Festival Circular 2019
03 mai Artista Residente | 'Lusco-Fusco' de Catarina Gonçalves & Filipe Caldeira | 'O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)' de Filipe Caldeira | 'Documentário' de Joclécio Azevedo imagem para Artista Residente | 'Lusco-Fusco' de Catarina Gonçalves & Filipe Caldeira | 'O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)' de Filipe Caldeira | 'Documentário' de Joclécio Azevedo
"Lusco-Fusco"
Catarina Gonçalves & Filipe Caldeira
Teatro-Dança
Público-alvo: crianças 6 aos 10 anos

SINOPSE:

Lusco-Fusco surge de um desejo de partilhar uma experiência sobre o vazio e o que ele pode conter.  O vazio só contém ar! e o aborrecimento? como é o vazio de estar tudo tão cheio que não encontramos nada? será uma incubadora de acontecimentos? uma descoberta partilhada da matéria e do corpo em que a luz e a transição do tempo nos mostram o que há́ para ver numa relação de escala entre nós – o mundo e os inversos. Lusco-Fusco vê a vontade de ser um bocadinho inventor do seu próprio espanto e para isso desenha um espaço que pouco a pouco se torna numa invasão feita pela matéria que podemos com ela transformar e sermos transformados, mudá-la de lugar, levá-la connosco, arrastá-la e libertá-la. Deixá-la ser invadida por mãos e pés e cabeças que sentem. Os performers organizam o corpo para desaparecer, desobedecer e desaprender com a matéria, operam a luz e o som e habitam um lugar aberto ao sensível e à própria percepção de cada criança.

Para que percorres inutilmente o céu à procura da tua estrela?
Põe-na lá. (in Vergílio Ferreira, Escrever)

FICHA ARTÍSTICA/TÉCNICA:

Direcção e Interpretação: Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira | Dramaturgia: Joana Bértholo | Direcção Plástica: Rita Westwood | Sonoplastia: Filipe Lopes | Figurinos: Jordann Santos | Desenho de Luz: Cárin Geada | Operação de luz: Miguel Carneiro | Voz off: Eduardo Rego | Produção executiva: Circular Associação Cultural | Agradecimentos: Constança Carvalho Homem, Amora Gonçalves Caldeira, Sílvia Barbosa e Luís Filipe Silva | Coprodutores: Teatro Municipal do Porto, São Luiz Teatro Municipal, Comédias do Minho, Circular Associação Cultural, Teatro Aveirense | Duração aprox.:45 mins

APRESENTAÇÕES:

2019

18 de Janeiro 2019 (sex), 15:00 / Sessões para Escolas
19 de Janeiro 2019 (sáb), 11:00 / Sessões para Famílias
Teatro Virgínia (Torres Novas)
www.teatrovirginia.pt

2018

20, 21, 22 e 23 de Fevereiro 2018, 10:00 + 14:00 / Sessões escolares
24 de Fevereiro 2018, 11:00 / Sessão pública
Biblioteca Municipal de Valença

28 de Feveveiro 2018, 1, 2, 6, 7, 8 e 9 de Março, 10:00 + 14:00 / Sessões escolares
10 de Março 2018, 15:00 / Sessão pública
Biblioteca Municipal de Monção


15 de Março 2018, 14:30 / Sessão escolar
16 de Março 2018, 10:30 + 14h30 / Sessões escolares
17 de Março 2018, 16:00 / Sessão pública
Rivoli Teatro Municipal do Porto
www.teatromunicipaldoporto.pt

10, 11, 12 e 13 de Abril 2018, 10:00 + 14:00 / Sessões escolares
14 de Abril, 11:00 / sessão pública
Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira
biblioteca.cm-vncerveira.pt

17, 18, 19 e 20 de Abril 2018, 10:00 + 14:00 / Sessões escolares
22 de Abril, 15:30 / Sessão pública
Grande Auditório de Paredes de Coura
www.paredesdecoura.pt

24, 26 e 27 de Abril 2018, 10:00 + 14:00 / Sessões escolares
28 de Abril, 15:00 / Sessão pública
Casa da Cultura de Melgaço
www.cm-melgaco.pt

3, 4, 7 e 8 de Maio 2018, 10:30 / Sessões escolares
5 e 6 de Maio, 16:00 / Sessões públicas
São Luiz Teatro Municipal (Lisboa)
www.teatrosaoluiz.pt

20, 21 e 22 de Junho 2018, 10:30 + 14:30 / Sessões escolares
Teatro Aveirense (Aveiro)
www.teatroaveirense.pt

18 e 19 de Outubro 2018 / Sessões escolares
20 de Outubro / Sessão pública
Teatro Viriato (Viseu)
www.teatroviriato.com


Filipe Caldeira é Artista Residente da Circular Associação Cultural

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)'
de Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira
Teatro-Dança
Público-alvo: crianças 3 aos 6 anos

SINOPSE:


Este espectáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.


FICHA ARTÍSTICA/TÉCNICA:

Criação: Filipe Caldeira | Direcção artística: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves ​| Interpretação: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves | Texto original: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia: Joclécio Azevedo | Cenografia: Ana Guedes | Apoio à cenografia: Emanuel Santos | Sonoplastia: Rodrigo Malvar | Voz: Catarina Gonçalves | Figurinos: Jordann Santos | Desenho e operação de luz: Miguel Carneiro | Vídeo: Teresa Pinto | Apoio à residência: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão: Circular Associação Cultural | Co-produção: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre

APRESENTAÇÕES:

6 de Janeiro 2018, 21:30 Teatro-Cine Torres Vedras

20 de Maio 2018, 16:00
Festival Territórios Dramáticos - Teatro da Didascália
Centro Cultural da Juventude de Joane (Vila Nova de Famalicão) + info
teatrodadidascalia.com

17 + 18 de Junho 2018, 10:00; 14:00; 16:00
Centro de Artes de Águeda + info www.centroartesagueda.pt

15 de Setembro 2018, 15:00 Universidade Invisível: “Ui! Há Estradas para Lá?” (programação Comédias do Minho) Cine-Teatro João Verde, Monção
10 de Dezembro, 14:30 ARCA-Associação Recreativa e Cultural de Aveleda, Vila do Conde
12 de Dezembro, 11:00 ALFA-Atelier Lafontana Formas Animadas, Vila do Conde
14 de Dezembro, 11:00 Pavilhão da EB1 de Macieira da Maia


Filipe Caldeira é Artista Residente da Circular Associação Cultural

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

"Documentário"
Joclécio Azevedo
Dança

11 de Maio 2018, 19:00 Teatro Municipal do Porto . Campo Alegre (Auditório) Festival DDD - Dias da Dança

Estreia / Premiere

SINOPSE:

Escrever, descrever e reescrever infinitas versões de cada acontecimento. “Documentário” é uma peça coreográfica, para seis intérpretes, em torno de uma partitura caótica que reflete a tensão entre a necessidade e a impossibilidade de perceber o tempo presente. O mundo que pensamos conhecer desarticula-se em novas configurações do social, em novas estratégias de dominação política e económica. Pedaços do mundo manifestam-se no tráfico incontrolável de imagens que nos perseguem até mesmo nos sonhos. A aparente proximidade sugerida pelo acesso a novas tecnologias e formas de interação no mundo digital esconde a nossa incapacidade de lidar com o outro, objeto fetiche de uma fantasia permanente e de um medo difuso. Oscilamos entre a crença infundada e a desconfiança como princípio. As mesmas imagens repetem-se em dife- rentes suportes com diferentes protagonistas, num combate permanente pela atenção. A exclusão do outro manifesta-se pela normalização e pela colonização do imaginário coletivo, pela disseminação do equívoco, do engano e do preconceito. Então, a escrita torna-se combate, torna-se um incómodo e um exercício de poder. Joclécio Azevedo

FICHA ARTÍSTICA/TÉCNICA:

Direção artística e coreografia: Joclécio Azevedo | Colaboração⁄cenografia: Paulo Mendes | Colaboracção⁄música: Pedro Tudela | Interpretação: Ana Moreira, Dori Nigro, Joclécio Azevedo, Pedro Prazeres, Ana Isabel Castro, Rocio Dominguez | Fotografia: Susana Neves | Filmagem e edição de vídeo: Sofia Arriscado | Figurinos: Jordann Santos | Desenho e operação de luz: Miguel Carneiro | Convidados para os workshops: Daniel Ribas, Melissa Rodrigues, Olívia da Silva e Rita Castro Neves | Produção executiva: Sofia Reis, Sofia Silva | Gestão Financeira: Fadas e Elfos Associação Cultural | Parcerias: Fórum Dança, Circular Associação Cultural, Centro de Criação do Candoso⁄Centro Cultural Vila Flor, Centro de Creación del cuerpo y el movimento El Graner e Festival DDD – Dias da Dança | Coprodução: Teatro Municipal do Porto⁄Festival DDD – Dias da Dança | Projeto financiado por: República Portuguesa – Cultura, DGArtes – Direção-Geral das Artes | Apoio: Companhia Instável | Duração aprox.: 1h

APRESENTAÇÕES:

11 de Maio 2018, 19:00 Teatro Municipal do Porto . Campo Alegre (Auditório) Festival DDD - Dias da Dança

+ info: 
www.festivalddd.com www.teatromunicipaldoporto.pt

Joclécio Azevedo é Artista Residente da Circular Associação Cultural

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

"Companhia" de João dos Santos Martins com
Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher
Dança

14-19 de Abril 2018 (excepto 16), Sábado-Quinta 21:30/Domingo 18:30, Teatro Maria Matos (Lisboa)

Estreia / Premiere

SINOPSE:

Companhia marca o reencontro de João dos Santos Martins com a equipa de Projeto Continuado (2015), dando continuidade aos processos de colaboração e investigação então iniciados e marcados por relações de afeto e labor. Companhia investe esteticamente na ideia de dança enquanto trabalho, utilizando, para isso, casos de estudo que examinam, por exemplo, a sistematização do movimento operário na relação estabelecida com as máquinas, de onde surge um conceito de coreografia enquanto tecnologia ou prótese. Em paralelo, reflete-se sobre como determinadas estéticas de dança, de ambições libertárias e democráticas, estão implicadas na redução dos pontos de tensão do corpo, implementando técnicas de eficácia na concretização do movimento, utilização energética e redução de esforço como alternativa ao modernismo rígido e ideologicamente “exterior” ao corpo.
Interessa, com isto, refletir sobre trabalho e bem-estar, a forma como a dança, enquanto cânon de produção recíproca de prazer (do espectador, mas também do bailarino) e difícil de identificar socialmente como labor, interage com os seus modos e agentes de produção. E se a ideia de “companhia” aqui invocada pondera uma forma hegemónica de organização estrutural e administrativa em dança, ela implica também um modo de labor comum: companhia como facto ou condição de ser e estar com o outro, como forma de providenciar amizade ou prazer a um grupo de pessoas numa sociedade.

FICHA ARTÍSTICA/TÉCNICA:

De: João dos Santos Martins | Em colaboração com: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher | Coreografia e performance: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher | Encomenda: Maria Matos Teatro Municipal | Credores financeiros: 
Ana Rita Teodoro, Associação Parasita, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher | Coprodução: Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto | Produção e difusão: Circular Associação Cultural | Residências Artísticas: Nave, O Espaço do Tempo, Opart/Companhia Nacional de Bailado/Estúdios Victor Córdon, CCB, Culturgest, Companhia Olga Roriz, SMUP — Sociedade Musical União Paredense, Rua das Gaivotas6, Incrível Almadense, Causas Comuns, Teatro do Eléctrico | Registo fotográfico: José Carlos Duarte | Registo Videográfico: Jorge Jácome e Marta Simões

APRESENTAÇÕES:

14-19 de Abril 2018 (excepto 16), Sábado-Quinta 21:30 / Domingo 18:30
Teatro Maria Matos (Lisboa) www.teatromariamatos.pt

19, 20 e 21 de Março 2019, 20:30
Festival Étrange Cargo 2019 ∙ La ménagerie de verre ∙ Paris (França)
www.menagerie-de-verre.org

5 de Maio 2019, 19:00
Auditório de Serralves ∙ Festival DDD - Dias da Dança (Porto)
www.serralves.pt
www.festivalddd.com



::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::



15 out Oficina de experimentação e alteração de circuitos electrónicos e geradores de ruído | MO#1 | 19 Out 18:00 imagem para Oficina de experimentação e alteração de circuitos electrónicos e geradores de ruído | MO#1 | 19 Out 18:00 Oficina de experimentação e alteração de circuitos electrónicos e geradores de ruído por Miguel Pipa
Modos de usar-oficina #1 (apresentação informal)
19 Outubro (sáb) 18:00 | Rua do Farol 208 (Caxinas, Vila do Conde) | Entrada livre
_________

Esta apresentação informal conclui a oficina de construção de instrumentos realizada pelo músico Miguel Pipa, sendo integrada na série de processos colaborativos desenvolvidos pelo projeto “Modos de Usar”, de Joclécio Azevedo, iniciado em Vila do Conde em 2018. 
Miguel Pipa trabalha o som a partir da reutilização e transformação de circuitos electrónicos encontrados em brinquedos, aparelhos electrónicos e diversos gadgets tecnológicos, amplificando-os e combinando as suas propriedades sonoras com outros processos analógicos. Os aparelhos e novos instrumentos produzidos servem como base para o desenvolvimento de ambientes sonoros e performativos, activados em conjunto pelos participantes. 
“Modos de usar” é um projecto que pretende constituir uma constelação de colaborações com participantes locais em Vila do Conde, desdobrando-se em oficinas, workshops, encontros e apresentações onde são partilhados e discutidos instrumentos e práticas de trabalho com artistas convidados, integrando actividades para participantes profissionais e não profissionais.

Biografia
Miguel Pipa nasceu a 27 de abril 1980 em Vila do Conde. Sem formação académica por opção, foi, no entanto, adquirindo uma vasta experiência prática na área da música eletrónica, nomeadamente na investigação e performance, quer com instrumentos manipulados, quer com instrumentos integralmente construídos por si. Como formador tem desenvolvido workshops de “alteração de circuitos” e criação de instrumentos musicais em parceria com inúmeras instituições como a Casa da Música (Porto), LCD (Guimarães), Museu de Arte Contemporânea de Vigo (Espanha), Festival Muco (Cartaxo), Festival Circular (Vila do Conde), Sonoscopia (Porto) e o Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas (Açores).

Duração: 40 minutos (aprox.)
Lotação limitada | Entrada livre
Horário: 18h00
Local: Rua do Farol, 208, Caxinas
Reservas: info@circularfestival.com  
_______

Foto: © DR