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foto para O desaparecimento do público. Pensar as artes performativas | Questões Práticas 06 José Maria Vieira Mendes / Teatro Praga O desaparecimento do público. Pensar as artes performativas | Questões Práticas 06 19 Set | Sáb |  14:15-17:30
20 Set | Dom | 10:15-12:30 + 14:15-17:30
Centro de Memória
Seminário
foto para O desaparecimento do público. Pensar as artes performativas | Questões Práticas 06
O desaparecimento do público. Pensar as artes performativas | Questões Práticas 06
José Maria Vieira Mendes / Teatro Praga
Há quem afirme que, no campo das artes performativas, o público tomou mais recentemente um lugar central, tanto para quem faz os espetáculos como para quem os descreve e critica. Este interesse pelo público tem uma história que assenta em vícios e que importa reconhecer para não fortalecer discursos e políticas que empurrem as artes para uma necessidade de justificação social e utilitária. Neste seminário iremos discutir em conjunto diferentes ideias de público (e arte), identificar as suas histórias e olhar para o seu reflexo tanto nas artes performativas contemporâneas como em outras disciplinas. O objetivo será o de procurar um lugar de maior liberdade e autonomia para “o público”.
— José Maria Vieira Mendes (Teatro Praga)

Público-alvo: Estudantes do ensino superior ou profissional, nomeadamente de áreas ligadas à dramaturgia, coreografia e outras disciplinas artísticas, programadores e gestores culturais, professores, público em geral.

Questões práticas
O ciclo “Questões práticas” pretende dar a conhecer, com a ajuda de diversos convidados, práticas de investigação, escrita, performance, pensamento e transmissão de conhecimento. Cada encontro funciona como um exercício de ativação do imaginário social, poético e político dos participantes e dos convidados, procurando intersecções entre práticas artísticas e não artísticas. Organizado em torno de momentos separados no tempo, mas que se articulam entre si, em formatos distintos, com diferentes protocolos de participação, este ciclo utiliza diferentes dinâmicas de encontro, promovendo o envolvimento do público nas questões em discussão.

Coordenação Questões Práticas: Joclécio Azevedo
Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural
* Joclécio Azevedo é Artista Residente da Circular Associação Cultural

Biografias

© Filipe Ferreira e Mário Negrão


19 Set | Sáb |  14:15-17:30
20 Set | Dom | 10:15-12:30 + 14:15-17:30
Centro de Memória (Av. José Régio, 140 - Google Maps)
Seminário

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Informações sobre inscrições [aqui]


foto para Lançamento da edição #3 do jornal Coreia Com Daniel Pizamiglio, João dos Santos Martins e Melissa Rodrigues Lançamento da edição #3 do jornal Coreia 19 Set | Sáb | 18:00
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Salão Nobre
Edição
foto para Lançamento da edição #3 do jornal Coreia
Lançamento da edição #3 do jornal Coreia
Com Daniel Pizamiglio, João dos Santos Martins e Melissa Rodrigues
Lançamento da edição #3 do jornal Coreia com João dos Santos Martins (editor) e a participação especial de Melissa Rodrigues — em conversa — e Daniel Pizamiglio — em performance.

Coreia é um projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança, preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa. O jornal tem uma tiragem semestral de 3000 exemplares com distribuição gratuita por todo o país.
A edição #3 conta com contribuições de Ação Cooperativista, Christophe Wavelet, Diana Niepce, Elisabeth Lebovici, Francisco Camacho, Henrique Furtado, João Fiadeiro, Liliana Coutinho, Lula Pena, Melissa Rodrigues, Mierle Laderman Ukeles, Miguel Teles, Miguel Wandschneider, Min Kyoung Lee, Vera Mantero, Volmir Cordeiro.

— João dos Santos Martins

www.coreia.pt
Biografia

Ficha artística/ técnica
Direção Editorial: João dos Santos Martins | Design Gráfico: Isabel Lucena e Ana Freitas | Contribuição: Ação Cooperativista, Christophe Wavelet, Diana Niepce, Elisabeth Lebovici, Francisco Camacho, Henrique Furtado, João Fiadeiro, Liliana Coutinho, Lula Pena, Melissa Rodrigues, Mierle Laderman Ukeles, Miguel Teles, Miguel Wandschneider, Min Kyoung Lee, Vera Mantero, Volmir Cordeiro | Tradução: José Maria Vieira Mendes, Patrícia da Silva | Revisão: Daniel Lühmann, Pedro Cerejo | Edição, Produção e Distribuição: Associação Parasita e Circular Associação Cultural | Site: Sara Orsi | Apoio: Alkantara | Agradecimentos: Duarte Amado, José Carlos Duarte, Matheus Martins, Mierle Laderman Ukeles, Ronald Feldman Gallery (Nova Iorque)

Imagem © Mierle Laderman Ukeles - Fotografia do "Artist's Letter of Invitation Sent to Every Sanitation Worker with Performance Itinerary for 10 Sweeps in All 59 Districts in New York City", 1979 - Courtesy the artist and Ronald Feldman Gallery

19 Set | Sáb | 18:00
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Salão Nobre (Avenida Dr. João Canavarro - Google Maps)
Edição

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M/16 | 60' | Entrada livre

ℹ️ Dada a reduzida lotação da sala, motivada por questões de segurança covid-19, recomenda-se a reserva atempada dos bilhetes através do email info@circularfestival.com.

Os bilhetes podem ser levantados no próprio dia, no horário de funcionamento do Teatro Municipal de Vila do Conde, sendo que a entrega é limitada a dois bilhetes por pessoa.
foto para Pintura transparente sobre tela invisível uma improvisação com Luís Guerra e Vera Mantero Pintura transparente sobre tela invisível 19 Set | Sáb | 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde
Dança
foto para Pintura transparente sobre tela invisível
Pintura transparente sobre tela invisível
uma improvisação com Luís Guerra e Vera Mantero
Vera Mantero e Luís Guerra juntam-se pela primeira vez em cena. Propõem-se dançar sem qualquer partitura coreográfica. Procurarão sustentar-se apenas com o movimento gerado pelos seus corpos sem o acompanhamento de banda sonora, desenho de luz ou cenografia. Espera-se que a aparente simplicidade deste encontro possa servir de terreno fértil para o surgimento das mais variadas impressões alojadas dentro de ambos.

www.orumodofumo.com
www.facebook.com/ORumodoFumo
www.instagram.com/orumodofumo
vimeo.com/orumodofumo

www.instagram.com/luisguerraportfolio


Biografias

Ficha artística/ técnica
Interpretação: Luís Guerra e Vera Mantero | Produção: O Rumo do Fumo | O Rumo do Fumo é uma estrutura financiada por República Portuguesa - Cultura | Direcção-Geral das Artes

© Desenho de Luís Guerra
19 Set | Sáb | 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República - Google Maps)
Dança

Estreia Absoluta
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M/6 | 45' | 5 €
foto para Angélica Salvi e La Skimal apresentam Sinestesia Angélica Salvi e La Skimal apresentam Sinestesia Angélica Salvi e La Skimal apresentam Sinestesia 19 Set | Sáb | 22:45
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Sala 1
Música
foto para Angélica Salvi e La Skimal apresentam Sinestesia
Angélica Salvi e La Skimal apresentam Sinestesia
Angélica Salvi e La Skimal apresentam Sinestesia
Sinestesia é um projecto de criação e composição audiovisual de Angélica Salvi e La Skimal que junta harpa e vídeo eletroacústicos. O projecto conta histórias enquanto projecta paisagens oníricas e um ambiente improvável de sensações abstratas. As imagens projectadas interagem com luz, sombras e som em tempo real.

La Skimal usa os quatro elementos (fogo, água, terra, ar) como inspiração para criar novas dimensões dentro das projecções, enquanto Angélica Salvi muda o som da harpa com dispositivos electrónicos que manipulam sua dimensão física (dinâmica, timbre, duração ou volume). O resultado é uma série de arquitecturas audiovisuais que se desenvolvem no tempo e no espaço.

Cada peça é flexível o suficiente para permitir que o ouvinte entre numa hipnose curta ou duradoura, ampliada, esticada, alongada, expandida ou aumentada, o que dá origem a mantras férteis por meio das diversas ferramentas visuais e de áudio. Essa busca pela liberdade dentro de uma estrutura permite que os artistas adaptem cada peça para cada concerto de acordo com as circunstâncias, contexto e humor. Portanto, as composições são sempre diferentes para cada performance sem perder sua essência. As gravações ao vivo da harpa permitem que os sons de primeiro plano e de fundo se espalhem, criando uma sensação de perspectiva, que cria ilusões sonoras agradáveis ou neuróticas, sombras que mudam com luz, figuras fantasmagóricas, apofonia, miopia e daltonismo, adaptável e orgânico estruturas que sugerem um certo estado meditativo através de texturas ambíguas repetitivas, drones, diferentes ambientes e efeitos especiais. O resultado é uma sinestesia (imagem e som) em perfeita harmonia e consonância.

www.laskimal.com
www.instagram.com/laskimal

www.loversandlollypops.net
angelicasalvi.net
Biografias

© Dinis Santos e Rui Pinheiro
19 Set | Sáb | 22:45
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Sala 1 (Avenida Dr. João Canavarro - Google Maps)
Música

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M/6 | 50' | 5 €
foto para A importância de ser Alan Turing M̶i̶g̶u̶e̶l̶ Bonneville A importância de ser Alan Turing 25 Set | Sex | 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde
Performance
foto para A importância de ser Alan Turing
A importância de ser Alan Turing
M̶i̶g̶u̶e̶l̶ Bonneville
Alan Turing, matemático, formado nas universidades de elite, cientista de renome mundial. Durante a 2ª Guerra Mundial, criou formas de decifrar as mensagens codificadas pela máquina Enigma do exército alemão. Diz-se que encurtou a guerra em, pelo menos, 2 anos. Uma máquina que decifra códigos sempre em mudança. Uma máquina que cifra o desejo por um corpo e o desejo de extermínio. Ou antes de tudo, a perda dele, um corpo que já não está mais lá, e inventar formas de cifrar uma máquina desejante. Corpo-máquina-desejo. Turing liderou a equipa que criou a descodificação, composta por uma maioria de mulheres, ao que sabemos.  Alan Turing agraciado com a Ordem do Império Britânico, 1946 e Fellow da Royal Society, 1951.

O mesmo Alan Turing, condenado por atos de indecência grave em 1952 – no caso, atos homossexuais. A mesma lei que levou ao julgamento de Oscar Wilde: a seção 2 do Criminal Law Amendment Act de 1885. Esta lei que vai ser espalhada pelo Império Britânico e a fundamentação para encarceramento e, em alguns casos, pena de morte, para pessoas que incorram em crime de indecência grave em vários países anteriormente colonizados pelo Reino Unido.

Deram a escolher a Alan Turing entre a castração química e a prisão. Dietilstilbestrol foi a substância química usada nesse processo, um estrogénio transgénico, para reduzir a testosterona. Um código químico também de género, mostrando a materialidade do género e da lei. Corpo cyborg, híbrido biotecnológico, cerceado em função do conhecimento de segredos de Estado, limitado e excluído das suas funções. Morre aos 42 anos, 2 anos depois da castração, ingerindo uma maçã com cianeto. Aparente suicídio. Extermínio, o dietilstilbestrol é um depressor.

Só a partir dos anos 70, foi tornada pública a sua contribuição para o esforço de guerra. Em 2017, Lei Alan Turing, amnistia às mais de 49000 pessoas que foram condenadas por indecência grave, e aos outros homens condenados por leis discriminatórias em relação à orientação sexual. Antes, Turing tinha sido alvo de um perdão da Rainha em relação a esse “crime” em 2013. Pensa-se em usar a sua efígie como imagem da nota de 50 Libras.

Alain Turing é um processo de codificação e reprogramação de género. A outra máquina de Turing que permitiu quebrar códigos é o seu corpo cyborg, exemplo da violência de estado que se abate sobre os corpos para fazer sangrar os códigos da moralidade vitoriana e colonizadora. Alain Turing é um experimento, da criação de um corpo descodificador e recodificador, tecnologia de corpo, tecnologia de género. Uma experiência post-mortem - estar morto e receber honrarias, perdões póstumos e pedidos de desculpas. Como receber uma comenda de um império morto e perdão de rainhas. Necropoder.
— João Manuel de Oliveira

* Informa-se que durante o espectáculo haverá luz com efeito estroboscópico 


www.miguelbonneville.com
www.facebook.com/M̶i̶g̶u̶e̶l̶-Bonneville

https://soundcloud.com/sofia-mestre


https://teatrodosilencio.pt
www.facebook.com/teatrosilencio
www.instagram.com/teatrodosilencio

Biografias

Ficha artística/ técnica
Direcção, Música Original e Interpretação: Miguel Bonneville | Co-criação, Música Original e Interpretação: Clothilde | Figurinos: Mariana Sá Nogueira | Cenografia: Nuno Tomaz | Desenho e Operação de Luz: Nuno Patinho | Operação de Som: José Veiga | Fotografia/Design: Joana Linda, Miguel Bonneville | Prefácio: João Manuel de Oliveira | Design/Publicação: Ilhas | Produção Executiva: Diogo Melo | Apoio à residência: Arte Total/ Guelra – Laboratório de Criação Coreográfica, Teatro Cão Solteiro, Voarte/Soudos – Espaço Rural de Artes e AAC-Soudos | Apoio: Fundo Cultural SPA | Co-produção: Circular Festival de Artes Performativas, Festival Verão Azul - casaBranca | Produção: Teatro do Silêncio | O Teatro do Silêncio é uma estrutura financiada por República Portuguesa - Cultura | Direcção Geral das Artes e pela Junta de Freguesia de Carnide
© DR
25 Set | Sex | 21:30
Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República - Google Maps)
Performance

Estreia Absoluta

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M/12 | 45' | 5 €

* Informa-se que durante o espectáculo haverá luz com efeito estroboscópico
foto para Gestos invisíveis Miquel Bernat, João Dias e Gustavo Costa Gestos invisíveis 25 Set | Sex | 22:45
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Salão Nobre
Música
foto para Gestos invisíveis
Gestos invisíveis
Miquel Bernat, João Dias e Gustavo Costa
A relação entre o gesto físico de um instrumentista e a sua materialização sonora através de um instrumento musical assumiu, até ao advento da electricidade, uma forma clara onde os códigos de percepção das partes intervenientes se foram sedimentando e produzindo concepções generalizadas sobre aquilo que é som e música. Com as devidas excepções, sendo uma das mais notáveis a do órgão de tubos, a produção sonora baseou-se num sistema bem definido, que incluía a linguagem musical, a execução manual de um instrumentista e um dispositivo de emissão sonora junto de si - o instrumento. Nestas situações, um gesto físico, no ato de um sopro, uma arcada ou na percussão de um idiofone, traduz-se num resultado facilmente entendido e decifrado pelo ouvinte. No entanto, esta relação, aperfeiçoada ao longo de séculos, produziu também uma série de efeitos colaterais. O gesto e a fisicalidade associada à execução instrumental passaram também a ser entendidos como uma articulação de graus de dificuldade mensuráveis e nos quais se valorizam os níveis superiores. Esta obsessão, justificada pela própria evolução da música ocidental, foi introduzindo subliminarmente normas de apreciação, análise e aprovação das obras musicais não só pelo seu conteúdo musical, mas também pelo grau de dificuldade técnica, nos níveis composicionais e instrumentais. A transição para o século XX, com a introdução da electricidade e a abertura ao ruído como elemento primordial na construção musical, afigurou-se assim como a grande promessa de uma música realmente livre e concentrada na sua essência - o som. Não só se libertou o som, como a sua representação passou a ser múltipla, afastando-se da típica relação bidimensional palco / plateia e das sequências temporais lineares. Mas também esta promessa, acentuada pelas constantes incisões das inovações e revoluções eléctricas e electrónicas, acabou por se consumir e produzir os seus próprios paradoxos. Algumas das problemáticas inverteram-se, e a tecnologia revelou-se, talvez mais do que nunca, um simples artefacto que através de várias formas evolutivas serviu apenas de mediador do complexo processamento e materialização do pensamento musical. Esta peça, ao combinar a visceralidade física da percussão com uma perspectiva electrónica que lhe é complementar, utiliza estas propriedades como elementos expressivos e onde se reforça a força sublime dos gestos do som, da forma como o sentimos e como o percebemos. Mais do que tentar solucionar problemáticas específicas, procura-se ir de encontro ao ponto inicial de qualquer obra – a organização do som e dos seus significados.


www.sonoscopia.pt
www.drumming.pt



Biografias


Ficha artística/ técnica

Miquel Bernat, percussão
João Dias, percussão
Gustavo Costa, percussão e electrónica

Produção executiva: Patrícia Caveiro | Produção: Sonoscopia | Projeto apoiado pela República Portuguesa | Cultura e DGartes no âmbito do apoio bienal da Sonoscopia

* Devido à situação actual de pandemia, a participação prevista de Richard Barrett no espectáculo "Gestos Invisíveis" foi cancelada.


© DR
25 Set | Sex | 22:45
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Salão Nobre (Avenida Dr. João Canavarro - Google Maps)
Música

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M/6 | 40' | 5 €

ℹ️ Dada a reduzida lotação da sala, motivada por questões de segurança covid-19, recomenda-se a aquisição atempada do bilhete
foto para Differenz - Wiederholung - Transformation (Diferença - Repetição - Transformação) Noviga Projekto | Clara Saleiro e Manuel Alcaraz Clemente Differenz - Wiederholung - Transformation (Diferença - Repetição - Transformação) 26 Set | Sáb | 18:00
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Salão Nobre
Música
foto para Differenz - Wiederholung - Transformation (Diferença - Repetição - Transformação)
Differenz - Wiederholung - Transformation (Diferença - Repetição - Transformação)
Noviga Projekto | Clara Saleiro e Manuel Alcaraz Clemente
“Differenz - Wiederholung - Transformation” apresenta três peças representativas da estética do Noviga Projekto. Ritmos quebrados e sons delicados da flauta escondidos num forte trémolo de prato levam o público a uma abordagem muito particular do repertório para flauta e percussão.
O Noviga Projekto apresenta peças de Giacinto Scelsi, Bernhard Lang e a estreia mundial da nova versão de “4 Türkische Becken” de Peter Ablinger, especialmente escrita para quatro pratos em particular. As três peças interligam-se por diferentes improvisações.
— Noviga Projekto

Programa

Bernhard Lang (1957)
Differenz / Wiederholung 21 “…and we just keep on pretending…” (2010)

Giacinto Scelsi (1905-1988)
Hyxos (1955)

Peter Ablinger (1959)
4 Türkische Becken (versão 2018 – estreia mundial)

www.soundcloud.com/novigaprojekto
www.clarasaleiro.com
www.manuelalcarazclemente.com


Biografias


Ficha artística/ técnica
Conceito e interpretação: Clara Saleiro e Manuel Alcaraz Clemente | Flauta: Clara Saleiro | Percussão: Manuel Alcaraz Clemente

© Leonor Oliveira


26 Set | Sáb | 18:00
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Salão Nobre (Avenida Dr. João Canavarro - Google Maps)
Música

Estreia Absoluta
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M/6 | 60' | 5 €

ℹ️ Dada a reduzida lotação da sala, motivada por questões de segurança covid-19, recomenda-se a aquisição atempada do bilhete

foto para Arranjo Floral Filipe Pereira Arranjo Floral 26 Set | Sáb | 21:00
Auditório Municipal de Vila do Conde
Performance
foto para Arranjo Floral
Arranjo Floral
Filipe Pereira
O coreógrafo e bailarino Filipe Pereira apresenta ARRANJO FLORAL, uma conferência-performance sobre um artista nascido em Fátima, entre procissões gigantescas, arranjos de flores e lojas de souvenirs religiosos. Um percurso que nos leva através de uma biografia que vai da fé ao ateísmo, da virgindade ao despertar sexual, da arte das flores à arte da dança e vice-versa. Acompanhado por flores, coreografias e histórias, Filipe deixa-nos a pensar sobre quanto do nosso passado está em tudo o que fazemos, quanto do nosso destino está escrito e quanto está nas nossas mãos.

www.facebook.com/filipe.pereira.3597
antese.pt

Biografia

Ficha artística/ técnica Criação e Interpretação: Filipe Pereira | Voz off Audio: Maria de Oliveira Coelho | Fotografias: Filipe Pereira, Manuel Pereira e António Marto | Ponto: Pedro Penim | Arranjo Floral é um projeto criado dentro da edição portuguesa do ciclo Mis Documentos de Lola Arias no Teatro do Bairro Alto – TBA em Lisboa, Fevereiro de 2020 — Curadoria: Lola Arias | Dramaturgia: Bibiana Mendes Picado | Apoio à Residência Artística: Estúdios Victor Córdon | Co-produção: Teatro do Bairro Alto – TBA e Teatro Praga

© Ana Viotti


26 Set | Sáb | 21:00
Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República - Google Maps)
Performance

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M/12 | aprox. 75' | 5 €
foto para Época Volmir Cordeiro e Marcela Santander Corvalán Época 26 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Sala 1
Dança
foto para Época
Época
Volmir Cordeiro e Marcela Santander Corvalán
Feitas de êxtase, de prazer, de gozo, de subversão, de lascívia, de susto, de extravagância e de alegria, as danças às quais nos apegamos requerem uma intensa capacidade em passar de um humor a outro e de inventar imaginários insolentes. Sem deixar de lado as exigências de desarticular, desarmar e chacoalhar o corpo, cada dança trabalha no sentido de evidenciar uma emoção. Um programa de faculdades imaginárias é criado para tornar visível presenças específicas, naturezas de relação com o público variadas e modos de sentir interdependentes.

Época é um estudo pontuado por danças nas quais uma certa maneira de representar o poder de gestos disformes, em cena, foi uma questão importante para mulheres artistas do século vinte. Em palco, começamos por ler descrições de danças feitas pelas suas criadoras, e recusamos o recurso a filmes, vídeos e fotografias. Depois, transformamos livremente as descrições em partituras para danças curtas. Uma vez tornadas ficção, as partituras transformam-se em gestos incarnados e começam a criar danças autónomas dos primeiros textos que lhes predeterminaram. Apoiando o projeto na potência da palavra e na sua capacidade intrínseca de invenção do gesto dançante, estas danças dão a ver uma história de defasagem entre os intérpretes como prolongamento de uma defasagem entre os tempos, as palavras e as sensações, o teatro e a nostalgia.

Época designa assim uma categoria qualitativa e não cronológica, na qual elementos de interpretação são postos em jogo para activar uma história íntima e viva, quem sabe perdida ou esquecida no passado simbólico dos nossos percursos como artistas. A dança é aqui tomada como um meio bruto e directo de visitar e avivar um arquivo que não pára de procurar nos nossos presentes as suas vitalidades insistentes. Época investiga a magia do enigma, do mistério, da força do instante e da sua renovação assídua como fundamento do movimento performado.

Época é constituída pelas seguintes danças: A subversão de 1920, O susto de 1929, A extravagância de 1926, O mistério de 1996, A conquista de 2001, A vertigem de 1968, A dominação (data desconhecida), A euforia de 1925, A crença de 1965, A ressureição de 1973, O vício de 1922, A lascívia de 1917, O gozo de 1927 e O êxtase de 1920, O transbordamento de 2015.

— Volmir Cordeiro e Marcela Santander Corvalán

volmircordeiro.com/volmir
youtube.com | Volmir Cordeiro
manakinprod.fr/artists/volmir-cordeiro

Teasers
vimeo.com/137818474
vimeo.com/137818473


Biografias

Ficha artística/ técnica
Coreografia e interpretação: Volmir Cordeiro e Marcela Santander Corvalán | Luz: Maël Guiblin | Operação de Luz: Ludovic Rivière - Abigail Fowler | Figurinos: Volmir Cordeiro e Marcela Santander Corvalán | Coprodução: Le Quartz, Scène Nationale de Brest | Com o apoio de: Ménagerie de Verre (Paris) Casa do Povo (São Paulo – Brésil) LE CND - Un centre d’art pour la danse | Agradecimentos: Clarisse Chanel, Carolina Mendonça, Phelipe Janning e toda a equipa do Quartz

Data de estreia: 2015, Le Quartz, scène nationale de Brest (FR)

© Alain Monot, Fernanda Tafner
26 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Sala 1  (Avenida Dr. João Canavarro - Google Maps)
Dança

Estreia Nacional
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M/16 | 45' | 5 €