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Biografias (A-Z)
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  Ana Pi
Ana Pi

ANA PI

Artista coreográfica e da imagem, pesquisadora das danças urbanas, dançarina contemporânea e pedagoga graduada pela Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia – Brasil. Através da formação EX.E.R.CE 2009/10, ela estuda a dança e a imagem no Centre Chorégraphique National de Montpellier – França, sob a direção de Mathilde Monnier. Trânsito, deslocamento, pertencimento, sobreposição, memória, cores, ações ordinárias e gesto são matérias vitais à sua prática criativa e pedagógica. Em 2017 cria NOIRBLUE, espetáculo solo estreado durante o Artdanthé Festival #19 e, colabora regularmente com outros artistas em projetos de naturezas e durações diversas, seja na música, dança, artes visuais ou moda.
Ela palestra e performa sobre danças urbanas, suas apresentações foram realizadas tanto no Brasil, quanto na Europa e, mais recentemente, em África. Dentro deste processo, também, ministra oficinas de dança à partir da prática que vem desenvolvendo denominada “CORPO FIRME ; danças periféricas, gestos sagrados”, onde as danças originárias das periferias das grandes cidades, também conhecidas como danças urbanas, se relacionam intimamente com gestos sagrados presentes na Diáspora Negra.


 
  Bruno Senune
Bruno Senune

BRUNO SENUNE

Nasce em Aveiro no ano de 1992. Atualmente vive no Porto. Concluiu o curso de intérprete de dança contemporânea no Balleteatro Escola Profissional em 2011. Como intérprete trabalhou com Né Barros, Tânia Carvalho, Joana von Mayer Trindade, Flávio Rodrigues, Joclécio Azevedo, Mariana Tengner Barros, Joana Castro e Victor Hugo Pontes. Em 2015 cria em colaboração com Flávio Rodrigues o dueto Lonely, estreia inserida na Exposição Sub40, curadoria de José Maia, encontrando-se também em diversas intervenções e partilhas. Como autor cria o solo Kid As King em 2016 com estreia na Mala Voadora (Porto), Festival DDD, criação apoiada pela Fundação Calouste Gulbenkian. Ainda em 2016 para o Festival Queer Porto 2, desenvolve Malheureux que je Suis, instalação vídeo exibida em Maus Hábitos - Espaço de Intervenção Cultural. Em 2017 estreia A Deriva dos Olhos, no Circular Festival de Artes Performativas. Desde 2015 que colabora com Telma João Santos no seu trabalho autoral, documentação, aconselhamento filosófico, olhar interno/externo. Trabalha como modelo fotográfico e em aulas de escultura e de figura humana.
 
  Joclécio Azevedo, Nuno Ramalho
Joclécio Azevedo, Nuno Ramalho

Joclécio Azevedo (Brasil, 1969) Vive no Porto desde 1990. Os seus trabalhos atravessam diferentes disciplinas artísticas, tendo-se dedicado mais intensamente à criação coreográfica a partir de 1999. Tem participado regularmente em projectos de criação e investigação, desenvolvendo colaborações e integrando residências artísticas em diversos contextos, dentro e fora do país. Foi director artístico do Núcleo de Experimentação Coreográfica entre 2006 e 2011. É membro da direcção plenária da GDA e do Conselho de Curadores da Fundação GDA desde 2010. A partir de 2012 integra o projecto “Artista residente” da Circular Associação Cultural em Vila do Conde. Desde 2013 participa regularmente como formador no FAICC -Formação avançada em interpretação e criação coreográfica da Companhia Instável. A partir de 2016 colabora como assistente convidado no Curso de Especialização em Performance na FBAUP.

Nuno Ramalho (Portugal, 1975) Licenciou-se em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (1999), possuí um mestrado em New Genres pelo San Francisco Art Institute (2008), e em 2011 iniciou um doutoramento em arte no Goldsmiths College, em Londres.Desde 1999 que desenvolve o seu trabalho no campo das artes visuais, individualmente e em colaboração com outros artistas, em áreas como o desenho, instalação, escultura, performance, som, vídeo e práticas de curadoria. A sua obra está representada em colecções intitucionais como CAV - Centro de Artes Visuais ou Fundação de Serralves, bem como em diversas colecções particulares. Em 2002 foi artista residente na Triangle France, em Marselha, e em 2004 foi um dos nomeados para o prémio EDP Novos Artistas. Entre 2006 e 2008 recebeu a bolsa Fulbright/FCC, e ainda a Louise Woods Memorial Scholarship. Foi igualmente bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, entre 2011 e 2015. Vive e trabalha no Porto e é representado pela galeria Graça Brandão, Lisboa.

 
  Miguel Pereira
Miguel Pereira

Miguel Pereira frequentou a Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa e a Escola Superior de Dança de Lisboa. Foi bolseiro em  Paris  (Théatre  Contemporain  de  la Danse) e  em Nova Iorque com uma bolsa do Ministério da Cultura. Como intérprete trabalhou, entre outros, com Francisco Camacho e Vera Mantero. Participou na peça e no filme “António, Um Rapaz De Lisboa” de Jorge Silva Melo. Trabalhou com Jérome Bel em “ Shirtologia (Miguel)” (1997). Como criador  destaca os trabalhos “Antonio Miguel”,   peça com a qual recebeu o Prémio Revelação José Ribeiro da Fonte do Ministério da Cultura e uma menção honrosa do prémio Acarte/Maria Madalena Azeredo Perdigão (2000), “Notas Para Um Espectáculo Invisível” (2001), Data/Local (2002), “Corpo de Baile” (2005), “Karima meets Lisboa meets Miguel meets Cairo”, uma colaboração com a coreógrafa egípcia Karima Mansour (2006), “Doo” (2008), “Antonio e Miguel”, uma nova colaboração com Antonio Tagliarini (2010), “Op. 49” (2012), “WILDE” (2013) uma colaboração com a mala voadora,   “Repertório para  Cadeiras, Figurinos e Figurantes” (2015) de Miguel Pereira para o Ballet Contemporâneo do Norte e “Peça para Negócio” (2017). Em   2003, 2007 e 2015 criou para o repertório da Transitions Dance Company/Laban   Centre as peças “Transitions”, “Transitions II” e “Transitions III” que integraram a tournée nacional e internacional   da companhia (2003/2004, 2007/2008 e 2014/2015). O seu trabalho tem sido apresentado em toda a Europa e no Brasil e no ano de 2003 foi alvo de uma mini-retrospectiva nas Caldas da Rainha, integrada no ciclo “Mapas” organizado pela Transforma- AC em colaboração com a ESTGAD.   É   professor   convidado   em   diferentes   estruturas   nacionais   e internacionais.  Desde 2000, convidado por Vera Mantero, é artista associado da estrutura O Rumo do Fumo.