso gratuito

Vítor Rua e Joana Gama
Home Sweet Sound (Teatro Musical: para uma performer pianista, electrónica em tempo-real, objectos do dia-a-dia, suporte digital)

28 Set | Sáb | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde - Salão Nobre
Música Estreia Absoluta
M/12 | 50' | Bilhetes e reservas

Katerina Andreou (Grécia/França)
BSTRD
28 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde (bancada no palco)
Dança Estreia Nacional
M/12 | 50' | Bilhetes e reservas

Exposição “De volta. 15 Anos do Circular”
Inauguração: 19 Set | Qui | 18:00
Exposição: 19 Set - 19 Out
Ter - Sáb | 10:30-12:30 | 14:30-19:00 (em dias de espectáculo das 20:30 às 23:30) | Dom | 15:30 - 19:00
Foyer do Teatro Municipal de Vila do Conde
Acesso gratuito



Informações

www.circularfestival.com
info@cicrularfestival.com
www.facebook.com/circularfestivaldeartesperformativas
www.instagram.com/circularfestival

 

 

 

Apoios Circular Festival

 

Esta mensagem é enviada de acordo com a legislação em vigor. Está a receber esta newsletter por ser subscritor da nossa mailling list ou por iniciativa de algum outro subscritor. Se não quiser continuar a receber informações sobre as nossas actividades clique aqui. Para actualização de dados, qualquer esclarecimento sobre este serviço ou para transmitir alguma sugestão, contacte-nos através do e-mail: info@circularfestival.com.


Newsletter de 04.09.19
Filme 'Revoada' de Eva Ângelo no MEXE com a presença de Álvaro Laborinho Lúcio / 13 Set (sex), 20:00, Cinema Trindade - Porto
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Circular Festival

Newsletter #187

 

Video-still © Eva Ângelo 'Revoada' de Eva Ângelo
com a presença de Álvaro Laborinho Lúcio


13 de Setembro (sex), 20:00
Cinema Trindade - Porto
MEXE - Encontro Internacional de Arte e Comunidade

Revoada resulta da vontade de facilitar o acesso ao pensamento de Álvaro Laborinho Lúcio. Deambulamos pelos caminhos da educação, da arte e da cidadania. Muda-se o sítio daquilo que por hábito se instalou e deixou de nos interpelar. Dá-se lugar ao espanto, reacendem-se as perguntas, o pensamento e a acção.

REVOADA · Portugal, 2003 - 2017, Doc, [ProRes, Cor, 47’]

Trailer [link]

Deambulamos pelos caminhos da educação, da arte e da cidadania e percebemos que assistir ao exercício do pensamento, enquanto prática da inteligência e na sua dimensão poética, pode ajudar à transformação.
Este documentário resulta da vontade de partilhar e assim facilitar o acesso ao pensamento de Álvaro Laborinho Lúcio.
Aqui a forma como se diz, o que se diz, é mobilizadora da alma e potenciadora do agir.
Importa ir. Importa que lutemos por aquilo em que acreditamos e “que não nos apeemos cedo de mais”. Importa que façamos os caminhos apesar das pedras e com as pedras.
O rigor e o entusiasmo das convicções que aqui se apresentam são proporcionais à disponibilidade para reconhecer que outras podem ser melhores.
Esta forma de dizer o mundo, de se referir a ele, de mudar de sítio aquilo que por hábito se instalou e deixou de nos interpelar, dá lugar ao espanto e assim torna visível e cria outras possibilidades, outras paisagens, reacendendo as perguntas, o pensamento e a ação.
Magda Henriques

*Revoada: refere-se a um voo conjunto e a um retorno à raiz. Em sentido figurado significa também ensejo e oportunidade. Tomamos a revoada, enquanto momento inesperado, desconcertante e belo para aludirmos ao encontro com Álvaro Laborinho Lúcio.

Realização e Montagem: Eva Ventura Ângelo | Pós-Produção Áudio: Quico Serrano | Programação e Participação Especial: Magda Henriques | Produção: Circular Associação Cultural | Apoio: Delta Cafés | Agradecimento especial a Álvaro Laborinho Lúcio | Agradecimentos a Dina Magalhães e Paulo Vasques, a Carmen Calisto e Inês Andrade. Aos jovens e adultos, nas conversas e debates, Academia Contemporânea do Espectáculo, Casa do Professor em Braga, Casa da Escrita em Coimbra. A Maria Ana Krupenski, Sr. Fernando, Henrique Caetano e Sónia Ângelo.

+ info
www.mexe.org.pt

 


Design © João Alves Marrucho
Circular Festival de Artes Performativas
19-28 de Setembro 2019, 15.ª edição
Vila do Conde


O programa completo da 15.ª edição do Circular Festival de Artes Performativas, que acontece de 19 a 28 de setembro de 2019, em Vila do Conde, está disponível online em www.circularfestival.com.

Nora Chipaumire (Zimbabué/EUA)
Luísa Saraiva e Carlos Azeredo Mesquita
António Guerreiro   
João dos Santos Martins com Luísa Saraiva e Carlos Mesquita
Nuno Lucas
Sensible Soccers com convidados   
Marco, Paulo - DJ Set Baile Atlântico
Ana Pi (Brasil/França)
Joana Gama
Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira   
João Pedro Azul, Bárbara Fonte e Telma João Santos
Vítor Rua e Joana Gama
Katerina Andreou (Grécia/França)

Bilhetes e Reservas
www.circularfestival.com

Informações
www.circularfestival.com
info@circularfestival.com

 

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Newsletter de 21.08.19
Inscrições abertas para o Seminário com António Guerreiro: 'Crítica de arte: a sua história, a sua teoria e as suas instituições' | Questões Práticas 04
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Circular Festival

Newsletter #186

 


Pintura: Caminhante sobre o mar de névoa de Caspar David Friedrich, 1818 © DR
Seminário com António Guerreiro
Crítica de arte: a sua história, a sua teoria e as suas instituições Questões Práticas 04 | 15.º Circular Festival de Artes Performativas


21 Set | Sáb | 14:30-17:30
22 Set | Dom | 10:00-13:00 + 14:30-17:30
Auditório do Centro de Estudos Regianos (Vila do Conde)


O quarto momento do ciclo de encontros, conversas e performances “Questões Práticas” organiza-se à volta de práticas de escrita e terá como convidado António Guerreiro, crítico e ensaísta cujo trabalho movimenta-se entre várias disciplinas dentro das Ciências Sociais e Humanas. A sua produção crítica e ensaística desenvolve-se em afinidade com diversos temas, entre os quais a literatura portuguesa contemporânea, a arte contemporânea, a estética e a crítica cultural. Neste contexto António Guerreiro irá desenvolver o seminário “Crítica de arte: a sua história, a sua teoria e as suas instituições”, dividido em 3 sessões de três horas cada uma.


Programa:

1. O nascimento da crítica de arte, no século XVIII.

2. A crítica romântica: reflexão e teoria especulativa da arte.

3. Crítica e juízo de gosto

4. A crítica cultural (a cultura como ideologia e a arte como negatividade)

5. O declínio da crítica de arte no sistema da arte contemporânea e o surgimento de novas figuras de legitimação.


António Guerreiro estudou Línguas e Literaturas Modernas (Português/Francês) na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É crítico literário e cronista no jornal "Público" e é docente convidado na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. É também editor da revista "Electra", editada pela Fundação EDP. Tem colaboração dispersa sobre literatura e arte em revistas, catálogos e livros colectivos. Publicou dois livros de ensaios: O Acento Agudo do Presente (2000) e O Demónio das Imagens - Sobre Aby Warburg (2018).


Público-alvo: estudantes do ensino superior, nomeadamente de áreas ligadas à curadoria, teoria crítica e disciplinas artísticas, público em geral.


Inscrições:

Preço: 40€ | Estudantes universitários: gratuito (até ao limite da lotação)
Data limite de inscrição e pagamento: 13 Setembro
Transferência bancária: IBAN Circular Associação Cultural - PT50 0033.0000.45314714098.05 | Envio do comprovativo da transferência, com indicação do nome e contacto telefónico para o mail: info@circularfestival.com.


Questões Práticas: ciclo de encontros, conversas, performances
Ciclo de encontros que pretende dar a conhecer, com a ajuda de diversos  convidados, práticas de investigação, escrita, performance, pensamento, transmissão e de acção colaborativa. Cada encontro funcionará como um exercício de activação do imaginário social, poético e político dos participantes e dos convidados, procurando intersecções entre práticas artísticas e não artísticas. Dando ênfase a diferentes linguagens e entendimentos da prática enquanto elemento de transformação, iremos promover oscilações entre a dimensão individual e social da acção e entre modos de produção que invocam a materialidade e a imaterialidade. Organizado em torno de momentos que se articulam entre si, em formatos distintos, com diferentes protocolos de participação, o programa irá utilizar diferentes dinâmicas de encontro, promovendo o envolvimento do público nas questões em discussão. Iremos examinar estratégias de trabalho, de comunicabilidade, de sobrevivência e de produção do conhecimento, desmontando a aprendizagem e diluindo fonteiras entre disciplinas.

Coordenação Questões Práticas: Joclécio Azevedo
Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural


Parcerias Questões Práticas 04: ESAP - Escola Superior Artística do Porto, ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo

O Seminário com António Guerreiro 'Crítica de arte: a sua história, a sua teoria e as suas instituições' integra o Ciclo Questões Práticas e decorre no âmbito do programa da 15.ª edição do Circular Festival de Artes Performativas (19 - 28 Setembro 2019, Vila do Conde).


Informações
www.circularfestival.com
info@circularfestival.com


 

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Newsletter de 14.08.19
Programa completo do 15.º Circular Festival de Artes Performativas | 19-28 Set, Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #185

 


Design: João Alves Marrucho
Circular Festival de Artes Performativas
19-28 de Setembro 2019, 15.ª edição
Vila do Conde


O programa completo da 15.ª edição do Circular Festival de Artes Performativas, que acontece de 19 a 28 de setembro de 2019, em Vila do Conde, está disponível online em www.circularfestival.com.


Nora Chipaumire (Zimbabué/EUA)
#PUNK

19 Set | Qui | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde
Dança/Performance
Estreia Nacional

Luísa Saraiva e Carlos Azeredo Mesquita
I know it when I see it

20 Set | Sex | 21:30 | Salão Nobre do Teatro Municipal de Vila do Conde
Dança 
Estreia Absoluta

Seminário Crítica de arte: a sua história, a sua teoria e as suas instituições | Questões Práticas 04
António Guerreiro    

21 Set | Sáb | 14:30-17:30
22 Set | Dom | 10:00-13:00 + 14:30-17:30
Auditório do Centro de Estudos Regianos

Público alvo: estudantes do ensino superior, nomeadamente de áreas ligadas à curadoria, teoria crítica e disciplinas artísticas, público em geral.

Informações sobre inscrições [aqui]

João dos Santos Martins com Luísa Saraiva e Carlos Mesquita
Lançamento do Jornal Coreia #01

21 Set | Sáb | 18:00 | Salão Nobre do Teatro Municipal de Vila do Conde
Edição | Entrada livre

Nuno Lucas
Ma vie va changer

21 Set | Sáb | 19:00 | Rancho da Praça - Rendilheiras de Vila do Conde
Teatro
Estreia Absoluta

Sensible Soccers com convidados    
No quarto das danças

21 Set | Sáb | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde
Música

Marco, Paulo
DJ Set Baile Atlântico  
 
21 Set | Sáb | 23:00 | Cacau Café-Bar
Festa | Entrada livre

Ana Pi (Brasil/França)
NoirBLUE, les déplacements d'une danse

25 Set | Qua | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde
Filme | Entrada livre
Estreia Nacional

Joana Gama
Eu gosto muito do Senhor Satie

26 Set | Qui | 18:30
Conservatório de Música de Vila do Conde (Centro Municipal de Juventude)
Música (concerto dirigido a público infantil) | Entrada livre

Filipe Caldeira    
Abrupta

27 Set | Sex | 21:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde
Dança 
Estreia Absoluta

João Pedro Azul, Bárbara Fonte e Telma João Santos
Lançamento da revista FLANZINE n.º 20

27 Set | Sex | 22:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde - Sala Dr. Jorge Laranja
Edição/Performance | Entrada Livre

Vítor Rua e Joana Gama
Home Sweet Sound (Teatro Musical: para uma performer pianista, electrónica em tempo-real, objectos do dia-a-dia, suporte digital)

28 Set | Sáb | 21:30 | Salão Nobre do Teatro Municipal de Vila do Conde 
Música
Estreia Absoluta

Katerina Andreou (Grécia/França)
BSTRD

28 Set | Sáb | 22:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde
Dança
Estreia Nacional

Exposição 15 anos do Circular Festival de Artes Performativas
19 Set - 19 Out
Ter - Sáb | 10:30-12:30 | 14:30-19:00 (em dias de espectáculo das 20:30 às 23:30) | Dom | 15:30 - 19:00 | Foyer do Teatro Municipal de Vila do Conde
Exposição | Entrada livre

Inauguração: 19 Set | Qui | 18:00  


Bilhetes e Reservas
www.circularfestival.com


Informações
www.circularfestival.com
info@circularfestival.com

 

Apoios Circular Festival

 

Esta mensagem é enviada de acordo com a legislação em vigor. Está a receber esta newsletter por ser subscritor da nossa mailling list ou por iniciativa de algum outro subscritor. Se não quiser continuar a receber informações sobre as nossas actividades clique aqui. Para actualização de dados, qualquer esclarecimento sobre este serviço ou para transmitir alguma sugestão, contacte-nos através do e-mail: info@circularfestival.com.


Newsletter de 07.06.19
Inscrições abertas: Questões Práticas 03: desaprender continuamente | Joana Gorjão Henriques [Jornalista] + Fernanda Eugenio [Antropóloga] e Ana Dinger [Artista Plástica] 'Do Irreparável: o que pode uma ética de reparação?' – sessão de partilha∙
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Circular Festival

Newsletter #184

 


© design: João Alves Marrucho
Questões Práticas: desaprender continuamente
Ciclo de encontros, conversas e performances


15 de Junho (sáb),15:00-18:00, Centro de Memória de Vila do Conde

Joana Gorjão Henriques [Jornalista]
+
Fernanda Eugenio [Antropóloga] e Ana Dinger [Artista Plástica]
“Do Irreparável: o que pode uma ética de reparação?” – sessão de partilha

Acesso gratuito mediante inscrição prévia através de envio de e-mail para info@circularfestival.com com a indicação “Questões Práticas 03 | inscrição” no assunto (não é necessária experiência artística para participar).

Informações: info@circularfestival.com | 967490471


I Parte:

Joana Gorjão Henriques
Como se reporta questões de discriminação em Portugal? Uma análise das desigualdades em Portugal a partir de casos concretos e de como isso espelha o racismo estrutural na sociedade portuguesa. A importância de estarmos em posição de escuta para melhor retratar questões de direitos humanos.

II Parte:

Fernanda Eugenio e Ana Dinger
“Do Irreparável: o que pode uma ética de reparação?” – sessão de partilha
Desdobrado pela antropóloga Fernanda Eugenio desde o início dos anos 2000, o Modo Operativo AND consiste num estudo praticado das políticas da convivência, reunindo um conjunto de ferramentas para a investigação experiencial do acontecimento. Deslocando os modos de fazer etnográficos para um plano de manuseamento comum e colectivo - o cuidado e a performance ao vivo do encontro - o MO_AND articula-se como ética de reparagem e reparação. Para sustentar as diversas investigações, aplicações e colaborações em torno do MO_AND, foi criada a plataforma AND Lab I Centro de Investigação em Arte-Pensamento & Políticas de Convivência.
Nesta sessão, serão partilhadas ferramentas e conceitos que constituem o MO_AND, através de um dispositivo-jogo/circuito relacional, trazendo, nomeadamente, novas formulações desenvolvidas no âmbito do projecto, apoiado pela dgartes, “Do Irreparável: o que pode uma ética de reparação?”, que habita a questão-problema do Irreparável, nos (i)limites da ferramenta-conceito chave do Modo Operativo AND, o Reparar.
Esta sessão desafia xs presentes a experimentar (com) as suas noções do que pode ou não ser (ir)reparável, a posicionar-se situadamente em relação ao gesto da reparação e a reflectir sobre as dimensões afectivas, singulares e colectivas, mobilizadas ante a (ir)reparabilidade do mundo.

Questões Práticas: desaprender continuamente
O ciclo de encontros pretende dar a conhecer, com a ajuda de diversos convidados, práticas de investigação, escrita, performance, pensamento, transmissão e de acção colaborativa. Cada encontro funcionará como um exercício de activação do imaginário social, poético e político dos participantes e dos convidados, procurando intersecções entre práticas artísticas e não artísticas.

Coordenação Questões Práticas: desaprender continuamente:
Joclécio Azevedo

Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural


Biografias:

Joana Gorjão Henriques
Jornalista no PÚBLICO desde final de 1999.  Integra a secção de Sociedade onde se foca em questões ligadas aos direitos humanos. É autora das séries Racismo em Português, sobre o racismo durante o sistema colonial, e Racismo à Portuguesa, retrato de desigualdades raciais em Portugal.

Fernanda Eugenio - Antropóloga, artista, investigadora e docente. Trabalha com pesquisa de campo, escrita, performance ampliada, proposições urbanas situadas e, sobretudo, com a construção de modos de fazer transversais para a composição relacional e para a criação por re-materialização - nomeadamente o Modo Operativo AND, metodologia que desenvolve há quinze anos e tem vindo a ser amplamente utilizada em diversas áreas. Desde 2011 dirige a plataforma AND_Lab | Arte-Pensamento e Políticas da Convivência - com sede em Lisboa e núcleos no Brasil (Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo) e Espanha (Madrid) - a partir da qual explora os entre-lugares emergentes de uma trajectória marcada por colaborações intensivas, deslocações e desvios, entre a pesquisa académica estrita e uma investigação singular dos usos artísticos e políticos da etnografia como ferramenta circunscritiva-performativa. É pós-doutora (2012) pelo ICS - Universidade de Lisboa; doutora (2006) e mestre (2002) em Antropologia Social (Museu Nacional, UFRJ) e formada em Dança pela Escola Angel Vianna. No Brasil, foi Pesquisadora Associada do CESAP/IUPERJ (2003-17) e Professora Adjunta de Ciências Sociais na PUC-Rio (2005-12). Nos últimos quinze anos tem actuado como professora convidada em diversos programas de formação em ciências sociais e humanas, artes e performance na Europa, EUA e América do Sul. As suas criações artísticas, colaborações e publicações circulam por Brasil, Chile, Argentina, Peru, Portugal, Espanha, França, Itália, Grécia, Alemanha, Áustria, República Checa, Reino Unido, EUA e Vietname. É membro do Baldio | Estudos de Performance, com quem criou o primeiro Curso Experimental em Estudos de Performance em Portugal e da R.I.A. | Rede de Investigação Artística. www.and-lab.org

Ana Dinger - Licenciada em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa (2008), frequentou os três primeiros anos da licenciatura na Faculdade de Belas-Artes do Porto. Desde cedo se sentiu desconfortável com categorias, oscilando entre teoria e prática e minando, aqui e ali, sempre que possível e com subtileza, os constrangimentos disciplinares. Frequentou o Ginasiano, o Balleteatro, o Centro de Dança do Porto, o Curso de Pesquisa e Criação Coreográfica do Forum Dança (Porto, 2003) e o primeiro ano do bacharelato da Escola Superior de Dança (Lisboa, 2003/2004). Completou pós-graduação em Arte Contemporânea, em 2011, na UCP (Universidade Católica Portuguesa). É na UCP que integra, actualmente, o programa de doutoramento em Estudos de Cultura (plataforma Lisbon Consortium), como investigadora afiliada ao CECC (Centro de Estudos em Comunicação e Cultura). Foi bolseira da FCT (Fundação para a Ciência e Tecnologia) entre Setembro de 2012 de Agosto de 2016. A sua tese investiga certos processos metonímicos, como a espectralidade (associada a uma determinada noção de hospitalidade), que contribuem para a construção de continuidade dos trabalhos artísticos ditos performativos. Articulando as suas questões com o Modo Operativo AND, que segue desde 2011, tem inaugurado outras possibilidades de relação que não se esgotam no ‘sobre’. Uma dessas possibilidades já materializada, além-tese, é uma série de conversas situadas e experimentais com Fernanda Eugenio (Metálogos), iniciada em 2015, que conta já com cinco edições. Investigadora associada ao AND Lab desde 2015, colabora intensivamente com Fernanda Eugenio no acompanhamento das oficinas e cursos, no desenho e na criação de dispositivos de partilha do MO_AND e na constituição da linha de pesquisa Metálogo e Co-operação.


Joclécio Aezevedo é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Joclécio Azevedo is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association


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Apoios Circular Festival

 

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Newsletter de 30.04.19
'Companhia' de João dos Santos Martins | 5 e 7 Mai, Serralves ∙ Festival DDD ∙ Porto / 'Modos de Usar' de Joclécio Azevedo | Programa Fevereiro - Maio 2019 ∙ Vila do Conde
Se não conseguir visualizar este mail clique aqui.
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Circular Festival

Newsletter #183

 


Foto: José Carlos Duarte
"Companhia" de João dos Santos Martins com Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher

5 de Maio, 19:00 +  7 de Maio de 2019, 22:00
Auditório de Serralves ∙ Festival DDD (Porto)

Workshop "dança⇌sujeito⇌coreografia" por João dos Santos Martins
6 a 10 de Maio 2019
DDD PRO 2019 - Dance Workshops

Companhia marca o reencontro de João dos Santos Martins com a equipa de Projeto Continuado (2015), dando continuidade aos processos de colaboração e investigação então iniciados e marcados por relações de afeto e labor. Companhia investe esteticamente na ideia de dança enquanto trabalho, utilizando, para isso, casos de estudo que examinam, por exemplo, a sistematização do movimento operário na relação estabelecida com as máquinas, de onde surge um conceito de coreografia enquanto tecnologia ou prótese. Em paralelo, reflete-se sobre como determinadas estéticas de dança, de ambições libertárias e democráticas, estão implicadas na redução dos pontos de tensão do corpo, implementando técnicas de eficácia na concretização do movimento, utilização energética e redução de esforço como alternativa ao modernismo rígido e ideologicamente “exterior” ao corpo.
Interessa, com isto, refletir sobre trabalho e bem-estar, a forma como a dança, enquanto cânon de produção recíproca de prazer (do espectador, mas também do bailarino) e difícil de identificar socialmente como labor, interage com os seus modos e agentes de produção. E se a ideia de “companhia” aqui invocada pondera uma forma hegemónica de organização estrutural e administrativa em dança, ela implica também um modo de labor comum: companhia como facto ou condição de ser e estar com o outro, como forma de providenciar amizade ou prazer a um grupo de pessoas numa sociedade.

De By: João dos Santos Martins | Em colaboração com in collaboration with: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher | Coreografia e Performance Choreography and performed by: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher | Encomenda Comissioned by: Maria Matos Teatro Municipal | Credores financeiros Loan Lenders:
 Ana Rita Teodoro, Associação Parasita, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher | Coprodução Coproduction: Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto | Produção e difusão Production Production and promotion: Circular Associação Cultural | Residências artísticas Artistic residencies: Nave, O Espaço do Tempo, Opart/Companhia Nacional de Bailado/Estúdios Victor Córdon, CCB, Culturgest, Companhia Olga Roriz, SMUP — Sociedade Musical União Paredense, Rua das Gaivotas6, Incrível Almadense, Causas Comuns, Teatro do Eléctrico | Registo fotográfico Photography: José Carlos Duarte | Registo videográfico Video recording: Jorge Jácome e Marta Simões

Company marks the re-encounter of João dos Santos Martins with the team from Projeto Continuado (Continued Project, 2015), giving continuity to the processes of collaboration and research begun at that time and marked by relationships of labour and affection. Company invests aesthetically in the idea of dance as work, using, for this purpose, case studies that, for example, examine the systematisation of the movement of factory workers in relationship to machines, from which emerges a concept of choreography as technology or as a prosthesis. In parallel, it reflects on how certain aesthetics related to dance, with libertarian and democratic ambitions, are involved in the reduction of stress points in the body, implementing techniques of efficiency in the performance of a gesture and the use of energy, leading to the reduction of effort as an alternative to the rigid “modernity” that is ideologically “exterior” to the body.
With this in mind, Company attempts to reflect both on work and well-being, considering the way in which dance, as a canon of production of reciprocal pleasure (of the spectator, but also of the dancer) and thus difficult to identify socially as labour, interacts with its ways of doing. And while the idea of “company” invokes here an hegemonic form of structural and administrative organisation in dance, it also implies a common mode of labour: company as a fact or a condition of existence and of being with the other, as a way of providing friendship or pleasure to a group of people in a society.

 
João dos Santos Martins é Artista Residente da Circular Associação Cultural
João dos Santos Martins is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

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© DR
"Modos de Usar" de Joclécio Azevedo

16 de Abril - 13 de Maio 2019
Oficina coreográfica com alunas das turmas intermédio e adultos da escola de dança do Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde

Fevereiro - Dezembro 2019
Residência artística intermitente do projecto + workshop-concerto com o músico Miguel Pipa

Dando continuidade ao trabalho iniciado em 2018, estão a decorrer entre Fevereiro e Maio de 2019 novas acções do projecto “Modos de usar” de Joclécio Azevedo que, este ano, conta com a colaboração da escola de dança do Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde, do músico Miguel Pipa e da curadora Eduarda Neves.

De 16 de Abril a 14 de Maio estará a ser realizada uma oficina coreográfica com alunas das turmas intermédio e adultos, cujo resultado será partilhado numa apresentação informal na escola.

O músico Miguel Pipa tem acolhido na sua oficina nas Caxinas uma residência artística intermitente do projecto, cujo objectivo será preparar um workshop-concerto com a comunidade local no segundo semestre de 2019.

Eduarda Neves será a primeira convidada a participar no processo documental que irá acompanhar o projecto, contribuindo para a publicação que irá ser lançada na fase final, em 2021.

“Modos de usar” é um projecto desenvolvido no âmbito da Circular Associação Cultural com a duração de 4 anos (2018-2021) que pretende constituir uma constelação de colaborações com participantes locais em Vila do Conde, desdobrando-se em oficinas, workshops, encontros e apresentações onde se ensaiam formas de colaboração e partilham-se instrumentos de trabalho com artistas convidados. Este projecto constitui-se como um processo orgânico de mapeamento de grupos, associações e estruturas locais que desenvolvem projectos no campo das artes performativas, estendendo-se a participantes profissionais e não profissionais.

Joclécio Azevedo é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Joclécio Azevedo is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

+ info:
www.circularfestival.com


 

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Newsletter de 03.04.19
Inscrições abertas: 'Brinquedos', uma aula da Girlschool [Susana Mendes Silva + Alice Geirinhas] ∙ Questões Práticas: desaprender continuamente / 'Companhia' de João dos Santos Martins | 5 e 7 Mai, Serralves ∙ Festival DDD ∙ Porto
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Circular Festival

Newsletter #182

 


Design gráfico: João Alves Marrucho
Questões Práticas: desaprender continuamente
Ciclo de encontros, conversas e performances


13 de Abril (sáb),15:00-17:30 Auditório Municipal de Vila do Conde

“Brinquedos”
uma aula da Girlschool
[Susana Mendes Silva + Alice Geirinhas]

Acesso gratuito mediante inscrição prévia através de envio de e-mail para info@circularfestival.com com a indicação “Questões Práticas 02 | inscrição” no assunto.

Informações: info@circularfestival.com | 967490471


Girlschool é um projecto de aulas performativas das artistas Susana Mendes Silva e Alice Geirinhas sobre temas ligados à arte e à sexualidade, mas que é também um espaço de liberdade, inclusivo e igualitário, e que vem acontecendo com regularidade desde 2016. Para o ciclo “Questões Práticas: desaprender continuamente”, integrado no programa educativo da Circular Associação Cultural, apresentam a sessão “Brinquedos” que será teórico-prática e para a qual não é necessário ter qualquer experiência artística prévia. Na Girlschool existe sempre uma mesa comum, um projector de vídeo, material de trabalho e vinho. A participação é livre mediante inscrição prévia.

Susana Mendes Silva é artista plástica e performer. O seu trabalho integra uma componente de investigação e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e reconfigura contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória dos participantes e espectadores.
Susana estudou Escultura na FBAUL e frequentou o programa de doutoramento em Artes Visuais (StudioBasedResearch) no GoldsmithsCollege, Londres, tendo sido bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. É Doutorada em Arte Contemporânea, pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, com a tese baseada na sua prática performativa – A performance enquanto encontro íntimo. É Professora Auxiliar na Universidade de Évora no curso de Arquitectura Paisagista.

Alice Geirinhas vive e trabalha em Lisboa e Coimbra.
Desde meados dos anos 80, tem vindo a desenvolver um corpo de trabalho ligado ao desenho e narratividade traduzido nas suas múltiplas formas: livro de artista, vídeo, instalação e performance.
Realizou diversas exposições individuais e colectivas em Lisboa, Oslo, Rio de Janeiro, Vigo, Madrid e Londres. Parte da sua obra gráfica está publicada no livro Alice (1999); dos livros publicados destaca Isto de Estar Vivo de Luiz Pacheco (Contraponto, 2000); e os livros de artista, A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer #2 (2003), Alice’sGuestBook (2010),TheCabinetofDr Alice (2014) e Manifesto Visual (2016).
Fez parte do coletivo artístico SparringPartners ( com João Fonte Santa e Pedro Amaral) e atualmente é uma das Girlschool (com Susana Mendes Silva).
Doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, é professora auxiliar do Departamento de Arquitetura, Faculdade Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

Coordenação Questões Práticas: desaprender continuamente:
Joclécio Azevedo

Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural

Próxima sessão:
15 de Junho (programa a anunciar brevemente)


Joclécio Aezevedo é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Joclécio Azevedo is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

+ info
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Foto: José Carlos Duarte
"Companhia" de João dos Santos Martins com Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher

5 de Maio, 19:00 +  7 de Maio de 2019, 22:00
Auditório de Serralves ∙ Festival DDD (Porto)

Workshop "dança⇌sujeito⇌coreografia" por João dos Santos Martins
6 a 10 de Maio 2019
DDD PRO 2019 - Dance Workshops

Companhia marca o reencontro de João dos Santos Martins com a equipa de Projeto Continuado (2015), dando continuidade aos processos de colaboração e investigação então iniciados e marcados por relações de afeto e labor. Companhia investe esteticamente na ideia de dança enquanto trabalho, utilizando, para isso, casos de estudo que examinam, por exemplo, a sistematização do movimento operário na relação estabelecida com as máquinas, de onde surge um conceito de coreografia enquanto tecnologia ou prótese. Em paralelo, reflete-se sobre como determinadas estéticas de dança, de ambições libertárias e democráticas, estão implicadas na redução dos pontos de tensão do corpo, implementando técnicas de eficácia na concretização do movimento, utilização energética e redução de esforço como alternativa ao modernismo rígido e ideologicamente “exterior” ao corpo.
Interessa, com isto, refletir sobre trabalho e bem-estar, a forma como a dança, enquanto cânon de produção recíproca de prazer (do espectador, mas também do bailarino) e difícil de identificar socialmente como labor, interage com os seus modos e agentes de produção. E se a ideia de “companhia” aqui invocada pondera uma forma hegemónica de organização estrutural e administrativa em dança, ela implica também um modo de labor comum: companhia como facto ou condição de ser e estar com o outro, como forma de providenciar amizade ou prazer a um grupo de pessoas numa sociedade.

De By: João dos Santos Martins | Em colaboração com in collaboration with: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher | Coreografia e Performance Choreography and performed by: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher | Encomenda Comissioned by: Maria Matos Teatro Municipal | Credores financeiros Loan Lenders:
 Ana Rita Teodoro, Associação Parasita, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher | Coprodução Coproduction: Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto | Produção e difusão Production Production and promotion: Circular Associação Cultural | Residências artísticas Artistic residencies: Nave, O Espaço do Tempo, Opart/Companhia Nacional de Bailado/Estúdios Victor Córdon, CCB, Culturgest, Companhia Olga Roriz, SMUP — Sociedade Musical União Paredense, Rua das Gaivotas6, Incrível Almadense, Causas Comuns, Teatro do Eléctrico | Registo fotográfico Photography: José Carlos Duarte | Registo videográfico Video recording: Jorge Jácome e Marta Simões

Company marks the re-encounter of João dos Santos Martins with the team from Projeto Continuado (Continued Project, 2015), giving continuity to the processes of collaboration and research begun at that time and marked by relationships of labour and affection. Company invests aesthetically in the idea of dance as work, using, for this purpose, case studies that, for example, examine the systematisation of the movement of factory workers in relationship to machines, from which emerges a concept of choreography as technology or as a prosthesis. In parallel, it reflects on how certain aesthetics related to dance, with libertarian and democratic ambitions, are involved in the reduction of stress points in the body, implementing techniques of efficiency in the performance of a gesture and the use of energy, leading to the reduction of effort as an alternative to the rigid “modernity” that is ideologically “exterior” to the body.
With this in mind, Company attempts to reflect both on work and well-being, considering the way in which dance, as a canon of production of reciprocal pleasure (of the spectator, but also of the dancer) and thus difficult to identify socially as labour, interacts with its ways of doing. And while the idea of “company” invokes here an hegemonic form of structural and administrative organisation in dance, it also implies a common mode of labour: company as a fact or a condition of existence and of being with the other, as a way of providing friendship or pleasure to a group of people in a society.

 
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Co-produções


"Boca Muralha" de Catarina Miranda
12 - 14 de Abril de 2019, 19:30
Palais de Tokyo ∙ Festival Do Disturb ∙Paris (França)
www.palaisdetokyo.com


"Undated" de Martine Pisani
18 + 19 de Abril de 2019, 19:30
Le Carreau du Temple ∙ Paris (França)
www.carreaudutemple.eu






 

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Newsletter de 18.03.19
'Companhia' de João dos Santos Martins | 19-21 Mar, Festival Étrange Cargo 2019 ∙ La ménagerie de verre ∙ Paris / Ciclo 'Questões Práticas: desaprender continuamente' Sessão 02 / 13 Abr, Auditório Municipal de Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #181

 


Foto: José Carlos Duarte
"Companhia" de João dos Santos Martins com Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher

19, 20 e 21 de Março 2019, 20h30
Festival Étrange Cargo 2019 ∙ La ménagerie de verre ∙ Paris (França)

Companhia marca o reencontro de João dos Santos Martins com a equipa de Projeto Continuado (2015), dando continuidade aos processos de colaboração e investigação então iniciados e marcados por relações de afeto e labor. Companhia investe esteticamente na ideia de dança enquanto trabalho, utilizando, para isso, casos de estudo que examinam, por exemplo, a sistematização do movimento operário na relação estabelecida com as máquinas, de onde surge um conceito de coreografia enquanto tecnologia ou prótese. Em paralelo, reflete-se sobre como determinadas estéticas de dança, de ambições libertárias e democráticas, estão implicadas na redução dos pontos de tensão do corpo, implementando técnicas de eficácia na concretização do movimento, utilização energética e redução de esforço como alternativa ao modernismo rígido e ideologicamente “exterior” ao corpo.
Interessa, com isto, refletir sobre trabalho e bem-estar, a forma como a dança, enquanto cânon de produção recíproca de prazer (do espectador, mas também do bailarino) e difícil de identificar socialmente como labor, interage com os seus modos e agentes de produção. E se a ideia de “companhia” aqui invocada pondera uma forma hegemónica de organização estrutural e administrativa em dança, ela implica também um modo de labor comum: companhia como facto ou condição de ser e estar com o outro, como forma de providenciar amizade ou prazer a um grupo de pessoas numa sociedade.

De By: João dos Santos Martins | Em colaboração com in collaboration with: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher | Coreografia e Performance Choreography and performed by: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher | Encomenda Comissioned by: Maria Matos Teatro Municipal | Credores financeiros Loan Lenders:
 Ana Rita Teodoro, Associação Parasita, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher | Coprodução Coproduction: Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto | Produção e difusão Production Production and promotion: Circular Associação Cultural | Residências artísticas Artistic residencies: Nave, O Espaço do Tempo, Opart/Companhia Nacional de Bailado/Estúdios Victor Córdon, CCB, Culturgest, Companhia Olga Roriz, SMUP — Sociedade Musical União Paredense, Rua das Gaivotas6, Incrível Almadense, Causas Comuns, Teatro do Eléctrico | Registo fotográfico Photography: José Carlos Duarte | Registo videográfico Video recording: Jorge Jácome e Marta Simões

Apoio à Internacionalização Internationalization support: Fundação Calouste Gulbenkian

Company marks the re-encounter of João dos Santos Martins with the team from Projeto Continuado (Continued Project, 2015), giving continuity to the processes of collaboration and research begun at that time and marked by relationships of labour and affection. Company invests aesthetically in the idea of dance as work, using, for this purpose, case studies that, for example, examine the systematisation of the movement of factory workers in relationship to machines, from which emerges a concept of choreography as technology or as a prosthesis. In parallel, it reflects on how certain aesthetics related to dance, with libertarian and democratic ambitions, are involved in the reduction of stress points in the body, implementing techniques of efficiency in the performance of a gesture and the use of energy, leading to the reduction of effort as an alternative to the rigid “modernity” that is ideologically “exterior” to the body.
With this in mind, Company attempts to reflect both on work and well-being, considering the way in which dance, as a canon of production of reciprocal pleasure (of the spectator, but also of the dancer) and thus difficult to identify socially as labour, interacts with its ways of doing. And while the idea of “company” invokes here an hegemonic form of structural and administrative organisation in dance, it also implies a common mode of labour: company as a fact or a condition of existence and of being with the other, as a way of providing friendship or pleasure to a group of people in a society.

 
João dos Santos Martins é Artista Residente da Circular Associação Cultural
João dos Santos Martins is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

+ info:
www.menagerie-de-verre.org

 


Questões Práticas: desaprender continuamente
Ciclo de encontros, conversas e performances


13 de Abril (sáb),15:00-17:30 Auditório Municipal de Vila do Conde

“Brinquedos”
uma aula da Girlschool
[Susana Mendes Silva + Alice Geirinhas]

Entrada gratuita mediante inscrição prévia através de envio de e-mail para info@circularfestival.com com a indicação do nome e a expressão “Questões Práticas 02 | inscrição” no assunto.

Informações: info@circularfestival.com | 967490471


Ciclo de encontros que pretende dar a conhecer, com a ajuda de diversos convidados, práticas de investigação, escrita, performance, pensamento, transmissão e de acção colaborativa. Cada encontro funcionará como um exercício de activação do imaginário social, poético e político dos participantes e dos convidados, procurando intersecções entre práticas artísticas e não artísticas. Dando ênfase a diferentes linguagens e entendimentos da prática enquanto elemento de transformação, iremos promover oscilações entre a dimensão individual e social da acção e entre modos de produção que invocam a materialidade e a imaterialidade. Organizado em torno de momentos que se articulam entre si, em formatos distintos, com diferentes protocolos de participação, o programa irá utilizar diferentes dinâmicas de encontro, promovendo o envolvimento do público nas questões em discussão. Iremos examinar estratégias de trabalho, de comunicabilidade, de sobrevivência e de produção do conhecimento, desmontando a aprendizagem e diluindo fonteiras entre disciplinas.

Coordenação: Joclécio Azevedo
Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural

Próxima sessão:
15 de Junho (programa a anunciar brevemente)

+ info
www.circularfestival.com

 

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Newsletter de 05.02.19
Lançamento e apresentação do jornal Coreia com a participação especial de Ana Rita Teodoro / 21 Fev, Porto / 22 Fev, Coimbra / 23 Fev, Vila do Conde + Braga / 24 Fev, Lisboa
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Circular Festival

Newsletter #180

 

Lançamento e apresentação do jornal Coreia
com a participação especial de Ana Rita Teodoro



21 de Fevereiro (qui), 17:00, Porto - Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
22 de Fevereiro (sex): 17:00, Coimbra - Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (Auditório do Círculo Sereia)
23 de Fevereiro (sáb), 16:00,  Vila do Conde - Biblioteca Municipal José Régio + 18:30, Braga - Livraria Centésima Página
24 de Fevereiro (dom), 18:00, Lisboa - Rua das Gaivotas 6


Coreia é um novo projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança. Independente, experimental e internacionalista, o jornal, de tiragem semestral e distribuição gratuita, está focado no discurso produzido pelas obras e pelos artistas, e preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa.
A publicação será apresentada pelo editor e pelos seus produtores, e contará com a participação especial de Ana Rita Teodoro que fará uma leitura-demonstração da partitura-poema Orifice Paradis, publicada neste primeiro número.

Coreia is a new editorial project of artistic, critical and discursive nature about arts in general, with special affiliation to the medium of dance. Published twice a year in Portuguese language and distributed for free, Coreia is an independent, experimental and internationalist forum focused on the discourse produced by works and artists through various formats such as scores, manifests, short stories, interviews, chronicles, essays, critiques and opinions. The publication will be presented by the editor-in-chief and publishers, featuring a made-to-measure performance by Ana Rita Teodoro who will do a reading demonstration of her poem-score Orifice Paradis, published in this first issue.

Note: All activities will be spoken in Portuguese.


Direcção editorial editor-in-chief: João dos Santos Martins | Autores authors : Ana Rita Teodoro, Christophe Wavelet, Cyriaque Vilemaux, Carlos M. Oliveira, Duarte Nuno Amado, Eros 404, Felipe Ribeiro, Marcelo Evelin, Moriah Evans, Takashi Morishita, Tatsumi Hijikata, Rita Natálio | Tradução translators : José Maria Vieira Mendes, Marta Morais | Revisão revisioners: Daniel Lühmann, Pedro Cerejo | Design gráfico graphic design: Isabel Lucena | Edição, produção e distribuição publisher, distributer and producer: Circular Associação Cultural | Apoio Supports: Associação Parasita, Biblioteca Municipal José Régio de Vila do Conde,  Livraria Centésima Página, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Rua das Gaivotas 6, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto | Agradecimentos acknowledgements: Christine Greiner, David Cabecinha, Takashi Morishita, Arquivo de Tatsumi Hijikata do Centro de Arte da Universidade de Keio (Japão)

João dos Santos Martins é Artista Residente da Circular Associação Cultural
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Produção e Difusão

"Companhia" de João dos Santos Martins com Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher

19, 20 e 21 de Março 2019, 20h30
Festival Étrange Cargo 2019 ∙ La ménagerie de verre ∙ Paris (França)
www.menagerie-de-verre.org


Próximas actividades

Caxinas Ensemble
11-15 de fevereiro 2019, Escola do 1º ciclo das Caxinas ∙ Vila do Conde
Sessões reservadas a alunos e professores

Orientação: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves
Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural


Questões Práticas: desaprender continuamente
Ciclo de encontros, conversas e performances
13 de Abril 2019  (sáb),15:00-18:00 Auditório Municipal de Vila do Conde
Projecto "Girlschool " de Susana Mendes Silva e Alice Geirinhas
com a participação especial de Rogério Nuno Costa

Coordenação: Joclécio Azevedo
Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural


Coproduções

"Undated" de Martini Pisani
26 de Fevereiro 2019 (ter), 20:30
Grand Théâtre ∙ DañsFabrik ∙ Festival de Brest (França)
www.lequartz.com



 

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Newsletter de 16.01.19
'Lusco-Fusco' de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira / 18 + 19 Jan, Teatro Virgínia (Torres Novas)
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Circular Festival

Newsletter #179

 


© José Caldeira
"Lusco-Fusco"
Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira
Teatro


18 de Janeiro 2019 (sex), 15:00 / Sessões para Escolas
19 de Janeiro 2019 (sáb), 11:00 / Sessões para Famílias
Teatro Virgínia (Torres Novas)


Lusco-Fusco surge de um desejo de partilhar uma experiência sobre o vazio e o que ele pode conter.  O vazio só contém ar! e o aborrecimento? como é o vazio de estar tudo tão cheio que não encontramos nada? será uma incubadora de acontecimentos? uma descoberta partilhada da matéria e do corpo em que a luz e a transição do tempo nos mostram o que há́ para ver numa relação de escala entre nós – o mundo e os inversos. Lusco-Fusco vê a vontade de ser um bocadinho inventor do seu próprio espanto e para isso desenha um espaço que pouco a pouco se torna numa invasão feita pela matéria que podemos com ela transformar e sermos transformados, mudá-la de lugar, levá-la connosco, arrastá-la e libertá-la. Deixá-la ser invadida por mãos e pés e cabeças que sentem. Os performers organizam o corpo para desaparecer, desobedecer e desaprender com a matéria e habitam um lugar aberto ao sensível e à própria percepção de cada criança.

Para que percorres inutilmente o céu à procura da tua estrela? Põe-na lá.
(in Vergílio Ferreira, Escrever)


“Lusco-Fusco” [Dusk] arises from the desire to share an experience on emptiness and what it may contain.  Emptiness is nothing but air! What about boredom? What does the emptiness of everything being so full that we are not able to find anything look like? Could it be an event incubator? A shared finding of matter and body where light and the transition of time show us what is there to see in a relation of scale between us — the world and the opposites. “Lusco-Fusco” sees the will to slightly invent one’s own awe, and to this end it outlines a space that little by little becomes an invasion made out of the matter it allows us to transform and be transformed, move from place, carry with us, drag and set free. Let it be taken over by hands and feet and heads able to feel. The performers organise the body to disappear with the matter, disobey it and unlearn from it. They operate light and sound, and they inhabit a place open to the senses and to each child’s own perception.

Direcção e Interpretação Directed and performed Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira | Dramaturgia Dramaturgy Joana Bértholo | Direcção Plástica Visual Director Rita Westwood | Sonoplastia Sound Design Filipe Lopes | Figurinos Costume designer Jordann Santos | Desenho de Luz Light design Cárin Geada | Voz off Off-stage voice Eduardo Rego | Produção Executiva Executive production Circular Associação Cultural | Agradecimentos Acknowledgements Constança Carvalho Homem, Amora Gonçalves Caldeira, Sílvia Barbosa e Luís Filipe Silva | Coprodutores Coproduced Teatro Municipal do Porto, São Luiz Teatro Municipal, Comédias do Minho, Circular Associação Cultural, Teatro Aveirense

+ info
www.teatrovirginia.pt


Filipe Caldeira é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Filipe Caldeira is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

 



Alunos do 1.º ciclo assistiram a espectáculo infantil "O cão que corre atrás de mim" de Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves

Em Dezembro de 2018 a Circular Associação Cultural levou às freguesias de Aveleda, Vila do Conde e Macieira da Maia (Vila do Conde) o espectáculo infantil "O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira, no âmbito do projecto "Caxinas Ensemble" realizado em parceria com a Junta de Freguesia de Vila do Conde e que integra o Programa Educativo da Circular. No total assistiram ao espectáculo 260 crianças do 1º Ciclo, dos 6 aos 9 anos.

Galeria de Imagens


Modos de usar – De mão em mão com Isabel Costa e Joclécio Azevedo | Programa Novembro + Dezembro | Mosteiró

Durante os meses de Novembro e Dezembro de 2018 decorreram, em Mosteiró, novas acções do projecto “Modos de Usar” de Joclécio Azevedo, com a colaboração de Isabel Costa. Foram realizadas quatro sessões de uma oficina coreográfica e uma apresentação pública informal, no Espaço Social e Cultural de Mosteiró, que encerrou a primeira fase do projecto.

O trabalho envolveu alguns alunos da escola de dança da associação cultural JUM (Juventude Unida de Mosteiró), fundada em 1974. Nesta associação as aulas de dança contemporânea começaram em 2006, sob a orientação da bailarina e coreógrafa Isabel Costa, com um pequeno grupo de jovens. Actualmente a escola de dança, inserida na comunidade de Mosteiró, conta com 5 turmas e alunos dos 3 aos 45 anos de idade.

Galeria de Imagens


Questões práticas: desaprender continuamente

No dia 15 de Dezembro de 2018 teve lugar no Centro de Memória de Vila do Conde a primeira sessão do ciclo de encontros "Questões práticas: desaprender continuamente" que contou com a participação da arquitecta e curadora Inês Moreira, da museóloga Susana Medina, e da artista plástica/performer Rebecca Moradalizadeh. O programa incluiu um almoço vegetariano Iraniano e performance.

As próximas sessões do Ciclo de Encontros “Questões práticas: desaprender continuamente” vão decorrer a 13 de Abril de 2019, das 15:00 às 18:00, no Auditório Municipal de Vila do Conde, com o projecto "Girlschool" de Susana Mendes Silva e Alice Geirinhas e a participação especial de Rogério Nuno Costa - e 15 de Junho de 2019, programa a anunciar.

Iniciativa coordenada por Joclécio Azevedo e realizada no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural.

Galeria de Imagens

 



Coproduções

"A deriva dos olhos" de Bruno Senune
19 de Janeiro 2019 (sáb), 16:30
20 de Janeiro 2019 (dom), 15:00
Café Rivoli ∙ 87º Aniversário do Teatro Rivoli (Porto)
teatromunicipaldoporto.pt

"Undated" de Martini Pisani
26 de Fevereiro 2019 (ter), 20:30 
Grand Théâtre ∙ DañsFabrik - Festival de Brest (França)
www.lequartz.com

 


 

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Newsletter de 10.12.18
'O cão que corre atrás de mim' de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira para alunos das Caxinas, Aveleda e Macieira da Maia (Vila do Conde) / 10, 12, 14 Dez | Modos de Usar / 17 Dez, Mosteiró (Vila do Conde)
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Circular Festival

Newsletter #179

 


© José Caldeira
Caxinas Ensemble | "O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira (sessões escolares)

10 de Dezembro (seg), 14:30 / ARCA - Associação Recreativa e Cultural de Aveleda / Sessão com alunos da Escola Básica de Aveleda

12 de Dezembro (qua), 11:00 / ALFA - Atelier Lafontana Formas Animadas / Sessão com alunos da Escola Básica das Caxinas

14 de Dezembro (sex), 11:00 / Pavilhão da Escola Básica de Macieira / Sessão com alunos da Escola Básica de Macieira e do Centro Social


A apresentação do espectáculo infantil "O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira decorre no âmbito do projecto "Caxinas Ensemble" realizado em parceria com a Junta de Freguesia de Vila do Conde e que integra o Programa Educativo da Circular.

Este Programa aposta numa relação de crescente envolvimento e proximidade com a comunidade local, propondo a participação cultural junto de públicos-alvo e contextos distintos, através de parcerias com a Câmara Municipal de Vila do Conde, Junta de Freguesia de Vila do Conde, Junta de Freguesia de Macieira da Maia e Junta de Freguesia de Aveleda, escolas, e outras entidades. Os espectáculos são gratuitos e destinados ao público escolar das Escolas Básicas das Caxinas, Macieira da Maia e Aveleda, integrados numa perspectiva de descentralização da sede do concelho e de promoção da acessibilidade às artes.

+ info
www.circularfestival.com

 



© DR
Modos de Usar - De Mão em Mão
com Joclécio Azevedo e Isabel Costa


Oficina:
Novembro / Dezembro,

Apresentação:
17 de Dezembro (seg), 20:30, Espaço Social e Cultural de Mosteiró


Durante os meses de Novembro e Dezembro decorreram, em Mosteiró, novas acções do projecto “Modos de Usar” de Joclécio Azevedo, com a colaboração de Isabel Costa. Foram realizadas quatro sessões de uma oficina coreográfica e será feita uma apresentação pública informal que encerrará a primeira fase do projecto.

O trabalho envolveu alguns alunos da escola de dança da associação cultural JUM (Juventude Unida de Mosteiró), fundada em 1974. Nesta associação as aulas de dança contemporânea começaram em 2006, sob a orientação da bailarina e coreógrafa Isabel Costa, com um pequeno grupo de jovens. Actualmente a escola de dança, inserida na comunidade de Mosteiró, conta com 5 turmas e alunos dos 3 aos 45 anos de idade.

O instrumento principal da oficina foi uma câmara de filmar digital, utilizada de forma colaborativa como instrumento de composição e como processo de registo e escrita coreográfica. O vídeo resultante deste processo, filmado, interpretado e dirigido pelos participantes, será apresentado em dezembro no Espaço Social e Cultura de Mosteiró, realizando-se de seguida uma conversa com o público.

+ info
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Newsletter de 06.12.18
Ciclo de encontros, conversas e performances 'Questões Práticas: desaprender continuamente' / 15 Dez, Centro de Memória de Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #178

 


© João Alves Marrucho
Questões Práticas: desaprender continuamente
Ciclo de encontros, conversas e performances


15 de Dezembro (sáb), 12:30-15:30, Centro de Memória de Vila do Conde,

Encontro com:

Inês Moreira (Arquitecta/curadora)
Susana Medina (Museóloga)
+
Rebecca Moradalizadeh (Artista plástica/performer)
LandMarks #04
Almoço vegetariano Iraniano + performance


Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural

Ciclo de encontros que pretende dar a conhecer, com a ajuda de diversos convidados, práticas de investigação, escrita, performance, pensamento, transmissão e de acção colaborativa. Cada encontro funcionará como um exercício de activação do imaginário social, poético e político dos participantes e dos convidados, procurando intersecções entre práticas artísticas e não artísticas. Dando ênfase a diferentes linguagens e entendimentos da prática enquanto elemento de transformação, iremos promover oscilações entre a dimensão individual e social da acção e entre modos de produção que invocam a materialidade e a imaterialidade. Organizado em torno de momentos que se articulam entre si, em formatos distintos, com diferentes protocolos de participação, o programa irá utilizar diferentes dinâmicas de encontro, promovendo o envolvimento do público nas questões em discussão. Iremos examinar estratégias de trabalho, de comunicabilidade, de sobrevivência e de produção do conhecimento, desmontando a aprendizagem e diluindo fonteiras entre disciplinas.

Coordenação: Joclécio Azevedo


Entrada: 5€ (inclui almoço) - Inscrição: envio de mail indicando nome e comprovativo de pagamento até ao dia 11 Dezembro para  info@circularfestival.com
IBAN Circular Associação Cultural: PT50.0033.0000.45314714098.05
Informações: info@circularfestival.com / 967490471


Próximas sessões:
13 de Abril 2019, Sábado, 15:00-18:00, Auditório Municipal de Vila do Conde
Projecto "Girlschool" de Susana Mendes Silva e Alice Geirinhas com a participação especial de Rogério Nuno Costa

15 de Junho 2019
programa a anunciar

+ info
www.circularfestival.com


 

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Newsletter de 15.11.18
'Onde está o casaco?' de Ana Jotta, Cyriaque Villemaux e João dos Santos Martins / 17+18 Nov, Festival Temps d'Images - Lisboa | 'Modos de Usar' com Isabel Costa e Joclécio Azevedo em colaboração com JUM / Nov + Dez - Mosteiró
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Portuguese and English version




Circular Festival

Newsletter #177

 



Onde está o casaco?
Ana Jotta, Cyriaque Villemaux e João dos Santos Martins
Dança

Festival Temps d'Images
17 + 18 de Novembro, 17h30 + 20h00, Sociedade Musical Ordem e Progresso (Lisboa)


+ info ▶ http://www.tempsdimages-portugal.com/show-item/onde-esta-o-casaco/



João dos Santos Martins é Artista Residente da Circular Associação Cultural
João dos Santos Martins is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

 


© DR Modos de Usar - De Mão em Mão
com Isabel Costa e Joclécio Azevedo
em colaboração com Juventudade Unida de Mosteiró (JUM)

Oficina coreográfica | 12 / 19 / 26 de Novembro + 3 de Dezembro
Apresentação | 10 de Dezembro, Espaço Social e Cultural de Mosteiró


Durante os meses de Novembro e Dezembro irão decorrer, em Mosteiró, novas acções do projecto “Modos de Usar” de Joclécio Azevedo, com a colaboração de Isabel Costa. Serão realizadas quatro sessões de uma oficina coreográfica e uma apresentação pública informal que encerrará a primeira fase do projecto.

O trabalho irá envolver alguns alunos da escola de dança da associação cultural JUM (Juventude Unida de Mosteiró), fundada em 1974. Nesta associação as aulas de dança contemporânea começaram em 2006, sob a orientação da bailarina e coreógrafa Isabel Costa, com um pequeno grupo de jovens. Actualmente a escola de dança, inserida na comunidade de Mosteiró, conta com 5 turmas e alunos dos 3 aos 45 anos de idade.

O instrumento principal desta oficina será uma câmara de filmar digital, utilizada de forma colaborativa como instrumento de composição e como processo de registo e escrita coreográfica. O vídeo resultante deste processo, filmado, interpretado e dirigido pelos participantes, será apresentado em Dezembro no Espaço Social e Cultura de Mosteiró, realizando-se de seguida uma conversa com o público.

+ info ▶ circularfestival.com


Joclécio Azevedo é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Joclécio Azevedo is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association


 

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Newsletter de 16.10.18
'Documentário' de Joclécio Azevedo + Seminário e Lançamento de Livro - 19 Out (Vila do Conde) | Projecto Caxinas Ensemble - Out 2018 a Fev 2019 (Vila do Conde)
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Circular Festival

Newsletter #176

 


© Susana Neves
'Documentário' de Joclécio Azevedo
19 de Outubro 2018 (sexta-feira), 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde


Bilhetes >> goo.gl/a1YjZv

"Documentário" é uma peça coreográfica em torno de uma partitura caótica que reflete a tensão entre a necessidade e a impossibilidade de perceber o tempo presente. O mundo que pensamos conhecer desarticula-se em novas configurações do social, em novas estratégias de dominação política e económica. A realidade não é enquadrável nem transparente. Em certos casos, não se distingue dos regimes de ficção com os quais nos confrontamos diariamente. Pedaços do mundo manifestam-se no tráfico incontrolável de imagens que nos perseguem até mesmo nos sonhos.

A aparente proximidade sugerida pelo acesso a novas tecnologias e formas de interação no mundo digital esconde a nossa incapacidade de lidar com o outro, objeto fetiche de uma fantasia permanente e de um medo difuso. Oscilamos entre a crença infundada e a desconfiança como principio. As mesmas imagens repetem-se em diferentes suportes com diferentes protagonistas, num combate permanente pela atenção. A exclusão do outro manifesta-se pela normalização e pela colonização do imaginário coletivo, pela disseminação do equivoco, do engano e do preconceito.
— Joclécio Azevedo

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© Lina e Nando
Seminário + Lançamento de publicação
19 de Outubro (Sexta), 18:00
Sala Dr. Jorge Laranja (Auditório Municipal de Vila do Conde)


Participam: Claudia Galhós, Daniel Ribas, Joclécio Azevedo, Melissa Rodrigues, Olívia Marques da Silva e Rita Castro Neves

Entrada livre

Neste seminário interrogamos diferentes práticas associadas à ideia de documentação, tentando articular a ideia do documentário enquanto “impossibilidade”, reflectindo sobre o que nos escapa, sobre o que se oculta e se transforma no processo de trabalho documental. Um documento é geralmente entendido como algo que serve como instrução ou como prova. O ser humano produz e consome documentos. A nossa imaginação está repleta de documentos. Mas os documentos também podem ser falsificados. Documentário é, portanto, uma palavra utilizada para designar diferentes tipos de objecto e o ato de documentar pode referir-se a diferentes tipos de actividade. Durante o processo de criação do projecto “Documentário”, as ideias de registo e de prova foram, gradualmente, desaparecendo, adquirindo um carácter residual e dando lugar a um processo de experimentação de metamorfoses da memória, submetida à constante flutuação entre realidade e ficção.

A publicação “Documentário” reúne diferentes estratégias de registo do processo de trabalho desenvolvido para a criação da peça com o mesmo nome, cuja estreia foi realizada no Festival DDD 2018. Reunindo contribuições de vários colaboradores, juntamos no mesmo suporte diferentes propostas de documentação que sublinham diferentes aspectos do trabalho desenvolvido através de residências de criação em Lisboa, Porto, Vila do Conde, Barcelona e Guimarães, entre Agosto de 2017 e Outubro de 2018. Estas diferentes estratégias de documentação não traduzem, de forma inequívoca, seja o que foi o processo de trabalho, seja o que foi o objecto performativo resultante. Em conjunto representam estilhaços de um processo que se desdobra em cada tentativa de o descrever.
— Joclécio Azevedo

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© Catarina Gonçalves
Caxinas Ensemble
Projecto orientado por Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira no âmbito do programa educativo da Circular Associação Cultural
Outubro 2018 - Fevereiro 2019


Público escolar

“Labirinto” é o tema do projecto “Caxinas Ensemble”, orientado pelos artistas Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves e desenvolvido pela Circular, entidade que promove o Festival de Artes Performativas com o mesmo nome. O projecto tem como principal objectivo proporcionar uma aproximação às artes transdisciplinares a crianças dos 6 aos 10 anos e organiza-se em três sessões com quatro turmas da Escola de 1º ciclo das Caxinas entre 2018 e 2019.

Em paralelo, Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves vão apresentar em Dezembro os espectáculos infantis “Lusco-Fusco” no espaço ALFA (atelier Lafontana Formas Animadas) e "O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" nas freguesias de Aveleda e Macieira da Maia.

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Newsletter de 28.09.18
Último fim-de-semana 28-29 Set: Circular Festival de Artes Performativas, Vila do Conde, 14ª edição
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Circular Festival

Newsletter #175

 


© DR
Onde está o casaco?
Ana Jotta, Cyriaque Villemaux e João dos Santos Martins    

28 Set | Sex | 21:30 | Auditório da Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde (entrada livre) | Dança | Estreia Absoluta | M14

Onde está o casaco?

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Foto: Escultura Moderna Nº2 © Nelson Silva Sousa
João Tiago Dias/José Alberto Gomes
"Auto-retrato"
(para tempo, multipercussão, luz, electrónica e performer)

29 Set | Sáb | 15:30 – 19:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (entrada livre mediante levantamento de bilhete) | Música| M6 | Estreia Absoluta

Duração: 4 horas [o público poderá entrar e sair durante a apresentação]

Obra que se situa num espaço indefinido entre a instalação e a performance em que os dois estados se complementam e se constroem numa mutação lenta e gradual. Abolindo a separação entre a estrutura musical e tempo performático, é explorado um intenso momento sensorial de extremos e de enganos em que o limite do performer e a ilusão das suas fraquezas são testados na construção de uma única tarefa, a persistência de um quadro.
— José Alberto Gomes

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Ricardo Jacinto, Medusa, Segmentos @ APPLETON SQUARE Lisboa © Francisco Nogueira
Ricardo Jacinto + Nuno Torres
MEDUSA SPECTRUM

29 Set | Sáb | 19:30
Solar - Galeria de Arte Cinemática (entrada livre) | Concerto-instalação

No âmbito da exposição 'Cinco Filmes e uma Máscara', Ricardo Jacinto e Nuno Torres apresentam a 29 de Setembro, às 19:30, na Solar Galeria de Arte Cinemática, o concerto-instalação 'MEDUSA SPECTRUM' para violoncelo, electrónica, rádios e objecto ressonante.

Ricardo Jacinto: violoncelo e electrónica
Nuno Torres: rádios e electrónica

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© Marcela Levi
Marcela Levi e Lucía Russo
Deixa Arder
29 Set | Sáb | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde - bancada no palco | Estreia Nacional | Bilhetes e reservas

O solo Deixa Arder é dança de invasão. Estão aí (em)pilhados Thelonious Monk, Dizzy Gillespie, Josephine Baker, Valeska Gert, Macunaíma, Grande Otelo, Jorge Ben Jor, Mc Carol, Michael Jackson, Nina Simone, Woody Woodpecker e muitos outros.

Numa relação de muita proximidade com os espectadores, a performer Tamires Costa deixa-se penetrar e estilhaçar pelas vibrações do funk, do jazz e do pop para retumbar os humores do burlesco e do corpo grotesco. Invadir, pilhar, empilhar e transtornar são os verbos que removem essa dança assombrada.
— Marcela Levi e Lucía Russo

Vídeo/teaser

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Exposição

Ricardo Jacinto
Cinco Filmes e uma Máscara
22 Set - 03 Nov | Seg - Sáb | 14:00 - 18:00 | Solar - Galeria de Arte Cinemática | Exposição (entrada livre)



Espaços

Solar Galeria de Arte Cinemática
Rua do Lidador, 147 (Google Maps)

Teatro Municipal de Vila do Conde
Avenida Dr. João Canavarro (Google Maps)

Auditório Municipal de Vila do Conde
Praça da República (Google Maps)

Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde
Av. Dr. Artur da Cunha Araújo, 12 (Google Maps)

Conservatório de Música de Vila do Conde
Avenida Júlio Graça, 580 (Google Maps)


Bilhetes e Reservas
www.circularfestival.com


Informações
www.circularfestival.com
info@circularfestival.com

 

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Newsletter de 24.09.18
Programação 25-26 Set: Circular Festival de Artes Performativas, Vila do Conde, 14ª edição (até 29 Set)
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Circular Festival

Newsletter #174

 


Two men stand with an unknown tool in an unknown village in Ontario, Canada © DR
Joclécio Azevedo com Isabel Costa
MU00: Slideshow [Modos de Usar]

Residência artística:  18 – 25 Set
Conferência/performance:  25 Set | Terça | 21:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (entrada livre, mediante levantamento de bilhete)

"Modos de usar" é um projecto que tem como objectivo agregar e apresentar propostas performativas que dialoguem com a questão da política do utilizador, aqui entendida enquanto possibilidade especulativa e enquanto ferramenta conceptual. Partindo do princípio de que somos todos utilizadores de ferramentas, de serviços, da linguagem, de instrumentos, de utensílios, de mecanismos e dispositivos físicos ou intelectuais, tentamos promover uma investigação colaborativa e aberta. Pretende-se interrogar a usabilidade das ferramentas no universo do trabalho, da produção artística e da produção intelectual. O processo de trabalho irá envolver artistas convidados e participantes locais. Pretende-se cruzar diferentes contextos de produção artística e promover um questionamento alargado sobre a prática de criação e partilha de ferramentas enquanto motores de activação de processos no campo das artes performativas. O trabalho desdobra-se também em modalidades de colaboração interinstitucional, interdisciplinar, extracurricular, pré-profissional e outros possíveis géneros a inventar, sendo desenvolvido em diversas etapas e integrando diferentes colaboradores durante quatro anos. Será constituído um conjunto de parcerias em Vila do Conde, tentando promover um diálogo permanente com o contexto urbano e culminando numa apresentação final em 2021. MU00: Slideshow é o primeiro momento público do projecto e conta com a colaboração de Isabel Costa.
— Joclécio Azevedo

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© DR
Clara Amaral
Do you remember that time we were together and danced this or that dance?

26 Set | Qua |15:15, 16:00, 16:45, 17:30, 18:15
27 Set | Qui | 16:45, 17:30, 18:15, 21:30, 22:15
28 Set | Sex | 15:15, 16:00, 16:45, 17:30, 18:15
29 Set | Sáb | 15:15, 16:00, 16:45, 17:30, 18:15
Teatro Municipal de Vila do Conde
Performance (sessão individual - 1 pessoa - de 30 minutos aprox. | Performance falada em inglês) | Estreia Nacional | Bilhetes e reservas

To remember a dance by remembering the counts, the space, the feeling. Also, the sweat, the steps and context; to remember the memory of what we remember dancing, the ones that we danced with or imagined while dancing. To remember a dance that we never really danced. Dancing as a fake title, an imagination, fantasy and fiction.

Esta performance apresenta uma publicação imaterial. Em vez da forma impressa, a publicação foi decorada por um performer e é dita oralmente, em sessões individuais, com a duração de 30 minutos.
— Clara Amaral

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José Alberto Gomes e João Tiago Dias
Aula aberta

27 Set | Qui | 18:30 | Conservatório de Música de Vila do Conde (entrada livre)

Ana Jotta, Cyriaque Villemaux e João Dos Santos Martins
Onde está o casaco?

28 Set | Sex | 21:30 | Auditório da Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde (entrada livre)
Dança | Estreia Absoluta

João Tiago Dias/ José Alberto Gomes
"Auto-retrato"
(para tempo, multipercussão, luz, electrónica e performer)

29 Set | Sáb | 15:30 – 19:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (entrada livre, mediante levantamento de bilhete | duração: 4 horas - o público poderá entrar e sair durante a apresentação)
Música | Estreia Absoluta

Ricardo Jacinto + Nuno Torres
MEDUSA SPECTRUM

29 Set | Sáb | 19:30 | Solar - Galeria de Arte Cinemática (entrada livre)  
Concerto-instalação

Marcela Levi e Lucía Russo
Deixa arder

29 Set | Sáb | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde (bancada no palco)
Dança | Estreia nacional | Bilhetes e reservas



Espaços

Solar Galeria de Arte Cinemática
Rua do Lidador, 147 (Google Maps)

Teatro Municipal de Vila do Conde
Avenida Dr. João Canavarro (Google Maps)

Auditório Municipal de Vila do Conde
Praça da República (Google Maps)

Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde
Av. Dr. Artur da Cunha Araújo, 12 (Google Maps)

Conservatório de Música de Vila do Conde
Avenida Júlio Graça, 580 (Google Maps)


Bilhetes e Reservas
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Informações
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Newsletter de 19.09.18
Abertura: Circular Festival de Artes Performativas, 22 - 29 Set, Vila do Conde, 14ª edição
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Circular Festival

Newsletter #173

 


© OSSO colectivo
Ricardo Jacinto
Cinco Filmes e uma Máscara

22 Set - 03 Nov | Seg - Sáb | 14:00 - 18:00 | Solar - Galeria de Arte Cinemática | Exposição (entrada livre)

Inauguração: 22 Set | Sáb | 18:30
Concerto-instalação: 29 Set | Sáb |19:30 

A intervenção no espaço da Galeria Solar por ocasião do Festival Circular 2018 incluirá a apresentação de várias instalações vídeo e um concerto-instalação especificamente desenhado em articulação com o espaço da galeria e a exposição, que será apresentado no dia 29 de Setembro.

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© Marc Coudrais
Christian Rizzo
ad noctum

22 Set | Sáb | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde
Dança | Estreia Nacional | M6 | Bilhetes e reservas

O impulso deste projecto é antes de tudo a minha vontade de reunir Julie Guibert e Kerem Gelebek, intérpretes emblemáticos das minhas criações. Apoiada no amplo repertório das “danças de pares”, ad noctum inscreve-se numa pesquisa coreográfica que tenta devolver uma visibilidade actual a motivos decorrentes da prática da dança popular e por vezes anónima. Uma escrita no limite do excesso e ao centro do invisível, entre ciclos rodopiantes, rebuliços nervosos e contidos já à beira do desfalecimento. Ao seu lado, um totem/monólito, combinando luz, som e imagens, é convidado como terceiro protagonista, portador de uma linguagem própria, como caixa de ressonância amplificada pelas relações dançadas. Esta peça, uma homenagem à obscuridade, é de novo motivo para formular uma partitura-paisagem onde a música cinematográfica de Nicolas Devos e de Penélope Michel entra em diálogo com as vibrações luminosas de Caty Olive e as imagens de Iuan-Hau Chiang e Sophie Laly.
— Christian Rizzo, maio 2015

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© Diogo Rapazote e Carolina Bagulho
João Pais Filipe
Concerto de lançamento de disco

22 Set | Sáb | 22:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde - Salão Nobre | Música (entrada livre mediante levantamento de bilhete) | M6

No seu projecto a solo João Pais Filipe utiliza um kit customizado de percussão adaptado para tocar novos ritmos, timbres e texturas. É na exploração de uma pluralidade rítmica em torno de ciclos, da repetição, da utilização de tempos ímpares, de uma mecanização humana em que o primitivo e o contemporâneo se encontram e se fundem.
— João Pais Filipe

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© Joana von Mayer Trindade
Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão
Dos Suicidados - O Vício de Humilhar a Imortalidade

23 Set | Dom | 16:30-18:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde (entrada livre mediante levantamento de bilhete)

1º Encontro-Debate do projecto “Dos Suicidados - O Vício de Humilhar a Imortalidade" com a presença de Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão + Celeste Natário, Claúdia Marisa, Ezequiel Santos, Rui Lopo, Sofia Vilar


Prosseguindo uma pesquisa coreográfica intimamente ligada à filosofia e à literatura, Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão partem, desta vez, de Raul Leal.
Em "Sodoma Divinizada" e "O Anticristo" o autor contrapõe à metafísica da Saudade a "Vertigem", o "manifestar-se puro, berrante, evidente, bestial de Deus", enquanto força motriz de uma Apolytrosis, estética e vital. Apolytrosis, do grego, significa redenção ou resgate, enquanto Redimere, o termo latino, significa, literalmente, comprar de volta, e dá origem a Redemptio: o efeito de redimir ou, ainda, o acto de libertação, de reparo, salvação.
— Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão

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Joclécio Azevedo com Isabel Costa
MU00: Slideshow [Modos de Usar]

Residência artística:  18 – 25 Set
Conferência/performance:  25 Set | Terça | 21:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (entrada livre mediante levantamento de bilhete)

Clara Amaral
Do you remember that time we were together and danced this or that dance?

26 Set | Qua |15:15, 16:00, 16:45, 17:30, 18:15
27 Set | Qui | 16:45, 17:30, 18:15, 21:30, 22:15
28 Set | Sex | 15:15, 16:00, 16:45, 17:30, 18:15
29 Set | Sáb | 15:15, 16:00, 16:45, 17:30, 18:15
Teatro Municipal de Vila do Conde
Performance (sessão individual - 1 pessoa - de 30 minutos aprox. | Performance falada em inglês) | Estreia Nacional | Bilhetes e reservas

José Alberto Gomes e João Tiago Dias
Aula aberta

27 Set | Qui | 18:30 | Conservatório de Música de Vila do Conde (entrada livre)

Ana Jotta, Cyriaque Villemaux e João Dos Santos Martins
Onde está o casaco?

28 Set | Sex | 21:30 | Auditório da Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde (entrada livre)
Dança | Estreia Absoluta

João Tiago Dias/ José Alberto Gomes
"Auto-retrato"
(para tempo, multipercussão, luz, electrónica e performer)

29 Set | Sáb | 15:30 – 19:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (entrada livre mediante levantamento de bilhete)| duração: 4 horas - o público poderá entrar e sair durante a apresentação) | Música | Estreia Absoluta

Ricardo Jacinto + Nuno Torres
MEDUSA SPECTRUM

29 Set | Sáb | 19:30 | Solar - Galeria de Arte Cinemática (entrada livre)  
Concerto-instalação

Marcela Levi e Lucía Russo
Deixa arder

29 Set | Sáb | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde (bancada no palco)
Dança | Estreia nacional | Bilhetes e reservas




Espaços

Solar Galeria de Arte Cinemática
Rua do Lidador, 147 (Google Maps)

Teatro Municipal de Vila do Conde
Avenida Dr. João Canavarro (Google Maps)

Auditório Municipal de Vila do Conde
Praça da República (Google Maps)

Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde
Av. Dr. Artur da Cunha Araújo, 12 (Google Maps)

Conservatório de Música de Vila do Conde
Avenida Júlio Graça, 580 (Google Maps)


Bilhetes e Reservas
www.circularfestival.com


Informações
www.circularfestival.com
info@circularfestival.com

 

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Newsletter de 13.09.18
'O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)' de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira - Universidade Invisível: 'Ui! Há Estradas para Lá?' (programação Comédias do Minho) - 15 Set (Monção)
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Circular Festival

Newsletter #172

 


"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira © Susana Pomba
"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)"
Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira
Teatro

Universidade Invisível: “Ui! Há Estradas para Lá?” (programação Comédias do Minho)
15 de Setembro, 15:00, Cine-teatro João Verde (Monção)
Espectáculo + Conversa


Espectáculo infantil | 03 aos 06 anos

Este espectáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)"
by Filipe Caldeira
15 September, 3:00 pm, Cineteatro João Verde (Monção)
Presentation + Talk

Performance for children | 03 - 06 years

The dog talks about the street, it needs the street, the neighbourhood, needs corners to pee, needs children to pursue.
The dog talks about how he misses the streets
The lack of trouble
Of friends and pals
Of the street that becomes the world
Of his shed, the friendly grandpa
Talks about making it on his own, helping friends out
Being afraid of the night but even then not going home
The dog is the street, is grandpa, is the house. They need each other.
We claim the street to play, break, hide, learn, lose.


Ficha Artística Credits:
Criação e direcção artística Creation and artistic direction: Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira | Interpretação Performance: Filipe Moreira e Catarina Gonçalves | Texto original Original text: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia Dramaturgy Assistant: Joclécio Azevedo | Cenografia Scenography: Ana Guedes | Apoio à cenografia Scenography Assistant: Emanuel Santos | Sonoplastia Sound design: Rodrigo Malvar | Voz Vocals: Catarina Gonçalves | Figurinos Costumes: Jordann Santos | Desenho e operação de luz Light design: Miguel Carneiro | Vídeo Video: Teresa Pinto | Apoio à residência Residence Support: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos Acknowledgements: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão Executive production and tour: Circular Associação Cultural | Co-produção Coproduced by: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre

Encomenda do Programa para Crianças e Jovens In the scope of the children and youths programme Maria Matos Teatro Municipal

Filipe Caldeira é Artista Residente da Circular Associação Cultural

+ info
www.comediasdominho.com
Vídeo teaser 'O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)' de Filipe Caldeira

 

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Newsletter de 11.09.18
Programa completo do 14º Circular Festival de Artes Performativas | 22-29 Set, Vila do Conde
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Newsletter #171

 


Christian Rizzo, "ad noctum" © Marc Coudrais


Clara Amaral, "Do you remember that time we were together and danced this or that dance?" © DR


Marcela Levi e Lucía Russo, "Deixa arder" © Marcela Levi
Circular Festival de Artes Performativas
22-29 de Setembro 2018, 14ª edição
Vila do Conde

O programa completo da 14ª edição do Circular Festival de Artes Performativas, que acontece de 22 a 29 de setembro de 2018, em Vila do Conde, está disponível online em www.circularfestival.com.


Ricardo Jacinto
Cinco Filmes e uma Máscara

22 Set - 03 Nov
Seg - Sáb | 14:00 - 18:00 | Solar - Galeria de Arte Cinemática (entrada livre)
Exposição

Inauguração: 22 Set | Sáb | 18:30
Concerto-instalação: 29 Set | Sáb |19:30  

Christian Rizzo
ad noctum

22 Set | Sáb | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde
Dança | Estreia Nacional

João Pais Filipe
Concerto de lançamento de disco

22 Set | Sáb | 22:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde - Salão Nobre (entrada livre)
Música

Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão
Dos Suicidados - O Vício de Humilhar a Imortalidade

23 Set | Dom | 16:30-18:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde (entrada livre)
1º Encontro-Debate com Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão + Celeste Natário, Claúdia Marisa, Ezequiel Santos, Sofia Vilar

Joclécio Azevedo com Isabel Costa
Modos de Usar

Residência artística:  18 – 25 Set
Conferência/performance:  25 Set | Terça | 21:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (entrada livre)

Clara Amaral
Do you remember that time we were together and danced this or that dance?

26 Set | Qua |15:15, 16:00, 16:45, 17:30, 18:15
27 Set | Qui | 16:45, 17:30, 18:15, 21:30, 22:15
28 Set | Sex | 15:15, 16:00, 16:45, 17:30, 18:15
29 Set | Sáb | 15:15, 16:00, 16:45, 17:30, 18:15
Teatro Municipal de Vila do Conde
Performance (sessão individual - 1 pessoa - de 30 minutos aprox. | Performance falada em inglês) | Estreia Nacional

José Alberto Gomes e João Tiago Dias
Aula aberta

27 Set | Qui | 18:30 | Conservatório de Música de Vila do Conde (entrada livre)

Ana Jotta, Cyriaque Villemaux e João Dos Santos Martins
Onde está o casaco?

28 Set | Sex | 21:30 | Auditório da Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde (entrada livre)
Dança | Estreia Absoluta

João Tiago Dias/ José Alberto Gomes
"Auto-retrato"
(para tempo, multipercussão, luz, electrónica e performer)

29 Set | Sáb | 15:30 – 19:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (entrada livre | duração: 4 horas - o público poderá entrar e sair durante a apresentação)
Música | Estreia Absoluta

Ricardo Jacinto + Nuno Torres
MEDUSA SPECTRUM

29 Set | Sáb | 19:30 | Solar - Galeria de Arte Cinemática (entrada livre)  
Concerto-instalação

Marcela Levi e Lucía Russo
Deixa arder

29 Set | Sáb | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde (bancada no palco)
Dança | Estreia nacional




Espaços

Solar Galeria de Arte Cinemática
Rua do Lidador, 147 (Google Maps)

Teatro Municipal de Vila do Conde
Avenida Dr. João Canavarro (Google Maps)

Auditório Municipal de Vila do Conde
Praça da República (Google Maps)

Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde
Av. Dr. Artur da Cunha Araújo, 12 (Google Maps)

Conservatório de Música de Vila do Conde
Avenida Júlio Graça, 580 (Google Maps)


Bilhetes e Reservas
www.circularfestival.com


Informações
www.circularfestival.com
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Newsletter de 02.08.18
Circular | Confirmação de Subscrição | Subscription confirmation
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Newsletter #170

 

Proteção de Dados

Caro subscritor,

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Newsletter de 24.05.18
Novo regulamento de protecção de dados - Confirmação de subscrição / New General Data Protection Regulation - Please confirm your data
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Newsletter #169

 

Novo Regulamento Geral de Protecção de Dados

No próximo dia 25 de Maio de 2018 entra em vigor o Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Abril de 2016, referente à protecção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados e que revoga a Directiva 95/46/CE (Regulamento Geral sobre a Protecção de Dados).

A Circular Associação Cultural assegura que o seu endereço de email apenas é utilizado para o envio de newsletters e convites sobre as nossas actividades e conteúdos, não o divulgando a terceiros. Se pretende continuar como subscritor nenhuma acção é necessária.

Para mais informações, por favor leia a nossa Política de Privacidade. A qualquer momento poderá actualizar as suas preferências da sua subscrição através do e-mail info@circularfestival.com ou cancelar a subscrição na nossa lista na parte inferior dos nossos e-mails, incluindo este.

Muito obrigada!


New General Data Protection Regulation

On 25 May 2018 will become directly applicable the Regulation (EU) 2016/679 of the European Parliament and of the Council of 27 April 2016 on the protection of natural persons with regard to the processing of personal data and on the free movement of such data, and repealing Directive 95/46/EC (General Data Protection Regulation).

The Circular Cultural Association ensures that your e-mail address is used exclusively for sending newsletters and invitations about our activities and contents, and we do not disclose it to third parties.

Please read our Privacy Policy to understand our views and practices. At any time it is possible to update your subscription via email to info@circularfestival.com. To unsubscribe to our newsletter, please click the "unsubscribe" link at the bottom of all our newsletters.

Thank you!


 

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Newsletter de 17.05.18
'O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)' de Filipe Caldeira / 20 Mai, Festival Territórios Dramáticos - Teatro da Didascália, Joane / 17-18 Jun, Centro de Artes de Águeda
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Newsletter #168

 


© José Caldeira
"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)"
de Filipe Caldeira

Teatro-Dança

20 de Maio, 16:00
Festival Territórios Dramáticos - Teatro da Didascália
Centro Cultural da Juventude de Joane (Vila Nova de Famalicão)

17 de Junho, 16:00 / Sessão para famílias
18 de Junho, 10:00 + 14:00 / Sessões escolares
Centro de Artes de Águeda
(entrada livre)

Espectáculo infantil | 03 aos 06 anos

Este espectáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

The dog talks about the street, it needs the street, the neighbourhood, needs corners to pee, needs children to pursue.
The dog talks about how he misses the streets
The lack of trouble
Of friends and pals
Of the street that becomes the world
Of his shed, the friendly grandpa
Talks about making it on his own, helping friends out
Being afraid of the night but even then not going home
The dog is the street, is grandpa, is the house. They need each other.
We claim the street to play, break, hide, learn, lose.


Criação Creation: Filipe Caldeira | Direcção artística Artistic direction: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves ​| Interpretação Performance: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves | Texto original Original text: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia Dramaturgy Assistant: Joclécio Azevedo | Cenografia Scenography: Ana Guedes | Apoio à cenografia Scenography Assistant: Emanuel Santos | Sonoplastia Sound design: Rodrigo Malvar | Voz Vocals: Catarina Gonçalves | Figurinos Costumes: Jordann Santos | Desenho e operação de luz Light design: Miguel Carneiro | Vídeo Video: Teresa Pinto | Apoio à residência Residence Support: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos Acknowledgements: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão Executive production and tour: Circular Associação Cultural | Co-produção Coproduced by: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre

Filipe Caldeira é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Filipe Caldeira is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

+ info
teatrodadidascalia.com
www.centroartesagueda.pt

www.circularfestival.com
www.facebook.com/circularfestivaldeartesperforma tivas

 

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Newsletter de 03.05.18
'Lusco-Fusco' de Catarina Gonçalves & Filipe Caldeira / 3-8 Maio, São Luiz Teatro Municipal (Lisboa) | 'Documentário' de Joclécio Azevedo / 11 Maio, Teatro Municipal do Porto . Campo Alegre, Festival DDD - Dias da Dança (Porto)
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Circular Festival

Newsletter #167

 


© José Caldeira
"Lusco-Fusco"
Catarina Gonçalves & Filipe Caldeira

Teatro-Dança

3, 4, 7 e 8 de Maio, 10:30 / Sessões escolares
5 e 6 de Maio, 16:00 / Sessões públicas
São Luiz Teatro Municipal (Lisboa)

Lusco-Fusco surge de um desejo de partilhar uma experiência sobre o vazio e o que ele pode conter.  O vazio só contém ar! e o aborrecimento? como é o vazio de estar tudo tão cheio que não encontramos nada? será uma incubadora de acontecimentos? uma descoberta partilhada da matéria e do corpo em que a luz e a transição do tempo nos mostram o que há́ para ver numa relação de escala entre nós – o mundo e os inversos. Lusco-Fusco vê a vontade de ser um bocadinho inventor do seu próprio espanto e para isso desenha um espaço que pouco a pouco se torna numa invasão feita pela matéria que podemos com ela transformar e sermos transformados, mudá-la de lugar, levá-la connosco, arrastá-la e libertá-la. Deixá-la ser invadida por mãos e pés e cabeças que sentem. Os performers organizam o corpo para desaparecer, desobedecer e desaprender com a matéria, operam a luz e o som e habitam um lugar aberto ao sensível e à própria percepção de cada criança.

Para que percorres inutilmente o céu à procura da tua estrela?
Põe-na lá. (in Vergílio Ferreira, Escrever)


“Lusco-Fusco” [Dusk] arises from the desire to share an experience on emptiness and what it may contain.  Emptiness is nothing but air! What about boredom? What does the emptiness of everything being so full that we are not able to find anything look like? Could it be an event incubator? A shared finding of matter and body where light and the transition of time show us what is there to see in a relation of scale between us — the world and the opposites. “Lusco-Fusco” sees the will to slightly invent one’s own awe, and to this end it outlines a space that little by little becomes an invasion made out of the matter it allows us to transform and be transformed, move from place, carry with us, drag and set free. Let it be taken over by hands and feet and heads able to feel. The performers organise the body to disappear with the matter, disobey it and unlearn from it. They operate light and sound, and they inhabit a place open to the senses and to each child’s own perception.

Direcção e Interpretação Directed and performed by: Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira | Dramaturgia Dramaturgy: Joana Bértholo | Direcção Plástica Visual Director: Rita Westwood | Sonoplastia Sound Design: Filipe Lopes | Figurinos Costume designer: Jordann Santos | Desenho de Luz Light design: Cárin Geada | Operação de luz Light: Miguel Carneiro | Voz off off-stage voice: Eduardo Rego | Produção executiva Executive production: Circular Associação Cultural | Agradecimentos Acknowledgements: Constança Carvalho Homem, Amora Gonçalves Caldeira, Sílvia Barbosa e Luís Filipe Silva | Coprodutores Coproduced: Teatro Municipal do Porto, São Luiz Teatro Municipal, Comédias do Minho, Circular Associação Cultural, Teatro Aveirense | Duração aprox. Approximate length: 45 mins


Próximas apresentações:

20, 21 e 22 de Junho, 10:30 + 14:30 / Sessões escolares
Teatro Aveirense (Aveiro)

18 e 19 de Outubro / Sessões escolares
20 de Outubro / Sessão pública
Teatro Viriato (Viseu)

11 Dezembro / Sessão escolar
Espaço Lafontana (Vila do Conde)

+ info
www.teatrosaoluiz.pt

Filipe Caldeira é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Filipe Caldeira is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

 



© Susana Neves
"Documentário"
Joclécio Azevedo

Dança

Estreia

11 de Maio, 19:00
Teatro Municipal do Porto . Campo Alegre (Auditório)
Festival DDD - Dias da Dança

Escrever, descrever e reescrever infinitas versões de cada acontecimento.
“Documentário” é uma peça coreográfica, para seis intérpretes, em torno de uma partitura caótica que reflete a tensão entre a necessidade e a impossibilidade de perceber o tempo presente. O mundo que pensamos conhecer desarticula-se em novas configurações do social, em novas estratégias de dominação política e económica. Pedaços do mundo manifestam-se no tráfico incontrolável de imagens que nos perseguem até mesmo nos sonhos. A aparente proximidade sugerida pelo acesso a novas tecnologias e formas de interação no mundo digital esconde a nossa incapacidade de lidar com o outro, objeto fetiche de uma fantasia permanente e de um medo difuso. Oscilamos entre a crença infundada e a desconfiança como princípio. As mesmas imagens repetem-se em dife- rentes suportes com diferentes protagonistas, num combate permanente pela atenção. A exclusão do outro manifesta-se pela normalização e pela colonização do imaginário coletivo, pela disseminação do equívoco, do engano e do preconceito. Então, a escrita torna-se combate, torna-se um incómodo e um exercício de poder.
Joclécio Azevedo

Writing, describing and rewriting endless versions of each event.
“Documentário” [Documentary] is a choreographic piece for six performers around a chaotic score reflecting the tension between the need and the inability to understand present time. The world we think we know dissociates into new social configurations, into new strategies of political and economic domination. Pieces of the world make themselves visible in the uncontrollable traffic of images that haunt us even in your dreams. The seeming proximity that the access to new technologies and ways of interacting in the digital world suggests masks our inability to deal with the other, a fetish subject of constant fantasy and widespread fear. We swing back and forth between unfounded belief and distrust as a principle. The same images recur in various media with different protagonists in an ongoing fight for attention. One can see how the other
is rejected in the way collective imagery is standardised and colonised, and in the way misunderstanding, deception and prejudice spread. Writing thus becomes combat, an inconvenience and an exercise of power.
Joclécio Azevedo


Direção artística e coreografia Artistic direction and choreography: Joclécio Azevedo | Colaboração⁄cenografia Collaborator/scenography: Paulo Mendes | Colaboracção⁄música Collaborator/music: Pedro Tudela | Interpretação Performers: Ana Moreira, Dori Nigro, Joclécio Azevedo, Pedro Prazeres, Ana Isabel Castro, Rocio Dominguez | Fotografia Photography: Susana Neves | Filmagem e edição de vídeo Recording and video editing: Sofia Arriscado | Figurinos Costumes: Jordann Santos | Desenho e operação de luz Light designer and technician: Miguel Carneiro | Convidados para os workshops Workshop guests: Daniel Ribas, Melissa Rodrigues, Olívia da Silva e Rita Castro Neves | Produção executiva Executive production: Sofia Reis, Sofia Silva | Gestão Financeira Financial management: Fadas e Elfos Associação Cultural | Parcerias Partnerships: Fórum Dança, Circular Associação Cultural, Centro de Criação do Candoso⁄Centro Cultural Vila Flor, Centro de Creación del cuerpo y el movimento El Graner e Festival DDD – Dias da Dança | Coprodução Co-produced by: Teatro Municipal do Porto⁄Festival DDD – Dias da Dança | Projeto financiado por Financed by: República Portuguesa – Cultura, DGArtes – Direção-Geral das Artes | Apoio With the support of: Companhia Instável | Duração aprox. Approximate lenght: 1h

+ info
www.festivalddd.com
www.teatromunicipaldoporto.pt

Joclécio Azevedo é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Joclécio Azevedo is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association



+ info
www.circularfestival.com

 

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Newsletter de 11.04.18
'Lusco Fusco' de Catarina Gonçalves & Filipe Caldeira / Abril, Vila Nova de Cerveira, Paredes de Coura, Melgaço | Estreia de 'Companhia' de João dos Santos Martins / 14-19 Abril, Teatro Maria Matos (Lisboa)
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Newsletter #166

 


© Celeste Domingues
"Lusco-Fusco"
Catarina Gonçalves & Filipe Caldeira

Teatro-Dança

10, 11, 12 e 13 de Abril, 10:00 + 14:00 / Sessões escolares
14 de Abril, 11:00 / sessão pública
Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira

17, 18, 19 e 20 de Abril, 10:00 + 14:00 / Sessões escolares
22 de Abril, 15:30 / Sessão pública
Grande Auditório de Paredes de Coura

24, 26 e 27 de Abril, 10:00 + 14:00 / Sessões escolares
28 de Abril, 15:00 / Sessão pública
Casa da Cultura de Melgaço

Lusco-Fusco surge de um desejo de partilhar uma experiência sobre o vazio e o que ele pode conter.  O vazio só contém ar! e o aborrecimento? como é o vazio de estar tudo tão cheio que não encontramos nada? será uma incubadora de acontecimentos? uma descoberta partilhada da matéria e do corpo em que a luz e a transição do tempo nos mostram o que há́ para ver numa relação de escala entre nós – o mundo e os inversos. Lusco-Fusco vê a vontade de ser um bocadinho inventor do seu próprio espanto e para isso desenha um espaço que pouco a pouco se torna numa invasão feita pela matéria que podemos com ela transformar e sermos transformados, mudá-la de lugar, levá-la connosco, arrastá-la e libertá-la. Deixá-la ser invadida por mãos e pés e cabeças que sentem. Os performers organizam o corpo para desaparecer, desobedecer e desaprender com a matéria, operam a luz e o som e habitam um lugar aberto ao sensível e à própria percepção de cada criança.

Para que percorres inutilmente o céu à procura da tua estrela?
Põe-na lá. (in Vergílio Ferreira, Escrever)


“Lusco-Fusco” [Dusk] arises from the desire to share an experience on emptiness and what it may contain.  Emptiness is nothing but air! What about boredom? What does the emptiness of everything being so full that we are not able to find anything look like? Could it be an event incubator? A shared finding of matter and body where light and the transition of time show us what is there to see in a relation of scale between us — the world and the opposites. “Lusco-Fusco” sees the will to slightly invent one’s own awe, and to this end it outlines a space that little by little becomes an invasion made out of the matter it allows us to transform and be transformed, move from place, carry with us, drag and set free. Let it be taken over by hands and feet and heads able to feel. The performers organise the body to disappear with the matter, disobey it and unlearn from it. They operate light and sound, and they inhabit a place open to the senses and to each child’s own perception.

Direcção e Interpretação Directed and performed by: Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira | Dramaturgia Dramaturgy: Joana Bértholo | Direcção Plástica Visual Director: Rita Westwood | Sonoplastia Sound Design: Filipe Lopes | Figurinos Costume designer: Jordann Santos | Desenho de Luz Light design: Cárin Geada | Operação de luz Light: Miguel Carneiro | Voz off off-stage voice: Eduardo Rego | Produção executiva Executive production: Circular Associação Cultural | Agradecimentos Acknowledgements: Constança Carvalho Homem, Amora Gonçalves Caldeira, Sílvia Barbosa e Luís Filipe Silva | Coprodutores Coproduced: Teatro Municipal do Porto, São Luiz Teatro Municipal, Comédias do Minho, Circular Associação Cultural, Teatro Aveirense | Duração aprox. Approximate length: 45 mins

Próximas apresentações:

3, 4, 7 e 8 de Maio, 10:30 / Sessões escolares
5 e 6 de Maio, 16:00 / Sessões públicas
São Luiz Teatro Municipal (Lisboa)

20, 21 e 22 de Junho, 10:30 + 14:30 / Sessões escolares
Teatro Aveirense (Aveiro)

18 e 19 de Outubro / Sessões escolares
20 de Outubro / Sessão pública
Teatro Viriato (Viseu)

11 Dezembro / Sessão escolar
Espaço Lafontana (Vila do Conde)

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www.paredesdecoura.pt/locais/centro-cultural
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Filipe Caldeira é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Filipe Caldeira is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

 



© José Carlos Duarte
"Companhia" de João dos Santos Martins com
Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher

Dança

14-19 de Abril (excepto 16), Sábado-Quinta 21:30/Domingo 18:30, Teatro Maria Matos (Lisboa)

Estreia / Premiere

Companhia marca o reencontro de João dos Santos Martins com a equipa de Projeto Continuado (2015), dando continuidade aos processos de colaboração e investigação então iniciados e marcados por relações de afeto e labor. Companhia investe esteticamente na ideia de dança enquanto trabalho, utilizando, para isso, casos de estudo que examinam, por exemplo, a sistematização do movimento operário na relação estabelecida com as máquinas, de onde surge um conceito de coreografia enquanto tecnologia ou prótese. Em paralelo, reflete-se sobre como determinadas estéticas de dança, de ambições libertárias e democráticas, estão implicadas na redução dos pontos de tensão do corpo, implementando técnicas de eficácia na concretização do movimento, utilização energética e redução de esforço como alternativa ao modernismo rígido e ideologicamente “exterior” ao corpo.
Interessa, com isto, refletir sobre trabalho e bem-estar, a forma como a dança, enquanto cânon de produção recíproca de prazer (do espectador, mas também do bailarino) e difícil de identificar socialmente como labor, interage com os seus modos e agentes de produção. E se a ideia de “companhia” aqui invocada pondera uma forma hegemónica de organização estrutural e administrativa em dança, ela implica também um modo de labor comum: companhia como facto ou condição de ser e estar com o outro, como forma de providenciar amizade ou prazer a um grupo de pessoas numa sociedade.

Company marks the re-encounter of João dos Santos Martins with the team from Projeto Continuado (Continued Project, 2015), giving continuity to the processes of collaboration and research begun at that time and marked by relationships of labour and affection. Company invests aesthetically in the idea of dance as work, using, for this purpose, case studies that, for example, examine the systematisation of the movement of factory workers in relationship to machines, from which emerges a concept of choreography as technology or as a prosthesis. In parallel, it reflects on how certain aesthetics related to dance, with libertarian and democratic ambitions, are involved in the reduction of stress points in the body, implementing techniques of efficiency in the performance of a gesture and the use of energy, leading to the reduction of effort as an alternative to the rigid “modernity” that is ideologically “exterior” to the body.
With this in mind, Company attempts to reflect both on work and well-being, considering the way in which dance, as a canon of production of reciprocal pleasure (of the spectator, but also of the dancer) and thus difficult to identify socially as labour, interacts with its ways of doing. And while the idea of “company” invokes here an hegemonic form of structural and administrative organisation in dance, it also implies a common mode of labour: company as a fact or a condition of existence and of being with the other, as a way of providing friendship or pleasure to a group of people in a society.


De/By: João dos Santos Martins | Em colaboração com/In collaboration with: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher | Coreografia e performance/Choreography and performed by: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher | Encomenda/Comissioned by: Maria Matos Teatro Municipal | Credores financeiros/Loan lenders: 
Ana Rita Teodoro, Associação Parasita, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher | Coprodução/Coproduction: Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto | Produção e difusão/Production and promotion: Circular Associação Cultural | Residências Artísticas/Artistic Residencies: Nave, O Espaço do Tempo, Opart/Companhia Nacional de Bailado/Estúdios Victor Córdon, CCB, Culturgest, Companhia Olga Roriz, SMUP — Sociedade Musical União Paredense, Rua das Gaivotas6, Incrível Almadense, Causas Comuns, Teatro do Eléctrico | Registo fotográfico/Photography: José Carlos Duarte | Registo Videográfico/Video recording: Jorge Jácome e Marta Simões

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Newsletter de 21.03.18
Estreia de "Companhia" de João dos Santos Martins | 14-19 Abril, Teatro Maria Matos
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Circular Festival

Newsletter #165

 


© José Carlos Duarte

"Companhia" de João dos Santos Martins com
Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio,
Filipe Pereira, Sabine Macher

Dias 14 (21:30), 15 (18:30), 17, 18, 19 (21:30) Abril, Teatro Maria Matos (Lisboa)

Companhia marca o reencontro de João dos Santos Martins com a equipa de Projeto Continuado (2015), dando continuidade aos processos de colaboração e investigação então iniciados e marcados por relações de afeto e labor. Companhia investe esteticamente na ideia de dança enquanto trabalho, utilizando, para isso, casos de estudo que examinam, por exemplo, a sistematização do movimento operário na relação estabelecida com as máquinas, de onde surge um conceito de coreografia enquanto tecnologia ou prótese. Em paralelo, reflete-se sobre como determinadas estéticas de dança, de ambições libertárias e democráticas, estão implicadas na redução dos pontos de tensão do corpo, implementando técnicas de eficácia na concretização do movimento, utilização energética e redução de esforço como alternativa ao modernismo rígido e ideologicamente “exterior” ao corpo.
Interessa, com isto, refletir sobre trabalho e bem-estar, a forma como a dança, enquanto cânon de produção recíproca de prazer (do espectador, mas também do bailarino) e difícil de identificar socialmente como labor, interage com os seus modos e agentes de produção. E se a ideia de “companhia” aqui invocada pondera uma forma hegemónica de organização estrutural e administrativa em dança, ela implica também um modo de labor comum: companhia como facto ou condição de ser e estar com o outro, como forma de providenciar amizade ou prazer a um grupo de pessoas numa sociedade.

DE/BY: João dos Santos Martins EM COLABORAÇÃO COM/IN COLLABORATION WITH: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher COREOGRAFIA E PERFORMANCE/CHOREOGRAPHY AND PERFORMED BY: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher ENCOMENDA/COMISSIONED BY: Maria Matos Teatro Municipal CREDORES FINANCEIROS/LOAN LENDERS:
Ana Rita Teodoro, Associação Parasita, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher  COPRODUÇÃO/COPRODUCTION: Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto PRODUÇÃO E DIFUSÃO/PRODUCTION AND PROMOTION: Circular Associação Cultural RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS/ARTISTIC RESIDENCIES: Nave, O Espaço do Tempo, Opart/Companhia Nacional de Bailado/Estúdios Victor Córdon, CCB, Culturgest, Companhia Olga Roriz, SMUP — Sociedade Musical União Paredense, Rua das Gaivotas6, Incrível Almadense, Causas Comuns, Teatro do Eléctrico REGISTO FOTOGRÁFICO/PHOTOGRAPHY: José Carlos Duarte REGISTO VIDEOGRÁFICO/VIDEO RECORDING: Jorge Jácome e Marta Simões

Company marks the re-encounter of João dos Santos Martins with the team from Projeto Continuado (Continued Project, 2015), giving continuity to the processes of collaboration and research begun at that time and marked by relationships of labour and affection. Company invests aesthetically in the idea of dance as work, using, for this purpose, case studies that, for example, examine the systematisation of the movement of factory workers in relationship to machines, from which emerges a concept of choreography as technology or as a prosthesis. In parallel, it reflects on how certain aesthetics related to dance, with libertarian and democratic ambitions, are involved in the reduction of stress points in the body, implementing techniques of efficiency in the performance of a gesture and the use of energy, leading to the reduction of effort as an alternative to the rigid “modernity” that is ideologically “exterior” to the body.
With this in mind, Company attempts to reflect both on work and well-being, considering the way in which dance, as a canon of production of reciprocal pleasure (of the spectator, but also of the dancer) and thus difficult to identify socially as labour, interacts with its ways of doing. And while the idea of “company” invokes here an hegemonic form of structural and administrative organisation in dance, it also implies a common mode of labour: company as a fact or a condition of existence and of being with the other, as a way of providing friendship or pleasure to a group of people in a society.

 

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Newsletter de 16.03.18
"Lusco Fusco" de Catarina Gonçalves & Filipe Caldeira | 17 Mar, Rivoli (Porto) | 14 Abr, Biblioteca VN Cerveira | 22 Abr, CC Paredes de Coura | 28 Abri, Casa da Cultura de Melgaço
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Circular Festival

Newsletter #164

 


© Celeste Domingues

"Lusco-Fusco"
Catarina Gonçalves & Filipe Caldeira

17 Março, 16:00, Teatro Municipal do Porto - Rivoli . Campo Alegre (Palco do Grande Auditório MO • Rivoli)
14 Abril, 11:00, Biblioteca de Vila Nova de Cerveira
22 Abril, 15:30, Centro Cultural de Paredes de Coura
28 Abril, 15:00, Casa da Cultura de Melgaço

“Lusco-Fusco” surge de um desejo de partilhar uma experiência sobre o vazio e o que ele pode conter.
O vazio só contém ar! E o aborrecimento? Como é o vazio de estar tudo tão cheio que não encontramos nada? Será uma incubadora de acontecimentos? Uma descoberta partilhada da matéria e do corpo em que a luz e a transiçãnuma relação de escala entre nós – o mundo e os inversos. “Lusco-Fusco” vê a vontade de ser um bocadinho inventor do seu próprio espanto e, para isso, desenha um espaço que pouco a pouco se torna numa invasão feita pela matéria que podemos com ela transformar e sermos transformados, mudá-la de lugar, levá-la connosco, arrastá-la e libertá-la. Deixá-la ser invadida por mãos e pés e cabeças que sentem. Os performers organizam o corpo para desaparecer, desobedecer e desaprender com a matéria, operam a luz e o som e habitam um lugar aberto ao sensível e à própria percepção de cada criança.

“Lusco-Fusco” [Dusk] arises from the desire to share an experience on emptiness and what it may contain.
Emptiness is nothing but air! What about boredom? What does the emptiness of everything being so full that we are not able to find anything look like? Could it be an event incubator? A shared finding of matter and body where light and the transition of time show us what is there to see in a relation of scale between us — the world and the opposites. “Lusco-Fusco” sees the will to slightly invent one’s own awe, and to this end it outlines a space that little by little becomes an invasion made out of the matter it allows us to transform and be transformed, move from place, carry with us, drag and set free. Let it be taken over by hands and feet and heads able to feel. The performers organise the body to disappear with the matter, disobey it and unlearn from it. They operate light and sound, and they inhabit a place open to the senses and to each child’s own perception.


Direção e Interpretação Directed and performed by Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira | Dramaturgia Dramaturgy Joana Bértholo | Direcção Plástica Visual Director Rita Westwood | Sonoplastia Sound Design Filipe Lopes | Desenho de Luz Lightning Design Cárin Geada | Operação de luz: Miguel Carneiro | Voz off: Eduardo Rego | Produção executiva: Circular Asociação Cultural | Agradecimentos Acknowledgements Constança Carvalho Homem, Amora Gonçalves Caldeira, Sílvia Barbosa, Luís Filipe Silva | Coprodução Co-produced by Teatro Municipal do Porto, São Luiz Teatro Municipal, Comédias do Minho, Circular Associação Cultural, Teatro Aveirense | Duração aprox. Approximate length 45 mins

Próximas apresentações:

Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira
10, 11, 12 e 13 de Abril - 10h e 14h - sessões escolares

14 de Abril
 - 11h - sessão em família

Grande Auditório de Paredes de Coura
17, 18, 19 e 20 de Abril  - 10h e 14h - sessões escolares
22 de Abril - 15h30 - sessão em família

Casa da Cultura de Melgaço
24, 26 e 27 de Abril -  10h e 14h - sessões escolares 
28 de Abril - 15h  - sessão em família

São Luiz Teatro Municipal
3, 4, 7 e 8 de Maio - 10h30 -  sessões escolares 
5 e 6 de Maio, 16h -  sessões em família

Teatro Aveirense, Aveiro
20, 21 e 22 de Junho - sessões escolares

Teatro Viriato, Viseu
18 e 19 de Outubro - sessões escolares
20 de Outubro - sessão em família

Espaço Lafontana, Vila do Conde
11 de Dezembro - sessão escolar


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Newsletter de 02.02.18
'Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre' de Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristóvão | 3 Fev, Black Box da PAC, Guidance (Guimarães)
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Circular Festival

Newsletter #163

 


© Susana Neves
"Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre"
Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristóvão


03 Fevereiro, 18:30, Black Box da PAC (Guimarães) | GUIdance 2018

O elemento de aglutinação decisivo para o processo de criação é Almada Negreiros: “Saudade é a masturbação passiva dos que não sabem que a Natureza é suficientemente variada para que não haja necessidade de voltar atrás. A Velocidade move-se por entusiasmo e nunca descarrila da Felicidade”.
Com Almada associamos o Maximalismo com Dadaísmo e Surrealismo, com “a velocidade”, a sofreguidão de ser, de incluir e de conjugar: “A eternidade existe sim, mas não tão devagar”. A criação parte de Almada, da sua velocidade em despertar cérebros no corpo, a irrepetível orquestra do novo que se consome correndo, em máximas aspirações que recusam o mínimo denominador comum. Simultaneidade, velocidade, incongruência com o exclusivo, assimilação e sobreposição, conduzem ao maximalismo em associação com a eternidade rápida e urgente de Almada e unem com o gesto, mais que com a teoria, de atos dadaístas e surrealistas de hibridismo de linguagens e de espontaneidade.
Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade

The decisive glue for the creative process is Almada Negreiros: "Nostalgia is the passive masturbation of those who don’t realise that nature is sufficiently varied that there is no need to look backwards. Speed is driven by enthusiasm and never disengages from happiness." With Negreiros we associate Maximalism with Dadaism and Surrealism, with "speed", greediness of being, including and conjugating: "Eternity does indeed exist, but not so slowly." The piece is based on Negreiros, on his speed in awakening brains in the body, the unrepeatable orchestra of the new consumed at running speed, in maximum ambitions that refuse the smallest of common denominators. The artistic option focuses on excess, on the overlapping of standards, on the association of disparate elements, on the meaningless, non-discursive andnon-demonstrable. On the maze of mutable geometries, a game of mirrors without an original and primary image, speed and paradox; a game of disjunction that conjugates the apparently incongruous and the non-assimilable.
Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade


Direção, Coreografia e Dramaturgia Direction, choreography by Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade | Interpretação Performed by Francisco Pinho, Bruno Senune, Joana von Mayer Trindade, Ana Rita Xavier | Teoria e Filosofia Theory and philosophy Eduarda Neves, Hugo Calhim Cristovão, Celeste Natário, Cláudia Marisa, Ana Mira e Claúdia Galhós | Figurinos Costumes UNT | Desenho de Luz Lighting design Sérgio Julião | Design Design Hugo Santos | Produção Produced by Sofia Reis | Vídeo Video Andrea Azevedo | Fotografia Photography Susana Neves | Coprodução Co-produced by Teatro Municipal do Porto | Apoio With the support from Direcção Geral das Artes, Fundação GDA | Apoio à internaci​o​nalização Support for internationalisation: Fundação Calouste Gulbenkian | Residências Artísticas Artistic residencies Circolando, Companhia Instável, Centro de Criação do Candoso (Guimarães), Teatro Municipal do Porto, CND Paris | Duração aprox. Approx. length 60 mins | Classificação etária M12


Joana Von Mayer Trindade é Artista Residente da Circular Associação Cultural
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Newsletter de 04.01.18
'O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)' de Filipe Caldeira - Teatro-Cine de Torres Vedras, 06 Jan
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Circular Festival

Newsletter #162

 


© José Caldeira
"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)"
de Filipe Caldeira
Teatro-Cine de Torres Vedras
6 de Janeiro / 21:30


Espectáculo infantil | 03 aos 06 anos

Este espectáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)"
by Filipe Caldeira
Teatro-Cine de Torres Vedras
6 January/ 9:30pm

Performance for children | 03 - 06 years

The dog talks about the street, it needs the street, the neighbourhood, needs corners to pee, needs children to pursue.
The dog talks about how he misses the streets
The lack of trouble
Of friends and pals
Of the street that becomes the world
Of his shed, the friendly grandpa
Talks about making it on his own, helping friends out
Being afraid of the night but even then not going home
The dog is the street, is grandpa, is the house. They need each other.
We claim the street to play, break, hide, learn, lose.


Ficha Artística Credits:
Criação Creation: Filipe Caldeira | Direcção artística Artistic direction: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves ​| Interpretação Performance: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves | Texto original Original text: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia Dramaturgy Assistant: Joclécio Azevedo | Cenografia Scenography: Ana Guedes | Apoio à cenografia Scenography Assistant: Emanuel Santos | Sonoplastia Sound design: Rodrigo Malvar | Voz Vocals: Catarina Gonçalves | Figurinos Costumes: Jordann Santos | Desenho e operação de luz Light design: Miguel Carneiro | Vídeo Video: Teresa Pinto | Apoio à residência Residence Support: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos Acknowledgements: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão Executive production and tour: Circular Associação Cultural | Co-produção Coproduced by: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre


Artista Residente da Circular Associação Cultural

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Newsletter de 29.11.17
'Autointitulado' de João dos Santos Martins e Cyriaque Villemaux - 2 Dez, Centro Cultural de Paredes de Coura
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Circular Festival

Newsletter #161

 


© José Carlos Duarte
"Autointitulado" de João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux
2 Dezembro, 21h30 | Centro Cultural de Paredes de Coura

Apresentação no âmbito do programa "Universidade Invisível - Que dança é esta?" / Comédias do Minho

Autointitulado foi feito para esquecer uma série de improvisações dançadas num estúdio previsto para esse efeito. As danças então filmadas, e depois apagadas, comportavam resíduos daquilo que identificámos como influências e imagens marcantes. Cada modelo, conhecido ou anónimo, cujo peso nos ancilosa os membros, levou-nos a uma composição de danças feita a partir da nossa memória. O intervalo de tempo que separa os modelos que reproduzimos supõe uma forma de narrativa cujos efeitos procurámos não exagerar. Não se trata pois de uma enésima história da dança posta em cena mas de uma prática de estúdio trazida para fora do aquário para ser asfixiada de uma vez por todas. No mínimo.
João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux

Um projecto de e por: Cyriaque Villemaux e João dos Santos Martins | Desenho de luz: Rui Monteiro | Operação de luz: Rui Barbosa | Co-produção: Circular Festival de Artes Performativas e Alkantara Festival | Produção executiva e difusão: Circular Associação Cultural
Residências artísticas: Alkantara, O Espaço do Tempo, danceWEB no contexto do projeto Life Long Burning subsidiado pelo programa Cultura da União Europeia, A22, Graner, Circular Festival de Artes Performativas | Apoio: Fundação Calouste Gulbenkian | Agradecimentos: Forum Dança, O Rumo do Fumo, Nome Próprio, O Espaço do Tempo, Aristide Bianchi, André e. Teodósio, Diana dos Santos Martins, Manuel João Martins, Polina Akhmetzyanova

Autointitulado (Self-titled) is a collaboration between Joao dos Santos Martins and Cyriaque Villemaux and was made in order to forget a series of improvisations danced in a studio specially prepared for this purpose. The dances, which were filmed at that time and then erased, contained residues of what we identify as influences and striking images. Each model, either known or anonymous, whose weight stiffens our limbs, led us to a composition of dances made from our memory. The time gap that separates the models that we reproduce presupposes a form of narrative whose effects we try not to exaggerate. It is not therefore the nth history of dance to be placed upon the stage, but a studio practice brought outside the aquarium in order to be asphyxiated once and for all. At the very least.
João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux

A project of and by: Cyriaque Villemaux and Joao dos Santos Martins | Lighting design: Rui Monteiro | Light operation: Rui Barbosa | Co-production Circular Festival de Artes Performativas and Alkantara Festival | Executive production and promotion: Circular Associação Cultural | Artistic residencies: Alkantara, O Espaço do Tempo, danceWEB in the context of the Life Long Burning project, subsidised by the European Union Culture Programme, A22, Graner, Circular Festival de Artes Performativas
| Supports: Fundação Calouste Gulbenkian | Acknowledgements Forum Dança, O Rumo do Fumo, Nome Próprio, O Espaço do Tempo, Aristide Bianchi, André e. Teodósio, Diana dos Santos Martins, Manuel João Martins, Polina Akhmetzyanova

Artista Residente da Circular Associação Cultural

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www.comediasdominho.com

 

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Newsletter de 24.10.17
'O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)' de Filipe Caldeira - Biblioteca de Marvila (programação Teatro Maria Matos) - 31 out, 2, 3, 4 e 5 nov (Lisboa)
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Circular Festival

Newsletter #160

 


© José Caldeira
"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)"
de Filipe Caldeira
Biblioteca de Marvila (programação Teatro Maria Matos) - 31 de Outubro, 2 e 3 de Novembro : 10h (sessões para escolas), 4 e 5 de Novembro : 16h30 (sessões público em geral)


Próximas apresentações:
12, 13 e 14 de Dezembro: Teatro Aveirense

Espectáculo infantil | 03 aos 06 anos

Este espectáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)"
by Filipe Caldeira
Centro de Arte de Ovar
2 and 3 October/ 10am

Upcoming presentations:
31 October; 2, 3 , 4 and 5 November: Marvila Library - invitation by Maria Matos Teatro Municipal 
12, 13 and 14 December: Teatro Aveirense

Performance for children | 03 - 06 years

The dog talks about the street, it needs the street, the neighbourhood, needs corners to pee, needs children to pursue.
The dog talks about how he misses the streets
The lack of trouble
Of friends and pals
Of the street that becomes the world
Of his shed, the friendly grandpa
Talks about making it on his own, helping friends out
Being afraid of the night but even then not going home
The dog is the street, is grandpa, is the house. They need each other.
We claim the street to play, break, hide, learn, lose.

Ficha Artística Credits:
Criação Creation: Filipe Caldeira | Direcção artística Artistic direction: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves ​| Interpretação Performance: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves | Texto original Original text: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia Dramaturgy Assistant: Joclécio Azevedo | Cenografia Scenography: Ana Guedes | Apoio à cenografia Scenography Assistant: Emanuel Santos | Sonoplastia Sound design: Rodrigo Malvar | Voz Vocals: Catarina Gonçalves | Figurinos Costumes: Jordann Santos | Desenho e operação de luz Light design: Miguel Carneiro | Vídeo Video: Teresa Pinto | Apoio à residência Residence Support: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos Acknowledgements: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão Executive production and tour: Circular Associação Cultural | Co-produção Coproduced by: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre


Artista Residente da Circular Associação Cultural

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Vídeo teaser 'O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)' de Filipe Caldeira

 

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Newsletter de 02.10.17
'O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)' de Filipe Caldeira - Centro de Arte de Ovar, 2 e 3 Out (Ovar)
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Newsletter #159

 


© José Caldeira
"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)"
de Filipe Caldeira
Centro de Arte de Ovar
2 e 3 de Outubro / 10:00


Próximas apresentações:
31 de Outubro; 2, 3 , 4 e 5 de Novembro: Biblioteca de Marvila a convite do Maria Matos Teatro Municipal  
12, 13 e 14 de Dezembro: Teatro Aveirense

Espectáculo infantil | 03 aos 06 anos

Este espectáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)"
by Filipe Caldeira
Centro de Arte de Ovar
2 and 3 October/ 10am

Upcoming presentations:
31 October; 2, 3 , 4 and 5 November: Marvila Library - invitation by Maria Matos Teatro Municipal 
12, 13 and 14 December: Teatro Aveirense

Performance for children | 03 - 06 years

The dog talks about the street, it needs the street, the neighbourhood, needs corners to pee, needs children to pursue.
The dog talks about how he misses the streets
The lack of trouble
Of friends and pals
Of the street that becomes the world
Of his shed, the friendly grandpa
Talks about making it on his own, helping friends out
Being afraid of the night but even then not going home
The dog is the street, is grandpa, is the house. They need each other.
We claim the street to play, break, hide, learn, lose.


Ficha Artística Credits:
Criação Creation: Filipe Caldeira | Direcção artística Artistic direction: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves ​| Interpretação Performance: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves | Texto original Original text: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia Dramaturgy Assistant: Joclécio Azevedo | Cenografia Scenography: Ana Guedes | Apoio à cenografia Scenography Assistant: Emanuel Santos | Sonoplastia Sound design: Rodrigo Malvar | Voz Vocals: Catarina Gonçalves | Figurinos Costumes: Jordann Santos | Desenho e operação de luz Light design: Miguel Carneiro | Vídeo Video: Teresa Pinto | Apoio à residência Residence Support: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos Acknowledgements: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão Executive production and tour: Circular Associação Cultural | Co-produção Coproduced by: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre


Artista Residente da Circular Associação Cultural

+ info
cao.cm-ovar.pt

 

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Newsletter de 29.09.17
Últimos dias: Circular Festival de Artes Performativas, até 30 Set, Vila do Conde, 13ª edição | Circular Performing Arts Festival, until Sep 30, Vila do Conde, 13th edition

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Circular Festival

Newsletter #158

 


© Flávio Rodrigues
A Deriva dos Olhos
Bruno Senune     

29 Setembro | Sex | 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República)
Dança

Estreia Absoluta

> Bilhete combinado para os espectáculos de Bruno Senune e Ana Pi / venda exclusiva ao balcão do Auditório Municipal de Vila do Conde: 7,5 € | Duração aprox.: 45' | M6

"Life is a constant process of dying"
Arthur Schopenhauer


A Deriva dos Olhos é uma construção poética sobre o caos, a impotência, a destruição do desejo, o cansaço extremo e o caminho percorrido até uma possível metamorfose que permita a sobrevivência. A pesquisa de formas de metamorfosear o corpo, a percepção do mesmo e daquilo que o caracteriza, como metáfora para outras possibilidades de entendimento do mesmo enquanto motor identitário imagético. A exposição da fragilidade e de uma narrativa de sobrevivência, a tristeza que se festeja, a mudança que é necessária para continuar a percorrer os lugares da vida, o limbo constante entre o equilíbrio e a queda, o alívio por entre a ansiedade da impossibilidade. Telma João Santos


site | Biografia

 



© Daniel Nicolaevsky
Noirblue
Ana Pi    

29 Setembro | Sex | 22:30
Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República)
Dança

Estreia Nacional

> Bilhete combinado para os espectáculos de Bruno Senune e Ana Pi / venda exclusiva ao balcão do Auditório Municipal de Vila do Conde: 7,5 € | Duração aprox.: 60' | M16

Houve um tempo em que o azul não existia. Línguas antigas tais como Japonês, Grego ou Hebraico, não apresentavam uma palavra que definisse a cor. Alguns historiadores elucidam que esta ausência está relacionada à rara presença da cor azul na natureza. Outros afirmam que esta distração linguística aponta para o facto de que tais sociedades não eram suficientemente desenvolvidas, incapazes de dominar, produzir, processar ou apenas vê-la. Azul, no entanto, sobrevive e torna-se símbolo, temporalidade, principalmente para estas sociedades onde ela se havia tornado invisível. O Antigo Egipto ou a Civilização Tupi-Guaraní foram sociedades antigas onde o azul tinha presença firme.

Muitos destes idiomas, onde a cor inexistia, a palavra criada para defini-la surgiu do preto. No campo da dança, a cor preta/negra existe e é a única, de certo modo.

Quais gestos emergiriam se o mesmo procedimento etimológico fosse aplicado a uma construção coreográfica? Uma dança azul que aparece através das danças consideradas negras; manifestações sagradas, tradicionais e populares, bem como formas contemporâneas, ligadas à população Negra em África e suas diásporas.

NOIRBLUE abre espaço para a ficção e a uma navegação atlântica de corpos periféricos. É um exercício que questiona presença, ausência, discursos e temporalidade para produzir uma dança extemporânea alinhada a duas cores específicas: a pele preta e o pigmento azul ultramarino.

Ana Pi, 2017

site | biografiavídeo

 



© Susana Neves
Drumming GP apresenta Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca
30 Setembro | Sáb | 19:00
Teatro Municipal de Vila do Conde (Salão Nobre) - (Av. Dr. João Canavarro)
Música   

Estreia Absoluta

> Entrada livre

Um percurso pelo período de maturidade de Jorge Peixinho (1940-1995), um dos mais importantes e internacionais compositores de Portugal e da sua história contemporânea, que plasma em cada uma das suas peças os estados do mundo em que viveu.
Um homem sensível e permeável que não ficava impassível aos acontecimentos: "Morrer em Santiago" é o hino e o requiem ao assassinato do presidente Salvador Allende em Santiago do Chile, no início dos anos 70, e "A Floresta Sagrada" é o hino à nossa natureza, também assassinada pelo Homem ou pelos seus interesses momentâneos. Este concerto apresenta-se como uma retrospectiva da obra do período maduro deste artista, que resgata estas jóias só ouvidas nas suas estreias, para assim fazer (e continuaremos a fazer) justiça ao legado que deixa para a posteridade.
O projecto inclui a estreia absoluta de uma obra encomendada pelo festival a Eduardo Luís Patriarca, compositor que recebeu formação de Jorge Peixinho e que reside em Vila do Conde.
Drumming Grupo de Percussão

Programa:

Morrer em Santiago (1973) ...................... Jorge Peixinho
Floresta Sagrada (1992) .......................... Jorge Peixinho
Madame Borbolet(r)a (1982) .................... Jorge Peixinho
Empty Time / Empty Space *  (2017) .......... Eduardo Luís Patriarca

* Encomenda do Circular Festival

Percussão: João Miguel Braga Simões, João Cunha, João Tiago Dias, Miquel Bernat, Pedro Oliveira, Rui Rodrigues, Saulo Giovannini
Com a colaboração de Vicente Bernat em Madame Borbolet(r)a
Direcção: Miquel Bernat
Agradecimentos: Pedro Sousa Silva, Sonoscopia, Pedro Couto Soares, João Luiz

site | Biografia


Conversa em torno de Jorge Peixinho

29 Setembro | Sex | 18:00
Salão de Festas do Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde (Av. Júlio Graça 580)

> Entrada livre

Conversa em torno da vida e obra do compositor Jorge Peixinho (1940-1995) e da sua relação com Vila do Conde, através da Academia de Música de S. Pio X (actual Conservatório de Música de Vila do Conde).

* iniciativa no âmbito do concerto "Drumming GP apresenta Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca" (30 Set, 19:00, Teatro Municipal de Vila do Conde).

Participantes:
- Aires Pinheiro (Direcção Pedagógica do Conservatório de Música de Vila do Conde) - abertura
- Teresa Rocha (ex-Directora Pedagógica da Academia de Música de S. Pio X)
- Eduardo Luís Patriarca (Compositor)
- Miquel Bernat (Drumming Grupo de Percussão)
- Paulo Vasques (Circular Festival) - moderação

A sessão inclui a interpretação da obra:
Jorge Peixinho
Episódios [1960; C.5 min.]

Quarteto de Cordas:
Sónia Guerra - Violino I
Jean Passos - Violino II
Anna Pereira - Viola d´Arco
António Oliveira - Violoncelo

 


Undated
Martine Pisani

30 Setembro | Sáb | 21:30
Teatro Municipal de Vila do Conde - (Av. Dr. João Canavarro)
Dança

Estreia Nacional

> Bilhetes 5,00 EUR | Duração aprox.: 60' | M6

Undated é inspirado no fenómeno de condensação, que consiste no processo de passagem do estado gasoso para o estado líquido. Dizemos que o vapor condensa quando as moléculas se combinam para formar um estado líquido e deixam de permanecer em suspensão. E se tentasse condensar todos os trabalhos que realizei com bailarinos ao longo de vinte anos? Ou como poderia desenrolar o guião de dez das minhas performances ao mesmo tempo e no mesmo lugar?
Estas questões surgiram de uma intuição que trouxe consigo a ideia para Undated.
Como o vapor em suspensão, tudo está lá, mas de forma invisível. Seria suficiente revelar o seu potencial, materializar aquilo que nos dias de hoje me parece importante, traduzi-las aqui e agora.
Tive como objectivo reunir bailarinos e artistas de som e luz, todos presentes em algum momento nas criações da companhia. Uma espécie de condensação humana. Essas pessoas são como emblemas, atendendo que fizeram parte dos nossos processos de colaboração e estado de espírito, e cruzaram-se ou não, em um ou mais espectáculos. A palavra "emblema" é forte mas a presença dos bailarinos em palco foi sempre a base das minhas performances.
Escolhi uma equipa que mistura períodos e personalidades.
O que nos une é, talvez, o sentido de jogo, o espírito de infância, a simplicidade e uma certa distância em relação aos nossos gestos.
E certamente o interesse pela dança!
Os conteúdos surgem das performances que criamos juntos. Estas performances não são apresentadas tal e qual o foram originalmente porque nem todos os bailarinos das peças estão presentes e acima de tudo, não é essa a questão desse novo projecto.
É meu desejo explorar a transformação necessariamente num contexto diferente.
Importa aqui levantar questões centrais das performances, como cheguei até lá, que tipo de materiais produziram? Trata-se de questionar cada uma das situações, quanto à sua verdadeira pertinência. Tenciono trabalhar com a plenitude e o vazio, a presença e a ausência, gerados por determinadas acções. Para actualizar momentos dissolvidos no tempo, para que possamos inventar uma nova forma. Uma forma prospectiva com elementos retrospectivos, áspera e espontânea. Imagino que o espaço seja feito pelos performers e construído como uma casa, a casa do ser.
Martine Pisani

site | biografia | vídeo

 
Ana Pi e Jideh High Elements
DJ Set
   

30 Setembro | Sáb | 23:00
Café do Parque (Av. Júlio Graça 270, Vila do Conde)
Festa

> Entrada livre

Depois da passagem pelo papel de DJ na festa de abertura do 10º aniversário do Circular Festival de Artes Performativas (2014), a coreógrafa Ana Pi regressa à cabine de DJ acompanhada pelo músico Jideh High Elements para animar a festa de encerramento do festival.
Num registo descontraído dançaremos ao som de dub, reggae, dancehall old school, funk, entre outros.



Bilhetes e reservas
(Bilhete combinado para os espectáculos de Bruno Senune + Ana Pi (venda exclusiva ao balcão do Auditório Municipal de Vila do Conde)

+ info
www.circularfestival.com

 

 
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Newsletter de 27.09.17
Destaques: Circular Festival de Artes Performativas, até 30 Set, Vila do Conde, 13ª edição | Highlights: Circular Performing Arts Festival, until Sep 30, Vila do Conde, 13th edition
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Circular Festival

Newsletter #157

 


© DR
"sim sim não não"
Maria Duarte, Sílvia Figueiredo e João Rodrigues

28 Setembro | Qui | 22:00
mala voadora (Rua do Almada 277, Porto)
Teatro
> Bilhetes 5,00 EUR | Duração aprox.: 60' | M6

Estreia Absoluta

"Se penso em alguém que conta uma história, imagino um grupo de pessoas amontoadas e, à volta delas, um vasto espaço... particularmente assustador... talvez estejam encostados à parede, talvez junto ao fogo, à lareira... algures, para mim, a história é um abrigo.
[...]
O contador de histórias está simultaneamente no centro, intimamente, e à distância no horizonte. Ele é o horizonte, com a história de um lado e, do outro, com o geral."


Poderíamos traçar uma linha - um horizonte - que, por momentos, designaríamos de "storytelling" e perante o qual toda a narrativa (ou memória humana) ora convergiria ora divergiria, fazendo vibrar essa linha como vibra uma corda vocal. Eis-nos aí, então, com um instrumento pelo qual mediríamos as variações de tensão entre os homens, o volume do seu ruído, o alcance do seu desacordo, a textura do seu mau-estar... numa espécie de agrimensura poética, própria a cada expressão literária.

sim sim não não é uma tentativa de suspensão momentânea na conversa havida entre John Berger e Susan Sontag. Se ali se procura vincar razoavelmente as diferenças de percurso pessoal, relativamente à herança deixada pelo storytelling, aqui, neste trabalho, forçam-se essas diferenças à sobreposição, como se tudo dependesse, por momentos, apenas, desse pequeno gesto para uma visão plena do fio original, da linha de horizonte, da voz humana, presumidamente perdidos, não se sabe porquê...
Maria Duarte, Sílvia Figueiredo e João Rodrigues

Biografias

 



Conversa em torno de Jorge Peixinho
29 Setembro | Sex | 18:00 | Salão de Festas do Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde (Av. Júlio Graça 580) | Entrada livre

"A Deriva dos Olhos"
Bruno Senune

29 Setembro | Sex | 21:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República)
Dança

Estreia Absoluta

"Noirblue"
Ana Pi

29 Setembro | Sex | 22:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República)
Dança

Estreia Nacional


Drumming GP apresenta Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca

30 Setembro | Sáb | 19:00 | Teatro Municipal de Vila do Conde (Salão Nobre) - (Av. Dr. João Canavarro) | Entrada livre
Música

Estreia Absoluta


"Undated"
Martine Pisani

30 Setembro | Sáb | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde (bancada no palco) - (Av. Dr. João Canavarro)
Dança

Estreia Nacional

Ana Pi e Jideh High Elements
DJ Set

30 Setembro | Sáb | 23:00 | Café do Parque (Av. Júlio Graça 270, Vila do Conde) | Entrada livre
Festa


Bilhetes e reservas

(Bilhete combinado para os espectáculos de Bruno Senune + Ana Pi (venda exclusiva ao balcão do Auditório Municipal de Vila do Conde)

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Circular Festival

Newsletter #157

 


© DR
"sim sim não não"
Maria Duarte, Sílvia Figueiredo e João Rodrigues

28 Setembro | Qui | 22:00
mala voadora (Rua do Almada 277, Porto)
Teatro
> Bilhetes 5,00 EUR | Duração aprox.: 60' | M12

Estreia Absoluta

"Se penso em alguém que conta uma história, imagino um grupo de pessoas amontoadas e, à volta delas, um vasto espaço... particularmente assustador... talvez estejam encostados à parede, talvez junto ao fogo, à lareira... algures, para mim, a história é um abrigo.
[...]
O contador de histórias está simultaneamente no centro, intimamente, e à distância no horizonte. Ele é o horizonte, com a história de um lado e, do outro, com o geral."


Poderíamos traçar uma linha - um horizonte - que, por momentos, designaríamos de "storytelling" e perante o qual toda a narrativa (ou memória humana) ora convergiria ora divergiria, fazendo vibrar essa linha como vibra uma corda vocal. Eis-nos aí, então, com um instrumento pelo qual mediríamos as variações de tensão entre os homens, o volume do seu ruído, o alcance do seu desacordo, a textura do seu mau-estar... numa espécie de agrimensura poética, própria a cada expressão literária.

sim sim não não é uma tentativa de suspensão momentânea na conversa havida entre John Berger e Susan Sontag. Se ali se procura vincar razoavelmente as diferenças de percurso pessoal, relativamente à herança deixada pelo storytelling, aqui, neste trabalho, forçam-se essas diferenças à sobreposição, como se tudo dependesse, por momentos, apenas, desse pequeno gesto para uma visão plena do fio original, da linha de horizonte, da voz humana, presumidamente perdidos, não se sabe porquê...
Maria Duarte, Sílvia Figueiredo e João Rodrigues

Biografias

 



Conversa em torno de Jorge Peixinho
29 Setembro | Sex | 18:00 | Salão de Festas do Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde (Av. Júlio Graça 580) | Entrada livre

"A Deriva dos Olhos"
Bruno Senune

29 Setembro | Sex | 21:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República)
Dança

Estreia Absoluta

"Noirblue"
Ana Pi

29 Setembro | Sex | 22:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República)
Dança

Estreia Nacional


Drumming GP apresenta Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca

30 Setembro | Sáb | 19:00 | Teatro Municipal de Vila do Conde (Salão Nobre) - (Av. Dr. João Canavarro) | Entrada livre
Música

Estreia Absoluta


"Undated"
Martine Pisani

30 Setembro | Sáb | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde (bancada no palco) - (Av. Dr. João Canavarro)
Dança

Estreia Nacional

Ana Pi e Jideh High Elements
DJ Set

30 Setembro | Sáb | 23:00 | Café do Parque (Av. Júlio Graça 270, Vila do Conde) | Entrada livre
Festa


Bilhetes e reservas

(Bilhete combinado para os espectáculos de Bruno Senune + Ana Pi . venda exclusiva ao balcão do Auditório Municipal de Vila do Conde)

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Newsletter de 07.09.17
Programação Completa do 13º Circular Festival de Artes Performativas | 22-30 Set, Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #155

 

"Undated" de Martine Pisani © DR Circular Festival de Artes Performativas
22-30 de Setembro 2017, 13ª edição
Vila do Conde



O programa completo da 13ª edição do Circular Festival de Artes Performativas, que acontece de 22 a 30 de setembro de 2017, em Vila do Conde, está disponível online em www.circularfestival.com.


"Peça para Negócio"
Miguel Pereira

22 Setembro | Sex| 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde (bancada no palco) - (Av. Dr. João Canavarro)
Dança

"Nova Criação"
Teresa Silva e Filipe Pereira

23 Setembro | Sábado | 21:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República)
Dança

Drumming GP © Susana Neves
Conversa pós-espectáculo com Teresa Silva e Filipe Pereira moderada por João dos Santos Martins

"Relações Públicas"
Joclécio Azevedo

24 Setembro | Dom | 17:00 | Teatro Municipal de Vila do Conde (Salão Nobre) - (Av. Dr. João Canavarro) | Entrada livre
Performance

Estreia Absoluta

18:00 - Conversa com o público com a participação de Joclécio Azevedo, Nuno Ramalho, Manuela Ferraz (Escola de Dança do Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde), Manuela Costa (Escola de Dança da JUM) e moderação de Isabel Costa.

"sim sim não não"
Maria Duarte, Sílvia Figueiredo e João Rodrigues

28 Setembro | Qui | 22:00 | mala voadora (Rua do Almada 277, Porto)
Teatro

Estreia Absoluta

Conversa em torno de Jorge Peixinho

29 Setembro | Sex | 18:00 | Salão de Festas do Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde (Av. Júlio Graça 580) | Entrada livre

"A Deriva dos Olhos"
Bruno Senune

29 Setembro | Sex | 21:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República)
Dança

Estreia Absoluta

"Noirblue"
Ana Pi

29 Setembro | Sex | 22:30 | Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República)
Dança

Estreia Nacional

Drumming GP apresenta Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca

30 Setembro | Sáb | 19:00 | Teatro Municipal de Vila do Conde (Salão Nobre) - (Av. Dr. João Canavarro) | Entrada livre
Música

Estreia Absoluta


"Undated"
Martine Pisani

30 Setembro | Sáb | 21:30 | Teatro Municipal de Vila do Conde (bancada no palco) - (Av. Dr. João Canavarro)
Dança

Estreia Nacional

Ana Pi e Jideh High Elements
DJ Set

30 Setembro | Sáb | 23:00 | Café do Parque (Av. Júlio Graça 270, Vila do Conde) | Entrada livre
Festa



Bilhetes e reservas

+ info
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Newsletter de 17.08.17
Circular Festival de Artes Performativas, 22-30 Set, Vila do Conde, 13ª edição
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Circular Festival

Newsletter #154

 


"Undated" de Martine Pisani © Laurent Pailler
Circular Festival de Artes Performativas
22-30 de Setembro 2017, 13ª edição
Vila do Conde



A 13ª edição do Circular Festival de Artes Performativas traz a Vila do Conde espectáculos de dança, teatro, música e performance, num programa que inclui autores nacionais e internacionais.
Afirmando o compromisso com a criação artística contemporânea, o festival associa-se a novos projectos, através de co-produções e encomendas, que serão apresentados em estreia absoluta e nacional.
O festival inscreve-se no contexto local, incentivando as práticas artísticas e promovendo o desenvolvimento de residências que incluem a participação de agentes culturais da cidade.
Durante uma semana, o público é convidado a participar na fruição e reflexão em torno das artes performativas, a partir de uma pluralidade de discursos e visões sobre a contemporaneidade.



Miguel Pereira "Peça para negócio" (dança)
Teresa Silva e Filipe Pereira "Nova criação" (dança)

Joclécio Azevedo/Projecto "Relações Públicas" (performance)
Maria Duarte, Sílvia Figueiredo e João Rodrigues "sim sim não não" (teatro)
Bruno Senune "A deriva dos olhos" (dança)
Ana Pi "Noirblue" (dança)
Drumming GP apresenta Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca (música)
Martine Pisani "Undated" (dança)



+ info
www.circularfestival.com
www.facebook.com/circularfestivaldeartesperformativas

 

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Newsletter de 24.07.17
'Autointitulado' de João dos Santos Martins e Cyriaque Villemaux | 27 + 29 Jul, ImPulsTanz - Vienna International Dance Festival ∙ Schauspielhaus (Áustria)
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Circular Festival

Newsletter #153

 


© José Carlos Duarte

"Autointitulado"
João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux


27 Julho (qui), 20:00
29 Julho (sáb), 21:00
ImPulsTanz - Vienna International Dance Festival ∙ Schauspielhaus (Áustria)


Autointitulado foi feito para esquecer uma série de improvisações dançadas num estúdio previsto para esse efeito. As danças então filmadas, e depois apagadas, comportavam resíduos daquilo que identificámos como influências e imagens marcantes. Cada modelo, conhecido ou anónimo, cujo peso nos ancilosa os membros, levou-nos a uma composição de danças feita a partir da nossa memória. O intervalo de tempo que separa os modelos que reproduzimos supõe uma forma de narrativa cujos efeitos procurámos não exagerar. Não se trata pois de uma enésima história da dança posta em cena mas de uma prática de estúdio trazida para fora do aquário para ser asfixiada de uma vez por todas. No mínimo.
João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux

Autointitulado is a collaboration between Joao dos Santos Martins and Cyriaque Villemaux and was made in order to forget a series of improvisations danced in a studio specially prepared for this purpose. The dances, which were filmed at that time and then erased, contained residues of what we identify as influences and striking images. Each model, either known or anonymous, whose weight stiffens our limbs, led us to a composition of dances made from our memory. The time gap that separates the models that we reproduce presupposes a form of narrative whose effects we try not to exaggerate. It is not therefore the nth history of dance to be placed upon the stage, but a studio practice brought outside the aquarium in order to be asphyxiated once and for all. At the very least.
João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux


Um projecto de e por A project of and by Cyriaque Villemaux e João dos Santos Martins | Desenho de luz Lighting design Rui Monteiro | Adaptação e operação de luz Adaptation and light operation Pedro Correia | Co-produção Co-production Circular Festival de Artes Performativas, Alkantara Festival | Produção executiva e difusão Executive production and promotion Circular Associação Cultural
Residências artísticas
Artistic residencies Alkantara, O Espaço do Tempo, danceWEB no contexto do projeto in the context of the Life Long Burning subsidiado pelo programa Cultura da União Europeia subsidised by the European Union Culture Programme, A22, Graner, Circular Festival de Artes Performativas | Apoio Support: Fundação Calouste Gulbenkian | Agradecimentos Acknowledgements Forum Dança, O Rumo do Fumo, Nome Próprio, O Espaço do Tempo, Aristide Bianchi, André e. Teodósio, Diana dos Santos Martins, Manuel João Martins, Polina Akhmetzyanova

Tour:
"Autointitulado" by João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux
- 2 December - Comédias do Minho/Paredes de Coura
"Antropocenas" by João dos Santos Martins & Rita Natálio
- Premiere 23 September - Festival Materiais Diversos/Portugal
- 27, 28, 29 October - Teatro S. Luiz (Lisboa/Portugal)


João dos Santos Martins é Artista Residente da Circular Associação Cultural
João dos Santos Martins is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

+ info
www.impulstanz.com



 

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Newsletter de 05.06.17
Projecto 'Relações Públicas' de Joclécio Azevedo, Maio a Setembro - Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #152

 


©DR
Projecto 'Relações Públicas'
de Joclécio Azevedo
Maio - Setembro - Vila do Conde

Joclécio Azevedo, Artista Residente da Circular Associação Cultural, está a desenvolver entre Maio e Setembro de 2017, o projecto ‘Relações Públicas’ em Vila do Conde, que dará origem a uma performance colaborativa a ser apresentada na 13º edição do Circular Festival de Artes Performativas (22-30 setembro 2017).

Este projecto “apoia-se numa prática informal de encontros, alguns mais planeados e desenvolvidos, outros mais espontâneos, que partem da vontade de discutir e de pensar como criamos laços provisórios, como construímos ou desconstruímos o sentido de pertença”.

As acções deste projecto serão desenvolvidas em Vila do Conde e na sua periferia, inseridas em residências artísticas intensivas que poderão envolver pessoas e colectividades locais. Os encontros serão realizados em diversos espaços, públicos ou privados, assumindo diversos formatos: colaborações invisíveis, sessões de escrita colectiva, ateliers e workshops de dança, conversas soltas.

Joclécio Azevedo, who is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association, is developing in Vila do Conde between May and September 2017 the project 'Relações Públicas (Public Relations)', which will result in a collaborative performance to be presented within the 13th edition of Circular Performing Arts Festival (22-30 September 2017).

M
ais informações brevemente disponíveis.

Joclécio Azevedo é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Joclécio Azevedo is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

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www.circularfestival.com
info@circularfestival.com

 

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Newsletter de 16.05.17
'Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre' de Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristóvão | 19 Mai, Theatro Circo (Braga) | 29 Mai, Teatro Municipal da Covilhã
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Newsletter #151

 


© Hugo Calhim Cristóvão
"Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre"
Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristóvão


19 Maio, 21:30, Theatro Circo (Braga)
29 Maio, 21:30, contraDança - Festival de Dança e Movimento Contemporâneo, Teatro Municipal da Covilhã

28 de Maio, 10:00-13:00 - Workshop de Dança e Teatro por Joana Von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão, Teatro Municipal da Covilhã

O elemento de aglutinação decisivo para o processo de criação é Almada Negreiros: “Saudade é a masturbação passiva dos que não sabem que a Natureza é suficientemente variada para que não haja necessidade de voltar atrás. A Velocidade move-se por entusiasmo e nunca descarrila da Felicidade”.
Com Almada associamos o Maximalismo com Dadaísmo e Surrealismo, com “a velocidade”, a sofreguidão de ser, de incluir e de conjugar: “A eternidade existe sim, mas não tão devagar”. A criação parte de Almada, da sua velocidade em despertar cérebros no corpo, a irrepetível orquestra do novo que se consome correndo, em máximas aspirações que recusam o mínimo denominador comum. Simultaneidade, velocidade, incongruência com o exclusivo, assimilação e sobreposição, conduzem ao maximalismo em associação com a eternidade rápida e urgente de Almada e unem com o gesto, mais que com a teoria, de atos dadaístas e surrealistas de hibridismo de linguagens e de espontaneidade.
Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade

The decisive glue for the creative process is Almada Negreiros: "Nostalgia is the passive masturbation of those who don’t realise that nature is sufficiently varied that there is no need to look backwards. Speed is driven by enthusiasm and never disengages from happiness." With Negreiros we associate Maximalism with Dadaism and Surrealism, with "speed", greediness of being, including and conjugating: "Eternity does indeed exist, but not so slowly." The piece is based on Negreiros, on his speed in awakening brains in the body, the unrepeatable orchestra of the new consumed at running speed, in maximum ambitions that refuse the smallest of common denominators. The artistic option focuses on excess, on the overlapping of standards, on the association of disparate elements, on the meaningless, non-discursive andnon-demonstrable. On the maze of mutable geometries, a game of mirrors without an original and primary image, speed and paradox; a game of disjunction that conjugates the apparently incongruous and the non-assimilable.
Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade


Direção, Coreografia e Dramaturgia Direction, choreography by Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade | Interpretação Performed by Francisco Pinho, André Mendes, Joana von Mayer Trindade, Ana Rita Xavier | Teoria e Filosofia Theory and philosophy Eduarda Neves, Hugo Calhim Cristovão, Celeste Natário, Cláudia Marisa, Ana Mira e Claúdia Galhós | Música original de Music by Paulo Costa e excertos da música "dois pontos parágrafo" dos Triedo | Figurinos Costumes UNT | Desenho de Luz Lighting design Sérgio Julião | Design Design Hugo Santos | Produção Produced by Sofia Reis | Vídeo Video Andrea Azevedo | Fotografia Photography Susana Neves | Coprodução Co-produced by Teatro Municipal do Porto | Apoio With support from Direcção Geral das Artes, Fundação GDA | Apoio à internaci​o​nalização Support for internationalisation: Fundação Calouste Gulbenkian | Residências Artísticas Artistic residencies Circolando, Companhia Instável, Centro de Criação do Candoso (Guimarães), Teatro Municipal do Porto, CND Paris | Duração aprox. Approx. length 60 mins | Classificação etária M12


Joana Von Mayer Trindade é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Joana Von Mayer Trindade is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

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www.theatrocirco.com
www.cm-covilha.pt


 

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Newsletter de 02.05.17
'Autointitulado' de João dos Santos Martins e Cyriaque Villemaux | 11 Mai, Festival DDD - Dias da Dança ∙ Auditório de Serralves - Museu de Arte Contemporânea (Porto)
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Newsletter #150

 


© José Carlos Duarte
"Autointitulado"
João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux


11 Maio (qui), 21:30, Festival DDD - Dias da Dança
Auditório de Serralves - Museu de Arte Contemporânea (Porto)

Autointitulado foi feito para esquecer uma série de improvisações dançadas num estúdio previsto para esse efeito. As danças então filmadas, e depois apagadas, comportavam resíduos daquilo que identificámos como influências e imagens marcantes. Cada modelo, conhecido ou anónimo, cujo peso nos ancilosa os membros, levou-nos a uma composição de danças feita a partir da nossa memória. O intervalo de tempo que separa os modelos que reproduzimos supõe uma forma de narrativa cujos efeitos procurámos não exagerar. Não se trata pois de uma enésima história da dança posta em cena mas de uma prática de estúdio trazida para fora do aquário para ser asfixiada de uma vez por todas. No mínimo.
João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux

Autointitulado is a collaboration between Joao dos Santos Martins and Cyriaque Villemaux and was made in order to forget a series of improvisations danced in a studio specially prepared for this purpose. The dances, which were filmed at that time and then erased, contained residues of what we identify as influences and striking images. Each model, either known or anonymous, whose weight stiffens our limbs, led us to a composition of dances made from our memory. The time gap that separates the models that we reproduce presupposes a form of narrative whose effects we try not to exaggerate. It is not therefore the nth history of dance to be placed upon the stage, but a studio practice brought outside the aquarium in order to be asphyxiated once and for all. At the very least.
João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux

Um projecto de e por A project of and by Cyriaque Villemaux e João dos Santos Martins | Desenho de luz Lighting design Rui Monteiro | Operação de luz Light operation Pedro Correia | Co-produção Co-production Circular Festival de Artes Performativas, Alkantara Festival | Produção executiva e difusão Executive production and promotion Circular Associação Cultural
Residências artísticas
Artistic residencies Alkantara, O Espaço do Tempo, danceWEB no contexto do projeto in the context of the Life Long Burning subsidiado pelo programa Cultura da União Europeia subsidised by the European Union Culture Programme, A22, Graner, Circular Festival de Artes Performativas | Co-apresentação Co-presentation Alkantara Com o apoio Supports DNA/Programa Cultura da União Europeia | Apoio: Fundação Calouste Gulbenkian | Agradecimentos Acknowledgements Forum Dança, O Rumo do Fumo, Nome Próprio, O Espaço do Tempo, Aristide Bianchi, André e. Teodósio, Diana dos Santos Martins, Manuel João Martins, Polina Akhmetzyanova


Tour:
"Autointitulado" by João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux
- 8 June - PT.17 - O Espaço do Tempo/Montemor-o-Novo
- TBA - Impulstanz/Vienna
- 2 December - Comédias do Minho/Paredes de Coura
"Continued Project (2015)" by João dos Santos Martins
- 3, 4 May - FIDCU (Montevideo/Uruguay)
- 6 May - Atos de Fala (Rio de Janeiro/Brasil)
"Antropocenas" by João dos Santos Martins & Rita Natálio
- Premiere 23 September - Festival Materiais Diversos/Portugal
- 27, 28, 29 October - Teatro S. Luiz (Lisboa/Portugal)


João dos Santos Martins é Artista Residente da Circular Associação Cultural
João dos Santos Martins is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

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www.festivalddd.com

 

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Newsletter de 28.04.17
'Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre' de Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristóvão | 29 Abr, TAGV (Coimbra) - Antestreia | 10, 11 Mai, Festival DDD - Dias da Dança, Teatro Campo Alegre (Porto)
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Newsletter #149

 


© Hugo Calhim Cristóvão
"Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre"
Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristóvão


Antestreia: 29 Abril, 18:00, Teatro Académico de Gil Vicente - TAGV (Coimbra)
10 Maio (21:30), 11 Maio (19:00), Festival DDD - Dias da Dança - Teatro Campo Alegre (Porto)

O elemento de aglutinação decisivo para o processo de criação é Almada Negreiros: “Saudade é a masturbação passiva dos que não sabem que a Natureza é suficientemente variada para que não haja necessidade de voltar atrás. A Velocidade move-se por entusiasmo e nunca descarrila da Felicidade”.
Com Almada associamos o Maximalismo com Dadaísmo e Surrealismo, com “a velocidade”, a sofreguidão de ser, de incluir e de conjugar: “A eternidade existe sim, mas não tão devagar”. A criação parte de Almada, da sua velocidade em despertar cérebros no corpo, a irrepetível orquestra do novo que se consome correndo, em máximas aspirações que recusam o mínimo denominador comum. Simultaneidade, velocidade, incongruência com o exclusivo, assimilação e sobreposição, conduzem ao maximalismo em associação com a eternidade rápida e urgente de Almada e unem com o gesto, mais que com a teoria, de atos dadaístas e surrealistas de hibridismo de linguagens e de espontaneidade.
Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade

The decisive glue for the creative process is Almada Negreiros: "Nostalgia is the passive masturbation of those who don’t realise that nature is sufficiently varied that there is no need to look backwards. Speed is driven by enthusiasm and never disengages from happiness." With Negreiros we associate Maximalism with Dadaism and Surrealism, with "speed", greediness of being, including and conjugating: "Eternity does indeed exist, but not so slowly." The piece is based on Negreiros, on his speed in awakening brains in the body, the unrepeatable orchestra of the new consumed at running speed, in maximum ambitions that refuse the smallest of common denominators. The artistic option focuses on excess, on the overlapping of standards, on the association of disparate elements, on the meaningless, non-discursive andnon-demonstrable. On the maze of mutable geometries, a game of mirrors without an original and primary image, speed and paradox; a game of disjunction that conjugates the apparently incongruous and the non-assimilable.
Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade


Direção, Coreografia e Dramaturgia Direction, choreography by Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade | Interpretação Performed by Francisco Pinho, André Mendes, Joana von Mayer Trindade, Ana Rita Xavier | Teoria e Filosofia Theory and philosophy Eduarda Neves, Hugo Calhim Cristovão, Celeste Natário, Cláudia Marisa, Ana Mira e Claúdia Galhós | Música original de Paulo Costa e excertos da música "dois pontos parágrafo" dos Triedo Music Paulo Costa | Figurinos Costumes UNT | Desenho de Luz Lighting design Sérgio Julião | Design Design Hugo Santos | Produção Produced by Sofia Reis | Vídeo Video Andrea Azevedo | Fotografia Photography Susana Neves | Coprodução Co-produced by Teatro Municipal do Porto | Apoio With support from Direcção Geral das Artes, Fundação GDA | Apoio à internacinalização: Fundação Calouste Gulbenkian | Residências Artísticas Artistic residencies Circolando, Companhia Instável, Centro de Criação do Candoso (Guimarães), Teatro Municipal do Porto, CND Paris | Duração aprox. Approx. length 60 mins | Classificação etária M12


Joana Von Mayer Trindade é Artista Residente da Circular Associação Cultural
Joana Von Mayer Trindade is part of the project Artist in Residence - Circular Cultural Association

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www.tagv.pt
www.festivalddd.com

 

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Newsletter de 17.04.17
'Projecto Continuado (2015)' de João dos Santos Martins em itinerância internacional no Brasil, Chile e Uruguai
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Newsletter #148

 


© José Carlos Duarte
"Projecto Continuado (2015)"
de João dos Santos Martins

22, 23 Abril, Parque Cultural de Valparaíso (Valparaíso, Chile)
29, 30 Abril, Sesc Pompeia (São Paulo, Brasil)
3, 4 Maio, Teatro Solis/FIDCU (Montevideu, Uruguai)
6 Maio, Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Atos de Fala (Rio de Janeiro, Brasil)

10-18 Abril • Residência artística "Companhia" (nova criação/2018) | Nave (Santiago do Chile)


Em 2011 tive a oportunidade de participar, em contexto pedagógico, na reinterpretação da peça Continuous Project – Altered Daily (1970) de Yvonne Rainer, a partir de arquivos disponíveis e testemunhos de artistas. Nesse momento, surgiram tensões de trabalho que viriam a materializar-se na peça em si: um processo de trabalho transformado em experiência estética que reivindicava o labor coreográfico enquanto produto artístico. Estava literalmente em causa a forma como um grupo de indivíduos interagia e negociava um conjunto de ações entre si, num processo que tanto era naturalizado quanto induzido coreograficamente. Neste projeto, continuado, damos seguimento a esta "ideia" de coreografia enquanto tecnologia que verifica, ativa e transforma relações entre indivíduos. Recorrendo a objetos da história da dança, aos seus contextos e ideologias, e à sua relação com música, procurámos rever e operar sobre a forma como a coreografia e a dança estabelecem padrões ideológicos que fixam ou colocam em questão os regimes éticos e estéticos dominantes.
João dos Santos Martins

Ficha Artística Credits:
De
A project by: João dos Santos Martins | Em colaboração com In collaboration with: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher | Piano Piano: Simão Costa | Luz Light: Ricardo Campos | Produção e difusão Production and diffusion: Circular Associação Cultural | Coprodução Coproduction: Culturgest, Centro Cultural Vila Flor, CCN de Montpellier Languedoc-Roussillon no contexto do projeto Life Long Burning subsidiado pelo programa Cultura da União Europeira | Residências artísticas Artistic residences: CCN de Montpellier Languedoc-Roussillon, Centro de Criação de Candoso, EIRA, Musibéria, O Espaço do Tempo | ApoioInstitutional support: Câmara Municipal de Santarém/Teatro Sá da Bandeira

Apoio à internacionalização: República Portuguesa - Cultura, Direcção-Geral das Artes (DGArtes) | Fundação Calouste Gulbenkian (FCG)

In 2011, I had the opportunity to partake, under a pedagogical frame, of the interpretation and reperformance of Yvonne Rainer's Continuous Project – Altered Daily (1970). At that moment, tensions arose from the work that were later materialized in the performance itself: a working process transformed into aesthetic experience that viewed choreographic labor as artistic product. In this project we give continuity to this idea of choreography as a technology that verifies, activates and transforms relations between individuals. While making recurrence to objects from the history of dance, their contexts and ideologies, we seek to revive and operate at the way in which choreography and dance establish ideological patterns that question the dominant paradigms.
João dos Santos Martins



Artista Residente da Circular Associação Cultural

Artist in Residence - Circular Cultural Association

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parquecultural.cl
www.sescsp.org.br
www.teatrosolis.org.uy
http://nave.io/en/
http://projetoentre.com/sergioporto/

 

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Newsletter de 13.04.17
'O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)' de Filipe Caldeira - Centro Cultural do Entroncamento, 15 + 16 Abr | O Espaço do Tempo, 22 Abr (Montemor-o-Novo)
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Newsletter #147

 


"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Filipe Caldeira © José Caldeira
"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Filipe Caldeira
Centro Cultural do Entroncamento
15 Abril / Sábado: 17:30
16 Abril / Domingo:
17:30

O Espaço do Tempo - Convento da Saudação (Montemor-o-Novo)
22 Abril / Sábado: 16:00


Espectáculo infantil | 03 aos 06 anos

Este espectáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" by Filipe Caldeira
Entroncamento Cultural Centre
15th April / Saturday: 5:30 pm
16th April / Sunday: 5:30 am

O Espaço do tempo - Convento da Saudação (Montemor-o-Novo)
22th April / Saturday: 4:00 pm

Performance for children | 03 - 06 years

The dog talks about the street, it needs the street, the neighbourhood, needs corners to pee, needs children to pursue.
The dog talks about how he misses the streets
The lack of trouble
Of friends and pals
Of the street that becomes the world
Of his shed, the friendly grandpa
Talks about making it on his own, helping friends out
Being afraid of the night but even then not going home
The dog is the street, is grandpa, is the house. They need each other.
We claim the street to play, break, hide, learn, lose.


Ficha Artística Credits:
Criação Creation: Filipe Caldeira | Direcção artística Artistic direction: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves ​| Interpretação Performance: Filipe Caldeira
e Catarina Gonçalves | Texto original Original text: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia Dramaturgy Assistant: Joclécio Azevedo | Cenografia Scenography: Ana Guedes | Apoio à cenografia Scenography Assistant: Emanuel Santos | Sonoplastia Sound design: Rodrigo Malvar | Voz Vocals: Catarina Gonçalves | Figurinos Costumes: Jordann Santos | Desenho e operação de luz Light design: Miguel Carneiro | Vídeo Video: Teresa Pinto | Apoio à residência Residence Support: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos Acknowledgements: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão Executive production and tour: Circular Associação Cultural | Co-produção Coproduced by: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre

Artista Residente da Circular Associação Cultural
Artist in Residence - Circular Cultural Association

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www.cm-entroncamento.pt
www.oespacodotempo.pt

 

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Newsletter de 21.03.17
João dos Santos Martins e Cyriaque Villemaux em Maputo, 23-31 Mar, 2017
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Circular Festival

Newsletter #146

 


© José Carlos Duarte
João dos Santos Martins e Cyriaque Villemaux em Maputo


23 Março 18:00
– "Dança da Crise ou Talvez ele pudesse pensar primeiro e dançar depois ou Como fazer coisas sem dança ou Oldschool#40' de João dos Santos Martins (performance/conferência/instalação)
Centro Cultural Português em Maputo

Esta conferência/performance não é nem pretende ser um manifesto político. Mas no meio de uma cronologia autobiográfica intercalada com citações à história da dança, o autor acaba por levantar problemáticas relativas à retórica político-cultural e ao aparelho hierárquico e conservador das instituições culturais, sobretudo do sistema de ensino.

Esta peça estreou no final de 2015, no âmbito do projeto Old School de Susana Pomba em Lisboa (Portugal), com coreografia de Cyriaque Villemaux.
This conference/ performance is not, nor does it intend to be a political manifesto. However, among autobiographical chronology with an emphasis in the history of dance, the author eventually ends up raising questions related to the political culture rhetoric of the hierarchical and conservative apparatus within cultural institutions, especially in the educational system.
This performance premiered at the end of 2015, within the project Old School by Susana Pomba in Lisbon (Portugal), with choreography by Cyriaque Villemaux.


27 a 29 Março
- Workshop 'Práticas de imitação e reconhecimento' com João dos Santos Martins e Cyriaque Villemaux
29 Março 19:00 - Mostra dos resultados
Centro Cultural Franco-Moçambicano (Maputo)

Este workshop contará com a participação de um grupo de bailarinos moçambicanos que participarão na formação e culminará com a apresentação pública dos resultados.
This workshop will involve in the training Mozambican dancers and will culminate in a public presentation of the results.

31 Março 20:30 – "Autointitulado" de João dos Santos Martins e Cyriaque Villemaux

Centro Cultural Franco-Moçambicano


Autointitulado foi feito para esquecer uma série de improvisações dançadas num estúdio previsto para esse efeito. As danças então filmadas, e depois apagadas, comportavam resíduos daquilo que identificámos como influências e imagens marcantes. Cada modelo, conhecido ou anónimo, cujo peso nos ancilosa os membros, levou-nos a uma composição de danças feita a partir da nossa memória. O intervalo de tempo que separa os modelos que reproduzimos supõe uma forma de narrativa cujos efeitos procurámos não exagerar. Não se trata pois de uma enésima história da dança posta em cena mas de uma prática de estúdio trazida para fora do aquário para ser asfixiada de uma vez por todas. No mínimo.
João dos Santos Martins e Cyriaque Villemaux
Autointitulado was made in order to forget a number of improvizations we danced in a studio designed for that purpose. The dances we recorded, and have since deleted, carried residues that we identified as influences and striking images. Each known or anonymous model, whose weight stiffens our limbs, has inspired the composition of dances according to our memory. The time gaps between the models we reproduced suggest a kind of narration. We did not exaggerate its effects. This is not about another staged dance history, but a studio practice brought out of the aquarium to be asphyxiated once for all. If only.
João dos Santos Martins and Cyriaque Villemaux



Apoio à internacionalização: República Portuguesa - Cultura, Direcção-Geral das Artes | Apoio às apresentações em Maputo: Camões - Centro Cultural Português em Maputo, Centro Cultural Franco Maoçambicano





João dos Santos Martins é Artista Residente da Circular Associação Cultural
+ info
www.facebook.com/circularfestivaldeartesperformativas | camoes-ccpmocambique.co.mz | www.ccfmoz.com



Tour:
"Antropocenas" by João dos Santos Martins & Rita Natálio
- Premiere 23 September - Festival Materiais Diversos/Portugal
- 27, 28, 29 October - Teatro S. Luiz (Lisboa/Portugal)
"Autointitulado" by João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux
- 31 March - Centro Cultural Franco Moçambicano (Maputo/Mozambique)
- 11 May - Festival DDD/Serralves Museu de Arte Contemporânea (Porto/Portugal)
- 2 December - Comédias do Minho/Paredes de Coura
"Continued Project (2015)" by João dos Santos Martins
- 22, 23 April - PCdV (Valparaíso/Chile)
- 29, 30 April - SESC São Paulo (Brasil)
- 3, 4 May - FIDCU (Montevideo/Uruguay)
- 6 May - Atos de Fala (Rio de Janeiro/Brasil)
"Oldschool#40 ou como fazer coisas sem dança ou talvez ele pudesse pensar primeiro e dançar depois ou dança da crise (2015)" by João dos Santos Martins
- 23 March - Centro Cultural Franco Moçambicano (Maputo/Mozambique)

 

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Newsletter de 27.02.17
'Projecto Continuado (2015)' de João dos Santos Martins - 01 Mar, Festival Artdanthé (Vanves, França)
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Newsletter #145

 


© José Carlos Duarte
"Projecto Continuado (2015)" de João dos Santos Martins
Festival Artdanthé
1 Março (qua) 21h00, Théâtre de Vanves


Em 2011 tive a oportunidade de participar, em contexto pedagógico, na reinterpretação da peça Continuous Project – Altered Daily (1970) de Yvonne Rainer, a partir de arquivos disponíveis e testemunhos de artistas. Nesse momento, surgiram tensões de trabalho que viriam a materializar-se na peça em si: um processo de trabalho transformado em experiência estética que reivindicava o labor coreográfico enquanto produto artístico. Estava literalmente em causa a forma como um grupo de indivíduos interagia e negociava um conjunto de ações entre si, num processo que tanto era naturalizado quanto induzido coreograficamente. Neste projeto, continuado, damos seguimento a esta "ideia" de coreografia enquanto tecnologia que verifica, ativa e transforma relações entre indivíduos. Recorrendo a objetos da história da dança, aos seus contextos e ideologias, e à sua relação com música, procurámos rever e operar sobre a forma como a coreografia e a dança estabelecem padrões ideológicos que fixam ou colocam em questão os regimes éticos e estéticos dominantes.
João dos Santos Martins

De: João dos Santos Martins | Em colaboração com: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher | Piano: Simão Costa | Luz: Ricardo Campos | Produção e difusão: Circular Associação Cultural | Coprodução: Culturgest, Centro Cultural Vila Flor, CCN de Montpellier Languedoc-Roussillon no contexto do projeto Life Long Burning subsidiado pelo programa Cultura da União Europeira | Residências artísticas: CCN de Montpellier Languedoc-Roussillon, Centro de Criação de Candoso, EIRA, Musibéria, O Espaço do Tempo | Apoio: Câmara Municipal de Santarém/Teatro Sá da Bandeira


In 2011, I had the opportunity to partake, under a pedagogical frame, of the interpretation and reperformance of Yvonne Rainer's Continuous Project – Altered Daily (1970). At that moment, tensions arose from the work that were later materialized in the performance itself: a working process transformed into aesthetic experience that viewed choreographic labor as artistic product. In this project we give continuity to this idea of choreography as a technology that verifies, activates and transforms relations between individuals. While making recurrence to objects from the history of dance, their contexts and ideologies, we seek to revive and operate at the way in which choreography and dance establish ideological patterns that question the dominant paradigms.
João dos Santos Martins

A project by: João dos Santos Martins | In collaboration with: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher | Piano: Simão Costa | Light: Ricardo Campos | Production and diffusion: Circular Associação Cultural | Coproduction: Caixa Geral de Depósitos Foundation – Culturgest, Centro Cultural Vila Flor, CCN de Montpellier Languedoc-Roussillon in the frame of Life Long Burning funded by the European Union Culture Program | Artistic residences: CCN de Montpellier Languedoc-Roussillon, Centro de Criação de Candoso, EIRA, Musibéria, O Espaço do Tempo | Institutional support: Câmara Municipal de Santarém/Teatro Sá da Bandeira – Santarém.


Artista Residente da Circular Associação Cultural


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www.theatre-vanves.fr

 

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Newsletter de 24.01.17
'Autointitulado' de João dos Santos Martins e Cyriaque Villemaux - 27, 28 Jan, Hiroshima (Barcelona) | 3 Fev, Festival GUIdance (Guimarães)
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Circular Festival

Newsletter #144

 


© José Carlos Duarte
"Autointitulado" de João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux
27, 28 de Janeiro 2017, 20h30 | Sala Hiroshima (Barcelona)

Próximas apresentações:
3 de Fevereiro: Festival GUIdance (Guimarães)

Autointitulado foi feito para esquecer uma série de improvisações dançadas num estúdio previsto para esse efeito. As danças então filmadas, e depois apagadas, comportavam resíduos daquilo que identificámos como influências e imagens marcantes. Cada modelo, conhecido ou anónimo, cujo peso nos ancilosa os membros, levou-nos a uma composição de danças feita a partir da nossa memória. O intervalo de tempo que separa os modelos que reproduzimos supõe uma forma de narrativa cujos efeitos procurámos não exagerar. Não se trata pois de uma enésima história da dança posta em cena mas de uma prática de estúdio trazida para fora do aquário para ser asfixiada de uma vez por todas. No mínimo.
João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux

Um projecto de e por: Cyriaque Villemaux e João dos Santos Martins | Desenho de luz: Rui Monteiro | Operação de luz: Pedro Correia | Co-produção: Circular Festival de Artes Performativas e Alkantara Festival | Produção executiva e difusão: Circular Associação Cultural
Residências artísticas: Alkantara, O Espaço do Tempo, danceWEB no contexto do projeto Life Long Burning subsidiado pelo programa Cultura da União Europeia, A22, Graner, Circular Festival de Artes Performativas | Co-apresentação: Alkantara
Com o apoio DNA/Programa Cultura da União Europeia | Apoio: Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Sá da Bandeira - Santarém | Agradecimentos: Forum Dança, O Rumo do Fumo, Nome Próprio, O Espaço do Tempo, Aristide Bianchi, André e. Teodósio, Diana dos Santos Martins, Manuel João Martins, Polina Akhmetzyanova
Apoio à internacionalização: República Portuguesa - Cultura, DGArtes - Direcção-Geral das Artes

Autointitulado (Self-titled) is a collaboration between Joao dos Santos Martins and Cyriaque Villemaux and was made in order to forget a series of improvisations danced in a studio specially prepared for this purpose. The dances, which were filmed at that time and then erased, contained residues of what we identify as influences and striking images. Each model, either known or anonymous, whose weight stiffens our limbs, led us to a composition of dances made from our memory. The time gap that separates the models that we reproduce presupposes a form of narrative whose effects we try not to exaggerate. It is not therefore the nth history of dance to be placed upon the stage, but a studio practice brought outside the aquarium in order to be asphyxiated once and for all. At the very least.
João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux

A project of and by: Cyriaque Villemaux and Joao dos Santos Martins | Lighting design: Rui Monteiro | Light operation: Pedro Correia | Co-production Circular Festival de Artes Performativas and Alkantara Festival | Executive production and promotion: Circular Associação Cultural | Artistic residencies: Alkantara, O Espaço do Tempo, danceWEB in the context of the Life Long Burning project, subsidised by the European Union Culture Programme, A22, Graner, Circular Festival de Artes Performativas
| Co-presentation: Alkantara with the support of DNA/ European Union Culture Programme | Supports: Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Sá da Bandeira – Santarém | Acknowledgements Forum Dança, O Rumo do Fumo, Nome Próprio, O Espaço do Tempo, Aristide Bianchi, André e. Teodósio, Diana dos Santos Martins, Manuel João Martins, Polina Akhmetzyanova
Support for internationalisation: República Portuguesa - Cultura, DGArtes - Direcção-Geral das Artes


Tour:
"Antropocenas" by João dos Santos Martins & Rita Natálio
- Premiere 23 September - Festival Materiais Diversos/Portugal
- 27, 28, 29 October - Teatro S. Luiz (Lisboa/Portugal)
"Autointitulado" by João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux
- 31 March - Centro Cultural Franco Moçambicano (Maputo/Mozambique)
- 11 May - Festival DDD/Serralves Museu de Arte Contemporânea (Porto/Portugal)
- 2 December - Comédias do Minho/Paredes de Coura
"Continued Project (2015)" by João dos Santos Martins
- 1 March - Festival Artdanthé (Vanves/France)
- 21, 22 April - PCdV (Valparaíso/Chile)
- 27 April - SESC Paladium (Belo Horizonte/Brasil)
- 3, 4 May - FIDCU (Montevideo/Uruguay)
- 6 May - Atos de Fala (Rio de Janeiro/Brasil)
"Oldschool#40 ou como fazer coisas sem dança ou talvez ele pudesse pensar primeiro e dançar depois ou dança da crise (2015)" by João dos Santos Martins
- 23 March - Centro Cultural Franco Moçambicano (Maputo/Mozambique)



Artista Residente da Circular Associação Cultural
+ info
www.hiroshima.cat
www.ccvf.pt

 

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Newsletter de 03.11.16
Encontros Derivas: 'O que pode a arte? O que pode o conhecimento?' - 26 Nov (sáb), Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #143

 


Design gráfico: lina&nando
Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o conhecimento?
26 Nov (sáb), Centro de Memória, Vila do Conde


A edição 2016 dos Encontros Derivas 'Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o conhecimento?' vai acontecer a 26 de Novembro (Sábado), no Centro de Memória, em Vila do Conde.

Com programação e coordenação de Magda Henriques, o programa deste ano vai contar com a participação dos convidados António Sampaio da Nóvoa, João Pedro Vaz, João Queiroz, Luísa Veloso, Miguel Lobo Antunes e Susana Medina.

O painel da manhã irá dar particular atenção à relação entre a arte e a educação (Sampaio da Nóvoa, Luísa Veloso e João Queiroz) e o da tarde à programação artística e científica (Miguel Lobo Antunes, Susana Medina e João Pedro Vaz). Os artistas estão presentes nos dois momentos: João Queiroz, pintor e também professor, e João Pedro Vaz, programador e também encenador e actor.

Os Encontros Derivas 'Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o conhecimento?' fazem parte do programa de actividades pedagógicas promovido pela Circular Associação Cultural, realizado nos últimos anos em Vila do Conde.

Convidados com formações e experiências variadas foram desafiados a pensar sobre o tema proposto. Pretende-se aqui reflectir sobre o que pode a arte, o que pode o conhecimento. Queremos que esta reflexão se faça através de múltiplas perspectivas estimuladas por personalidades cujas teorias e gerações trilham caminhos variados.

Programa:

10:00-13:00
António Sampaio da Nóvoa (Professor)
João Queiroz (Pintor)
Luísa Veloso (Socióloga)

15:00-18:00
Miguel Lobo Antunes (Programador)
Susana Medina (Museóloga)
João Pedro Vaz (Director Artístico do Teatro Oficina)

Preço: 5€
- Transferência bancária: IBAN da Circular Associação Cultural - IBAN Circular Associação Cultural - PT50 0033.0000.45314714098.05 | Envio do comprovativo da transferência, com indicação do nome e contacto telefónico para o mail: info@circularfestival.com

Informações: info@circularfestival.com | (+351) 967 490 471 | www.circularfestival.com

Meetings 'Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o Conhecimento?'
26th November, Centro de Memória, Vila do Conde

The 2016 edition of the Meetings 'Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o Conhecimento?' will take place on 26th November, at Centro de Memória, in Vila do Conde.
This year guest speakers will be: António Sampaio da Nóvoa, João Pedro Vaz, João Queiroz, Luísa Veloso, Miguel Lobo Antunes and Susana Medina.

This event is programmed and coordinated by Magda Henriques.

Programme:

10:00 am -1:00 pm
António Sampaio da Nóvoa (Professor)
João Queiroz (Painter)
Luísa Veloso (Sociologist)

3:00-6:00 pm
Miguel Lobo Antunes (Cultural Manager and Programmer)
Susana Medina (Museologist)
João Pedro Vaz (Artistic Director of Teatro Oficina)

Price: 5€
- Bank transfer: IBAN Circular Associação Cultural - PT50 0033.0000.45314714098.05 | proof of the bank transfer, name and telephone contact should be sent by e-mail to: info@circularfestival.com

Informations: info@circularfestival.com | (+351) 967 490 471 | www.circularfestival.com

 

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Newsletter de 20.10.16
'O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)' de Filipe Caldeira - Plataforma das Artes e Criatividade, 22, 23 Out (Guimarães) | Publicação 'Intermitências' de Joclécio Azevedo
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Circular Festival

Newsletter #142

 


"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Filipe Caldeira © José Caldeira
"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Filipe Caldeira
Plataforma das Artes e Criatividade, Guimarães
22 de Outubro / Sábado: 16h00
23 de Outubro / Domingo: 11h00


Próximas apresentações:
19 de Dezembro: Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto - FEUP (sessão dirigida à comunidade académica da FEUP)
28 de Dezembro: Teatro Municipal de Bragança

Espectáculo infantil | 03 aos 06 anos

Este espectáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" by Filipe Caldeira
Platform of Arts and Creativity, Guimarães
22th October / Saturday: 4:00 pm
23th October / Sunday: 11:00 am

Upcoming presentations:

19th December: Faculty of Engineering - University of Porto (session addressed to FEUP's
academic community)
28th December: Teatro Municipal de Bragança

Performance for children | 03 - 06 years

The dog talks about the street, it needs the street, the neighbourhood, needs corners to pee, needs children to pursue.
The dog talks about how he misses the streets
The lack of trouble
Of friends and pals
Of the street that becomes the world
Of his shed, the friendly grandpa
Talks about making it on his own, helping friends out
Being afraid of the night but even then not going home
The dog is the street, is grandpa, is the house. They need each other.
We claim the street to play, break, hide, learn, lose.

Ficha Artística Credits:
Criação Creation: Filipe Caldeira | Direcção artística Artistic direction: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves ​| Interpretação Performance: Filipe Caldeira
e Catarina Gonçalves | Texto original Original text: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia Dramaturgy Assistant: Joclécio Azevedo | Cenografia Scenography: Ana Guedes | Apoio à cenografia Scenography Assistant: Emanuel Santos | Sonoplastia Sound design: Rodrigo Malvar | Voz Vocals: Catarina Gonçalves | Figurinos Costumes: Jordann Santos | Desenho e operação de luz Light design: Miguel Carneiro | Vídeo Video: Teresa Pinto | Apoio à residência Residence Support: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos Acknowledgements: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão Executive production and tour: Circular Associação Cultural | Co-produção Coproduced by: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre

Artista Residente da Circular Associação Cultural

+ info
www.ciajg.pt

 



"Intermitências" de Joclécio Azevedo © lina&nando
Publicação de "Intermitências" de Joclécio Azevedo
Textos: Joclécio Azevedo, Jérémy Pajeanc, Kubik (aka Victor Afonso) e Rita Castro Neves


O livro pode ser adquirido através de pedido para o e-mail: info@circularfestival.com, pelo preço de 7,50 € (+ portes de envio).

Esta publicação reúne toda a documentação produzida à volta do projecto “Intermitências”, realizado em vários espaços do Rivoli - Teatro Municipal do Porto entre Maio de 2015 e Fevereiro de 2016. O lançamento decorreu no âmbito do 12º Circular Festival de Artes Performativas, numa sessão que contou com a participação de Joclécio Azevedo, Jérémy Pajeanc, Tiago Guedes, Paulo Vasques.   
O projecto desenvolveu-se através de uma série de curtas residências artísticas intermitentes e interligadas, seguidas de apresentações em processo que convocavam o uso de diferentes espaços do teatro, implicando diversos materiais de construção plástica e coreográfica. O questionamento em torno do uso do tempo e da ideia de “produção” conduziram todas as etapas, construindo um labirinto de propostas de ocupação do teatro, aqui entendido como um conjunto de lugares, como um laboratório permanente do olhar e da acção.

Publication "Intermitências" by Joclécio Azevedo
Texts: Joclécio Azevedo, Jérémy Pajeanc, Kubik (aka Victor Afonso) and
Rita Castro Neves

The book may be purchased by e-mail info@circularfestival.com, at a price of 7,50 € (+ shipping costs).

This publication brings together all the documentation generated by the “Intermitências” project, which took place in several spaces of the Teatro Municipal do Porto between May 2015 and February 2016. The book was presented to the public on the 28th September, within the 12th Circular Performing Arts Festival. The session featured the participation of Joclécio Azevedo, Jérémy Pajeanc, Tiago Guedes and Paulo Vasques.
The project was developed through a series of short intermittent and interconnected artistic residencies, followed by a sequence of presentations that made use of the different spaces in the theatre, implying various artistic and choreographic construction materials. The questioning of the use of time and of the idea of “production” led to all the stages, building a labyrinth of proposals for occupation of the theatre, understood here as a series of places, as a permanent laboratory of the vision and action.

Co-edição Co-editing: Circular Associação Cultural e Rivoli – Teatro Municipal do Porto | Concepção e coordenação Design and coordination: Joclécio Azevedo | Textos Texts: Joclécio Azevedo, Jérémy Pajeanc, Kubik (aka Victor Afonso) e Rita Castro Neves | Design gráfico Graphic design: lina&nando | Tradução Translation: Olga Machado | Fotografias Photographs: José Caldeira

Artista Residente da Circular Associação Cultural

+ info
www.circularfestival.com

 

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Newsletter de 13.10.16
Circular Festival de Artes Performativas regressa em 2017 | Encontros Derivas 'O que pode a arte? O que pode o conhecimento?' - 26 Nov, Vila do Conde
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Circular Festival

Newsletter #141

 


"A Caçada" de Filipe Caldeira © Margarida Ribeiro
Circular Festival de Artes Performativas regressa em 2017

Terminado o 12º Circular Festival de Artes Performativas, agradecemos a todos os artistas, parceiros, público, equipa e voluntários que nos acompanharam durante os 9 dias do Festival!
O Circular estará de regresso em Setembro de 2017!


Circular Performing Arts Festival will return in 2017!

With the end of the 12th edition of Circular Performing Arts Festival, we thank all the artists, partners, general public, team and volunteers that have accompanied us throughout the 9 days of the Festival!
Circular Performing Arts Festival will return in 2017!

 



Centro de Memória, Vila do Conde © DR
Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o conhecimento? em Novembro

A edição 2016 dos Encontros Derivas 'Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o conhecimento?' vai acontecer a 26 de Novembro (sáb), no Centro de Memória, em Vila do Conde.

O programa deste ano conta com a participação dos convidados António Sampaio da Nóvoa, João Pedro Vaz, João Queiroz, Luísa Veloso, Miguel Lobo Antunes e Susana Medina.

Estes Encontros contam com programação e coordenação de Magda Henriques.

Mais informações serão em breve disponibilizadas.

Meetings 'Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o Conhecimento?'
The 2016 edition of
the Meetings 'Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o Conhecimento?' will take place on 26th November, at Centro de Memória, in Vila do Conde.
This year guest speakers will be: António Sampaio da Nóvoa, João Pedro Vaz, João Queiroz, Luísa Veloso, Miguel Lobo Antunes and Susana Medina.
This event is programmed and coordinated by Magda Henriques.
More information will be presented soon.



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Newsletter de 28.09.16
Últimos Dias: Circular Festival de Artes Performativas, até 1 Out, Vila do Conde, 12ª edição | Circular Performing Arts Festival, until Oct 1, Vila do Conde, 12th edition
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Circular Festival

Newsletter #140

 


© Iñaki Alvarez
"Uma cidade de 149,31 km2"
Air-Condition/Iñaki Alvarez

30 Setembro e 1 Outubro September 30 and October 1
Artes Visuais Visual arts

30 Set e 1 out, 24h/dia (permanente) Sep 30 and Oct 1, 24h/ day (permanent)
Painel electrónico informativo na Alameda dos Descobrimentos Electronic Bulletin Board at Alameda dos Descobrimentos

30 Set e 1 Out, 18:00 às 20:00 Sep 30 and Oct 1, 6:00 to 8:00 pm
Capela Chapel Nossa Senhora da Guia (Av. Marquês Sá da Bandeira) - disponibilização de audioguia (duração aprox. 15') with audio guides (playing time 15')

30 Set às 19:00 + 1 Out às 22:30 (duração aprox. 15´) Sep 30, 7:00 pm + Oct 1, 10:30 pm (playing time 15')
Capela Chapel Nossa Senhora do Socorro (Rua do Socorro) - projecção video projection

Entrada livre Free admission

AIR-CONDITION propõe tornar explícito o ar como elemento integrante das nossas vidas colectivas. Actualmente, fazemos parte de um sistema de ar-condicionado, de atmosferas artificiais que tornam a nossa existência possível; perdemos, desta forma, os laços que nos unem como indivíduos, às coisas e ao próprio ar. Esta acção propõe a criação de acções e situações nas quais o ar pode ser protagonista/performer. Trata-se de gerar atmosferas e meteorologias de interior e exterior em constante movimento que permitam rearticular e desfazer categorias aceites como as do corpo, indivíduo, colectivo, humano, não humano, cultura ou natureza. Nesta ocasião serão apresentadas no contexto do Circular Festival de Artes Performativas em Vila do Conde diferentes situações/acções em torno da tensão entre comportamento climático e espaço público, alargando as relações entre o interior, o exterior e além.

Co-criação: Carolina Lapa

Site | Biografia   

 



© Jonathan Saldanha
"Boca Muralha"
Catarina Miranda

30 Setembro | Sex | 21:30 September 30 | Friday | 9:30 pm
Teatro Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Theatre
Dança Dance

“Aí estavam os mesmos cabelos grisalhos, as mesmas caras violentas, os mesmos olhos brilhantes, a mesma imagem selvagem.”
Myron Stagman in “Shakespeare’s Greek Drama Secret”

Pesquisa cénica que parte de protocolos de confronto e de regulamentações entre dois corpos e um vazio. Constitui-se um vocabulário de gestos relativos a práticas de ataque, defesa e metamorfose, inspirado nas personagens-arquétipo As Fúrias, vistas enquanto ímpeto insaciável de vingança e de justiça, soldados, assassinas, benevolentes. Sobre uma paisagem jurídica, estabele-se um território de correlações síncrones, impondo um desdobramento de anatomias (a armadura-máscara, a superfície eléctrica e a carne). BOCA MURALHA constitui a última peça da trilogia REI e aborda a divinização do estado de confronto e o desejo ontológico de disrupção, a partir do protocolo das artes do espectáculo.

Direcção, coreografia, cenografia, figurinos: Catarina Miranda | Performance e Colaboração: Catarina Miranda e Luísa Saraiva | Apoio Dramatúrgico: Jonathan Uliel Saldanha | Música: Jonathan Uliel Saldanha | Voz: Catarina Miranda e Luísa Saraiva | Luz: Catarina Miranda | Operação de luz: Mariana Rego | Ilustração Cénica: Diogo Tudela |  Apoio à Comunicação: Diogo Tudela e Jonathan Uliel Saldanha | Produção: SOOPA | Co-produção: Materiais Diversos, Circular Festival de Artes Performativas | Apoios à criação: Direcção-Geral das Artes, Oficina/Centro Cultural Vila Flor, Teatro Municipal do Porto, Teatro Nacional São João, Companhia Instável, Companhia Circolando | Agradecimentos: Teatro Virgínia, Centro Cultural Cartaxo, Associação do Jogo do Pau de Espinheiro, Cárin Geada

Site | Biografia | Bilhetes e Reservas

 



© Bart Grietens
"Pulse Constellations"    
Gabriel Schenker

30 Setembro | Sex | 22:45 September 30 | Friday | 10:45 pm
Teatro Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Theatre
Dança Dance
Estreia nacional National Premiere

"…a being racing into the future passes a being racing into the past, two footprints perpetually obliterating one another, toe to heel, heel, to toe." (Yeats, A Vision)
[... um ser correndo em direcção ao futuro passa por um ser correndo em direcção ao passado, duas pegadas que se obliteram perpetuamente, do dedo do pé ao calcanhar, do calcanhar ao dedo do pé.]

Pulse Constellations de Gabriel Schenker parte da composição electrónica Pulse Music III de John McGuire, de 1978, uma peça complexa em multi-camadas criada a partir uma imagem sonora de movimentos no espaço. A peça combina uma variedade de batimentos, tempos e melodias na formação de uma sequência de 24 secções distintas mas interligadas, que se misturam de forma abrupta e inesperada. A qualidade dos sons, a saturação da composição e o seu inquieto e constante movimento no espaço trazem uma dimensão cósmica, estelar à peça.
Em Pulse Constellations, o coreógrafo e bailarino Gabriel Schenker desconstrói e reconstrói a complexa teia de camadas pulsantes da composição. Um caleidoscópio de ritmos e coordenadas cruza o seu corpo numa sobreposição de ritmos. Com a sua performance, Schenker explora os limites entre a matemática e o orgânico, a precisão digital da música electrónica e a imprecisão analógica da dança, as fronteiras entre o dançável e o audível. 
Pulse Constellations segue as estruturas de composição de Pulse Music III na medida em que as decompõe em partes menores, seguindo a mesma fluidez e pela adição de linhas melódicas e rítmicas através do espaço auditivo e visual comum.

Concepção, performance: Gabriel Schenker | Música: Pulse Music III, John McGuire | Apoio na investigação artística: Chrysa Parkinson | Produção executiva: Caravan Production (Bruxelas, BE), STUK (Leuven, BE), TAKT/Procinciaal Domein Dommelhof (Neerpelt, BE) | Residências: Tanzhaus Zürich (CH), Charleroi-Danses (BE), BUDA (Kortrijk, BE) | Agradecimentos: Salva Sanchis (Kunst/werk), Pierre Slinckx, Sarah Ludi

Vídeo | SiteBiografia | Bilhetes e Reservas

 



© Constança Carvalho Homem
"A Caçada"     
Filipe Caldeira     

1 Outubro | Sáb | 21:30 October 1 | Saturday | 9:30 pm
Auditório Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Auditorium
Dança Dance
Estreia absoluta World Premiere

Quando comecei a imaginar A Caçada, interessava-me a figura primitiva do caçador, de alguém que se prepara para o encontro com a sua subsistência. Queria retomar os espaços antigos, instintivos, onde se movem os predadores e as presas, e sondar o silêncio, a espera, o ritual. Este é um espaço intermédio, entre o território palpável e o imaginário, onde nos lanço a construir uma tapeçaria física e sonora, a viagem possível: a desse caçador que se emaranha no território, se transforma no território; a dessa respiração que se transforma em presa, que chama por ela; a dessa afinidade, dessa pertença estranha mas necessária, para que o entendimento do lugar seja tão certo quanto é certa a necessidade de não voltar de mãos vazias.
Filipe Caldeira

Criação: Filipe Caldeira em colaboração com Catarina Gonçalves e Constança Carvalho Homem | Som: João Bento | Luz: Miguel Ângelo Carneiro | Produção: Circular Associação Cultural | Agradecimentos: Armazém 22; Companhia Erva Daninha; Companhia Instável

Artista Residente da Circular Associação Cultural

Biografia | Bilhetes e Reservas




Bilhetes e reservas Tickets and reservations

+ info www.circularfestival.com

 

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Newsletter de 26.09.16
Destaques: Circular Festival de Artes Performativas, até 1 Out, Vila do Conde, 12ª edição | Highlights: Circular Performing Arts Festival, until Oct 1, Vila do Conde, 12th edition
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Circular Festival

Newsletter #139

 


© José Caldeira
Lançamento publicação "Intermitências"
Joclécio Azevedo

Conversa com Talk with Joclécio Azevedo, Jérémy Pajeanc, Tiago Guedes, Paulo Vasques    
28 Setembro | Qua | 19:00 September 28 | Wednesday | 7:00 pm
Rivoli Teatro Municipal do Porto
Café Concerto

Acesso gratuito Free admission

Esta publicação reúne toda a documentação produzida à volta do projecto “Intermitências”, realizado em vários espaços do Rivoli - Teatro Municipal do Porto entre Maio de 2015 e Fevereiro de 2016. O projecto desenvolveu-se através de uma série de curtas residências artísticas intermitentes e interligadas, seguidas de apresentações em processo que convocavam o uso de diferentes espaços do teatro, implicando diversos materiais de construção plástica e coreográfica. O questionamento em torno do uso do tempo e da ideia de “produção” conduziram todas as etapas, construindo um labirinto de propostas de ocupação do teatro, aqui entendido como um conjunto de lugares, como um laboratório permanente do olhar e da acção. Em “Intermitências” propusemos abordar a coreografia enquanto trabalho físico, trabalho que implica a percepção, a repetição, a fabricação do imaginário, a possibilidade de reposicionamento do observador face ao que lhe é apresentado.

Com a presença de Joclécio Azevedo, Jérémy Pajeanc, Tiago Guedes e Paulo Vasques

Co-edição: Circular Associação Cultural e Rivoli – Teatro Municipal do Porto | Concepção e coordenação: Joclécio Azevedo | Textos: Joclécio Azevedo, Jérémy Pajeanc, Kubik (aka Victor Afonso) e Rita Castro Neves | Design gráfico: lina&nando | Tradução: Olga Machado | Fotografias: José Caldeira

Artista Residente da Circular Associação Cultural

Site | Biografia

 



© Susana Pomba
Dança da crise ou talvez ele pudesse pensar primeiro e dançar depois ou como fazer coisas sem dança ou oldschool#40 (2015)
João dos Santos Martins     
29 Setembro | Qui | 22:00 September 29 | Thursday | 10:00 pm
mala voadora.porto (Rua do Almada 277, Porto)
Conferência/Performance/Instalação Conference/ Performance/ Art Installation

Uma conferência-performance-instalação de e com João dos Santos Martins a convite de Susana Pomba.
Coreografia: Cyriaque Villemaux

Artista Residente da Circular Associação Cultural

Site | Biografia | Bilhetes e Reservas

 



"Uma cidade de 149,31 km2"
Air-Condition/Iñaki Alvarez

30 Setembro e 1 Outubro September 30 and October 1
Artes Visuais Visual arts

30 Set e 1 out, 24h/dia (permanente) Sep 30 and Oct 1, 24h/ day (permanent)
Painel electrónico informativo na Alameda dos Descobrimentos Electronic Bulletin Board at Alameda dos Descobrimentos

30 Set e 1 Out, 18:00 às 20:00 Sep 30 and Oct 1, 6:00 to 8:00 pm
Capela Chapel Nossa Senhora da Guia (Av. Marquês Sá da Bandeira) - disponibilização de audioguia (duração aprox. 15') with audio guides (playing time 15')

30 Set às 19:00 + 1 Out às 22:30 (duração aprox. 15´) Sep 30, 7:00 pm + Oct 1, 10:30 pm (playing time 15')
Capela Chapel Nossa Senhora do Socorro (Rua do Socorro) - projecção vídeo video projection

Entrada livre Free admission

"Boca Muralha"
Catarina Miranda

30 Setembro | Sex | 21:30 September 30 | Friday | 9:30 pm
Teatro Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Theatre
Dança Dance

"Pulse Constellations"    
Gabriel Schenker

30 Setembro | Sex | 22:45 September 30 | Friday | 10:45 pm
Teatro Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Theatre
Dança Dance
Estreia nacional National Premiere

"A Caçada"     
Filipe Caldeira

1 Outubro | Sáb | 21:30 October 1 | Saturday | 9:30 pm
Auditório Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Auditorium
Dança Dance
Estreia absoluta World Premiere


Bilhetes e reservas Tickets and reservations
(bilhete combinado para os espectáculos de Catarina MIranda + Gabriel Schenker - venda exclusiva ao balcão do Teatro Municipal de Vila do Conde)

+ info www.circularfestival.com

 


 

Apoios Circular Festival

 

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Newsletter de 21.09.16
Abertura: Circular Festival de Artes Performativas, 23 Set a 1 Out, Vila do Conde, 12ª edição | Opening: Circular Performing Arts Festival, Sep 23 -Oct 1, Vila do Conde, 12th edition
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Circular Festival

Newsletter #138

 


© Bruna Amaral

"Veleda"
Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristóvão         

23 Setembro | Sexta | 18:00 September 23 | Friday | 6:00 pm
Praça de São João (Mercado Municipal) São João Square (Municipal Market) Vila do Conde
Dança Dance
Entrada livre Free admission

“Maria Veleda revelou-se uma evidência, o ponto de partida para a criação deste solo. Pelo seu percurso de não compromisso. Pelas significações múltiplas da sua presença histórica desde a luta política metamorfoseada em opções radicais até à curiosidade da sua dedicação ao esoterismo, em paralelo com posturas sempre avançadas e dissonantes com o seu tempo no que diz respeito à mulher, à família, às relações interpessoais.  Pela particularidade do seu pseudónimo “Veleda” uma “Völvur” e o modo como este se conjuga em estranheza com o primeiro nome “Maria”: o arquétipo da mãe do cristianismo entrelaçado com o de uma profetisa guerreira impregnada de rebeldia e violência. O percurso partiu de espirais, de suspensões a traçar as fracturas do caminho. De um bater sempre presente a pedir necessidade, urgência de transformação, espírito de acção, contaminação, ironia e sarcasmo. De uma afirmação que não se compromete e não se cessa.” H.C.C & J.V.M.T

Concepção & Criação: Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão | Performance: Joana von Mayer Trindade | Música: Grupo Ronda Típica de Carreço | Colaboração especial: Valquíria Valhalladur | Agradecimentos: Orfeão do Porto, Viana Bombos - Grupo de Bombos da Casa dos Rapazes de Viana do Castelo (Rui Nascimento, Isabel Fernandes), Paulo Trindade e evidentemente Maria Veleda | Encomenda: Comissão Nacional para o Centenário da República, 2010 | Programação: Madalena Vitorino | Apoio à residência: Orfeão do Porto, Companhia Instável, Balleteatro

Artista Residente da Circular Associação Cultural

Site | Biografias

 



© Marc Domage
"Rua"
Volmir Cordeiro

24 Setembro | Sáb | 21:30 September 24 | Saturday | 9:30 pm
Teatro Municipal de Vila do Conde (Bancada palco) Vila do Conde's Municipal Theatre
Dança Dance

A rua é abertura para outra rua. A rua inventa línguas, tipos; ela abriga os miseráveis e ela empresta a sua cena aos artistas que a tomam como refúgio. A vagabundagem é uma excelente invenção da rua. A rua inventou a classe, a raça, a angústia, o sangue. Da rua ninguém escapa, todo (o) mundo vai à rua. Ela agrupa os homens, as mulheres, as crianças, as manifestações sórdidas. Ela está aí para nós; e nós acreditamos no tornarmo-nos Nós quando nos juntamos nas ruas. Mentira. A rua selecciona, divide, limita, impede, dita. A rua não é a estrada. A rua não quer o mundo, ela contenta-se com a cidade. E na cidade, milhares de poetas. Os poemas, todos pulverizados. As rugas; as ruas são como rugas de um rosto: as ruas do rosto e as rugas do chão da cidade. Se eu digo que a rua tricota com o Céu, eu não exagero em nada. Eles têm, os dois, essa potência incrível de sentir as coisas, os seres, as matérias pobres. A pôr-se a nu. Esta Rua, que eu pretendo propor-vos, é aquela que sai à caça imparável dos sonhos que os edifícios nos roubaram.

Coreografia e interpretação: Volmir Cordeiro | Percussão: Washington Timbó | Design sonoro: Cristián Sotomayor | Criação Luz: Abigail Fowler | Operação Luz: Abigail Fowler ou Ludovic Rivière | Figurino: Vinca Alonso & Volmir Cordeiro | Produção: Margot Videcoq | Produção delegada: Météores | Co-produção: Ménagerie de Verre | Com o apoio de: Musée du Louvre, Laboratoires d’Aubervilliers, LE CND - Un centre d’art pour la danse, ICI - CCN Montpellier / Languedoc-Roussillon | Agradecimentos a Marcella Lista e Marcela Santander Corvalan | Agradecimentos: Duarte Oliveira

Vídeo | Biografia | Bilhetes e Reservas

 



© Ricardo Bueno
"Os Pescadores"
João Sousa Cardoso

24 Setembro | Sáb | 22:45 September 24 | Saturday | 10:45 pm
Rua da Praia, Vila do Conde/Caxinas (aconselha-se o uso de agasalho)
Teatro Theatre
Apresentação da criação em processo Work in progress
Entrada livre Free admission

"Os Pescadores" de João Sousa Cardoso é um trabalho metateatral livremente inspirado na obra homónima de Raúl Brandão. Esta nova criação reflecte sobre as narrativas complexas e os códigos da representação, explorando as noções de masculinidade e de género, de trabalho e de sacrifício, de eros e de economia da morte. Se o mundo é governado pelos senhores e pela palavra, que drama é o dos homens intermitentes que circulam entre o mundo dos vivos e o terror da physis, organizados num espaço incerto, num tempo flutuante e num imaginário que oscila entre as convenções da tradição e os impulsos da sobrevivência? Num diálogo musculado entre intérpretes e encenador, auscultam-se as formas incertas que nascem da experiência do silêncio, do invisível e do recalcado como a da vida no mar. Os Pescadores assinala, depois de TEATRO EXPANDIDO!, o reencontro de João Sousa Cardoso com o actor Ricardo Bueno, e o reencontro com o actor brasileiro Vinicius Massucato que protagonizou Na Selva das Cidades, longa-metragem co-realizada com André Sousa, integralmente rodada em São Paulo, no início deste ano.

O espectáculo tem a sua origem numa residência artística nas Caxinas, em Vila do Conde, em Junho e Setembro, no âmbito de Circular Festival de Artes Performativas.

Apresentação da criação em processo.

Criação: João Sousa Cardoso | Interpretação: Ricardo Bueno, Vinicius Massucato e Rancho Caxineiro | Iluminação: Miguel Ângelo Carneiro | Fotografia de cena: Maria Begasse | Direcção de produção: Isalinda Santos | Assistência à produção: Ana Pinto | Co-produção: Confederação, Teatro Municipal do Porto, Centro Cultural Vila Flor | Parceria: Circular Festival de Artes Performativas | Apoio: Junta de Freguesia de Vila do Conde

Biografia

 


Lançamento publicação "Intermitências"
Joclécio Azevedo

28 Setembro | Qua | 19:00 September 28 | Wednesday | 7:00 pm
Rivoli Teatro Municipal do Porto Porto's Municipal Theatre - Rivoli
Conversa com Talk with Joclécio Azevedo, Jérémy Pajeanc, Tiago Guedes, Paulo Vasques
Entrada livre Free admission


"Dança da crise ou talvez ele pudesse pensar primeiro e dançar depois ou como fazer coisas sem dança ou oldschool#40 (2015)"
João dos Santos Martins

29 Setembro | Qui | 22:00 September 29 | Thursday | 22:00 pm
mala voadora.porto (Rua do Almada 277, Porto)
Conferência/Performance/Instalação Conference/ Performance/ Art Installation


"Uma cidade de 149,31 km2"
Air-Condition/Iñaki Alvarez

30 Setembro e 1 Outubro September 30 and October 1
Artes Visuais Visual arts

30 Set e 1 out, 24h/dia (permanente) Sep 30 and Oct 1, 24h/ day (permanent)
Painel electrónico informativo na Alameda dos Descobrimentos Electronic Bulletin Board at Alameda dos Descobrimentos

30 Set e 1 Out, 18:00 às 20:00 Sep 30 and Oct 1, 6:00 to 8:00 pm
Capela Chapel Nossa Senhora da Guia (Av. Marquês Sá da Bandeira) - disponibilização de audioguia (duração aprox. 15') with audio guides (playing time 15')

30 Set às 19:00 + 1 Out às 22:30 (duração aprox. 15´) Sep 30, 7:00 pm + Oct 1, 10:30 pm (playing time 15')
Capela Chapel Nossa Senhora do Socorro (Rua do Socorro) - projecção video projection

Entrada livre Free admission


"Boca Muralha"
Catarina Miranda

30 Setembro | Sex | 21:30 September 30 | Friday | 9:30 pm
Teatro Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Theatre
Dança Dance


"Pulse Constellations"    
Gabriel Schenker

30 Setembro | Sex | 22:45 September 30 | Friday | 10:45 pm
Teatro Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Theatre
Dança Dance
Estreia nacional National Premiere


"A Caçada"     
Filipe Caldeira     

1 Outubro | Sáb | 21:30 October 1 | Saturday | 9:30 pm
Auditório Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Auditorium
Dança Dance
Estreia absoluta World Premiere


Bilhetes e reservas Tickets and reservations

+ info www.circularfestival.com

 

Apoios Circular Festival

 

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Newsletter de 15.09.16
Circular Festival de Artes Performativas, 23 Set a 1 Out, Vila do Conde, 12ª edição | Circular Performing Arts Festival Sep 23 -Oct 1, Vila do Conde, 12th edition
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Circular Festival

Newsletter #137

 


"Rua" de Volmir Cordeiro © Marc Domage

Circular Festival de Artes Performativas
23 de Setembro a 1 de Outubro 2016, 12ª edição
Vila do Conde

Circular Performing Arts Festival
September 23 - October 1 2016, 12th edition
Vila do Conde


"Veleda"
Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristóvão         

23 Setembro | Sexta | 18:00 September 23 | Friday | 6:00 pm
Praça de São João (Mercado Municipal) São João Square (Municipal Market) Vila do Conde
Dança Dance
Entrada livre Free admission


"Rua"
Volmir Cordeiro

24 Setembro | Sáb | 21:30 September 24 | Saturday | 9:30 pm
Teatro Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Theatre
Dança Dance


"Os Pescadores"
João Sousa Cardoso

24 Setembro | Sáb | 22:45 September 24 | Saturday | 10:45 pm
Rua da Praia Praia, Vila do Conde/Caxinas
Teatro Theatre
Apresentação da criação em processo Work in progress
Entrada livre Free admission


Lançamento publicação "Intermitências"
Joclécio Azevedo

28 Setembro | Qua | 19:00 September 28 | Wednesday | 7:00 pm
Rivoli Teatro Municipal do Porto Porto's Municipal Theatre - Rivoli
Conversa com Talk with Joclécio Azevedo, Jérémy Pajeanc, Tiago Guedes, Paulo Vasques
Entrada livre Free admission


"Dança da crise ou talvez ele pudesse pensar primeiro e dançar depois ou como fazer coisas sem dança ou oldschool#40 (2015)"
João dos Santos Martins

29 Setembro | Qui | 22:00 September 29 | Thursday | 22:00 pm
mala voadora.porto (Rua do Almada 277, Porto)
Conferência/Performance/Instalação Conference/ Performance/ Art Installation


"Uma cidade de 149,31 km2"
Air-Condition/Iñaki Alvarez

30 Setembro e 1 Outubro September 30 and October 1
Artes Visuais Visual arts

30 Set e 1 out, 24h/dia (permanente) Sep 30 and Oct 1, 24h/ day (permanent)
Painel electrónico informativo na Alameda dos Descobrimentos Electronic Bulletin Board at Alameda dos Descobrimentos

30 Set e 1 Out, 18:00 às 20:00 Sep 30 and Oct 1, 6:00 to 8:00 pm
Capela Chapel Nossa Senhora da Guia (Av. Marquês Sá da Bandeira) - disponibilização de audioguia (duração aprox. 15') with audio guides (playing time 15')

30 Set às 19:00 + 1 Out às 22:30 (duração aprox. 15´) Sep 30, 7:00 pm + Oct 1, 10:30 pm (playing time 15')
Capela Chapel Nossa Senhora do Socorro (Rua do Socorro) - projecção video projection

Entrada livre Free admission


"Boca Muralha"
Catarina Miranda

30 Setembro | Sex | 21:30 September 30 | Friday | 9:30 pm
Teatro Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Theatre
Dança Dance


"Pulse Constellations"    
Gabriel Schenker

30 Setembro | Sex | 22:45 September 30 | Friday | 10:45 pm
Teatro Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Theatre
Dança Dance
Estreia nacional National Premiere


"A Caçada"     
Filipe Caldeira     

1 Outubro | Sáb | 21:30 October 1 | Saturday | 9:30 pm
Auditório Municipal de Vila do Conde Vila do Conde's Municipal Auditorium
Dança Dance
Estreia absoluta World Premiere


Bilhetes e reservas Tickets and reservations

+ info www.circularfestival.com

 

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Newsletter de 10.08.16
Circular Festival de Artes Performativas | 23 Set-1 Out, Vila do Conde | Programação online | Circular Performing Arts Festival Sep 23rd-Oct 1st online programme
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Circular Festival

Newsletter #136

 


"Rua" de Volmir Cordeiro © Marc Domage
Circular Festival de Artes Performativas

23 Setembro a 1 Outubro - 12ª edição, Vila do Conde

O Circular Festival de Artes Performativas está de volta a Vila do Conde para a sua 12ª edição (23 de setembro a 1 de outubro). Da dança ao teatro, da performance às artes visuais, o programa do festival inclui estreias absolutas e nacionais, apresentações em processo de criação, intervenções em espaço público, explorando diversas possibilidades de diálogo entre as propostas artísticas, a cidade e o público.

Mantendo um forte compromisso com a produção artística contemporânea, o Circular é também terreno de trabalho e experimentação. Residências artísticas decorrem em Vila do Conde, convocando o território e fortalecendo relações com o contexto local. Ao público, o festival propõe uma aproximação aberta à obra de arte e ao discurso autoral sob várias perspectivas e formatos que se estendem à conferência e à documentação.


Consulte o programa detalhado [aqui].

 
Circular Performing Arts Festival | September 23rd to October 1st, Vila do Conde                                Circular Performing Arts Festival is back to Vila do Conde for its 12th edition (from September 23rd to October 1st). From dance to theatre, from performance to visual arts, the festival programme includes world and national premieres, live creative process presentations, interventions in public areas, thus exploring different dialogue possibilities between the artistic proposals, the city and the audience.  Keeping a strong commitment to contemporary artistic production, Circular is also a field of work and experimentation. Artistic residencies take place in Vila do Conde, summoning the area and strengthening bounds with the local scenario. To the audience, the festival offers an open approach on the work of art and on the authorial voice under various perspectives and formats including conferences and documentation.                                                                                                                                      Check the detailed programme [here].

 


"Boca Muralha" de Catarina Miranda © Jonathan Saldanha

Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristóvão "Veleda" (dança) (dance)

Volmir Cordeiro "Rua" (dança) (dance)

João Sousa Cardoso "Os Pescadores" (teatro) (theater)

Joclécio Azevedo - lançamento de catálogo do projecto "Intermitências" (launch of publication)

João dos Santos Martins "Dança da crise ou talvez ele pudesse pensar primeiro e dançar depois ou como fazer coisas sem dança ou oldschool#40"
(conferência/performance/instalação) (conference/performance/installation)

Air-Condition/Iñaki Alvarez (artes visuais) (visual arts)

Catarina Miranda "Boca Muralha" (dança) (dance)


Gabriel Schenker "Pulse Constellations"
(dança) (dance)

Filipe Caldeira "A caçada" (dança) (dance)



www.circularfestival.com

 

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Newsletter de 04.07.16
Residências Artísticas em Vila do Conde no âmbito do 12º Circular Festival de Artes Performativas 2016
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Circular Festival

Newsletter #135

 


Barco de pesca das Caxinas, Junho 2016 © Ricardo Bueno
Residência Artística em Vila do Conde/Caxinas
"Os Pescadores" de João Sousa Cardoso


Residência artística de João Sousa Cardoso em Vila do Conde/Caxinas para a nova criação "Os Pescadores", livremente inspirada na obra homónima de Raul Brandão.
Apresentação da criação em processo no âmbito do Circular Festival de Artes Performativas de Vila do Conde/2016


Criação: João Sousa Cardoso | Interpretação: Ricardo Bueno, Vinicius Massucato | Iluminação: Miguel Ângelo Carneiro | Fotografia de cena: Maria Begasse | Direcção de produção: Isalinda Santos | Assistência à produção: Ana Pinto | Co-produção: Confederação, Teatro Municipal do Porto, Centro Cultural Vila Flor | Parceria: Circular Festival de Artes Performativas | Apoio: Junta de Freguesia de Vila do Conde


 



Vila do Conde, Junho 2016 © Iñaki Alvarez
Residência Artística em Vila do Conde
Air-Condition/Iñaki Alvarez


O projecto Air-Condition/Iñaki Alvarez desenvolveu uma residência artística em Vila do Conde, que resultará num percurso em espaços e intervenções públicas na cidade, a acontecer no âmbito do Circular Festival de Artes Performativas/2016.

"Air-Condition" propõe a criação de acções e situações nas quais o ar pode ser protagonista/performer. Trata-se de gerar atmosferas e meteorologias de interior e exterior em constante movimento que permitam rearticular e desfazer categorias aceites como as do corpo, indivíduo, colectivo, humano, não humano, cultura ou natureza.

+ info: http://www.air-condition.net/





Programação brevemente disponível em www.circularfestival.com

 

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Newsletter de 13.06.16
Filme 'Revoada' de Eva Ângelo com Álvaro Laborinho Lúcio | 15 Junho (qua), 21:30, Braga
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Circular Festival

Newsletter #134

 


Filme "Revoada" de Eva Ângelo com Álvaro Laborinho Lúcio © DR
Filme "Revoada" de Eva Ângelo, 15 de Junho (qua) 21h30
Claraboia - Agenda Cultural da Casa do Professor (Av. Central 106-110, Braga)
Com a presença de Álvaro Laborinho Lúcio, Eva Ângelo e Magda Henriques

Um filme de Eva Ângelo, 2015, cor, doc. 58’

Este documentário resulta da vontade de partilhar e assim facilitar o acesso ao pensamento de Álvaro Laborinho Lúcio. Aqui, a forma como se diz, o que se diz, é mobilizadora da alma e potenciadora do agir. Deambulamos pelos caminhos da educação, da arte e da cidadania e percebemos que assistir ao exercício do pensamento, enquanto prática da inteligência e na sua dimensão poética, pode ajudar à transformação. Importa ir. Importa que lutemos por aquilo em que acreditamos e “que não nos apeemos cedo de mais”. Importa que façamos os caminhos apesar das pedras e com as pedras.
O rigor e o entusiasmo das convicções que aqui se apresentam são proporcionais à disponibilidade para reconhecer que outras podem ser melhores.
Esta forma de dizer o mundo, de se referir a ele, de mudar de sítio aquilo que por hábito se instalou e deixou de nos interpelar, dá lugar ao espanto e assim torna visível e cria outras possibilidades, outras paisagens, reacendendo as perguntas, o pensamento e a acção.

Entrada livre.

+ info: casadoprofessor.pt



 

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Newsletter de 22.05.16
Colóquio - Debate: Céu e Inferno no Pensamento Português Contemporâneo | 23 Maio, FLUP
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Circular Festival

Newsletter #133

 

Colóquio - Debate: Céu e Inferno no Pensamento Português Contemporâneo
23 de Maio, Segunda-feira, 14h45
Faculdade de Letras da Universidade do Porto - FLUP (
Sala de Reuniões)

Integrado no âmbito da criação “O Céu é apenas um disfarce azul do Inferno” de Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão, o Colóquio-Debate “Céu e Inferno no Pensamento Português Contemporâneo" realiza-se no dia 23 de Maio, a partir das 14h45, na FLUP (Sala de Reuniões).

O colóquio será desenvolvido entre a equipa artística, a FLUP/Departamento de Filosofia (grupo de investigação Roots and Horizons of Philosophy and Culture in Portugal orientado pela Prof.ª Dra. Celeste Natário), aberto ao público e com o objectivo de aprofundar perspectivas teóricas no âmbito da Filosofia em interligação com a composição e o património coreográficos e, muito particularmente, quanto aos temas e processos deste projecto e da cultura portuguesa.

Programa:

14h45: Abertura
15h00: Painel I (Moderação de Maria Celeste Natário)
Intervenções de Luís Amaral, José Costa Macedo, Maria Manuela Brito Martins, Fernanda Pinto e Maria Luísa Malato.
16h45: Intervalo
17h00: Painel II (Moderação de Renato Epifânio)
Intervenções de Cristina Aguiar, Rui Lopo, Hugo Calhim Cristóvão , Cláudia Galhós e Afonso Cruz.

Com a presença de: Joana von Mayer Trindade e Paulo Costa.

+ info: www.letras.up.pt

 

 

 

 

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Newsletter de 18.05.16
"Autointitulado" de João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux 18, 19, 20 Mai, Rencontres Chorégraphiques | 27, 28 Mai, Alkantara Festival
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Circular Festival

Newsletter #132

 


© José Carlos Duarte
"Autointitulado" de João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux
18, 19, 20 Maio, 20h30 | Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine-Saint-Denis/CND
27, 28 Maio, 19:00 | Alkantara Festival, Centro Cultural de Belém

Autointitulado foi feito para esquecer uma série de improvisações dançadas num estúdio previsto para esse efeito. As danças então filmadas, e depois apagadas, comportavam resíduos daquilo que identificámos como influências e imagens marcantes. Cada modelo, conhecido ou anónimo, cujo peso nos ancilosa os membros, levou-nos a uma composição de danças feita a partir da nossa memória. O intervalo de tempo que separa os modelos que reproduzimos supõe uma forma de narrativa cujos efeitos procurámos não exagerar. Não se trata pois de uma enésima história da dança posta em cena mas de uma prática de estúdio trazida para fora do aquário para ser asfixiada de uma vez por todas. No mínimo.
João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux


Um projecto de e por: Cyriaque Villemaux e João dos Santos Martins | Desenho de luz: Rui Monteiro | Operação de luz: Pedro Correia | Co-produção: Circular Festival de Artes Performativas, Alkantara Festival| Produção executiva e difusão: Circular Associação Cultural | Residências artísticas: Alkantara, O Espaço do Tempo, danceWEB no contexto do projecto Life Long burning subsidiado pelo Programa Cultura da União Europeia, A22, Graner, Circular Festival de Artes Performativas | Co-apresentação: Alkantara com o apoio DNA/Programa Cultura da União Europeia | Apoio: Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Sá da Bandeira, - Santarém | Agradecimentos: Forum Dança, O Rumo do Fumo, Nome Próprio, O Espaço do Tempo, Aristide Bianchi, André e. Teodósio, Diana dos Santos Martins, Manuel João Martins, Polina Akhmetzyanova

+ info: www.rencontreschoregraphiques.com | www.alkantarafestival.pt

 

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Newsletter de 09.05.16
9 Maio: prazo limite de inscrição seminário "Glossário do nosso tempo" por António Guerreiro
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Circular Festival

Newsletter #131

 


©DR

Seminário "Glossário do nosso tempo" por António Guerreiro
13, 14, 20, 21 Maio
Sextas 18:30-21:30 | Sábados 10:30-13:30
Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP)
| sala 203

Glossário:
Biopolítica, Contemporâneo, Crise, Cultura/Civilização/Barbárie, Democracia, Época, Kitsch, Memória (Museu/Monumento/Memorial), Narrativa, Pós-Humano, Terror/Violência, Trabalho

Desenhar a figura ou a configuração cultural e política da nossa época através de conceitos, categorias e formações de sentido, de modo a obter com eles um pequeno glossário que sirva para nos podermos orientar e traçar, para o nosso tempo, percursos críticos e de conhecimento: eis o programa deste seminário em quatro sessões. Tal glossário tem também no seu horizonte um dicionário de lugares-comuns, à maneira das "idées reçues", de Flaubert. Por isso, ele incluirá verbetes retirados da linguagem corrente, impregnada de ideologia e de falsas evidências, tais como "Crise", "Crítica", "Cultura", "Trabalho", etc. Sem fronteiras metodológicas nem disciplinares (portanto, fazendo incursões em diferentes territórios) procura-se que cada uma das palavras do glossário convoque questões e problemas bem sinalizados e de grande alcance, todos eles apontando para uma matéria política e cultural com a qual estamos confrontados.

António Guerreiro
Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Português/Francês). Foi ensaísta e crítico literário do semanário “Expresso”, actualmente é colaborador do Público/Ípsilon., publicou um volume de ensaios, O Acento Agudo do Presente (Cotovia, 2000). Tem colaboração dispersa em revistas e volumes colectivos e editou, com Olga Pombo e António Franco Alexandre, Enciclopédia e Hipertexto (Editora Duarte Reis, 2006). Fundou com José Gil, Silvina Rodrigues Lopes a revista Elipse. Walter Benjamin e Aby Warburg (sobre os quais tem vários artigos publicados) são os dois pontos fortes do seu trabalho nos últimos anos.

Inscrições:
Preço: 40€ (12h de formação)| Data limite de inscrição e pagamento: 9 Maio
Transferência bancária: IBAN Circular Associação Cultural - PT50 0033.0000.45314714098.05 | Envio do comprovativo da transferência, com indicação do nome e contacto telefónico para o mail: info@circularfestival.com.

+ info: www.circularfestival.com | info@circularfestival.com |(+351) 967 490 471

Organização: Circular Associação Cultural | Parceria: Faculdade de Letras da Universidade do Porto/FLUP/Departamento de Ciências e Técnicas do Património/História da Arte | Agradecimentos: Forum Dança, O Rumo do Fumo

 

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Newsletter de 29.04.16
"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Filipe Caldeira - Convento São Francisco, 1 Maio (Coimbra) + Teatro Virgínia, 12, 13 e 14 Maio (Torres Novas)
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Newsletter #130

 


"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Filipe Caldeira © José Caldeira
"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Filipe Caldeira
Convento São Francisco - Coimbra | 1 de Maio Domingo: 11h00 + 14h30
Teatro Virgínia - Torres Novas | 12, 13 e 14 de Maio / Quinta + Sexta-feira: 10h30 + 14h00 / Sábado: 11h00

Espectáculo infantil | 03 aos 06 anos

Este espectáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.
“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.


Ficha Artística:
Criação e interpretação: Filipe Caldeira | Texto original: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia: Joclécio Azevedo | Assistência artística: Catarina Gonçalves | Cenografia: Ana Guedes | Apoio à cenografia: Emanuel Santos | Sonoplastia: Rodrigo Malvar | Voz: Catarina Gonçalves | Figurinos: Jordann Santos | Desenho de luz: Miguel Carneiro | Vídeo: Teresa Pinto | Apoio à residência: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão: Circular Associação Cultural | Co-produção: Teatro Maria Matos e Teatro Municipal do Porto |
Duração do espectáculo: 45 minutos aprox. | Classificação etária: M3
Encomenda do Programa para Crianças e Jovens do Teatro Maria Matos

As apresentações nos dias 12 e 13 de Maio no Teatro Virgínia são dirigidas ao público escolar.

+ info
www.facebook.com/ConventoSF | www.teatrovirginia.com

 

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Newsletter de 20.04.16
Seminário "Glossário do nosso tempo" por António Guerreiro - inscrições abertas | 13, 14, 20, 21 Maio, FLUP
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Newsletter #129

 


© DR

Seminário "Glossário do nosso tempo" por António Guerreiro
13, 14, 20, 21 Maio
Sextas 18:30-21:30 | Sábados 10:30-13:30
Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP)
| sala 203

Glossário:
Biopolítica, Contemporâneo, Crise, Cultura/Civilização/Barbárie, Democracia, Época, Kitsch, Memória (Museu/Monumento/Memorial), Narrativa, Pós-Humano, Terror/Violência, Trabalho

Desenhar a figura ou a configuração cultural e política da nossa época através de conceitos, categorias e formações de sentido, de modo a obter com eles um pequeno glossário que sirva para nos podermos orientar e traçar, para o nosso tempo, percursos críticos e de conhecimento: eis o programa deste seminário em quatro sessões. Tal glossário tem também no seu horizonte um dicionário de lugares-comuns, à maneira das "idées reçues", de Flaubert. Por isso, ele incluirá verbetes retirados da linguagem corrente, impregnada de ideologia e de falsas evidências, tais como "Crise", "Crítica", "Cultura", "Trabalho", etc. Sem fronteiras metodológicas nem disciplinares (portanto, fazendo incursões em diferentes territórios) procura-se que cada uma das palavras do glossário convoque questões e problemas bem sinalizados e de grande alcance, todos eles apontando para uma matéria política e cultural com a qual estamos confrontados.

António Guerreiro
Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Português/Francês). Foi ensaísta e crítico literário do semanário “Expresso”, actualmente é colaborador do Público/Ípsilon., publicou um volume de ensaios, O Acento Agudo do Presente (Cotovia, 2000). Tem colaboração dispersa em revistas e volumes colectivos e editou, com Olga Pombo e António Franco Alexandre, Enciclopédia e Hipertexto (Editora Duarte Reis, 2006). Fundou com José Gil, Silvina Rodrigues Lopes a revista Elipse. Walter Benjamin e Aby Warburg (sobre os quais tem vários artigos publicados) são os dois pontos fortes do seu trabalho nos últimos anos.

Inscrições:
Preço: 40€ | Data limite de inscrição e pagamento: 9 Maio
Transferência bancária: IBAN Circular Associação Cultural - PT50 0033.0000.45314714098.05 | Envio do comprovativo da transferência, com indicação do nome e contacto telefónico para o mail: info@circularfestival.com.

+ info: www.circularfestival.com | info@circularfestival.com |(+351) 967 490 471

Organização: Circular Associação Cultural | Parceria: Faculdade de Letras da Universidade do Porto/FLUP/Departamento de Ciências e Técnicas do Património/História da Arte | Agradecimentos: Forum Dança, O Rumo do Fumo

 

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Newsletter de 15.04.16
"Projecto Continuado (2015)" de João dos Santos Martins 7 Mai, Teatro Viriato | "Autointitulado" de João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux 18, 19, 20 Mai, Rencontres Chorégraphiques | 27, 28 Mai, Alkantara Festival | 9, 10 Jun, Hiroshima (Barcelona)
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Newsletter #128

 


© José Carlos Duarte
"Projecto Continuado (2015)" de João dos Santos Martins
7 Maio (sáb), 21h30 | Teatro Viriato (Viseu)


Em 2011 tive a oportunidade de participar, em contexto pedagógico, na reinterpretação da peça Continuous Project – Altered Daily (1970) de Yvonne Rainer, a partir de arquivos disponíveis e testemunhos de artistas. Nesse momento, surgiram tensões de trabalho que viriam a materializar-se na peça em si: um processo de trabalho transformado em experiência estética que reivindicava o labor coreográfico enquanto produto artístico. Estava literalmente em causa a forma como um grupo de indivíduos interagia e negociava um conjunto de ações entre si, num processo que tanto era naturalizado quanto induzido coreograficamente. Neste projeto, continuado, damos seguimento a esta "ideia" de coreografia enquanto tecnologia que verifica, ativa e transforma relações entre indivíduos. Recorrendo a objetos da história da dança, aos seus contextos e ideologias, e à sua relação com música, procurámos rever e operar sobre a forma como a coreografia e a dança estabelecem padrões ideológicos que fixam ou colocam em questão os regimes éticos e estéticos dominantes.
João dos Santos Martins


De: João dos Santos Martins | Em colaboração com: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher | Piano: Simão Costa | Luz: Ricardo Campos | Produção: Associação Parasita | Apoio à produção e difusão: Circular Associação Cultural | Coprodução: Culturgest, Centro Cultural Vila Flor, CCN de Montpellier Languedoc-Roussillon no contexto do projeto Life Long Burning subsidiado pelo programa Cultura da União Europeira | Residências artísticas: CCN de Montpellier Languedoc-Roussillon, Centro de Criação de Candoso, EIRA, Musibéria, O Espaço do Tempo | Apoio: Câmara Municipal de Santarém/Teatro Sá da Bandeira | M12

 



© José Carlos Duarte
"Autointitulado" de João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux
18, 19, 20 Maio, 20h30 | Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine-Saint-Denis/CND
27, 28 Maio, 19:00 | Alkantara Festival, Centro Cultural de Belém
9, 10 Junho | Hiroshima (Barcelona)

Autointitulado foi feito para esquecer uma série de improvisações dançadas num estúdio previsto para esse efeito. As danças então filmadas, e depois apagadas, comportavam resíduos daquilo que identificámos como influências e imagens marcantes. Cada modelo, conhecido ou anónimo, cujo peso nos ancilosa os membros, levou-nos a uma composição de danças feita a partir da nossa memória. O intervalo de tempo que separa os modelos que reproduzimos supõe uma forma de narrativa cujos efeitos procurámos não exagerar. Não se trata pois de uma enésima história da dança posta em cena mas de uma prática de estúdio trazida para fora do aquário para ser asfixiada de uma vez por todas. No mínimo.
João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux


Um projecto de e por: Cyriaque Villemaux e João dos Santos Martins | Desenho de luz: Rui Monteiro | Operação de luz: Pedro Correia | Co-produção: Circular Festival de Artes Performativas, Alkantara Festival| Produção executiva e difusão: Circular Associação Cultural | Residências artísticas: Alkantara, O Espaço do Tempo, danceWEB no contexto do projecto Life Long burning subsidiado pelo Programa Cultura da União Europeia, A22, Graner, Circular Festival de Artes Performativas | Co-apresentação: Alkantara com o apoio DNA/Programa Cultura da União Europeia | Apoio: Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Sá da Bandeira, - Santarém | Agradecimentos: Forum Dança, O Rumo do Fumo, Nome Próprio, O Espaço do Tempo, Aristide Bianchi, André e. Teodósio, Diana dos Santos Martins, Manuel João Martins, Polina Akhmetzyanova

 

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Newsletter de 29.03.16
'O céu é apenas um disfarce azul do inferno' de Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão - 1 Abr, Berlim/ 7 Abr, Teatro Sá de Miranda, Viana do Castelo | Seminário 'Glossário do nosso tempo' por António Guerreiro - inscrições abertas
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Newsletter #127

 


© Silvana Torrinha
“O Céu é apenas um disfarce azul do Inferno” de Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão
Uferstudios Für Zeitgenössischen Tanz, Berlim / 1 de Abril (sex), 20:30
Teatro Municipal Sá de Miranda, Viana do Castelo / 7 Abril (qui), 15:00


Dance, when you´re broken open. Dance, if you´ve torn the bandage off. Dance in the middle of the fighting. Dance in your blood. Dance, when you´re perfectly free. Jelaluddin Rumi

A criação "O Céu é apenas um disfarce azul do Inferno" (citação de um poema de Pascoaes) debruça-se sobre visões, representações, heresias, que Céu e Inferno, Demoníaco e Angélico, assumem na cultura portuguesa, e fá-lo sob o signo da relação: carnal, conceptual, poética. Do “amor carnal espiritualizado pela dor”. Esta criação pretende recuperar céus e infernos, de disfarces em disfarces. Com o medo e com a excitação, num fluxo constante de dissolução de fronteiras, de livre circulação de pulsões e intensidades. Os conceitos de “Caótico” (Deleuze) e de “Id” (Freud), surgem ainda como ferramentas a trabalhar. Para que se lidem vibrações, velocidades, intensidades, sensações, choques. O Caótico como criador de dissonâncias, de tensões, de conflitos que se alimentem de prazer, e de resíduos reprimidos. De céu e de inferno, portanto. HCC & JvMT

Direcção & Coreografia: Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão | Interpretação: André Araujo, Joana von Mayer Trindade e Xana Novais | Música original: Paulo Costa | Luz: Rui Barbosa | Vídeo: Andrea Azevedo | Fotografia: Silvana Torrinha | Design: Hugo Santos | Co-produção: Festival Cumplicidades | Apoio: Fundação GDA, Instituto de Filosofia/FLUP | Residências Artísticas: Centro Cultural George Apostu, no contexto do MAP-SHARING OF PROCESSES / E-Motional: rethinking dance (Bacau, Roménia), Balleteatro (Porto), Companhia Instável (Porto), Circolando e Circular Festival de Artes Performativas (Vila do Conde), Centro Cultural da Gafanha da Nazaré | Agradecimentos:Tertúlia Crioula Portuense, Nuno Guimarães e Drumming – Grupo de Percussão e Forum Dança | Projecto financiado pelo: Governo de Portugal/Secretário de Estado da Cultura/Direcção-Geral das Artes, Fundação GDA.

+ info: www.circularfestival.com | www.uferstudios.com | www.cm-viana-castelo.pt

 



© DR
Seminário "Glossário do nosso tempo" por António Guerreiro
13, 14, 20, 21 Maio
Sextas 18:30-21:30 | Sábados 10:30-13:30
Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) | sala 203


Glossário:
Biopolítica, Contemporâneo, Crise, Cultura/Civilização/Barbárie, Democracia, Época, Kitsch, Memória (Museu/Monumento/Memorial), Narrativa, Pós-Humano, Terror/Violência, Trabalho

Desenhar a figura ou a configuração cultural e política da nossa época através de conceitos, categorias e formações de sentido, de modo a obter com eles um pequeno glossário que sirva para nos podermos orientar e traçar, para o nosso tempo, percursos críticos e de conhecimento: eis o programa deste seminário em quatro sessões. Tal glossário tem também no seu horizonte um dicionário de lugares-comuns, à maneira das "idées reçues", de Flaubert. Por isso, ele incluirá verbetes retirados da linguagem corrente, impregnada de ideologia e de falsas evidências, tais como "Crise", "Crítica", "Cultura", "Trabalho", etc. Sem fronteiras metodológicas nem disciplinares (portanto, fazendo incursões em diferentes territórios) procura-se que cada uma das palavras do glossário convoque questões e problemas bem sinalizados e de grande alcance, todos eles apontando para uma matéria política e cultural com a qual estamos confrontados.

António Guerreiro
Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Português/Francês). Foi ensaísta e crítico literário do semanário “Expresso”, actualmente é colaborador do Público/Ípsilon., publicou um volume de ensaios, O Acento Agudo do Presente (Cotovia, 2000). Tem colaboração dispersa em revistas e volumes colectivos e editou, com Olga Pombo e António Franco Alexandre, Enciclopédia e Hipertexto (Editora Duarte Reis, 2006). Fundou com José Gil, Silvina Rodrigues Lopes a revista Elipse. Walter Benjamin e Aby Warburg (sobre os quais tem vários artigos publicados) são os dois pontos fortes do seu trabalho nos últimos anos.

Inscrições:
Preço: 40€
Data limite de inscrição e pagamento: 9 Maio
Transferência bancária: IBAN Circular Associação Cultural - PT50 0033.0000.45314714098.05 | Envio do comprovativo da transferência, com indicação do nome e contacto telefónico para o mail: info@circularfestival.com.

+ info: info@circularfestival.com |(+351) 967 490 471

Organização: Circular Associação Cultural | Parceria: Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP)/Departamento de Ciências e Técnicas do Património/História da Arte | Agradecimentos: Forum Dança e O Rumo do Fumo

 

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Esta mensagem é enviada de acordo com a legislação em vigor. Está a receber esta newsletter por ser subscritor da nossa mailling list ou por iniciativa de algum outro subscritor. Se não quiser continuar a receber informações sobre as nossas actividades clique aqui. Para actualização de dados, qualquer esclarecimento sobre este serviço ou para transmitir alguma sugestão, contacte-nos através do e-mail: info@circularfestival.com.


Newsletter de 03.03.16
"O Céu é apenas um disfarce azul do Inferno" de Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão 4, 5, 6 Mar Festival Cumplicidades | "Intermitências" de Joclécio Azevedo 12, 13 Mar Festival Cumplicidades
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Newsletter #126

 


© Silvana Torrinha

“O Céu é apenas um disfarce azul do Inferno” de Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão
Festival Cumplicidades (Espaço Alkantara) |4, 5 Março (sex, sáb) 21:30 | 6 Março (dom) 19:00

Co-produção: Festival Cumplicidades 2016

Dance, when you´re broken open. Dance, if you´ve torn the bandage off. Dance in the middle of the fighting. Dance in your blood. Dance, when you´re perfectly free. Jelaluddin Rumi

A criação "O Céu é apenas um disfarce azul do Inferno" (citação de um poema de Pascoaes) debruça-se sobre visões, representações, heresias, que Céu e Inferno, Demoníaco e Angélico, assumem na cultura portuguesa, e fá-lo sob o signo da relação: carnal, conceptual, poética. Do “amor carnal espiritualizado pela dor”. Esta criação pretende recuperar céus e infernos, de disfarces em disfarces. Com o medo e com a excitação, num fluxo constante de dissolução de fronteiras, de livre circulação de pulsões e intensidades. Os conceitos de “Caótico” (Deleuze) e de “Id” (Freud), surgem ainda como ferramentas a trabalhar. Para que se lidem vibrações, velocidades, intensidades, sensações, choques. O Caótico como criador de dissonâncias, de tensões, de conflitos que se alimentem de prazer, e de resíduos reprimidos. De céu e de inferno, portanto. HCC & JvMT

Direcção & Coreografia: Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão | Interpretação: André Araujo, Joana von Mayer Trindade e Xana Novais | Música original: Paulo Costa | Luz: Rui Barbosa | Vídeo: Andrea Azevedo | Fotografia: Silvana Torrinha | Design: Hugo Santos |Apoio: Fundação GDA, Instituto de Filosofia/FLUP | Residências Artísticas: Centro Cultural George Apostu, no contexto do MAP-SHARING OF PROCESSES / E-Motional: rethinking dance (Bacau, Roménia), Balleteatro (Porto), Companhia Instável (Porto), Circolando e Circular Festival de Artes Performativas (Vila do Conde), Centro Cultural da Gafanha da Nazaré | Agradecimentos:Tertúlia Crioula Portuense, Nuno Guimarães e Drumming – Grupo de Percussão e Forum Dança | Projecto financiado pelo: Governo de Portugal/Secretário de Estado da Cultura/Direcção-Geral das Artes, Fundação GDA.

Workshop "Práticas de Libertação" por Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão
7, 8 Março 15:00-18:00 | Culturgest, sala 5

Será dada neste workshop uma importância central ao lado mais negro da demonização do outro e da sua exclusão: o anjo de uns torna-se o diabo, ou demoníaco dos outros, da cultura que vem a seguir e que oprime, promovendo uma reflexão sobre a colonização sucessiva dos anjos de outros povos, que passam a ser os nossos demónios, nomeadamente os da Diáspora Africana, que nos tocam particularmente. JvMT & HCC

Público-alvo: estudantes (artes e outras áreas que demonstrem interesse em participar) e profissionais das artes | Valor de inscrição: 30€ | Máx. 15 pessoas

 


© José Caldeira

“Intermitências” Joclécio Azevedo
Festival Cumplicidades (Teatro da Trindade) | 12 Março (sáb) 21:30 | 13 Março (dom) 18:00

Em Intermitências tomamos como ponto de partida o uso do tempo, entendido não apenas como algo linear (passado, presente, futuro) mas como elemento transversal da nossa existência. O tempo que nos une e que nos separa, o tempo da disjunção e da sobreposição, o tempo da fricção entre tempos contrastantes. O corpo assume-se, neste contexto, como uma espécie de palimpsesto, como superfície de inscrição que se transforma e que mostra as evidências das suas mudanças. Os intérpretes são suportes de inscrições e de memórias mas também se desdobram como agentes observadores e activadores de indícios, a multiplicar possibilidades de agir e de interagir com os outros. O próprio processo de trabalho, de criação desta peça coreográfica, de colaboração entre os elementos deste grupo, transforma-se em conteúdo, despoletando intercâmbios de papéis que evidenciam a necessidade de repensar modos de produção. Nesta obsessão de tornar habitável e visível o processo de trabalho, ensaiamos formas de apropriação do espaço comum, ocupamos o tempo em que existimos em conjunto, tentamos contornar a velocidade do mundo que nos ultrapassa continuamente.

Concepção e coreografia: Joclécio Azevedo | Colaboração: Jérémy Pajeanc | Música: Kubik (aka Victor Afonso) | Interpretação: André Mendes, Bruno Senune, Camila Neves, Joana Castro, Joclécio Azevedo | Figurinos: Jordann Santos | Desenho de luz e operação: Miguel Carneiro| Fotografia: José Caldeira | Apoio à residência: Companhia Instável | Produção executiva e difusão: Circular Associação Cultural | Co-produção: Teatro Municipal do Porto – Rivoli e Circular Associação Cultural.


Palestra "O meu processo" por Joclécio Azevedo
9 Março (qua) 18:00 | Teatro da Trindade (salão nobre)

Tempo de produção, tempo de montagem, tempo de apresentação, tempo de reflexão, tempo de desmontagem, tempo de divulgação, tempo de espera. O meu tempo e o tempo do outro, tempos inter-conectados, tempos descontínuos. Intermitências resulta de um processo de criação coreográfica que incidiu sobre o uso do tempo num processo de criação artística, utilizando a ideia de desdobramento enquanto ferramenta de trabalho e servindo como moldura para pensar a ideia de produção, questionando o que é que se produz num processo criativo.

 

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Newsletter de 05.02.16
'Intermitências' de Joclécio Azevedo (Estreia) - 13 Fev, TMP Rivoli
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Newsletter #0125

 


© José Caldeira
“Intermitências” Joclécio Azevedo
TM Rivoli (Grande Auditório Manoel de Oliveira) / 13 de Fevereiro / Sábado: 19:00

Estreia absoluta

Conversa após o espectáculo
Com Paulo Vasques, Director e co-programador do Circular - Festival de Artes Performativas


Em “Intermitências” tomamos como ponto de partida o uso do tempo, entendido não apenas como algo linear (passado, presente, futuro) mas como elemento transversal da nossa existência. O tempo que nos une e que nos separa, o tempo da disjunção e da sobreposição, o tempo da fricção entre tempos contrastantes. Em cena a coreografia incide sobre a repetição de acções, sobre a quantificação e distribuição dos movimentos que produzimos expostos ao olhar do público enquanto trabalho físico, enquanto processo contínuo de produção e dispersão de energia. O corpo assume-se, neste contexto, como uma espécie de palimpsesto, como superfície de inscrição que se transforma e que mostra as evidências das suas mudanças. Os intérpretes são suportes de inscrições e de memórias mas também desdobram-se como agentes observadores e activadores de indícios, a multiplicar possibilidades de agir e de interagir com os outros. O próprio processo de trabalho, de criação desta peça coreográfica, de colaboração entre os elementos deste grupo, transforma-se em conteúdo, despoletando intercâmbios de papéis que evidenciam a necessidade de repensar modos de produção.
Nesta obsessão de tornar habitável e visível o processo de trabalho ensaiamos formas de apropriação do espaço comum, ocupamos o tempo em que existimos em conjunto, tentamos contornar a velocidade do mundo que nos ultrapassa continuamente.
O tempo actual seria então o tempo em que cada coisa acontece, mas seria também o tempo dos instantes que nos escapam. Na impossibilidade de ver ou de dominar o tempo concentramo-nos em perceber e em sentir os seus efeitos.
No livro “A Forma do Tempo” de George Kubler, o autor afirma que actualidade é “o instante entre os tique-taques do relógio: é um intervalo vazio eternamente transcorrendo ao longo do tempo: a ruptura entre passado e futuro: a brecha nos pólos do campo magnético girando em círculo, infinitesimamente pequena mas ao fim de contas real. É a pausa intercrónica quando nada acontece. É o vazio entre os acontecimentos”.

Ficha Artística:
Concepção e Coreografia: Joclécio Azevedo | Colaboração: Jérémy Pajeanc | Música: Kubik (aka Victor Afonso) | Interpretação: André Mendes, Bruno Senune, Camila Neves, Joana Castro, Joclécio Azevedo | Figurinos: Jordann Santos | Desenho de luz e operação: Miguel Carneiro | Apoio à Residência: Companhia Instável | Produção executiva e difusão: Circular Associação Cultural | Co-produção: Teatro Municipal do Porto e Circular Associação Cultural


Bilhetes | + info: www.circularfestival.com | www.teatromunicipaldoporto.pt


 

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Newsletter de 28.01.16
'O céu é apenas um disfarce azul do inferno' de Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão - 29 Jan, CC Ílhavo | 'Intermitências' de Joclécio Azevedo (Estreia) - 13 Fev, TMP Rivoli
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Newsletter #124

 


"O céu é apenas um disfarce azul do inferno" Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão
Centro Cultural de Ílhavo / 29 de Janeiro / Sexta: 22:00


"O Céu é apenas um disfarce azul do Inferno" (citação de um poema de Pascoaes) debruça-se sobre visões, representações, heresias, que Céu e Inferno, Demoníaco e Angélico, assumem na cultura portuguesa, e fá-lo sob o signo da relação: carnal, conceptual, poética. Do "amor carnal espiritualizado pela dor", segundo Pascoaes. Esta criação pretende recuperar estes céus e estes infernos, de disfarces em disfarces. Com o medo e com a excitação, num fluxo constante de dissolução de fronteiras, de livre circulação de pulsões.

Ficha Artística:
Direcção & Coreografia: Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade | Interpretação: André Araújo, Joana von Mayer Trindade e Xana Novais | Música original: Paulo Costa | Luz: Rui Barbosa | Video: Andrea Azevedo | Design: Hugo Santos | Co-produção: Festival Cumplicidades | Apoio: GDA, Instituto de Filosofia/FLUP | Residências artísticas: Centro Cultural “George Apostu”, no contexto do “MAP-SHARING OF PROCESSES” / “E-Motional: rethinking dance” (Bacau, Roménia), Balleteatro (Porto), Companhia Instável (Porto), Circolando e Circular Festival de Artes Performativas (Vila do Conde) | Centro Cultural da Gafanha da Nazaré | Agradecimentos: Tertúlia Crioula Portuense, Drumming - Grupo de Percussão e Forum Dança | Projecto financiado pelo Governo de Portugal/Secretário de Estado da Cultura/Direcção-Geral das Artes.
Espetáculo desenvolvido no âmbito de residência artística realizada no Centro Cultural de Ílhavo

+

Workshop | 30 Janeiro | 15:00-18:00 | Centro Cultural de Ílhavo | Serviço Educativo

Workshop de pesquisa criativa na área da performance, intitulado "O céu é apenas um disfarce azul do inferno", dirigido pelos responsáveis da criação. Este workshop abordará conteúdos presentes neste espectáculo, onde será dada uma importância central ao lado mais negro da demonização do outro, e da sua exclusão: o anjo de uns torna-se o diabo, ou demoníaco dos outros, da cultura que vem a seguir e que oprime, promovendo uma reflexão sobre a colonização sucessiva dos anjos de outros povos, que passam a ser os nossos demónios, nomeadamente os da diáspora africana, que nos tocam particularmente. JvMT & HCC


Bilhetes | + info: www.centrocultural.cm-ilhavo.pt

 



© José Caldeira
“Intermitências” Joclécio Azevedo
TM Rivoli (Grande Auditório Manoel de Oliveira) / 13 de Fevereiro / Sábado: 19:00

Estreia absoluta

Conversa após o espectáculo
Com Paulo Vasques
Director e co-programador do Circular - Festival de Artes Performativas

“Intermitências” toma como ponto de partida o uso do tempo, entendido não apenas como algo linear (passado, presente, futuro) mas como elemento transversal da nossa existência.
O tempo que nos une e que nos separa, o tempo da disjunção e da sobreposição, o tempo da fricção entre tempos contrastantes. Em cena a coreografia incide sobre a repetição de acções, sobre a quantificação e distribuição dos movimentos produzidos e expostos ao olhar do público enquanto trabalho físico, enquanto processo contínuo de produção e dispersão de energia.

Ficha Artística:
Concepção e Coreografia: Joclécio Azevedo | Colaboração: Jérémy Pajeanc | Música: Kubik (aka Victor Afonso) | Interpretação: André Mendes, Bruno Senune, Camila Neves, Joana Castro, Joclécio Azevedo | Figurinos: Jordann Santos | Desenho de luz e operação: Miguel Carneiro | Apoio à Residência: Companhia Instável | Produção executiva e difusão: Circular Associação Cultural | Co-produção: Teatro Municipal do Porto e Circular Associação Cultural


Bilhetes | + info: www.circularfestival.com | www.teatromunicipaldoporto.pt

 

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Newsletter de 30.11.15
Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o conhecimento? | Documentário "Revoada" com Álvaro Laborinho Lúcio - Biblioteca e Auditório Municipal Vila do Conde, 5 Dez
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Circular Festival

Newsletter #123

 


Design gráfico: www.joaoalvesmarrucho.com
Encontros derivas: o que pode a arte? O que pode o conhecimento?
5 Dezembro (sáb) / 10:00-18:00 / 21:00
Biblioteca Municipal José Régio
Vila do Conde

Os encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o conhecimento? fazem parte do programa de actividades pedagógicas promovido pela Circular Associação Cultural, realizado nos últimos anos em Vila do Conde.
Convidados com formações e experiências variadas foram desafiados a pensar sobre o tema proposto.
Pretende-se aqui reflectir sobre o que pode a arte, o que pode o conhecimento. Queremos que esta reflexão se faça através de múltiplas perspectivas estimuladas por personalidades cujas teorias e gerações trilham caminhos variados.

Programa:

10:00-13:00 | Biblioteca Municipal José Régio
Os Carteiros e a Doença da Esperança | Mediadores da arte, do conhecimento
Licínio Lima (Prof. Universidade do Minho)
Liliana Coutinho (Assistente programação Teatro Maria Matos)
João Fernandes (Subdirector Museu Rainha Sofia)

15:00-18:00 | Biblioteca Municipal José Régio
O Espanto, a Percepção Deslocada e a Realidade Revigorada | A arte e os artistas
Diogo Vaz Pinto (Poeta)
Graça Castanheira (Realizadora)
Jonathan Saldanha (Músico)

21:00 | Auditório Municipal de Vila do Conde
Documentário "Revoada" com Álvaro Laborinho Lúcio | Realização de Eva Ângelo
Conversa após o filme com Álvaro Laborinho Lúcio

Programação e coordenação: Magda Henriques

Preço: 5€ (bilhete das conferências permite acesso ao filme) | 3€ (filme)

+ info
www.circularfestival.com
info@circularfestival.com
TM 967490471

 



Álvaro Laborinho Lúcio © Videostill Documentário "Revoada", realização de Eva Ângelo
Documentário "Revoada" com Álvaro Laborinho Lúcio, realização de Eva Ângelo
Conversa após o filme com Álvaro Laborinho Lúcio
5 Dezembro (sáb) / 21:00
Auditório Municipal de Vila do Conde

Sinopse:
Este documentário resulta da vontade de partilhar e assim facilitar o acesso ao pensamento de Álvaro Laborinho Lúcio.
Aqui a forma como se diz, o que se diz, é mobilizadora da alma e potenciadora do agir.
Deambulamos pelos caminhos da educação, da arte e da cidadania e percebemos que assistir ao exercício do pensamento, enquanto prática da inteligência e na sua dimensão poética, pode ajudar à transformação.
Importa ir. Importa que lutemos por aquilo em que acreditamos e “que não nos apeemos cedo de mais”. Importa que façamos os caminhos apesar das pedras e com as pedras.
O rigor e o entusiasmo das convicções que aqui se apresentam são proporcionais à disponibilidade para reconhecer que outras podem ser melhores.
Esta forma de dizer o mundo, de se referir a ele, de mudar de sítio aquilo que por hábito se instalou e deixou de nos interpelar, dá lugar ao espanto e assim torna visível e cria outras possibilidades, outras paisagens, reacendendo as perguntas, o pensamento e a ação.

Apoio: Delta Cafés

Preço: 5€ (bilhete das conferências permite acesso ao filme) | 3€ (filme)

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TM 967490471

 

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Newsletter de 19.11.15
"Intermitências #3" de Joclécio Azevedo - TM Rivoli, 25 Nov | Encontros Derivas "O que pode a arte? O que pode o conhecimento?" Biblioteca José Régio e Auditório Municipal Vila do Conde, 5 Dez
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Circular Festival

Newsletter #122

 


“Intermitências #3” de Joclécio Azevedo © DR
“Intermitências #3”
Joclécio Azevedo
TM Rivoli (Sala de Ensaios)
25 de Novembro / 21h30

Entrada livre, mediante levantamento prévio de bilhete e sujeita à lotação da sala.

Em “Intermitências #3” ensaia-se uma coreografia informada por uma série de encontros, de curta duração, separados por intervalos. Continuamos obcecados pela ideia de tempo comum, de tempo partilhado, de qualidade do tempo, de fractura do tempo. Interessa-nos o tempo indefinido, o tempo não produtivo, o tempo de vagar. Interessa-nos perceber o que nos motiva e como nos motivamos para além do que são as nossas especializações, para além daquilo que fazemos com o intuito de sobreviver, ou de ajudar a mover a engrenagem social e política na qual nos inserimos.
Um ensaio liga-se comummente à ideia de repetição, de algo que se faz para ser refeito, reproduzido, aperfeiçoado. Mas o que ensaiamos nós quando nos repetimos? Como aprendemos com a repetição? Como nos prendemos com a repetição? Como nos libertamos do que aprendemos? Como desaprender?

Este é o terceiro momento aberto ao público do projecto “Intermitências”, a ser desenvolvido numa série de residências artísticas durante 2015. O projecto será concluído em Fevereiro de 2016 com a apresentação de uma nova criação no Teatro Municipal do Porto - Rivoli. Durante este intervalo de tempo, o processo de trabalho para esta nova peça  activa-se e desactiva-se, é visível e invisível, está presente e ausente, assume-se como um jogo de temporalidades em intercâmbio permanente com os espaços de interacção e com o (re)conhecimento dos seus públicos, dos seus interlocutores.

Ficha Artística:
Concepção Joclécio Azevedo | Bailarinos André Mendes, Bruno Senune, Camila Neves, Joana Castroe Joclécio Azevedo | Colaboração Jérémy Pajeanc, Kubik (aka Victor Afonso) | Figurinos Jordann Santos | Desenho e Operação de Luz Miguel Carneiro | Apoio à Residência Companhia Instável | Produção Executiva e Difusão Circular Associação Cultural | Coprodução Teatro Municipal do Porto e Circular Associação Cultural



+ info
www.circularfestival.com
www.teatromunicipaldoporto.pt

 



Biblioteca Municipal José Régio, Vila do Conde © DR
Encontros derivas: o que pode a arte? O que pode o conhecimento?
5 Dezembro (sáb) / 10:00-18:00 / 21:00
Biblioteca Municipal José Régio
Auditório Municipal de Vila do Conde

10:00-13:00 | Biblioteca Municipal José Régio
Os Carteiros e a doença da Esperança | Mediadores da arte, do conhecimento
Licício Lima (Prof. Universidade do Minho)
Liliana Coutinho (Assistente programação Teatro Maria Matos)
João Fernandes (Subdirector Museu Rainha Sofia)

15:00-18:00 | Biblioteca Municipal José Régio
O Espanto, a Percepção Deslocada e a Realidade Revigorada | A arte e os artistas
Diogo Vaz Pinto (Poeta)
Graça Castanheira (Realizadora)
Jonathan Saldanha (Músico)

21:00 | Auditório Municipal de Vila do Conde
Documentário com Álvaro Laborinho Lúcio | Realização de Eva Ângelo
Conversa após o filme com Álvaro Laborinho Lúcio

Programação e coordenação: Magda Henriques

Mais informações [aqui]

Preço: 5€ (bilhete das conferências permite acesso ao filme) | 3€ (filme)
info@circularfestival.com
TM 967490471

 


Apresentação e conversa "Céu e Inferno" no Pensamento Português
Com Joana von Mayer Trindade, Hugo Calhim Cristóvão, Paulo Costa, Celeste Natário e Luísa Malato.
1 de Dezembro / 15h30
Sala 304 | Faculdade de Letras da Universidade do Porto

No âmbito alargado da criação " O Céu é apenas um disfarce azul do Inferno" de Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão, estreado no 11º Circular Festival de Artes Performativas, será realizado o congresso “Céu e Inferno no Pensamento Português" a desenvolver entre a equipa artística, a Faculdade de Letras da Departamento de Filosofia/U.P (grupo de investigação Roots and Horizons of Philosophy and Culture in Portugal orientado pela Prof.ª Dra. Celeste Natário), aberto ao público.

O objectivo é o de aprofundar perspectivas teóricas no âmbito da Filosofia em interligação com a composição e a criação coreográfica/performativa e, muito particularmente, quanto aos temas e processos deste projeto, e do que nele é relevante para a Cultura Portuguesa. Nesta conversa aberta pretende-se partilhar o processo de trabalho que conduziu à criação (investigações, inspirações, desvios), na sequência dos objectivos e temas mais abrangentes que a sinopse enuncia, e que enquadram o congresso "Céu e Inferno no Pensamento Português", a realizar posteriormente.

+ info
www.fl.up.pt

 


 

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Newsletter de 12.11.15
"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Filipe Caldeira - TM Campo Alegre, 13 - 16 Nov | "Autointitulado" de João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux - P.A.R.T.S., 12 Nov
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Circular Festival

Newsletter #121

 


"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" de Filipe Caldeira © Susana Pomba
"O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)"
Filipe Caldeira

TM Campo Alegre (Palco do Auditório)
13, 14, 15 e 16 de Novembro 2015 / Sexta: 10h30 + 15h00  / Sábado + Domingo: 16h00 / Segunda: 10:30

Espectáculo infantil | 03 aos 05 anos


Este espetáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

Ficha Artística:
Criação e interpretação: Filipe Caldeira | Texto original: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia: Joclécio Azevedo | Assistência artística: Catarina Gonçalves | Cenografia: Ana Guedes | Apoio à cenografia: Emanuel Santos | Sonoplastia: Rodrigo Malvar | Voz: Catarina Gonçalves | Figurinos: Jordann Santos | Desenho de luz: Miguel Carneiro | Vídeo: Teresa Pinto | Apoio à residência: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão: Circular Associação Cultural | Co-produção: Teatro Maria Matos e Teatro Municipal do Porto – Rivoli |
Duração do espectáculo: 45 minutos aprox. | Classificação etária: M3

Encomenda do Programa para Crianças e Jovens do Teatro Maria Matos

As apresentações nos dias 13 e 16 de Novembro são dirigidos ao público escolar.

+ info
www.teatromunicipaldoporto.pt

 



"Autointitulado" de João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux © DR

"Autointitulado"
de João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux

12 de Novembro, 20h30
P.A.R.T.S. School for Contemporary Dance (Bruxelas, Bélgica)


Autointitulado foi feito para esquecer uma série de improvisações dançadas num estúdio previsto para esse efeito. As danças então filmadas, e depois apagadas, comportavam resíduos daquilo que identificámos como influências e imagens marcantes. Cada modelo, conhecido ou anónimo, cujo peso nos ancilosa os membros, levou-nos a uma composição de danças feita a partir da nossa memória. O intervalo de tempo que separa os modelos que reproduzimos supõe uma forma de narrativa cujos efeitos procurámos não exagerar. Não se trata pois de uma enésima história da dança posta em cena mas de uma prática de estúdio trazida para fora do aquário para ser asfixiada de uma vez por todas. No mínimo.
Teria sido impossível fazer esta peça sem o auxílio de certos dispositivos técnicos que hoje podem parecer elementares: uma câmara de filmar barata, um gravador de som barato, um assim-chamado smartphone, dois computadores ligados à internet. Estes engenhos foram utilizados da forma mais simples, na maioria das vezes longe das nossas próprias mãos.
Os materiais gravados provêm das seguintes povoações: Barcelona, Bruges, Bruxelas, Gaia, Lisboa, Ostend, Porto, Póvoa de Santarém, Saragoça, Santiago de Compostela e Viena d’Áustria. As suas datas coincidem com o período de férias de verão europeias durante os meses de junho, julho, agosto e setembro. Estes materiais foram, portanto, reunidos como documentos de ócio, nosso e dos nossos contemporâneos.

Ficha Artística:
Um projeto de e por Cyriaque Villemaux e João dos Santos Martins | Desenho e operação de luz: Rui Monteiro | Co-produção:  Circular Festival de Artes Performativas e Alkantara Festival | Produção executiva e difusão: Circular Associação Cultural | Residências artísticas: Alkantara, O Espaço do Tempo, danceWEB no contexto do projecto Life Long Burning subsidiado pelo programa Cultura da União Europeia, A22, Graner, Circular Festival de Artes Performativas | Co-apresentação: Alkantara com o apoio DNA/Programa Cultura da União Europeia” | Apoio: Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Sá da Bandeira - Santarém | Agradeciment